Mês: Junho 2017

Ligação entre a Poluição Atmosférica e a incidência do Sarampo prova que o estado do Sistema Imunitário é vital para o risco de contrair doenças

Ligação entre a Poluição Atmosférica e a incidência do Sarampo prova que o estado do Sistema Imunitário é vital para o risco de contrair doenças

sarampo poluição china

A ideia de que o vírus do sarampo é o único responsável pela infecção pelo sarampo e que a vacinação é a forma de a prevenir, foi minada por um novo estudo chinês sobre a poluição do ar.

O novo estudo publicado na revista Environmental Research revela que a exposição à poluição do ar está significativamente associada à incidência do sarampo na China. Isso é consistente com a visão de que a infecção não é determinada exclusivamente pela exposição à partícula do vírus, mas também envolve o estado do sistema imunitário do sujeito que depende de vários factores nutricionais e ambientais, incluindo a função imunossupressora da poluição do ar. Por outras palavras, não é apenas o “germe” por si só, mas as circunstâncias também, que determinam a doença.

No novo estudo intitulado “Estará a exposição a curto prazo a partículas finas ambientais associada à incidência de sarampo na China? Um estudo multi-cidades”,  os investigadores chineses examinaram a relação entre exposição de curto prazo a partículas ambientais com um diâmetro inferior a ≤2,5 μm (ou seja, 2,5 mícrons de espessura) e a incidência do sarampo na China. Eles observaram que o rápido desenvolvimento económico resultou na “poluição atmosférica com matéria de partículas severas (PM)”.

O método deles foi o de colectar dados sobre o número diário de novos casos de sarampo e concentrações de partículas ambientais (≤ 2,5 um) em 21 cidades da China entre Outubro de 2013 e Dezembro de 2014, e analisarem os dados para verificarem os efeitos à escala nacional.

sarampo poluição chinaOs resultados demonstraram uma associação estatisticamente significativa entre o aumento do número de partículas ambientais e a incidência do sarampo, levando-os a concluir:

“Nós fornecemos novas evidências de que a incidência do sarampo está associada à exposição às PM2.5 no meio ambiente na China. Políticas eficazes para reduzirem a poluição do ar também podem reduzir a incidência do sarampo “.

Como você poderá saber pelos meus artigos anteriores, o conceito de que a transmissibilidade e a patogenicidade de vírus com cápsula viral, como o sarampo, não dependem dos factores do hospedeiro é insustentável quando se tem isto em consideração porque, tal como foi descoberto apenas há três anos relativamente ao vírus da gripe, esses vírus extraem do hospedeiro as proteínas e lipídios para as suas cápsulas das partículas virais. Por outras palavras, a gripe e o sarampo não existiriam nem seriam infecciosos se não pudessem sequestrar vias biossintéticas no interior das células hospedeiras e, posteriormente, usarem os materiais retirados dessas células hospedeiras para si.

Claramente, portanto, não é apropriado imaginar o sarampo como um “vírus mortal”, um actor solitário no drama da doença infecciosa, só por esse motivo.

Porque é que esse estudo é importante?

Este estudo é importante por vários motivos. Primeiro, prejudica a narrativa sustentada pela ortodoxia médica, de que o vírus do sarampo é capaz de induzir doenças. Ao atribuirem esse poder a uma partícula invisível, pouco detectável por um microscópio electrónico, em vez de terem em conta a multiplicidade de factores evitáveis ​​ou mitigáveis ​​ligados à nutrição, estilo de vida e exposições ambientais, o mito corolário de que as vacinas, só por si, conferem protecção de boa-fé contra a infecção, O programa de vacinação universais e os programas globais de erradicação de doenças podem continuar incessantemente.

Em segundo lugar, chamar a atenção para os factores que vão além da patogenicidade intrínseca do próprio vírus do sarampo, ajuda a explicar porque é que os programas chineses de erradicação do sarampo são notoriamente ineficazes e não produzem os resultados esperados. Os chineses têm uma das populações mais vacinadas no mundo, devido ao facto de ser obrigatória, mas já tiveram mais de 700 surtos de sarampo entre 2009 e 2012. Nós exploramos isso em maior detalhe no nosso artigo: Porque é que a China teve surtos de sarampo quando 99% são vacinados?

Claramente, então, se a exposição tóxica for identificada como um factor-chave na causalidade da doença, as próprias vacinas tornam-se altamente suspeitas como causa da própria doença para as quais elas são pensadas para evitar, porque muitas vezes contêm quantidades excessivamente elevadas de substâncias químicas e metais imunossupressores. Para além disso, dado que existe a possibilidade de que a exposição química a coisas como o pesticida DDT tenha sido, historicamente, diagnosticada erroneamente como causada por vírus, este último estudo consciencializa para a realidade de que os vírus por si só não podem explicar a causalidade da maioria das doenças que são muitas vezes rotuladas como “evitáveis com vacinas”.

Uma última coisa que deve ser discutida é a importância de reconhecer que o medo actual em torno da infecção pelo sarampo é altamente irracional. Excluindo raras excepções, o sarampo não é apenas uma doença benigna da infância, mas os seus benefícios para a saúde foram amplamente documentados na literatura biomédica. E isso estende-se a uma ampla gama de vírus, que compõem o viroma, um componente integral e promotor da saúde do microbioma humano. Para além disso, quando se considera que a vacina contra o sarampo é responsável por pelo menos 100 óbitos por ano versus menos de 10 óbitos causados ​​pelo sarampo nos EUA desde 2003, a relação risco / benefício, portanto, é claramente tendenciosa para não vacinar.

Para saber mais sobre os mitos comuns das vacina e da imunologia, leia o livro de Tetyana Obukhanych, PhD, A Ilusão da Vacina. Está a ser oferecido em download gratuito por tempo limitado. Obtenha a sua cópia aqui.

Para além disso, aprenda mais assistindo o documentário gratuito, A Verdade sobre o Cancro, que aborda a longa e insuficientemente relatada associação entre o cancro e as vacinas. Obtenha o acesso gratuito aqui

Escrtito por: Sayer Ji

Sayer Ji é fundador do Greenmedinfo.com,  e revisor do International Journal of Human Nutrition and Functional Medicine, Co-fundador e CEO da Systome Biomed, Vice-Presidente do Conselho da Federação Nacional de Saúde, Membro do Comité Director da Fundação Global Non-GMO.

Fonte: http://www.greenmedinfo.com/blog/air-pollution-linked-measles-incidence-proving-immune-status-vital-disease-risk

Aleitamento materno e aspectos imunológicos

Aleitamento materno e aspectos imunológicos

leite materno e imunidade natural

O leite materno é o alimento ideal para os lactentes constituindo a melhor fonte de nutrientes essenciais e conferindo uma protecção imunológica única. Dele fazem parte centenas de diferentes moléculas bioactivas, macro e micro nutrientes, factores de crescimento e factores imunológicos. Estas substânciascontribuem para o desenvolvimento do sistema imune do lactente, protegem contra infecções e promovem uma adequada colonização microbiológica e são impossíveis de mimetizar nas fórmulas de leite artificial.

Introdução

O leite materno constitui a melhor fonte nutricional para a maioria dos recém nascidos e  lactentes, para além de conferir uma proteção imunológica contra muitas infecções durante a infância (1, 2). Por isso, o aleitamento materno (AM) é recomendado por várias entidades a American Academy of Pediatrics durante os primeiros 6 meses de vida, em exclusivo, e por pelo menos até aos 12 meses ou mais, desde que mutuamente desejado pela mãe e pelo lactente (3-8).

A composição do leite materno é única, e não pode ser mimetizada por nenhuma fórmula de leite artificial (9). São seus constituintes elementos nutricionais e factores bioactivos não-nutricionais, que promovem a sobrevivência, o crescimento e um desenvolvimento adequado da criança. De facto, dele fazem parte centenas de moléculas bioativas diferentes, que protegem contra infeções e inflamação e contribuem para a maturação do sistema imunitário, para o desenvolvimento dos órgãos e para a saudável colonização microbiana (10).

Efetivamente, embora ainda haja muita pesquisa a realizar no sentido de descobrir todos os elementos e seus mecanismos de atuação (11), vários estudos longitudinais, que examinaram os lactentes desde o nascimento até à vida adulta, sustentam os benefícios a curto e a longo prazo do aleitamento materno (8).

Algumas doenças e condições em que se provou este benefício incluem doenças gastrointestinais (diarreia (12, 13), enterocolite necrotizante (3, 14, 15), doença inflamatória intestinal (16, 17)), infeções do trato respiratório inferior e superior (14, 18), otite média (19, 20), síndrome da morte súbita infantil (21, 22), doenças alérgicas, (como asma, dermatite atópica e eczema (23, 24)), neoplasias em idade pediátrica, como leucemia (25, 26), e doenças crónicas de etiologia autoimune (como doença celíaca (27, 28), obesidade e doenças cardiovasculares (21, 29, 30), diabetes mellitus tipo 1 e 2 (31, 32), artrite reumatoide (24, 33) e  esclerose múltipla(34, 35)).

Para a mulher que amamenta o AM revela também benefícios de saúde a curto e a longo prazo, nomeadamente diminuição da hemorragia pós-parto e uma involução uterina mais rápida, assim como diminuição da incidência de depressão pós-parto e evidência de menor risco de vir a desenvolver cancro da mama e do ovário antes da menopausa (14), artrite reumatoide, osteoporose e diabetes mellitus tipo 2 (3, 36).

É também reconhecido que o ato de amamentar permite o desenvolvimento de uma relação física confortável, envolvente e próxima entre o bebé e a mãe, o que aumenta o vínculo afetivo (12).

Constituintes do Leite Materno

Tal como já foi referido anteriormente, foi comprovado por muitos estudos que a composição do leite materno é o gold-standard para a nutrição infantil (6, 10, 36, 47-53). Não constitui apenas o melhor alimento como pode ser mesmo visto como um sistema biológico funcional e dinâmico, já que proporciona nutrientes, componentes bioativos e factores imunológicos (54, 55). De facto, trata-se de um fluido biológico muito complexo que faculta fatores nutricionais e não-nutricionais (56, 57), promovendo assim o crescimento saudável dos recém-nascidos e lactentes (50).

Além de, comprovadamente, proteger contra doenças infeciosas na infância (50), os seus benefícios estendem-se até à idade adulta, como sugerem estudos epidemiológicos que demonstram uma proteção contra doenças crónicas e alérgicas, de mediação imune (8).

Do leite materno fazem parte mais de duzentos tipos diferentes de moléculas, algumas das quais ainda não foram descritas e a sua função está por determinar (1). O leite contém nutrientes em quantidades próximas do nível ótimo, mas também fatores que facilitam a absorção de nutrientes vitais no intestino do lactente, como o cálcio, o ferro e a vitamina B12 (7, 58).

Ao contrário das fórmulas artificiais, que obedecem a padrões e variam muito pouco no que refere à sua composição (10), a do leite materno não é homogénea e sofre alterações ao longo das semanas em que decorre o aleitamento e até ao longo do próprio dia (52), variando  também entre as mulheres que amamentam (50).

O período de amamentação é dividido em três fases diferentes: colostro, leite de transição e leite maduro, sendo que as principais alterações nos constituintes do leite ocorrem durante a primeira semana (50). O colostro é produzido apenas durante os primeiros dias após o parto, é rico em componentes imunológicos como IgA secretória, lactoferrina e leucócitos e em fatores promotores do desenvolvimento como o EGF (10). Tem um elevado conteúdo proteico e um teor de gordura mais baixo, e apesar do seu valor nutricional as suas principais propriedades são imunológicas (12). O leite de transição, presente normalmente cinco a quinze dias após o parto, representa um período de aumento na produção de leite para suprir as necessidades nutricionais e de desenvolvimento do lactente em crescimento rápido. Cerca de quatro a seis semanas após o parto, o leite maduro mantém uma composição semelhante à do período anterior (10).

Embora se saiba que a composição do leite materno está sujeita a alterações durante o aleitamento, pouco se sabe ainda sobre as mudanças ao nível dos seus componentes imunológicos (59).

Componente Nutricional

Os elementos nutricionais do leite permanecem muito constantes entre as diferentes mulheres que amamentam, no entanto a dieta materna é um fator decisivo na presença de determinadas vitaminas e ácidos gordos presentes no leite (60). Muitos destes elementos têm mais do que uma função para além da de nutrição, como a proteção contra infeções e outros mecanismos de mediação imunológica, entre outros efeitos muito distintos (1).

Dos principais macronutrientes presentes no leite materno, proteínas, lípidos e hidratos de carbono, numa gravidez de termo fazem parte aproximadamente 0.9 a 1.2 g/dL de proteínas, 3.2 a 3.6 g/dL de gordura e 6.7 a 7.8 g/dL de lactose (57).

O leite materno contém vários tipos de proteínas, com atividades biológicas distintas, capazes de facilitar a absorção de nutrientes no intestino, de fornecerem elas mesmas quantidades adequadas de aminoácidos essenciais para o crescimento do lactente tendo também propriedades antimicrobianas e imunoestimuladoras (61). As proteínas mais abundantes são a caseína, a α-lactalbumina, a lactoferrina, a sIgA, lisozima e albumina sérica (10).

O seu valor energético é cerca de 65 a 70 kcal/dL, e está diretamente relacionado com o conteúdo de gordura presente no leite, que é muito variável e depende em grande parte da dieta materna (1, 62). Os principais ácidos gordos presentes são os ácidos palmítico e oleico (10).

Embora a lactose, que é um dissacarídeo, seja o principal açúcar do leite, outros hidratos de carbono importantes são os oligossacarídeos, que também são fatores bioativos e não apenas elementos nutricionais (10). Os oligossacarídeos são o terceiro componente mais abundante do leite e perfazem 8% do conteúdo total de nutrientes (63, 64). O conteúdo de oligossacarídeos do leite materno é um dos principais componentes que determina a colonização bacteriana do trato gastro-intestinal do lactente (33).

É de referir que apesar de estes valores representarem uma estimativa adequada, há que ter em conta a variabilidade individual, e outros fatores como se a gravidez é de termo ou pré-termo (48). Essa variabilidade é ainda mais notória relativamente aos micronutrientes, como as vitaminas A, B1, B2, B6, B12 e D e iodo, os quais dependem da dieta materna e das reservas corporais, que nem sempre estão num nível ótimo (1). Isto é particularmente verdade no caso das vitaminas D e K, que normalmente estão presentes no leite materno em quantidades muito baixas (10).

Componentes Bioativos

Além dos componentes nutricionais, o leite materno é uma fonte de moléculas biologicamente ativas (59), responsáveis por atividades biológicas específicas, essenciais para o crescimento e desenvolvimento dos recém-nascidos (65, 66). Estes elementos também protegem os  actentes de infeções e da inflamação e contribuem para a maturação do seu S.I. (67), além de que constituem um importante aspeto na defesa da glândula mamária da mulher que  amamenta (68). Exemplos desses componentes são Igs, fatores de crescimento, citocinas,  proteínas de fase aguda e proteínas antivirais e antibacterianas (65).

O A.M. exclusivo é especialmente importante durante os primeiros seis meses de vida do  lactente, uma vez que ao nascimento o seu S.I. é imaturo e inadequado (8). Como o S.I. da criança continua em desenvolvimento ao longo de pelo menos os dois primeiros anos de vida, durante este período a criança tem uma capacidade limitada para responder efetiva e rapidamente a agentes infeciosos, dado a sua imaturidade imunológica, o que explica a sua suscetibilidade para infeções (47, 68). Acredita-se que após o término do A.M. há uma proteção prolongada contra infeções, uma vez que o S.I. da criança só está completamente funcional por volta dos três ou quatro anos de idade (69).

Estes elementos são tão importantes que apesar de ainda não se conhecerem todos os seus mecanismos de ação, as investigações prosseguem para compreender e aplicar esse conhecimento na melhoria das fórmulas de leite artificial (67) .

De modo a facilitar a exposição dos mesmos, os componentes bioativos podem ser divididos em 2 grandes grupos, fatores celulares e fatores humorais, embora in vivo esta divisão é fictícia já que eles estão intimamente relacionados (68).

Componentes Celulares

As células presentes no leite materno incluem macrófagos, linfócitos, neutrófilos, células estaminais e células epiteliais, entre outras, perfazendo um total de aproximadamente 4000 células /mm3 de leite (10).

Estas células “vivas” do leite atacam diretamente os patogéneos, mobilizam outras defesas e ativam componentes solúveis, a maioria alcança o trato gastro-intestinal onde continua as suas funções, e podem classificar-se como (8, 68):

  1. a) Células com especificidade imunológica: linfócitos T e B
  2. b) Células acessórias: neutrófilos, macrófagos e células epiteliais

Embora o preciso papel dos leucócitos presentes no leite materno ainda não tenha sido determinado (70), estes são os principais componentes celulares presentes no início do A.M. (71). O recém-nascido ingere em média 108 leucócitos por dia, dos quais aproximadamente 90% são macrófagos e cerca de 5 a 10% são linfócitos (70). A maior concentração de células ocorre nos primeiros dias de aleitamento, e após 2 a 3 meses o número de células diminui, no caso dos leucócitos para níveis indetetáveis (68, 72).

Relativamente aos leucócitos polimorfonucleares, acredita-se que a sua principal função é a defesa do tecido mamário e em menor grau a imunocompetência do lactente, através da fagocitose ao nível da mucosa do trato G.I. pelos neutrófilos (11). Os linfócitos T perfazem aproximadamente 80% do total, igualmente distribuídos entre subpopulações CD4+ e CD8+, enquanto que os linfócitos B são identificados pela presença de Igs de superfície (73). As células B proliferam e há formação de anticorpos, (o que não se verifica nas fórmulas de leite artificial). Ambos os linfócitos T e B são reativos contra organismos que invadem o trato G.I. (68).

Componentes Solúveis

Estes elementos têm múltiplas funções protetoras incluindo a ligação a patogéneos, a secreção de marcadores químicos e a ligação a nutrientes necessários à sobrevivência dos patogéneos, e incluem (8, 10, 74):

  1. a) Imunoglobulinas: sIgA, IgE, IgG, IgM e IgD
  2. b) Fatores não-específicos: complemento, INF, fator bífido, fatores antivirais.
  3. c) Proteínas transportadoras: lactoferrina, transferrina, proteína ligação-vitamina B12, proteína ligação-corticoide.
  4. d) Enzimas: lisozima, lípase lipoproteica, enzimas leucocitárias.
  5. e) Citocinas: INF, ILs
  6. f) Hormonas e substâncias hormone-like: prostaglandinas, relaxina, somatostatina, gonadotrofinas e esteroides ovarianos, prolactina, adiponectina, leptina, insulina, cortisol, tiroxina, calcitonina, eritropoietina e fatores de crescimento.
  7. g) Mucinas: MUC1 e MUC4

a)Imunoglobulinas

Todas as classes de Igs fazem parte da constituição do leite materno, sendo que as suas concentrações são maiores no colostro e alteram-se à medida que o aleitamento prossegue (1). A IgA é a Ig presente mais importante, quer em termos de concentração (perfaz 90% de todas as Igs no colostro e no leite), quer ao nível de atividade biológica constituindo o principal mediador da primeira linha de defesa local do S.I. (59). A atividade das Igs, principalmente a IgA, ao nível da mucosa gastrointestinal e respiratória, promove proteção contra os  microrganismos que a possa infetar ou entrar no corpo através desta via. Os anticorpos sIgA presentes no leite materno reconhecem uma grande variedade de microrganismos, incluindo bactérias (nomeadamente E.coli, Shigella, Salmonella, Campylobacter, V. cholerae, Haemophilus influenza, Streptococcus pneumoniae, Clostridium botulinum, Klebsiela pneumoniae), fungos (como Candida albicans) e parasitas (por exemplo, a Giardia) (38, 68).

As restantes Igs existem no leite em concentrações muito menores que a IgA. Acredita-se que as Igs D e E presentes no leite têm a mesma especificidade antigénica da IgA, enquanto que a as Igs G e M têm funções complementares a esta na defesa das mucosas respiratória e  gastrointestinal do lactente, para além de que participam na fixação do complemento e têm atividade bactericida (75).

  1. b) Fatores não-específicos

b1) Sistema do Complemento: Os estudos sugerem que o colostro e o leite contêm todos os elementos da cascata do complemento, embora haja algumas deficiências na sua ativação nos recém-nascidos (75).

Nas maioria das crianças com menos de dezoito meses de idade, os níveis plasmáticos das proteínas do complemento são menores que nos adultos, exceto no caso de C5 e C7 (47). Em particular, os elementos C3 e C4 do complemento são capazes de facilitar a ligação de bactérias a anticorpos específicos, e o fragmento C3b tem propriedades opsónicas, anafiláticas e quimiotáticas (47, 68).

b2) Interferon (INF):

O INF é produzido pelas células NK e linfócitos T ativados e está presente em quantidades reduzidas no colostro, no leite de transição e maduro (75, 76).

O INF-γ que tem atividade proinflamatória, amplificando a resposta inflamatória das células Th1 e suprimindo a resposta alérgica das célulasTh2 (10). Apesar da sua função precisa no leite ainda não ter sido determinada, acredita-se que os seus níveis reduzidos são ainda assim  adequados para proteger contra infeções sem ocorrer uma hiperactivação das células T (68).

b3) Fator Bífido:

É um fator de crescimento específico para bactérias do género Lactobacillus e Bifidobacterium, bacilos que estão normalmente presentes no leite materno e que são denominados probióticos (75).

As bactérias probióticas estabelecem uma proteção imunológica para o seu hospedeiro, estimulando a produção de anticorpos ou a fagocitose pelos leucócitos sanguíneos, por exemplo (68). De facto, o leite humano não é estéril e dele fazem parte vários tipos de bactérias que funcionam de modo comensal, simbiótico e probiótico no intestino do lactente (77).

  1. c) Proteínas transportadoras

c1) Lactoferrina:

A lactoferrina é uma importante proteína de ligação ao ferro e constitui cerca de 10 a 15% do conteúdo proteico total do leite materno (51). Esta glicoproteína tem propriedades antimicrobianas (75, 78), (devido à sua capacidade de se ligar ao ferro, compete com bactérias e fungos pelo ferro necessário à sua proliferação (11)) e probióticas, uma vez que serve como fator de crescimento para espécies bacterianas intestinais, como as Bifidobacterium e os Lactobacillus (47, 51). É assim um agente protetor de amplo espectro (9), que também reduz a produção de citocinas inflamatórias nos monócitos, e interfere com a adesão de patogéneos entéricos como a E.coli e Shigella spp (47, 51).

 

c2) Proteína de ligação-vitamina B12:

Esta proteína, encontrada em elevadas concentrações no leite materno, liga-se à vitamina B12 e torna-a indisponível para o crescimento de bactérias como as Bacterioides e a E. coli (68, 75).

c3) α-Lactalbumina:

É uma proteína transportadora de cálcio, parte essencial do complexo enzimático que sintetiza a lactose, e promove o crescimento das Bifidobacterium (47). É capaz de destruir o Streptococcus pneumoniae e está presente na glândula mamária apenas durante o período de aleitamento (11).

  1. d) Enzimas

d1) Lisozima:

Esta enzima é uma glicoproteína ácido- e termo-estável, que é encontrada em grandes concentrações nas fezes dos bebés alimentados com leite humano, mas não nos alimentados com fórmulas de leite adaptado (68). A lisozima é capaz de provocar a lise da parede celular bacteriana (47), liga-se a endotoxinas (limitando o seu efeito), aumenta a produção de IgA e contribui para a ativação de macrófagos (10).

d2) Caseína:

A caseína inibe a adesão de várias bactérias em diferentes sítios epiteliais, e promove o crescimento das Bifidobacterium (47).

  1. e) Citocinas

As citocinas, um dos mais importantes componentes biológicos presentes no leite humano (51), são polipéptidos pluripotentes (79), solúveis (80), multifuncionais (10), que atuam como mensageiros químicos entre as células (51) via ações autócrinas, parácrinas e endócrinas (68). Já foram identificadas mais de dez tipos de citocinas no leite (68), as quais operam em associações complexas produzindo uma cascata de efeitos que contribuem para o desenvolvimento e função do S.I. (51). As citocinas são produzidas por vários tipos de células (79), nomeadamente pelos leucócitos presentes no leite e pelo epitélio da glândula mamária (81, 82) e têm a capacidade de atuar em diferentes tipos de células (pleiotropismo) (79).

Entre as suas funções incluem-se iniciação e estimulação das respostas de defesa do hospedeiro, prevenção da autoimunidade, efeitos anti-inflamatórios no trato respiratório superior e GI e estimulação do desenvolvimento do sistema digestivo e respiratório superior, especialmente ao nível do S.I. da mucosa (68).

A lista de citocinas presentes no leite materno inclui as interleucinas 1,3, 4, 5, 6, 7, 8, 10, 12, 13; Interferon gama (INF-γ); Epidermal Growth Fator (EGF); Transforming Growth Fator Alfa (TGF-α); Transforming Growth Fator Beta (TGF-β); Granulocyte colony-stimulating fator (GM-CSF); Macrophage colony-stimulating fator (M-CSF) e monocytes chemotactic protein (47, 53, 66, 73, 76, 81).

Podemos fazer uma divisão das citocinas em anti-inflamatórias (IL-10, IL-6, TGF-β) e pró-inflamatórias (IL-1, IL-6, IL-8, TNF-α) (81).

As quimiocinas são uma classe de pequenas citocinas quimiotáticas que induzem o movimento de outras células (10), capazes de ativar leucócitos e com potencial papel como mediadoras da inflamação (79).

A família TGF-β constitui a classe mais abundante de citocinas do leite materno (83), e ocorre sob três isoformas, das quais a TGF-β2 é a predominante (10). É um fator de crescimento que limita a produção de citocinas pró-inflamatórias (IL-1, IL-6 e TNF) e também é sugerido que limita a adesão dos leucócitos a células endoteliais e diminui a produção de óxido nítrico por macrófagos ativados (47). As suas funções principais consistem na regulação da proliferação e diferenciação celular, estimulação da síntese e deposição da matriz extracelular e na modulação dos mecanismos da inflamação e alergia (66).

As ILs são um subgrupo de citocinas que incluem, entre outras, a TNF-α, IL-6, IL-8 e INF-γ (10, 68), um conjunto de citocinas pró-inflamatórias, em níveis que diminuem ao longo do aleitamento e que também dependem da idade gestacional ao nascimento (10).

A IL-6 é uma citocina com funções quer pró- quer anti-inflamatórias (10, 78), e tem um papel muito importante ao estimular a diferenciação de células produtoras de IgA (51,81), para além de também ativar linfócitos T, aumentar a fagocitose e a produção de α1antitripsina (75). Além disso, a sua presença no leite também pode afetar o S.I. da glândula mamária (53).

A IL-8 é uma quimiocina, um mediador inflamatório e é capaz de promover o movimento de neutrófilos, monócitos e linfócitos da circulação materna para o leite (53, 68, 75). Este movimento de leucócitos alcança a parede intestinal do lactente, e possivelmente atravessa-a, o que contribui para a defesa da mucosa e desenvolvimento do S.I. (53).

A IL-10 tem atividade anti-inflamatória, diminuindo a produção de INF-γ, IL-12 e outras citocinas pró-inflamatórias (75), e a ativação de macrófagos, células T e células NK (47). Também aumenta a síntese de IgA, IgM e IgG (47, 68, 75, 78).

A IL-7 atravessa a parede intestinal e influencia o desenvolvimento tímico (10).

Os Colony-stimulating factors, como M-CSF e GM-CSF, têm papéis importantes na proliferação, diferenciação e sobrevivência dos macrófagos presentes no leite (79). O G-CSF tem efeitos benéficos no desenvolvimento intestinal, promovendo o aumento do número de villi, criptas e proliferação celular (10).

A concentração de citocinas é máxima no colostro, diminuindo depois ao longo do aleitamento, o que sugere que estas potenciam a função imunológica do recém-nascido durante os primeiros dias de vida, período de imaturidade imunológica, no qual o lactente ainda não é totalmente capaz de produzir as suas próprias citocinas (51, 68, 75).

  1. f) Hormonas e substâncias hormone-like

Este conjunto de hormonas e substâncias semelhantes a hormonas presentes no leite materno inclui as prostaglandinas, relaxina, somatostatina, gonadotrofinas e esteróides ovarianos, prolactina, insulina, cortisol, tiroxina, eritropoietina e fatores de crescimento (8, 9).

A prolactina estimula o desenvolvimento dos linfócitos T e B e a diferenciação do tecido linfoide intestinal (9).

A adiponectina é uma hormona proteica produzida pelo tecido adiposo que regula ativamente o metabolismo e suprime a inflamação (84). É encontrada em elevadas quantidades no leite materno, e crê-se que os seus níveis no leite correlacionam-se inversamente com o peso do lactente e o seu IMC (10).

A leptina é também uma hormona-reguladora do metabolismo presente no leite materno, que parece ser importante para o crescimento pós-natal (30, 85).

A calcitonina e a somatostatina são hormonas com funções reguladoras do crescimento,  embora no caso da somatostatina o seu papel no leite materno ainda permaneça pouco claro, pois normalmente esta inibe os fatores de crescimento (10).

O cortisol, a tiroxina e a insulina promovem a maturação da mucosa do trato GI do recém-nascido e o desenvolvimento dos mecanismos de defesa intestinal do hospedeiro (9, 75), tal como muitos dos fatores de crescimento, como veremos em seguida.

O leite materno contém um número vasto de fatores de crescimento (86), com efeitos comprovados na estimulação do crescimento, desenvolvimento e proteção do trato GI do recém-nascido, aumentando a eficácia da barreira epitelial (56, 68, 86). Além disso, os seus efeitos também se verificam ao nível do sistema vascular, nervoso e endócrino (10) sendo impossível replicar estes elementos nas fórmulas de leite de vaca comercializadas (56).

Entre estes, encontram-se 3 muito importantes: Vascular Endothelial Growth Fator (VEGF), que regula a angiogénese e a vasculogénese, atuando principalmente nas células endoteliais (10, 56); Hepatic Growth Fator (HGF), que estimula o crescimento, motilidade e morfogénese nas células epiteliais e em outros tipos celulares, além de ter propriedades angiogénicas (56); EGF, fator crítico para a maturação e regeneração da mucosa intestinal, (promove a divisão celular, a absorção de água e de glicose e a síntese proteica, entre outros mecanismos protetores da mucosa) (87).

Outros fatores importantes presentes no leite materno são o Brain-Derived Neurotrophic Fator (BNDF), e o Glial cell-line Derived Neurotrophic Fator (GNDF), essenciais para o  desenvolvimento do sistema nervoso imaturo do recém-nascido (10).

O leite inclui ainda quantidades significativas de Eritropoietina, a principal hormona responsável por aumentar o número de glóbulos vermelhos, além de ser um importante fator trófico (10).

A superfamília de IGF, insulin-like growth fator, nas formas IGF-I e IGF-II, também está presente, estimulando a eritropoiese e o incremento do hematócrito, entre outras funções (88).

  1. g) Mucinas:

As mucinas presentes no leite materno, MUC1 e MUC4, são glicoproteínas capazes de inibir a invasão das células epiteliais do intestino por bactérias como a Salmonella e por alguns vírus (73, 89).

Embora as fórmulas de leite artificial tenham sido melhoradas progressivamente de modo a se assemelharem cada vez mais ao leite materno, é impossível replicar a composição nutricional e imunológica do leite humano (36). De facto, continuam a ser identificados elementos novos no leite materno, e muito há ainda por descobrir, conferindo-lhe assim uma excelência única, insubstituível por qualquer outra fórmula artificial, dadas as diferenças de importância fisiológica entre os dois tipos de leite (36).

Doenças na Infância e A.M.

Ao longo dos anos têm-se realizado vários estudos que comprovam o impacto positivo do A.M. em termos de saúde pública (5, 90). A menor incidência de doenças nos lactentes alimentados com leite humano traduz-se por uma redução dos custos em cuidados de saúde e por um impacto social positivo porque possibilita uma redução nos dias de trabalho perdidos para cuidar dos lactentes doentes (12, 91).

De facto, os sistemas biológicos em desenvolvimento são especialmente vulneráveis aos efeitos de exposições adversas, de que são exemplo as mudanças ambientais modernas (39), daí que a promoção do A.M. seja tão importante como medida protetora do S.I. imaturo do recém-nascido e lactente. Nas últimas décadas assistiu-se a uma mudança de paradigma relativamente à “carga de doenças” nos países desenvolvidos, de doenças predominantemente infeciosas para doenças de mediação imune (63). Assim, o leite materno, constituindo a primeira exposição nutricional na infância (92), tem um papel determinante na composição microbiana da colonização inicial do lactente, conferindo proteção imunológica relativamente às fórmulas artificiais (63).

Infeções do Trato Gastro-Intestinal (GI)

As infeções gastrointestinais são muito prevalentes, em todo o mundo, em lactentes e crianças (14, 54). Esta prevalência global elevada foi alvo de investigação, no sentido de determinar como é que a composição do leite humano afeta o funcionamento da barreira GI e o desenvolvimento de uma mucosa imunologicamente competente (54).

Estudos demonstraram que o A.M., principalmente o A.M. exclusivo, durante os primeiros quatro meses de vida, mas idealmente por seis meses, está associado a diminuição da incidência de infeções do trato GI não-específicas (3, 14, 19, 93). Também diminui a incidência de diarreia, de todas as causas, comparativamente com os lactentes alimentados com fórmulas de leite artificial (12, 94).

No momento do nascimento, o trato gastrointestinal do lactente é estéril (95), sendo depois rapidamente colonizado por um grande número de diversas bactérias comensais (17, 96), que residem no intestino numa relação simbiótica com o hospedeiro (7). Esta simbiose é determinante para a homeostasia imunológica intestinal (2, 63). O leite materno desenvolve a competência imunológica normal da mucosa intestinal, prevenindo a adesão e penetração de bactérias, vírus e proteínas estranhas, que poderiam comprometer a integridade da mucosa e desencadear respostas inflamatórias (8).

Os glicanos presentes no leite materno, do qual fazem parte os oligossacarídeos livres, as glicoproteínas e os glicolípidos, protegem contra infeções gastrointestinais e também atuam como pré-bióticos, estimulando o crescimento das bactérias benéficas para a flora ntestinal(7).

Os oligossacarídeos inibem a adesão de bactérias e vírus à mucosa GI, conferindo assim proteção contra diarreias provocadas por Campylobacter, toxina estável de E. coli enterotoxigénica, vírus Norwalk e vírus relacionados (13, 52, 90, 97, 98). Os oligossacarídeos também previnem infeções por parasitas protozoários, como a Entamoeba histolytica (99).

Alguns estudos estabeleceram ainda a associação entre a proteção conferida pelo leite humano, através da glicoproteína lactaderina, contra o rotavírus (97, 100). As propriedades do leite materno promovem o crescimento das bactérias probióticas (101), estabelecendo-se uma microflora intestinal que impede a colonização por microrganismos enteropatogénicos (102). A flora intestinal dos lactentes alimentados com leite materno é rica em bifidobacterias e lactobacilos, ao contrário da flora dos lactentes alimentados com fórmula artificial (96).

Muitas doenças intestinais crónicas, como a enterocolite necrotizante e a doença inflamatória intestinal estão associadas a colonização intestinal inadequada, fenómeno denominado isbiose (17, 63).

A enterocolite necrotizante afeta principalmente os recém-nascidos pré-termo (103, 104), e demonstrou-se que o A.M. diminui a sua incidência (14, 48, 96), principalmente nos com muito baixo peso. (105) O A.M. também está associado a um menor risco de vir a desenvolver doença inflamatória intestinal durante a infância (16), incluindo a doença de Crohn e a colite ulcerosa (17).

A importância de uma colonização intestinal adequada do recém-nascido revelou-se essencial para prevenir doenças imuno-mediadas, como asma, doença inflamatória intestinal e diabetes tipo 1, mais tarde durante a adolescência e vida adulta (2, 95, 106).

Infeções do Trato Respiratório e Otite Média

Relativamente às infeções do trato respiratório, foram estudadas a relação entre a duração do A.M. e a incidência das mesmas. Os lactentes amamentados com leite materno em exclusivo por mais de quatro meses têm um risco menor de hospitalização por infeções do trato respiratório inferior durante o primeiro ano de vida (14, 18). Comparativamente, os lactentes que foram alimentados com leite humano, em exclusivo, durante os primeiros seis meses de vida apresentaram uma menor incidência de infeções do trato respiratório inferior, incluindo pneumonia, e otite média recorrente do que aqueles que foram alimentados com A.M. exclusivo durante apenas quatro meses (19, 20). Estas diferenças entre o A.M. exclusivo por quatro meses e por seis meses vinculam a recomendação de que o lactente deve ser alimentado com leite materno em exclusivo por pelo menos seis meses (107-109).

Mais, a probabilidade de ocorrer uma doença respiratória em qualquer momento durante a infância, está significativamente reduzida se o lactente for amamentado com leite materno em exclusivo por quinze semanas e não forem introduzidos outros alimentos duranteeste período (110).

O vírus sincial respiratório é a causa mais comum de infeções do trato respiratório inferior durante a infância, e a principal causa de hospitalização por bronquiolite e pneumonia (111, 112). O leite materno tem atividade antiviral direta contra o vírus, nomeadamente através da sIgA e da lactoferrina (113, 114), e demonstrou-se que diminui a ativação imunológica induzida pela infeção provocada pelo VSR (115). Os estudos afirmam que o A.M. diminui a severidade a infeção pelo VSR e o risco de insuficiência respiratória (111), e diminui o risco de hospitalizações por bronquiolite durante o primeiro ano de vida (116).

Qualquer grau de A.M. em comparação com alimentação exclusiva com fórmula de leite comercial está associado a uma redução da incidência de otite média, sendo esta diminuição do risco superior se o A.M. exclusivo for mantido por mais de três meses (14, 93).

Verificou-se também que os lactentes alimentados com leite materno em exclusivo têm uma menor prevalência de otite média, pneumonia, bacteriemia e meningite durante o primeiro ano de vida que aqueles alimentados com fórmula de leite comercial durante os primeiros quatro meses de vida (12).

Observa-se uma diminuição do risco de rinofaringite, otite média aguda e infecções graves do trato respiratório inferior se o A.M. se mantiver como exclusivo pelos primeiros seis meses de vida do lactente. (93, 117)

Um estudo também revelou que qualquer quantidade de A.M. por três a quatro meses diminui o risco de desenvolver otite média até aos três anos de idade (118).

Infeções do Trato Urinário

Os oligossacarídeos presentes no leite materno protegem as células epiteliais da bexiga do recém-nascido da invasão por estirpes de E. coli uropatogénicas (UPEC) (119, 120). A E. coli é o agente microbiológico mais frequentemente identificado nas infeções do trato urinário (ITU) da infância (121).

Alguns estudos sugerem que os lactentes sob A.M. têm um risco significativamente menor de ITU enquanto ocorre o aleitamento (21, 122), comparativamente com aqueles alimentados com leite-não materno, sendo que este efeito protetor se mantém até aos dois anos de idade (123), e é ainda mais evidente nos lactentes pré-termo (124).

Doenças alérgicas

O surgimento de doenças alérgicas na infância é fortemente influenciado pelas primeiras exposições ambientais no início da vida (125, 126), pelo que é cada vez mais consensual que o contacto com alergénios é necessário para promover o desenvolvimento de tolerância imunológica (39, 127).

Nas últimas décadas, a incidência de doenças atópicas como a asma, a dermatite atópica e as alergias alimentares têm aumentado dramaticamente, principalmente nos países ocidentais (127, 128). Embora estas doenças alérgicas tenham claramente uma base genética, fatores ambientais como a nutrição infantil no início de vida tem fortes implicações no risco de atopia, e explicam as variações na sua prevalência (23, 129).

O leite materno é rico em citocinas, como a IL-6, IL-10 e TGF-β (66), as quais estimulam a síntese de IgA, essencial na defesa das mucosas, ao impedir a penetração de alergénios e ao remover complexos imunes (42). Além disso o TGF-β tem funções imunossupressoras, e no seu conjunto acredita-se que são estas citocinas envolvidas nas reações alérgicas as responsáveis pelo efeito protetor do leite materno na prevenção de doenças atópicas (76, 80).

De facto, foi demonstrado que a associação entre A.M. exclusivo por três a quatro meses e a diminuição da incidência de doenças alérgicas, como asma, dermatite atópica, rinite alérgica e eczema (14, 23, 24).

Síndrome da morte súbita infantil (SIDS)

A SIDS é a uma síndrome rara de morte súbita de um lactente com menos de um ano de idade, de causa inexplicável, diagnóstico de exclusão (130), para a qual ao A.M. é atribuível como fator protetor (131).

Vários estudos foram realizados no sentido de determinar se o A.M. reduz especificamente o risco de SIDS (14, 130), e embora tendo os resultados sido controversos, estabeleceu-se o efeito protetor do leite materno contra SIDS (21, 132, 133). De facto, o A.M. está associado a uma diminuição do risco de morte pós-natal (134), de aproximadamente 50% do risco de SIDS durante toda a infância (130, 135), sendo este benefício mais evidente se o A.M. for exclusivo (136).

Leucemia

A leucemia é o cancro mais comum na infância(137, 138) , e inclui múltiplas doenças, nomeadamente os tipos leucemia linfocítica aguda (LLA), leucemia mieloide aguda (LMA) e leucemia mieloide crónica (LMC) (14).

Embora a sua etiologia não esteja completamente esclarecida (139), e nem se saiba de que que forma o leite materno é protetor, verifica-se que os lactentes com história de A.M. exibem uma menor incidência de leucemia infantil (18). Acredita-se que factores relacionados com a estimulação precoce do S.I., como por exemplo a exposição a agentes infeciosos, nascimento por parto eutócico, exposição a animais na infância e o A.M., contribuem para a maturação do S.I. na infância e têm um papel protetor em algumas formas de leucemia, nomeadamente a LLA (25, 140).

A redução do risco correlaciona-se com a duração do aleitamento(18, 141), sendo que se este se mantiver por seis meses ou mais, ocorre uma redução de 20% no risco de LLA e de 15% no risco de LMA (26, 138).

Neuro desenvolvimento

Alguns ensaios analisaram a relação entre o A.M. e o desenvolvimento cognitivo dos lactentes, tendo os resultados sido discordantes, devido à existência de variáveis de confundimento, como o status socioeconómico (14, 142).

É no entanto de destacar o estudo realizado por Kramer et al, em 2008, que acompanhou, até cerca dos 6 anos e meio de idade, mais de 17000 lactentes alimentados com leite materno (143). Este foi o maior estudo randomizado publicado até à data sobre AM, tendo os resultados obtidos estabelecido evidências consistentes de que história de AM exclusivo por pelo menos três meses promove o desenvolvimento cognitivo, avaliado pelos resultados obtidos nos testes de QI e pelas classificações académicas aos 6,5 anos de idade das crianças (143).

Foram ainda demonstrados resultados muito significativos entre A.M. e o desenvolvimento cognitivo a longo-prazo em recém-nascidos prematuros (49, 144), particularmente ao nível do crescimento da matéria branca do cérebro (145).

A.M. e doenças autoimunes

Ao percebermos a correlação entre A.M. e o desenvolvimento de doenças auto-imunes é importante compreender o conceito de Imprinting metabólico. De acordo com esta teoria, as exposições ambientais no início da vida, em particular a experiência nutricional precoce do lactente pode ter efeitos a longo prazo na sua suscetibilidade para desenvolver um amplo espectro de doenças durante a adolescência e vida adulta (146, 147). Vários estudos epidemiológicos demonstraram evidências de que as condições ambientais que experienciamos no início da vida influenciam profundamente a regulação do genoma (148, 149) e que existem mecanismos biológicos que memorizam os efeitos metabólicos das primeiras experiências nutricionais (150). O risco genético de desenvolver determinada doença é, à partida, inalterável, mas os fatores ambientais a que precocemente estamos expostos são variáveis e uma nutrição adequada é vital para assegurar um crescimento saudável e funcionamento eficiente do S.I. (151).

Assim, acredita-se que a composição do leite materno está envolvida no processo de programação metabólica dos primeiros anos de vida (30, 152), determinando um padrão metabólico na criança que influencia a sua predisposição para um conjunto de doenças crónicas na vida adulta, como a obesidade, doenças cardiovasculares, diabetes mellitus, artrite reumatoide e esclerose múltipla (30, 34, 146, 150, 151).

De facto, sabe-se que o leite materno exerce um efeito protetor contra doenças infeciosas na infância, tal como foi exposto no capítulo anterior, contudo o seu papel na patogénese de doenças crónicas de mediação imune, como as doenças autoimunes, é ainda pouco conhecido (153). No entanto, a crescente investigação sugere que existe uma grande sobreposição entre a dieta no início da vida e os mecanismos de autoimunidade (154), sendo essas evidências abordadas neste capítulo.

Doença Celíaca

A doença celíaca, também conhecida como enteropatia sensível ao glúten, caracteriza-se por uma intolerância permanente ao glúten, e embora a sua etiologia não seja completamente conhecida, trata-se de uma doença imunologicamente mediada, também dependente de fatores genéticos e ambientais (155, 156). É uma doença autoimune, crónica, multiorgânica (157) que ocorre em crianças com predisposição genética (158) quando é introduzida na sua dieta o glúten e proteínas semelhantes, presentes na farinha de trigo e de outros cereais (159, 160). A gliadina, o autoantigénio responsável por desencadear uma resposta específica de células T no intestino delgado (52), e a consequente reacção imunológica.

O risco de desenvolver doença celíaca está significativamente reduzido nos lactentes que foram alimentados com leite materno no momento das primeiras exposições ao glúten (27), comparativamente com aqueles que não estiveram sob A.M. em nenhum período (28). De facto, estar a ser alimentado com leite materno no momento da introdução do glúten na dieta parece ser o fator protetor, e não a idade do lactente aquando da exposição (159, 161).

Diabetes mellitus tipo 1

A DM tipo 1 é uma doença inflamatória mediada imunologicamente (2, 21), na qual há destruição autoimune das células β pancreáticas, secretoras de insulina (162, 163). A etiologia do processo autoimune que desencadeia a doença ainda não está totalmente esclarecida, mas está estabelecido que existe uma predisposição genética assim como exposição a fatores ambientais desencadeantes (163, 164).

O A.M. confere proteção contra o surgimento da DM tipo 1, presumivelmente, por pelo menos dois mecanismos: o aumento da proliferação das células β pancreáticas verificado nos lactentes alimentados com leite materno (14) e a presença de sIgA no leite materno, que tem a capacidade de prevenir estados pró-inflamatórios, ao diminuir a ativação de citocinas pró-inflamatórias, por exemplo (21). Além disso, a exposição precoce ao leite de vaca pode determinar um importante risco de DM tipo 1, uma vez que o leite de vaca contém proteínas como a α-lactalbumina, βlactalbumina e a albumina sérica bovina, que podem funcionar como alergénios (165). De facto, o leite de vaca é um alimento altamente alergénico (166), tendo sido estudado as reações autoimunes provocadas pela introdução destas proteínas na dieta do lactente. Nomeadamente, a albumina bovina sérica é uma proteína que apresenta semelhanças com outra proteína presente na superfície das células β pancreáticas (167). Ao ser introduzida precocemente na dieta do lactente, a albumina bovina sérica induz uma reação imunológica, sendo produzidos anticorpos contra esta, que reagem de maneira cruzada com a referida proteína humana da superfície das células β pancreáticas, levando à sua destruição (168).

Os lactentes alimentados com leite materno exclusivamente por pelo menos três meses apresentam uma diminuição de até 30% nas taxas de incidência de DM tipo 1 (31).

Outros estudos revelaram que o A.M. por cinco meses ou mais é um fator protetor contra o aparecimento da doença, e que portanto a prevenção da exposição a outros tipos de leite, em parte, explica a diminuição do risco de diabetes nesses lactentes (162, 168).

Diabetes mellitus tipo 2

A DM tipo 2 inicia-se quando o corpo desenvolve resistência à ação da insulina e não a consegue utilizar apropriadamente (14). É reconhecido o impacto da nutrição pós-natal e durante a infância a longo prazo, comprovado pelo facto de que crianças e adultos que foram alimentados com leite materno têm menor prevalência de DM tipo 2 e de excesso de peso e obesidade (169, 170). Estes resultados são atribuídos aos muitos componentes do leite materno já referidos, nomeadamente leptina, grelina e IGF (21) , que afetam a regulação do apetite e do metabolismo (162) , Verifica-se assim uma diminuição das concentrações de glicose e de insulina séricas nos lactentes sob A.M., comparativamente com os mantidos com fórmulas de leite comerciais (32, 169).

Foi relatada uma redução de até 40% na incidência de DM tipo 2 em lactentesalimentados com leite materno (32), e confirmado o seu efeito protetor contra o aparecimento de ambos os tipos da doença (18, 24, 133). Este efeito é proporcional à duração do A.M. (171) e a ausência de A.M. é um possível fator de risco modificável para a D.M. tipo 1 e 2 (162, 172).

Obesidade e Doenças Cardiovasculares

Nas últimas décadas a prevalência de obesidade continua a aumentar a um ritmo alarmante em todo o mundo (146).

A relação entre o tipo de alimentação pós-natal, leite humano versus formula artificial e amamentar ao peito versus biberon foi estudada, tendo sido demonstrado que os lactentes alimentados com fórmulas comerciais de leite tinham maior ganho de peso e de comprimento comparativamente com aqueles sob A.M. (14, 173). Estas diferenças podem ser explicadas pelos níveis circulantes de hormonas, como a leptina, grelina e IGF, que estão envolvidos no metabolismo energético, e cujas concentrações são influenciadas pelo tipo de dieta do lactente (86, 174). Outra diferença importante reside no facto de que os lactentes amamentados ao peito têm um maior grau de controlo sobre a quantidade de leite ingerido e o intervalo entre as refeições (88, 175, 176).

O A.M. tem um efeito protetor contra a obesidade na infância e na vida adulta (21, 29), sendo estimada uma redução de 15 a 30% nas taxas de obesidade em adolescentes e adultos alimentados com leite materno, comparativamente com aqueles sem qualquer história de A.M. (14, 177). A duração do A.M. é importante, estimando-se que por cada mês sob leite materno em exclusivo existe uma redução de cerca de 4% no risco de ter excesso de peso durante a infância (18, 29). De facto, história de A.M. na infância está inversamente  relacionado com o IMC e positivamente associado com a concentração de colesterol HDL, na idade adulta (174), sendo este efeito protetor dose-dependente (21, 178).

A obesidade, a hipertensão arterial, as dislipidémias e a diabetes são fatores de risco bem estabelecidos e modificáveis para doenças cardiovasculares (14, 150). Embora ainda sujeito a maior investigação, os efeitos do leite materno sobre o colesterol HDL e na redução do risco de diabetes mellitus tipos 1 e 2, acima referidos, assim como na diminuição da pressão sanguínea na idade adulta (179) influenciam o perfil metabólico e presumivelmente determinam um menor risco cardiovascular mais tarde na vida (30, 180).

Esclerose Múltipla e Neuromielite Ótica

A esclerose múltipla é uma doença neurodegenerativa, progressiva, provocada por uma resposta autoimune associada a fatores de suscetibilidade genéticos e ambientais (34, 181).

Embora a sua etiologia seja multifatorial e ainda não completamente conhecida, tem-se  estabelecido que o tipo de dieta está associado ao processo inflamatório subjacente (182, 183).

A suscetibilidade genética explica os clusters de casos de EM numa mesma família (184), mas a exposição ambiental e associada ao estilo de vida parece ter um impacto predominante (185). De entre os fatores de risco potenciais, a infeção pelo vírus Epstein-Barr parece ser um importante trigger da doença (186) ,a par de outros modificáveis como a obesidade infantil e o tabagismo (184).

Sendo a EM desencadeada por fatores ambientais em indivíduos com complexos perfis genéticos de risco (187), as últimas investigações sugerem que o A.M. parece exercer um efeito protetor no surgimento da doença (34, 35).

A Neuromielite Ótica é também uma doença inflamatória do SNC de carácter autoimune (188).

Antecedentes pessoais de A.M. na infância estão associados a uma menor probabilidade de desenvolver esta doença (189).

Em ambas as patologias, é necessária uma maior investigação para obter evidências mais fortes acerca do efeito protetor do leite materno.

Artrite Reumatoide

A artrite reumatoide é uma doença inflamatória crónica, multissistémica, autoimune, em cuja etiologia participam fatores de risco genéticos e ambientais (33, 190). A presença de autoanticorpos, como o fator reumatoide (151), ajuda a estabelecer o diagnóstico, e estes podem surgir vários anos antes do início da doença clinicamente evidente(191).

Apesar de ter uma complexa componente genética, apenas foi identificado um gene que claramente está envolvido na patogénese da doença (192). A investigação tem procurado determinar o papel dos eventos de exposição ambiental no início da vida, tendo sido estabelecida uma forte associação entre o elevado peso ao nascer e tabagismo materno durante a gravidez, como fatores de risco para o surgimento da doença (193, 194).

Quanto ao papel do A.M., não foi estabelecida nenhuma associação entre a duração do A.M. exclusivo ou o momento da introdução de outros alimentos, dois fatores que influenciavam o risco de outras doenças autoimunes durante a infância, como a doença celíaca e a diabetes. Os estudos sugerem um efeito positivo do A.M. na artrite reumatóide (21, 24, 33, 191), devendo-se às características imuno-modeladores do leite humano, que faculta IgA em grandes quantidades e a capacidade de tolerância antigénica (151).

Conclusão

Depois de realizada esta revisão sobre a relação entre o AM e Imunidade, as evidências científicas são perentórias relativamente aos mecanismos protetores do A.M., e os seus efeitos benéficos a curto e a longo prazo na saúde do lactente e da mulher que amamenta. De facto, é inegável que o leite materno, com a sua composição nutricional e imunológica tão complexa, tem em si um potencial enorme de promoção do crescimento e de defesa para o SI imaturo do recém-nascido.

O leite materno adapta-se às necessidades de cada lactente, a sua composição é distinta entre as diferentes mulheres que amamentam, e não consegue ser mimetizada em nenhuma fórmula artificial. Sendo único e impossível de substituir, o leite materno tem sido objeto de análise de muitas investigações desde há décadas atrás, tendo-se comprovado o seu papel protetor, nomeadamente em muitas doenças infeciosas durante a infância e doenças crónicas de mediação imune. No entanto, há ainda muitos aspetos a determinar, como factores imunológicos por descobrir e associações a estabelecer entre muitos fatores e os mecanismos de defesa pelos quais conferem proteção contra a infeção e inflamação.

Assim, no futuro e sendo-lhe dedicado mais estudos, será possível determinar novos potenciais do AM na epidemiologia das doenças. Esse conhecimento poderá ser decisivo em termos de saúde pública, para a diminuição da incidência e da prevalência de doenças crónicas, potencialmente modificáveis pelo tipo de nutrição no início de vida.

Fonte: http://www.fcsaude.ubi.pt/thesis2/anexo.php?id=e35ee6e412a3a544

Benefícios da Amamentação

Benefícios da Amamentação

Benefícios da amamentação. A amamentação traz benefícios diretos e cientificamente objetiváveis de curto e longo prazo para a mãe e para o bebé.

Ajuda a mãe a recuperar mais rapidamente do pós-parto e acelera a perda de peso. Exerce, ainda, um efeito protetor contra o cancro dos ovários e do útero. Para o bebé, o leite materno, além de ter um papel nutritivo de excelência, possui na sua composição diversos agentes anti-patogénicos que ajudam a proteger o bebé de infeções por bactérias, vírus e parasitas. O leite materno mostra, também, um efeito protetor contra algumas doenças graves, como a leucemia e contra algumas doenças crónicas, como a obesidade, a diabetes e as doenças alérgicas.
Amamentar faz bem à mãe, ao bebé e a todos nós.


Benefícios da amamentação


Amamentar faz bem à mãe ao bebé e a todos nós
O conhecimento científico atual diz-nos que amamentar traz benefícios de curto e longo prazo para a mãe e para o bebé e praticamente não tem desvantagens.

Benefício para a mãe


amamentação
  • Recuperação do pós-parto mais rápida.
O útero regressa mais depressa ao estado anterior ao da gravidez, pois existe em cada mamada um pico de libertação da hormona oxitocina, responsável por esta involução.
  • Perda de peso
A mãe perde peso mais rapidamente, especialmente quando a amamentação ocorre além dos 3 meses, graças à energia gasta na produção de leite.
  • Efeito inibidor da fertilidade
Prolonga-se a inibição da ovulação, funcionando como contraceção natural, mas com um índice de falhas de 1 a 2 gravidezes por cada 100 mulheres.
  • Melhor resposta ao stress
Verifica-se ainda, que existe uma redução da resposta materna ao stress, pela ação da oxitocina e da prolactina, hormonas produzidas durante a amamentação, que atuam no sistema nervoso central modulando a resposta da mãe ao stress.
  • Menor risco de cancro da mama e do ovário
A longo prazo, estudos epidemiológicos mostram que as mulheres que amamentam têm menor risco de cancro da mama e do ovário.
  • Menor risco de doença cardiovascular e metabólica
Estudos comparativos sobre o risco de doença cardiovascular em mulheres que amamentaram e que não amamentaram, mostram que quanto mais vezes a mulher tiver amamentado no passado menor o risco de vir a sofrer de doença cardiovascular. Também o risco de vir a ter diabetes mellitus tipo 2 diminui com a amamentação.

Benefício para a criança


Para o bebé os benefícios do aleitamento materno têm um impacto ainda maior.
A análise bioquímica do leite materno mostra que este é composto por um conjunto de substâncias químicas e celulares, com diferentes funções. Entre os macronutrientes mais importantes estão, os açúcares (como a lactose e os oligossacáridos), as gorduras (como os triglicerídeos, colesterol e os fosfolípidos), as proteínas (como a caseína e a alfa-lactalbumina), os minerais e oligoelementos (como o sódio, o potássio, o magnésio, o cálcio e o ferro).

  • Melhor funcionamento do tubo digestivo
Macronutrientes presentes no leite materno, como o cortisol, a insulina, as hormonas tiroideias, os fatores de crescimento (facto de crescimento da epiderme e facto de crescimento do tecido nervoso) promovem o desenvolvimento do tubo digestivo do recém-nascido, e os mediadores gastrointestinais que parecem promover a sua motilidade.
  • Melhoria da imunidade do bebé
Adicionalmente, o leite materno é muito rico num conjunto diversificado de agentes com atividade antimicrobiana.
As imunoglobulinas (IgA e IgG) promovem uma transmissão da imunidade da mãe para o bebé, melhorando a sua capacidade de combater os agentes patogénicos. A lactoferrina e a lisozima atuam diretamente contra as bactérias, eliminando-as.
Alguns lípidos (gordura) atuam como “detergentes” matando vírus, bactérias e alguns parasitas como a Giardia, e, por outro lado, açucares específicos que promovem o crescimento dos microrganismos “bons” que vivem no nosso intestino, como as Bifidobacterias e os Lactobacillus que nos protegem dos microrganismos patogénicos.
Além de todas estas substâncias de defesa, o leite materno possui ainda glóbulos brancos, que tal como no adulto têm um papel fundamental na defesa contra os agentes patogénicos.
  • Maior proteção contra doenças agudas
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Estudos científicos realizados em países em vias de desenvolvimento e países desenvolvidos chegam à mesma conclusão, os bebés alimentados com leite materno têm menos doenças agudas (gastroenterite, constipações, pneumonias, otites, e infeções urinárias).
  • Menos doenças crónicas ao longo da vida
Os benefícios de longo prazo para os bebés amamentados são mais difíceis de se comprovar, mas estudos comparativos entre crianças amamentadas e não amamentadas têm mostrado que as primeiras têm menos doenças agudas de repetição (como a pieira recorrente) e menos doenças crónicas (como a obesidade, doenças imunoalergológicas, diabetes mellitus, doenças cardiovasculares e cancro).
Associadamente, as crianças amamentadas parecem ter um melhor desenvolvimento neurológico, visual e auditivo.

Benefícios socioeconómicos


Também a nível económico e financeiro a amamentação traz benefícios para a família, por um lado na poupança na compra de leite e, por outro, na poupança previsível em gastos com a saúde da criança amamentada uma vez que irá ter menor incidência de episódios de doença.

Benefícios ecológicos e ambientais


Não se podem deixar de referir os benefícios ecológicos para a sociedade pelo facto de haver menos resíduos em pacotes de leite adaptado e de uma menor produção destes leites com um menor efeito poluente.

Conclusão:


Amamentar traz inúmeros efeitos positivos para a saúde da mãe e do filho. Permite diminuir a despesa em saúde das famílias e aumenta a nossa pegada ecológica na Terra.
Amamentar faz bem à mãe, ao bebé e a todos nós.

Referências recomendadas


Fonte: http://metis.med.up.pt/index.php/Benef%C3%ADcios_da_amamenta%C3%A7%C3%A3o

Obtenha a sua proteína a partir das plantas e não da carne, se quiser continuar a ser saudável. Verdadeiro ou falso? Veja por si mesmo

Obtenha a sua proteína a partir das plantas e não da carne, se quiser continuar a ser saudável. Verdadeiro ou falso? Veja por si mesmo

dieta vegetariana

A Dieta Vegetariana. É muito fácil encontrar informações conflituosas, em particular no que diz respeito às ciências da saúde e ainda para mais quando se trata de examinar dietas à base de carne em comparação com as que são baseadas nos vegetais. As dietas à base de plantas podem ajudar a prevenir mais de 60% das mortes por doenças crónicas, mas as pessoas ainda debatem se o veganismo é uma dieta segura e sustentável. Isto é em grande parte devido à “ciência” da indústria alimentar, que está repleta de engodos e de informações falsas que são constantemente usadas tanto pelos nossos sistemas de educação e como de saúde. Isto não é nem um segredo nem uma teoria da conspiração como muitas pessoas dessas indústrias têm publicamente abordado essas questões e enfatizado essas mesmas ideias.

“Simplesmente já não é possível acreditar em muita pesquisa clínica que é publicada, ou confiar no julgamento de médicos de confiança ou directrizes médicas autoritárias. Não me agrada essa conclusão à qual cheguei lenta e relutantemente ao longo da minhas duas décadas como editora do New England Journal of Medicine– Dra. Marcia Angell, médica e editora chefe do New England Medical Journal (fonte)

Há dois anos atrás o Dr. Richard Horton, o actual editor-chefe da revista The Lancet, considerada uma das revistas médicas mais conceituadas do mundo, afirmou que metade de toda a literatura publicada pode ser falsa. Nas suas palavras:

As provas contra a ciência são simples: grande parte da literatura científica, talvez metade, pode ser simplesmente falsa. Estudos duvidosos com amostras de tamanho reduzido, efeitos reduzidos ou irrelevantes, análises exploratórias inválidas, e os conflitos flagrantes de interesse, juntamente com uma obsessão para perseguir as tendências da moda com relevância duvidosa, encaminharam a ciência de volta para a escuridão“. (Fonte)

Estes são pontos importantes a considerar quando se fala de ciência e é extremamente evidente no sistema alimentar, em particular quando se discutem as dietas à base de plantas. Temos sido martelados com a ideia de que a carne é necessária para uma boa saúde, mesmo numa época em que uma enorme quantidade de profissionais e publicações têm provado os benefícios nutricionais de uma dieta à base de plantas. Parece um pouco estranho, em particular se considerarmos o facto de que vários biliões de animais são criados e mortos para a produção de carne anualmente, e isso é somente na América.

Dietas Baseadas em Plantas Comparadas às baseadas na Carne

Se olharmos para a ciência “convencional”, os cientistas estão apenas agora a começar a aceitar as dietas baseadas em plantas como uma opção sustentável e saudável e aqueles que fazem as pesquisas são eles mesmos exemplos vivos disso.

Por exemplo, o Dr. Ellsworth Wareham, com 100 anos de idade e cirurgião cardíaco recentemente aposentado que foi vegan durante metade de sua vida explica que:

“O veganismo é uma forma muito refinada de nutrição. É um pouco extremo dizer a uma pessoa que está a usar alimentos de carne que você vai simplesmente retirar-lhes esses mesmos alimentos. Quando eu praticava medicina eu dizia aos pacientes que a dieta baseada em vegetais era o caminho mais saudável para prosseguir, e manterem-se afastados dos produtos animais, tanto quanto possível. As pessoas são muito sensíveis acerca daquilo que comem. Você pode falar com as pessoas sobre exercícios de relaxamento, uma boa atitude mental e eles aceitam isso. Mas falar com elas sobre o que estão a comer é um tema muito sensível. Se um indivíduo estiver disposto a ouvir então eu vou tentar explicar-lhes científicamente o que eu acho que é melhor para eles”.- Dr Ellsworth Wareham (fonte)

Outro exemplo é Kim A. Williams, M.D., presidente recém-empossado do Colégio Americano de Cardiologia, que também adotou uma dieta vegan. Ele muitas vezes observa pacientes que estão com peso acima do normal e lutam contra a hipertensão, diabetes do tipo 2 e colesterol alto. Uma das coisas que ele os aconselha a fazer especificamente é tornarem-se vegans. Ele também é o Presidente de Cardiologia do Rush University Medical Center, em Chicago. O seu entusiasmo por uma dieta baseada em plantas tem origem na sua interpretação da literatura médica, tendo citado vários estudos que provam que as pessoas que têm dietas vegetarianas vivem mais tempo do que aqueles que comem carne e têm menores taxas de morte por doenças cardíacas, diabetes e problemas renais. (fonte)

De acordo com a Harvard Medical School:

“Os estudos confirmaram os benefícios para a saúde de dietas sem carne. Hoje em dia a alimentação baseada em plantas é reconhecida como não só nutricionalmente suficiente, mas também como uma forma de reduzir o risco de muitas doenças crónicas”. (Fonte)

Existe uma infinidade de estudos que demonstram os benefícios das dietas vegetarianas e veganas. Por exemplo, a American Dietetic Association demarcou a sua posição concluindo que:

As dietas vegetarianas devidamente planeadas, incluindo as totalmente vegetarianas ou veganas, são saudáveis, nutricionalmente adequadas e podem proporcionar benefícios para a saúde na prevenção e tratamento de certas doenças. (Jornal da American Dietetic Association, Julho de 2009) (fonte).

Estas doenças incluem doenças cardíacas, cancro, diabetes e muitas mais. A pesquisa realizada pelo Dr. Dean Ornish, que descobriu que os pacientes colocados num programa que incluía uma dieta vegetariana tinham menos placa coronária e menos eventos cardíacos, também é recorrentemente citada.

Também é importante notar que quando se trata de ciência e de fazer ‘associações’, é crucial usar os Critérios de Bradford Hill. Todos sabemos que a correlação não significa causalidade e que, às vezes, a correlação poderá significar causalidade. Quando você tem um grande número de estudos mostrando tais fortes correlações, é geralmente seguro supor que a correlação em certos casos significa causalidade. Quando se trata da dieta baseada em plantas não existe escassez de evidências que claramente delineiam os seus benefícios à saúde. Obviamente, os benefícios de se comer mais alimentos à base de plantas vai muito além da simples correlação.

Essa tendência está a ganhar mais investigação científica à medida que popularidade cresce. Pelo menos 542.000 pessoas na Grã-Bretanha seguem agora uma dieta vegan – em 2006 eram apenas 150.000 – e outros 521.000 vegetarianos esperam reduzir seu consumo de produtos animais. É evidente que o veganismo se tornou uma das escolhas de estilo de vida em maior crescimento. (Fonte # 2)

Um dos estudos mais abrangentes já realizado sobre este assunto é o The China Study, realizado pelos Drs T. Colin Campbell e Thomas Campbell. As suas descobertas mostraram correlações directas entre a nutrição e as doenças cardíacas, diabetes e cancro, provando que as culturas que comem essencialmente dietas baseadas em plantas têm menor ou nenhuma ocorrência dessas doenças e que a mudança para uma dieta baseada em plantas pode reverter com sucesso as doenças já estabelecidas no corpo. O estudo da China é reconhecido como o estudo nutricional mais abrangente já realizado sobre a relação entre dietas e doenças. Eu recomendo assistir o documentário Forks Over Knives (disponível no Netflix), que investiga isso de forma mais detalhada.

A lista de estudos continua e, e se quiser encontrar mais informações recomendamos que você pesquise esse assunto por si mesmo, pois existem muitos estudos que podiam ser incluídos neste artigo.

Proteína Vegetal Comparada à Proteína Vegana

A proteína em produtos animais é preenchida com gorduras e produtos químicos e todos os tipos de coisas que são prejudiciais para si. Quando eu competia e ingeria todas essas coisas, eu tinha muitos problemas digestivos, eu estava constipado e inchado, e apenas sentia-me miserável o tempo todo. Eu não me preocupo mais com a proteína, porque obtenho a suficiente no que eu como. Eu não sou apenas saudável, mas eu sinto-me melhor acerca de mim e de como eu me relaciono com as outras criaturas do mundo

Acima estão as palavras de Jim Morris, um dos muitos culturistas vegans de competição que tem sido vegan durante a maior parte da sua vida. A última vez que vimos um culturista vegan estava a competir nos Jogos Olímpicos do Brasil. O seu nome é Kendrick Farris e ele foi o único americano halterofilista a competir nos Jogos Olímpicos do Rio. Você pode ler mais sobre isso aqui.

Se alguém lhe diz, “eu preciso da minha proteína”, e é por isso que come carne, eles estão muito mal informados. Você não precisa de proteína da carne para ser saudável. A realidade é completamente o oposto, visto que a proteína de origem vegetal é uma alternativa mais saudável. Claramente, os culturistas que adoptam essas dietas do vegan são um grande exemplo, mas vamos olhar sobre o que alguns dos “peritos” têm que dizer.

De acordo com o Dr. Deepak Bhatt, professor da Harvard Medical School e editor-chefe do Harvard Heart Latter:

“Quando se trata de obter proteínas da sua dieta, a carne não é a única opção. Evidências crescentes mostram que reduzir a carne e aumentar a proteína de origem vegetal é o caminho mais saudável. Uma dieta com qualquer tipo de carne aumenta o risco de doenças cardíacas e de cancro quando comparada com a dieta vegetariana.” (Fonte)

Um estudo mais recente realizado por investigadores da Harvard Medical School e do Massachusetts General Hospital acompanhou mais de 130.000 pessoas durante 36 anos, monitorizando doenças, estilos de vida, dietas e taxas de mortalidade.

Eles descobriram que a substituição de entre 15g e 19g de proteína animal, o equivalente a uma única salsicha, por leguminosas, frutos secos e outras proteínas do plantas diminuía significativamente o risco de morte precoce. Substituir os ovos por proteínas de origem vegetal também leva a uma redução de 19 por cento no risco de morte.

Os investigadores descobriram que uma ingestão 10 por cento maior de carne foi associada a uma taxa de mortalidade dois por cento maior e oito por cento mais de mortes cardiovasculares.

De acordo com o Dr T. Colin Campbell, mencionado anteriormente no artigo do The China Study:

“O que eu fiz durante a primeira parte da minha carreira não foi nada mais do que aquilo que a ciência tradicional sugeriria. Observei que dietas presumivelmente mais ricas em proteína animal estavam associadas a uma incidência maior de cancro do fígado nas Filipinas. Quando combinado com o relatório extraordinário da Índia mostrando que a caseína alimentada a ratos de laboratório, nos níveis habituais de ingestão, promovia dramaticamente o cancro do fígado, isso conduziu-me até ao meu estudo de 27 anos de duração, “O Projecto da China”, para perceber como isso funcionava. Fizemos dezenas de experiências para ver se isso era verdade e, mais ainda, para perceber como funcionava. “

No estudo, Campbell enfatizou o facto de que eles usaram os critérios tradicionais para decidir o que é um carcinogénico (em relação às proteínas de origem animal) do programa de testes de carcinogénese química do governo. Campbell também afirmou que “este não é um assunto discutível e as implicações desta conclusão são surpreendentes em muitos aspectos”.

Ele também mostrou, entre outras coisas, que a proteína animal é muito ácida, e vaza essa acidez, o que leva o corpo a retirar cálcio e fósforo dos ossos para neutralizar a acidez.

Abaixo está um vídeo dele a explicar algumas das suas descobertas:

Então qual é a melhor?

Obviamente, existem informações de ambos os lados. O ponto principal a reter aqui é que a proteína não é a mesma.

Proteína é construída a partir de blocos de construção conhecidos como aminoácidos, e os nossos corpos produzem-nos de duas formas diferentes. Talvez nem todos o corpos sejam iguais, e alguns podem os aminoácidos nas suas formas elementares ou podem modificar outras.

Uma pequena lista de aminoácidos conhecidos como os aminoácidos essenciais precisam de ser obtidos dos alimentos. De acordo com o modelo de educação actual, que é amplamente financiado por corporações de alimentos que controlam a agro-pecuária, o discurso é que as fontes animais de proteína tendem a ter todos os aminoácidos que precisamos. O que eles deixam de fora sobre a proteína animal é o que você acabou de ler acima.

Outras fontes de proteína não têm um ou mais aminoácidos essenciais, mas tudo o que um indivíduo vegetariano ou vegano precisa de fazer é ter certeza de que eles ingerem uma variedade de alimentos que contêm proteínas, o que ajudará o corpo a produzir mais proteínas.

Dito isto, estudos sobre a restrição calórica e o jejum têm demonstrado que uma elevada ingestão de proteínas, muita, é definitivamente algo que você não quer. Se você quiser saber mais sobre isso, você pode consultar o Dr. Valter Longo, ou confira mais alguns dos nossos artigos sobre o jejum.

Certas carnes também têm sido associadas a várias doenças. Por exemplo, uma pesquisa realizada na Escola de Saúde Pública de Harvard descobriu que comer, mesmo que em pequenas quantidades, carne vermelha, em particular a carne vermelha processada regularmente, está associado a um risco aumentado de doenças cardíacas e acidentes vasculares cerebrais e ao risco de morte por doenças cardiovasculares ou quaisquer outras causas. Certas carnes também são conhecidas por causarem cancro e váriadas outras doenças. Substituir essas carnes por fontes saudáveis ​​de proteína reverteu os efeitos. (fonte) (fonte)

Os alimentos processados ​​/ carne também são conhecidos por causarem cancro.

Enquanto o consumo deficiente de proteínas é prejudicial ao corpo, o consumo excessivo também comporta riscos. Nos Estados Unidos, o omnívoro mediano obtém mais do que 1,5 vezes a quantidade ideal de proteína, e a maior parte dessa proteína é de origem animal. Esta é uma má notícia, pois o excesso de proteínas é transformado em resíduos ou em gordura. Esta proteína animal armazenada contribui para o ganho de peso, doença cardíacas, diabetes, inflamações e cancro.

Por outro lado a proteína contida em alimentos vegetais integrais está associada à prevenção de doenças. De acordo com Michelle McMacken, médica de medicina interna e professora assistente de medicina na NYU School of Medicine:

“A proteína encontrada nos alimentos vegetais integrais protege-nos de muitas doenças crónicas. Não há necessidade de rastrear a ingestão de proteínas ou usar suplementos proteicos com dietas baseadas em plantas. Se você está a satisfazer as suas necessidades diárias de calorias, você terá muita proteína. As pessoas que vivem mais tempo na Terra, aquelas que vivem nas “Zonas Azuis“, obtêm cerca de 10% das suas calorias de proteínas, em comparação com a média dos EUA de 15-20%”.

Obviamente, existe uma grande riqueza de informações lá fora, e o que eu mencionei aqui é apenas uma amostra. Existem também outros factores a considerar nestes tempos também, como por exemplo a influência da indústria sobre as publicações científicas, e muito mais.

Fonte: http://www.collective-evolution.com/2017/02/06/get-your-protein-from-plants-not-meat-if-you-want-to-be-healthier-according-to-these-scientists/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+Collective-evolution+%28Collective+Evolution%29

Estudo conclui que a vacina da tríplice bacteriana aumenta a mortalidade em lactentes, 5 a 10 vezes mais em comparação com lactentes não vacinados

Estudo conclui que a vacina da tríplice bacteriana aumenta a mortalidade em lactentes, 5 a 10 vezes mais em comparação com lactentes não vacinados

Tríplice Viral. Durante muitos anos os defensores da saúde pública apelaram em vão ao CDC [Centro para o controlo de Doenças dos EUA] e à Organização Mundial de Saúde para realizarem estudos que comparassem as populações vacinadas versus as não vacinadas para medirem os resultados globais de saúde. Agora, uma equipa de cientistas escandinavos realizou um estudo deste tipo e os resultados são alarmantes. Esse estudo, financiado em parte pelo governo dinamarquês e liderado pelo Dr. Soren Wengel Mogensen, foi publicado em Janeiro na EBioMedicine. Mogensen e a sua equipa de cientistas descobriram que as crianças africanas inoculadas com a vacina DTP (difteria, tétano e tosse convulsa), durante o início dos anos 80, tiveram uma mortalidade entre 5 e 10 vezes maior do que a dos seus pares não vacinados.

Os dados sugerem que, embora a vacina tenha protegido contra a infecção dessas três bactérias, torna as crianças mais susceptíveis a morrerem de outras causas.

Os cientistas chamam o estudo de “experiência natural”, já que um sistema de vacinação baseado em aniversários empregue pelo Projecto de Saúde Bandim (BHP) na Guiné-Bissau, na África Ocidental teve o efeito de criar uma coorte vacinada e um grupo controlo não vacinado similarmente situado. No período de tempo coberto por este estudo, a Guiné-Bissau tinha taxas de mortalidade infantil de 50% para crianças até aos cinco anos de idade. A partir de 1978, os profissionais de saúde da BHP contactaram as mães grávidas e encorajaram-nas a visitarem as sessões de pesagem infantil fornecidas por uma equipa BHP três meses após o nascimento do filho. A partir de 1981, a BHP ofereceu vacinas nas sessões de pesagem. Uma vez que as vacinas DPT e OPV (polio oral) foram oferecidas somente a crianças com pelo menos três meses de idade nas sessões de pesagem, os aniversários aleatórios das crianças permitiram a análise de óbitos entre os 3 e 5 meses de idade, dependendo do status da vacinação. Assim, por exemplo, uma criança nascida a 1 de Janeiro e pesada a 1 de Abril seria vacinada, mas uma criança nascida no dia 1 de Fevereiro não seria vacinada até à sua próxima visita dos 5 meses a 1 de Julho.

Na primeira análise, os lactentes vacinados com DTP experimentaram mortalidade cinco vezes maior que os lactentes não vacinados com DTP. A mortalidades para as meninas vacinadas era de 9,9 vezes mais do que aquelas no grupo de controlo não vacinado, enquanto a mortalidade para os meninos vacinados era 3,93 vezes mais do que o de controlo. Estranhamente, os cientistas descobriram que as crianças que receberam a vacina oral contra a poliomielite simultaneamente com a DTP se saíram muito melhor do que as crianças que não o fizeram. A vacina de OPV parece ter mitigado o efeito negativo da vacina DTP, reduzindo a mortalidade para 3,52 vezes a do grupo controle. No geral, a mortalidade entre crianças vacinadas foi 10 vezes maior do que a do grupo controlo quando as crianças receberam apenas a DTP.

Mogensen e os seus colegas sugerem que a vacina DTP pode enfraquecer o sistema imunológico da criança contra infecções não-alvo. Eles concluem

Embora proteja contra a doença alvo, a DTP pode aumentar a susceptibilidade a infecções não relacionadas… a DTP foi associada a uma mortalidade 5 vezes maior do que nos não vacinados. Nenhum estudo prospectivo demonstrou efeitos de sobrevivência benéficos da DTP.

O estudo de Mogensen apoia as conclusões das investigações anteriores sobre a sobrevivência da criança após a vacinação. Um estudo anterior do Dr. Peter Aaby, sobre a introdução do DTP na Guiné-Bissau rural, indicou uma mortalidade 2 vezes maior entre as crianças vacinadas (Aaby et al., 2004a). O relatório Aaby é um dos vários estudos iniciais que documentaram o status da vacinação e seguiram crianças de forma prospectiva. Todos eles indicaram que as crianças vacinadas com DTP morreram em taxas muito superiores à mortalidade entre o grupo de controlo. Uma metanálise de todos os oito estudos conhecidos encontrou uma mortalidade duas vezes maior nos vacinados com DTP comparativamente aos não vacinados com DTP (Aaby et al., 2016) (Apêndice A).

Em 2014, o Grupo Estratégico Consultivo de Especialistas em Imunização (SAGE) da Organização Mundial de Saúde (OMS) realizou a sua própria revisão da literatura sobre os potenciais efeitos não específicos (NSEs) de várias vacinas, incluindo a DTP, e constatou que a maioria dos estudos relatou um efeito prejudicial da DTP (Higgins et al., 2014, Grupo Consultivo Estratégico de Peritos de Imunização, 2014) devido à sua propensão para aumentar a susceptibilidade a infecções não relacionadas. O SAGE recomendou pesquisas adicionais.

Para além disso, Mogensen e os seus colegas observam que os estudos revistos ​​pelo SAGE provavelmente subestimaram o efeito letal da vacina DTP por causa da mortalidade invulgarmente alta nos grupos de controlo:

As crianças não vacinadas nesses estudos geralmente eram crianças frágeis, muito doentes ou desnutridas para serem vacinadas e os estudos podem, portanto, ter subestimado o efeito negativo da DTP .

O estudo de Mogensen procurou evitar esta armadilha utilizando controlos seleccionados por aniversário e eliminando crianças com baixo peso e órfãos tanto do grupo de estudo como do grupo de controlo. Incluía apenas crianças amamentadas. Todas as crianças estavam saudáveis ​​no momento da vacinação. No entanto, os autores do estudo de Mogensen destacam que, mesmo no seu estudo, as crianças não vacinadas apresentaram um estado nutricional ligeiramente pior e viajaram mais – vieses que tendem a aumentar a mortalidade. Eles concluem que “a estimativa da experiência natural pode, portanto, ainda ser conservadora”.

A importância das descobertas do estudo de Mogensen é sublinhada pela observação de que

Infelizmente, a DTP é a vacina mais utilizada e a proporção que recebe DTP3 é usada globalmente como indicador do desempenho dos programas nacionais de vacinação.

Os autores concluem com uma repreensão forte aos reguladores da saúde pública,

Deve ser motivo de preocupação que o efeito das vacinações de rotina sobre a mortalidade, por todas as causas, não tenha sido testada em ensaios aleatórios. Todas as evidências actualmente disponíveis sugerem que a vacina DTP pode matar mais crianças devido a outras causas que não a difteria, tétano ou tosse convulsa. Embora uma vacina proteja as crianças contra a doença-alvo pode simultaneamente aumentar a susceptibilidade a infecções não relacionadas.

Essas palavras devem servir como um balde de água fria e um apelo à acção da Organização Mundial de Saúde (OMS), do CDC e de outros funcionários de saúde pública. O público, tanto nos países pobres como nos ricos, tem o direito a provas cientificamente fundamentadas de que os programas internacionais de vacinação são tão seguros quanto possível e que foram completamente testados ao nível da segurança. As melhores métricas para medir a segurança são estudos que comparam os resultados de saúde de coortes vacinados versus não vacinados. No entanto, tanto o CDC como a OMS têm desencorajado agressivamente o desenvolvimento de tais estudos.

Finalmente, é importante notar que a vacina DTP usada na Guiné-Bissau no início da década de 1980 quase certamente continha altas concentrações de mercúrio e alumínio. Os fabricantes de vacinas criaram pela primeira vez a vacina contra a difteria, tétano e tosse convulsa combinada na década de 1940, misturando um adjuvante de alumínio e um conservante de mercúrio (timerosal) desde o início. Naquela época, a Academia Americana de Pediatria recomendou a DTP para uso em massa nas crianças. Antes de 1990, a DTP era a única vacina contendo timerosal recomendada para lactentes.

Cinco fabricantes forneceram à UNICEF as vacinas DTP utilizadas na África Ocidental no final dos anos 70 e no início dos anos 80. Um deles, a Biken do Japão, descreveu o padrão da indústria no seu relatório de laboratório de 1987: “Esboço do Método de Fabricação – A preparação [de DTP] também contém timerosal como conservante”.

No início dos anos 80, uma cascata de acções judiciais arquivadas nos Estados Unidos em nome de crianças feridas por vacinas estavam a afligir os fabricantes da DTP do mercado e a ameaçar o encerramento da produção da vacina DTP e de outras vacinas. Essa ameaça levou o Congresso dos Estados Unidos a conceder imunidade legal aos fabricantes de vacinas através do Programa Nacional de Lesões por Vacinas Infantis em 1986, aem Dezembro de 1987 pela implementação do “Tribunal das Vacinas”. Seguindo as recomendações do Instituto de Medicina dos EUA, os fabricantes removeram o Timerosal da DTP americana entre 2001-2003. No entanto, as vacinas DTP de doses múltiplas dadas a dezenas de milhões de crianças por todo o continente africano continuam a conter doses massivas de timerosal (25mcg de etilmercúrio por injecção) que excedem os níveis máximos de exposição permitidos pela EPA [Agência Reguladora do Ambiente nos EUA] em muitas vezes. Nem o CDC nem a OMS jamais publicaram um estudo de vacinados versus não-vacinados, que seria necessário para determinar os impactos globais sobre a saúde desta potente toxina, nas crianças africanas. O relatório de Mogensen é um grande apelo a esse estudo.

Fonte: http://www.collective-evolution.com/2017/04/24/new-study-finds-dtp-vaccine-increases-mortality-in-young-infants-5-to-10-fold-compared-to-unvaccinated-infants/?mc_cid=ffa65457bb&mc_eid=680cf9fc9e

As Novas Vacinas ainda causam Autismo

As Novas Vacinas ainda causam Autismo

autismo

Autismo. Hoje nos EUA e num número crescente de outros países, a política oficial é a de que qualquer estudo científico, independentemente da sua metodologia, qualidade, credenciais de autor e processo revisto por pares é sumariamente descartado como incompleto, irrelevante ou sem suporte se for encontrada uma ligação entre qualquer vacina ou combinação de vacinas, e distúrbios do espectro do autismo.

Mesmo quando o imunologista do CDC, o Dr. William Thompson, denúncia e fornece milhares de páginas de dados científicos e pesquisas que provam a ligação vacina-autismo, a questão é rapidamente colocada debaixo da mesa. No caso da revelação dos documentos confidenciais do Dr. Thompson a um subcomité do Congresso, o CDC dissimulou intencionalmente as evidências de que os meninos afro-americanos com menos de 36 meses tinham maior risco de autismo após receberem a vacina MMR. Os documentos também provaram que o CDC sabe há muito tempo que os tiques neurológicos, indicando distúrbios cerebrais, foram associados às vacinas que continham timerosal, como a vacina contra gripe.

Sabemos também há mais de quinze anos, graças a uma declaração conseguida pela Lei da Liberdade de Informação [freedom of information act] que os funcionários do CDC, cientistas de vacinas no painel consultivo de vacinas do CDC, OMS e executivos farmacêuticos privados se encontraram secretamente ao longo de dois dias no centro de retiros de Simpsonwood, perto de Atlanta. Deliberaram sobre as descobertas da pesquisa Verstraeten demonstrando o papel do timerosal na ascensão do autismo. A reunião foi realizada com o propósito específico de encontrarem formas de impedir que as descobertas chegassem ao público, e de dar a volta e manipular os dados para refutar a ligação vacina-autismo.

Mais recentemente, um médico consultor privado, Barry Rumack MD, foi contratado pela FDA [Organismo Governamental para a Segurança dos Medicamentos] para rever esse estatuto do mercúrio para crianças com ênfase nas vacinas infantis. De acordo com as suas descobertas,

Em nenhum momento, do nascimento aos 16-18 meses de idade, as crianças tinham níveis de mercúrio abaixo das directrizes da Agência de Potecção Ambiental [EPA] para a exposição permissível ao mercúrio… De facto, de acordo com os modelos, os níveis sanguíneos e de carga corporal de mercúrio atingiram o pico aos seis meses de idade com um nível chocante de 120 ng / L. Para colocar isto em perspectiva, o CDC classifica a intoxicação por mercúrio como existente a partir de níveis de mercúrio no sangue superiores a 10 ng / L.

O Dr. Rumack realça que o FDA escolheu esconder esta descoberta do público e dos oficiais nas hierarquias mais elevadas da saúde. [1]

Outro caso condenável de conhecimento do governo e da indústria sobre uma ligação vacina-autismo é um documento revelado a  16 de Dezembro de 2011, da GlaxoSmithKline, um dos maiores fabricantes de vacinas do mundo. O texto admite que a corporação tem conhecimento dos riscos de autismo associados à sua vacina Infanrix, que combina a difteria, o tétano, a pertussis acelular, a hepatite B, a pólio inactivada e os vírus haemophilus influenza. O relatório detalha os efeitos adversos associados com o autismo, incluindo a encefalite, atrasos no desenvolvimento, estados alterados de Consciência, atrasos de fala e outras reacções adversas. [2]

Embora esses eventos possam ser considerados actividades criminosas que ameaçam directamente a saúde pública, eles tiveram pouco efeito sobre a mudança de política nacional sobre a segurança das vacinas. Em vez disso, a negação oficial de qualquer possível associação entre vacinas e autismo tem endurecido com um dogma absoluto. E até hoje, não há uma única publicação sólida para refutar com total certeza a ligação vacina-autismo.

Infelizmente, os meios de comunicação americanos aceitaram a negação federal como absoluta também. Nunca ouvimos os meios de comunicação a questionarem a veracidade e a legitimidade científica da doutrina oficial. Na verdade, os meios de comunicação vão ainda mais longe, abraçando os princípios das notícias falsas para atacar cientistas, médicos e pais que fornecem provas em contrário. Portanto, o que se segue é para que os leitores possam discernir e refletir sobre as provas apresentada que mostram uma relação inequívoca entre vacinação e distúrbios autistas.

Ao contrário dos Estados Unidos, do Reino Unido e da Austrália, a maioria dos ministérios governamentais de saúde no mundo industrializado moderno não assume uma posição nacional oficial sobre a controvérsia das vacinas contra o autismo e outras lesões graves relacionadas com a vacina. Apenas dezanove países, incluindo os EUA, têm políticas de imunidade criminal para a indústria farmacêutica com programas de compensação por lesões causadas por vacinas. Isso deve-se, em parte, ao facto das agências de saúde americanas e britânicas estarem fortemente comprometidas pelos interesses privados em vacinas. As jogadas de bastidores e o conflito de interesses entre essas agências federais e a indústria farmacêutica foram bem documentados. Nos Estados Unidos, a comunidade de consultores de vacinas do CDC está no bolso das empresas farmacêuticas. Este não é o caso para a maioria das nações em que a integridade científica e independente das instituições oficiais para eventos adversos de vacina continua a ser a norma. Em 2014, as autoridades francesas decidiram que havia uma relação directa entre a vacina contra a hepatite B e um aumento súbito na esclerose múltipla. [3] Em 2012, depois de um longo processo de investigação, um tribunal italiano decidiu que a vacina MMR causava lesões cerebrais levando ao autismo no caso de Valentino Bocca. [4] Essa decisão foi intencionalmente omitida pelos meios de comunicação americanos. O governo japonês parou a MMR em 1993 devido ao aumento das taxas de autismo. Até o momento, o tribunal de compensação por lesões de vacinas dos EUA pagou aproximadamente 3,1 biliões de dólares às famílias das crianças vítimas de vacinas. Contudo, o número real de casos adjudicados é muito reduzido em comparação com o grande número de pedidos apresentados e subsequentemente negados. Entre estes estão os casos relacionados ao autismo, como o de Hannah Poling, Bailey Banks, Ryan Mojabi, Emily Moller, e diversos outros. Muitas compensações foram concedidas aos casos de encefalite induzida por vacina ou inflamação cerebral, um evento comum associado ao autismo regressivo. Portanto, dentro do registro legal, contrariamente às negativas inflexíveis do CDC e pró-vaxxers como Paul Offit, as vacinas podem causar autismo.

O Timerosal, o conservante de etilmercúrio vulgarmente encontrado nas vacinas, é talvez o ingrediente com a mais longa história de controvérsia. A empresa farmacêutica Eli Lily testouo  timerosal já em 1930, dando-lhe um registo limpo de segurança, embora os seus próprios ensaios tenham mostrado que causou sérios danos neurológicos e até mesmo a morte em animais e seres humanos. Durante essa década, um fabricante de vacinas concorrente, a Pittman-Moore, também realizou estudos toxicológicos com cães e concluiu que o conservante era “insatisfatório como um soro destinado a ser usado em cães”. Durante a Segunda Guerra Mundial, as vacinas com timerosal eram rotuladas como “veneno” e, mais tarde, em 1972, a própria Eli Lily descobriu que o timerosal em doses cem vezes mais fracas do que numa vacina típica daquela época, era “tóxica para as células dos tecidos”. No entanto, a farmacêutica continuou a promover a ilusão de que o timerosal era seguro e altamente adequado como conservante de vacinas. As autoridades governamentais de saúde e fabricantes de vacinas até mesmo hoje sabem da longa história de pesquisas que confirmam que o timerosal é um veneno tóxico inadequado para humanos. Um antigo investigador de vacinas e líder da Merck havia advertido uma vez a empresa sobre os perigos de administrar vacinas com mercúrio a recém-nascidos e bebés e declarou que a indústria sabe muito bem que existem “alternativas não tóxicas” igualmente eficazes e que podem ser usadas para substituir o timerosal.

A literatura científica utilizada para desacreditar os riscos do timerosal contém sérias falhas na concepção do ensaio e na qualidade da ciência. Quando o pai da ideologia pró-vacina moderna, o Dr. Paul Offit, saiu a atacar e condenar qualquer pessoa que sugira uma associação timerosal-autismo, é difícil para uma pessoa racional e objectiva levá-lo a sério. Nenhum dos mais citados vinte estudos primários mais referenciados para desacreditar os riscos do timerosal é um estudo biológico. Em vez disso, cada um deles é um relatório ecológico ou de coorte. A maioria desses estudos foi revista e descartada de forma independente por preconceitos grosseiros, falhas graves de projecto e negligência científica. O principal autor do sempre popular inquérito sobre o timerosal-autismo dinamarquês está sob investigação criminal por desviar vastos fundos do CDC para financiar o estudo. Uma revisão dos métodos de recolha do estudo dinamarquês revela imediatamente que foi uma farsa completa. Uma vez que estes estudos são apenas análises estatísticas que utilizam uma variedade de parâmetros de “dados massajados” para comparar populações seleccionadas ou subgrupos dentro de uma população, eles estão altamente predispostos a defeitos de projecto intencionais e de manipulação de dados, a fim de alcançar o resultado desejado. Por essa razão, os estudos ecológicos e de coorte são politicamente desejáveis ​​dentro da indústria de vacinas e CDC. Os dados podem ser massajados de várias maneiras para chegar à conclusão escolhida. No entanto, no mundo real da ciência pura e dura, tais estudos observacionais e não-biológicos carecem do rigor metodológico para estabelecer suposições científicas confiáveis. De facto, a única conclusão que podemos extrair do arsenal de estudos citados incessantemente pelos negadores da neurotoxicidade do timerosal é que uma pesquisa mais abrangente e rigorosa é exigida.

Isso não quer dizer que todos os estudos ecológicos e de coorte não valem nada. Há também muitos estudos de coorte importantes mostrando uma relação vacina-autismo. Alguns destes também sofrem de má concepção. No entanto, estudos populacionais são inconclusivos e nunca devem ser usados ​​como prova substancial nem a palavra final para postular ou negar a actividade biomolecular e os efeitos adversos de qualquer substância química ou substância tóxica. Apenas a pesquisa biológica de ensaios duplamente cegos, controlados por placebo, pode determinar uma certeza médica provável. No caso do timerosal e outros ingredientes vacinais, isto requer uma detecção e medição precisa da actividade tóxica e das suas consequências a nível celular. Isto é conseguido através da observação de efeitos neurotóxicos em qualquer um dos dois métodos. Um é por estudos in vivo, que observam todo o organismo vivo. Por exemplo, estudos in vivo conduzidos na Universidade de Pittsburgh relatam que quando os macacos foram inoculados com vacinas contendo timerosal equivalente ao calendário de vacinas de um bebé humano, exibiram distúrbios neurotóxicos característicos do autismo. Pela primeira vez, um modelo animal examinou as consequências comportamentais e neuromorpométricas do calendário de vacinação da infância do CDC e os primatas replicaram as anomalias autistas.

O estudo de Pittsburgh estudado foi atacado vigorosamente pela comunidade de vacinação. Por conseguinte, nunca passou pela revisão pelos pares para publicação numa revista médica líder. Tudo foi tentado para desacreditar as descobertas, alegando falhas na pesquisa. No entanto, mesmo se houver falhas no projecto do estudo ou execução, um estudo biológico deveria ter alertado as autoridades federais de saúde que uma investigação mais profunda e financiamento era essencial para replicar convincentemente os resultados de Pittsburgh resultados ou negá-los. Em vez disso, o estudo foi negado de imediato e nenhum esforço foi feito pelo CDC ou através de subsídios para lançar um estudo biológico mais aprofundado em primatas para trazer maior clareza ao debate vacina-autismo.

O segundo método são os estudos in vitro que investigam a toxicidade de uma substância nas células ou tecidos num ambiente artificial, como um meio de cultura, que é conhecida factualmente por estar relacionada com uma doença grave ou neurológica. Um estudo in vitro críticamente importante notou uma associação directa entre o timerosal e a deterioração das mitocôndrias nas células cerebrais humanas.

Numa edição de 2012 do Journal of Toxicology, os neurocientistas do prestigiado Methodist Hospital Medical Center, em Houston, publicaram a sua investigação sobre os efeitos toxicológicos do timerosal nas mitocôndrias em células de astrócitos humanos. Os astrócitos são as células mais abundantes encontradas no cérebro humano e são críticas para manter a função da barreira sangue-cérebro normal e saudável. Os investigadores observaram que o etilmercúrio das vacinas, que é mais lipofílico (capaz de atravessar a barreira hematoencefálica) do que o metilmercúrio, é facilmente absorvido pelas mitocôndrias dos astrócitos, interrompendo assim as funções respiratórias da célula e levando à morte celular. Os pesquisadores observaram que os astrócitos, quando expostos ao timerosal, exibiam sinais extremos de oxidação e de “ADN mitocondrial altamente danificado”. [5] Este estudo parece fornecer evidências biológicas para sustentar as alegações de que o timerosal está muito provavelmente associado a algumas incidências de autismo.

A vacina contra a gripe, que continua a utilizar um nível elevado de mercúrio e a MMR são as duas vacinas mais citadas como estando associadas ao autismo. No entanto, estudos apontam para outras vacinas também. Médicos do Stony Brook University Medical Center determinaram que os bebês do sexo masculino vacinados com a vacina contra a hepatite B antes de 1999 têm uma incidência de autismo três vezes maior. O risco era maior entre os meninos não brancos. Durante o primeiro período de quatro anos do estudo – entre 1997 e 2000 – o timerosal ainda era usado como conservante na vacina contra hepatite. [6]

Embora uma atenção significativa esteja a ser colocada na presença de timerosal nas vacinas, a maioria das vacinas já não contém o conservante de mercúrio. Em 2001, com excepção da vacina contra a gripe, o mercúrio foi completamente removido ou estará presente apenas em vestígios de todas as outras vacinas administradas a crianças com idade inferior a 6 meses. Seria, portanto, esperar que as taxas de autismo fossem diminuir visivelmente. No entanto, o contrário aconteceu. Desde 2001, o autismo continua a aumentar constante e anualmente. O CDC argumenta que isso prova que o timerosal não é o culpado. Ignora um estudo australiano de 2012 publicado na revista Toxicological and Environmental Chemistry sobre a transferência materna directa de etilmercúrio de mães grávidas para o embrião / feto. Continua a ser a política de saúde federal americana para as mulheres grávidas receberem a vacina contra a gripe que contém 25 mg de mercúrio. Mas vacinação com “ligações a condições neurodegenerativas” nunca foi exclusivamente sobre o timerosal. Outro ingrediente culpado, agora convencionalmente usado na maioria das vacinas na infância, e também associado a efeitos neurológicos adversos é o alumínio adjuvante. Desde 2000, à medida que o timerosal foi eliminado, a carga de adjuvante de alumínio aumentou. [8]

De forma semelhante ao timerosal, o alumínio é um metal pesado que contribui para o estresse oxidativo levando à neuroinflamação e microgliose, uma reação adversa intensa da microglia do sistema nervoso central que leva a uma característica de resultados patogénicos em algumas condições de Amnésia Epilética Temporária. A Biblioteca Nacional de Medicina lista mais de 2.000 referências sobre a toxicidade do alumínio na bioquímica humana. Os perigos do alumínio, muitas vezes encontrados como alúmen ou hidróxido de alumínio em vacinas e preparações alimentares, são conhecidos desde 1912, quando o primeiro director da FDA, Dr. Harvey Wiley, renunciou mais tarde desgostoso com o seu uso comercial em conservas de alimentos. Ele também esteve entre os primeiros funcionários do governo a alertar sobre os riscos do cancro do tabaco em 1927. [10]

Um argumento comum contra os oponentes das vacinas que culpam o alumínio por uma variedade de condições de saúde, incluindo o autismo, é que o metal é o terceiro elemento mais prevalente encontrado na Terra. O que eles não conseguem reconhecer é que o nosso sistema gástrico intestinal é bastante impermeável à absorção do alumínio. Cerca de 2% do alumínio consumido oralmente do ambiente é realmente absorvido e grande parte é mais tarde expelido do corpo por outros meios. Contudo, os compostos de alumínio injectáveis ​​e intravenosos que entram directamente na corrente sanguínea são uma questão completamente diferente. E é por isso que o uso de adjuvantes de alumínio em vacinas carrega um elevado risco neurodegenerativo de autismo. A neurotoxicidade do alumínio em recém-nascidos pré-termo após a alimentação intravenosa, que então continha alúmen, foi observada em 1997 e relatada no New England Journal of Medicine [11]. Trinta e nove por cento das crianças que receberam soluções contendo alumínio desenvolveram problemas de aprendizagem ao entrar nas escolas em comparação com aquelas que receberam soluções isentas de alumínio.

Os Drs. Christopher Shaw e Lucjia Tomljenovic, do grupo Neural Dynamics da Universidade de British Columbia, realizaram a mais extensa pesquisa até o momento para determinarem os efeitos neurotóxicos da vacina alumínio e a sua correlação com o aumento dos distúrbios do espectro do autismo. Existe já uma forte correlação entre as crianças nos países com as mais altas taxas de autismo e a quantidade de exposição à vacina de alumínio. A quantidade máxima de alumínio permitida numa única dose de vacina é de 850 mg. No entanto, a FDA estabeleceu esta medição com base na quantidade necessária para desencadear a vacinação antigenicidade em vez de preocupações tóxicas sobre a segurança. Num estudo anterior publicado na revista de Medicina Neuromolecular, o Dr. Shaw e a sua equipe demonstraram que a toxicidade extrema dos adjuvantes de alumínio contribuiu para a morte de neurónios motores associada à doença da Guerra do Golfo.

Outro estudo recente de 2012 realizado no MIT e publicado na revista Entropy  e que requer uma séria investigação adicional, é potencialmente uma combinação do adjuvante do alumínio e acetaminofeno, ou tylenol, e o aparecimento de autismo. Isto foi observado particularmente em crianças que receberam as vacinas MMR e Hepatite B. Ambas as vacinas têm elevada incidência de febres altas após a administração. É uma prática comum para os pais administrarem o Tylenol infantil para combater a febre induzida pela vacina. Embora este estudo não fosse biológico, mas sim uma revisão e análise de dados de lesões de vacinas da base de dados VAERS do CDC. Permanecendo inconclusivo, o estudo identifica uma observação importante que pode explicar porque é que as taxas de autismo não mostram nenhum sinal de declínio. [13]

Algumas das pesquisas para descobrir vacinas com adjuvante de alumínio níveis tóxicos e os seus efeitos adversos encontraram o seguinte:

  • O alumínio inflige forte neurotoxicidade nos neurónios primários. [14]
  • As vacinas com liga de alumínio aumentam os níveis de alumínio no tecido cerebral murino, levando a neurotoxicidade. [15]
  • O Hidróxido de alumínio, a forma mais comum de adjuvante utilizado nas vacinas deposita-se principalmente no rim, fígado e cérebro. [16]
  • A exposição prolongada ao hidróxido de alumínio derivado de vacina (que é hoje um ingrediente em quase todas as vacinas) resulta em lesões de miofagite macrofágica. [17]

Os oponentes de vacinas há muito tempo que se concentraram nos ingredientes não virais das vacinas. Isso levou a que uma facção considerável dentro desta comunidade alegasse ser pró-vacinas, mas exigisse vacinas mais seguras. De acordo com este argumento, simplesmente a remoção dos ingredientes tóxicos, tais como o timerosal, alumínio, polissorbato 80, formaldeído e outros tornará a vacinação segura. No entanto, isso nega outros riscos da vacina. A contaminação significativa das fórmulas vacinais durante o processo de fabricação é uma séria ameaça que a indústria vacinal não tem solução para prevenir. Hoje, o facto de uma vacina provavelmente estar contaminada com DNA e fragmentos genéticos exógenos é um dado adquirido. Os riscos biomoleculares e neuronais decorrentes da contaminação genética continuam a ser uma terra de ninguém e as autoridades federais mal começaram a resolver esse problema.

Para além disso, desde 2000, os avanços na virologia estão agora a identificar os riscos sérios dos vírus e componentes virais nas próprias vacinas. Outros factores que aumentam o risco da vacinação incluem reacções imunológicas anormais em resposta à vacinação. Em 2002, os investigadores da Universidade Estadual de Utah realizaram um estudo sorológico de anticorpos elevados do sarampo e autoanticorpos de proteína básica de mielina (MBP) em 125 crianças autistas e 92 crianças num grupo controle normal. A MBP foi identificada como desempenhando um papel significativo no início do autismo. Noventa por cento das crianças autistas testaram positivo para os anticorpos MMR e também para autoanticorpos MBP. Os investigadores concluíram que “uma resposta inadequada de anticorpos à MMR, especificamente à componente do sarampo, pode estar relacionada com a patogénese do autismo”. [18] É bem conhecido que, para além de metais como o mercúrio e o alumínio, as infecções virais também causam stresse oxidativo, o que diminui a capacidade de metilação comum no autismo. [19]

Embora não seja um estudo longitudinal prolongado, e tenha um número limitado de participantes, o Dr. J Bradstreet detectou ARN genómico do vírus do sarampo da vacina no líquido cefalorraquidiano de crianças com autismo regressivo ou encefalopatia autista (AE). Mais ainda, cada criança tinha sintomas gastrointestinais concomitantes anteriormente observados pelo Dr. Andrew Wakefield no Hospital Real de Londres na década de 1990. [20]

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, os EUA ocupam o 39º lugar na saúde geral da população. Em grande parte esta posição no ranking é deve-se à saúde das crianças com deficiência, com transtornos autistas e neuro-desenvolvimento que em breve atingirá 1 em  cada 50.

O público precisa de exigir um debate nacional entre aqueles que defendem a vacinação obrigatória e aqueles que os desafiam. Mais do que nunca é imperativo que esse diálogo ocorra, visto que cada vez mais é dominado por interesses privados infiltrados nas salas dos legisladores, a exercerem pressão . É altamente previsível que as taxas de autismo aumentem à medida que mais vacinas chegam ao mercado e os estados exijam os calendários de vacinação mais preenchidos. O público precisa ser educado sobre a ciência e, finalmente, decidir por si mesmos. Numa democracia real, um paciente informado deve ter a liberdade de escolha de tomar as suas próprias decisões sobre saúde. Hoje não é possível um debate honesto sem consentimento informado, sem ciência real, sem transparência na pesquisa das vacinas e sem estatísticas precisas. Em vez disso, temos as instituições governamentais de saúde, como o CDC, no seu próprio site a proferir afirmações falsas, defendendo notícias falsas. Finalmente, o pior é que os poderes nacionais e locais estão a ser usados ​​para exigirem a aplicação da vacinação de forma totalitária sobre os seus cidadãos. Isso não é democracia, trata-se de tirania médica.

autismo

Para mais pesquisas sobre vacinas, visite o painel de pesquisa do GreenMedInfo.com.

Referências:

[1] http://cdc.news/2017-02-02-americas-taxpayer-funded-bureaucracies-lie-about-vaccine-safety.html

[2] https://docs.google.com/file/d/0B-jYsdHZuRhCVXZUbFFlUzdfNGM/edit?pli=1

[3] https://healthimpactnews.com/2014/new-study-hepatitis-b-vaccination-in-france-sparked-a-wave-of-new-cases-of-ms/

[4] https://www.undergroundhealth.com/courts-quietly-confirm-mmr-vaccine-causes-autism/

[5] Sharpe MA, Livingston AD, Baskin DS. Thimerosal-derived ethylmercury is a mitochondrial toxin in human astrocytes: possible role of Fenton chemistry in the oxidation and breakage of mtDNA. Jounral of Toxicology vol. 2012, (2012)

[6] J Toxicol Environ Health A. 2010;73(24):1665-77. doi: 10.1080/15287394.2010.519317.

[7] Gallagher CM, Goodman MS. Hepatitis B vaccination of male neonates and autism diagnosis, NHIS 1997-2002. Toxicological and Environmental Chemistry. Volume 94, Issue 8, 2012

[8] Brown IA, Austin DW. Maternal transfer of mercury to the developing embryo/fetus: is there a safe level?

[9] Seneff S, Davidson RM, Liu JJ. Empirical Data Confirm Autism Symptoms Related to Aluminum and Acetaminophen Exposure. September 24, 2012

[10] http://www.fda.gov/aboutfda/whatwedo/history/centennialoffda/harveyw.wiley/default.html

[11] Bishop NJ, Morley R, Day JP, Lucas A. Aluminum neurotoxicity in preterm infants receiving intravenous-feeding solutions. New England Journal Medicine. May 29, 1997 336(22):1557-61

[12] Shaw C. Aluminum adjuvant linked to gulf war illness induces motor neuron death in mice. Neuromolecular Medicine, 2007

[13] Seneff S, Davidson RM, Liu JJ. Empirical Data Confirm Autism Symptoms Related to Aluminum and Acetaminophen Exposure. September 24, 2012

[14] Kawahara M et al. Effects of aluminum on the neurotoxicity of primary cultured neurons and on the aggregation of betamyloid protein. Brain Res. Bull. 2001, 55, 211-217

[15] Redhead K et al. Aluminum adjuvanted vaccines transiently increase aluminum levels in murine brain tissue. Pharacol. Toxico. 1992, 70, 278-280

[16] Sahin G et al. Determination of aluminum levels in the kidney, liver and brain of mice treated with aluminum hydroxide. Biol. Trace. Elem Res. 1994. 1194 Apr-May;41 (1-2): 129-35

[17] Gherardi M et al. Macrophagaic myofastitis lesions assess long-term. Brain. 2001. Vol. 124, No. 9, 1821-1831

[18] Singh VK, Lin SX, Newell E, Nelson C. Abnormal measles-mumps-rubella antibodies and CNS autoimmunity in children with autrism. J. Biomed Science. 2002 Jul-Aug;9(4):359-64.[19]James J, Culter P, Melnyk S, Jernigan S, Janak L, Gaylor DW. Metabolic biomarkers of increased oxidative stress and impaired methylation capacity in children with autism. Am J Clin Nutr December 2004 vol. 80 no. 6 1611-1617

[20] http://www.jpands.org/vol9no2/bradstreet.pdf

Written By: Gary Null, PhD and Richard Gale

Fonte: http://www.greenmedinfo.com/blog/new-vaccines-still-cause-autism-and-our-government-knows

Vacinas Humanas Testadas estavam Contaminadas com Metais e Detritos Tóxicos, novo estudo revela

Vacinas Humanas Testadas estavam Contaminadas com Metais e Detritos Tóxicos, novo estudo revela

vacinas e contaminantes

Investigadores examinaram 44 amostras de 30 vacinas diferentes e encontraram contaminantes perigosos, incluindo glóbulos vermelhos numa vacina e metais tóxicos em cada amostra testada – excepto numa vacina animal.

Utilizando tecnologias extremamente sensíveis não utilizadas na fabricação de vacinas, cientistas italianos relataram que ficaram “confusos” com as suas descobertas que incluíam partículas únicas e agregados de detritos orgânicos, incluindo glóbulos vermelhos de origem humana ou possivelmente animal e metais, incluindo chumbo, tungstênio, ouro e crómio, que têm sido associados às doenças autoimunes e leucemia.

No estudo, publicado esta semana no International Journal of Vaccines and Vaccination, os investigadores liderados por Antoinetta Gatti, do Conselho Nacional de Pesquisa de Itália e o Director Científico de Nanodiagnóstico, afirmam que os resultados “revelam a presença de micro e nano partículas e compostos de elementos inorgânicos nas amostras de vacinas e que “não estão declarados nas listas de ingredientes dos produtos”.

Partículas de chumbo foram encontradas nas vacinas contra o cancro do colo do útero, a Gardasil e a Cevarix, por exemplo, e na vacina contra a gripe sazonal Aggripal, fabricada pela Novartis, bem como na vacina Meningetec destinada a proteger contra a meningite C.

Verificou-se que as amostras de uma vacina infantil denominada Infarix Hexa (contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B, poliomielite e haemophilus influenzae tipo B) fabricada pela GlaxoSmithKline (GSK) continham aço inoxidável, tungsténio e um agregado ouro-zinco.

Outros contaminantes de metal incluíam platina, prata, bismuto, ferro e crómio. O crómio (isolado ou em liga com ferro e níquel) foi identificado em 25 das vacinas humanas de Itália e França que foram testadas.

A vacina Fluarix da GSK, para crianças de três anos ou mais, continha 11 metais e agregados de metais. Agregados semelhantes aos identificados nas vacinas têm-se mostrado prevalentes em casos de leucemia, realçaram os investigadores.

vacinas contaminadas 2

Muitas das vacinas continham ferro e ligas de ferro que, de acordo com os pesquisadores, “podem ser corroídas e os produtos da corrosão exercem uma toxicidade que afecta os tecidos”.

Os investigadores fornecem uma imagem de uma área numa gota da vacina Repevax da Sanofi Pasteur MSD (difteria, tosse convulsa, tétano, poliomielite) “onde a morfologia dos glóbulos vermelhos – não podemos dizer se eles são humanos ou animais – é claramente visível “a presença de “detritos” de compostos de alumínio, bromo, silício, potássio e titânio”.

A Feligen, a única vacina veterinária testada nas 44 vacinas totais amostradas, provou ser a única amostra livre de contaminação inorgânica.

A investigação revelou que o alumínio e o cloreto de sódio, o componente habitual da solução salina, como era esperado estavam presentes, pois eles são nomeados ingredientes da maioria das vacinas. Usando um Microscópio de Varrimento de Campo Eletrónico, os investigadores produziram fotos deste sal de alumínio que formaram ramos cristalinos brancos semelhantes aos da geada numa superfície de vidro, no topo das gotas de líquido da vacina. Uma vacina alemã contra as alergias produziu uma camada de sais inorgânicos tão espessa que os pesquisadores não conseguiram penetrar na gota para nem detectar outros contaminantes particulados.

O alumínio tem uma neurotoxicidade por si só já documentada. As vacinas veterinárias francesas excluem-no por esse motivo. As vacinas humanos. Os investigadores expressam a sua preocupação com a sinergia de múltiplas toxinas adicionadas a esta conhecida neurotoxina.

“É um facto bem conhecido em toxicologia que os contaminantes exercem um efeito mútuo, sinérgico e, na medida em que o número de contaminantes aumenta, os efeitos tornam-se menos e menos previsível. Tanto mais que algumas substâncias são desconhecidas”.

“A quantidade de corpos estranhos detectada e, em alguns casos, as suas composições químicas invulgares confundiram-nos”, evidenciam os investigadores. “Na maioria das circunstâncias, as combinações detectadas são muito estranhas, pois não têm uma utilidade técnica, não podem ser encontrados em qualquer manual de materiais e parecem ser o resultado da formação aleatória que ocorre, por exemplo, quando o lixo é queimado. Em qualquer caso, qualquer que seja a sua origem, não deveriam estar presentes em nenhum medicamento injectável, muito menos em vacinas destinadas a lactentes”.

Impacto indesejável

vacinas contaminadas 3

O estudo explica que estas impurezas estranhas, quando injectadas, podem explicar uma vasta gama de eventos adversos, aparentemente não relacionados mas associados à vacinação, como dores de cabeça, convulsões, fadiga, dores musculares, paralisia e o síndrome de morte súbita infantil. Muito provavelmente, especulam, os contaminantes das vacinas “terão um impacto mais sério em organismos muito pequenos como os das crianças”.

Uma vez no interior do corpo, o material estranho numa injecção de uma vacina, esteja destinado a lá estar como no caso do alumínio ou não, como no caso dos contaminantes, acciona o formidável sistema imunológico.

Como com qualquer coisa pequena e estranha, a sua reacção aos ingredientes das vacinas é potente, mal compreendida, imprevisível e, como os investigadores italianos afirmam, pode ser “indesejável.” O sistema imunitário pode despachar um exército de grandes glóbulos brancos chamados macrófagos para engolir os corpos estranhos e contê-los em inchaços e granulomas no local da injecção. Mas se os contaminantes são varridos pela circulação do sangue para qualquer local distante ou órgão, incluindo a microbiota que regula numerosas funções, incluindo o sistema imunológico, o seu efeito pode ser sentido muito tempo após eles secretamente terem entrado no corpo.

Nalguns casos o sistema imunológico inicia um ataque inflamatório contra o que ele percepciona como invasor. Isso pode incluir o lançamento de uma série de compostos chamados de citocinas. Alguns desses mensageiros químicos como a interleucina-6 estão ligados ao autismo.

Por o corpo não se poder livrar desses contaminantes – os poluentes metálicos não são biodegradáveis ​​- este tipo de inflamação pode ser sustentada e crónica, e pode manifestar-se posteriormente em doenças autoimunes quando o sistema imunológico ataca as suas próprias células como na esclerose múltipla ou na diabetes do tipo 1.

Também foi demonstrado que os contaminantes encontrados nas vacinas podem entrar nos núcleos das células e interagir com o ADN, realçam os investigadores. Ninguém sabe o que isso pode fazer.

História Obscura

As vacinas têm uma longa e sórdida história de contaminação. Em 1955, os lotes de vacinas contra a poliomielite contendo o vírus vivo da pólio infectaram e paralisaram centenas de crianças. A tragédia ficou conhecida como o incidente Cutter para o laboratório onde as vacinas tinham passado os testes de segurança com distinção.

Mas há dezenas de outros “incidentes”, que poderiam melhor serem apelidados de actos de negligência criminal, incluindo:

  • A vacina contra a pólio distribuída entre 1955 e 1963 foi contaminada com o vírus símio 40 (SV40) das células de rins de macaco usadas para produzir a vacina. Tem sido associada à crescente epidemia de cancro.
  • Em 2007, a Merck & Company, Inc. mandou recolher 1,2 milhões de doses de vacinas Hib devido à contaminação com bactérias chamadas de cereus, uma bactéria potencialmente letal que causa intoxicação alimentar.
  • Em 2009, mais de 40.000 doses de uma vacina contra a meningite C para bebés foram retiradas do mercado britânico quando se descobriu que estavam contaminadas com bactérias venenosas para o sangue S aureus.
  • Em 2010, a análise da sequência profunda de oito diferentes vacinas vivas atenuadas revelou sequências virais inesperadas em três delas: a leucose aviária retrovírus foi encontrada numa vacina contra o sarampo, um vírus semelhante ao retrovírus simio foi identificado na vacina antidiarréia Rotateq desenvolvida pela consultora CDC Paul Offit, e toda a sequência genómica do cirovírus porcino1 foi encontrada na Rotarix levando a FDA a suspender a vacina contra o rotavírus.
  • Em 2014, a Food and Drug Administration (FDA) dos EUA ordenou à GlaxoSmithKline que revisse o processo de fabrico da sua vacina contra a gripe quando detectou contaminação microbiológica em produtos que se pretendiam estéreis.
  • Em 2013, a Merck & Company, Inc. mandou recolher um lote de Gardasil quando partículas de vidro foram descobertas em várias ampolas.
  • Recentemente foi relatado que a Sanofi Pasteur se recusou a recolher a sua vacina ActHIB para bebés, mesmo sabendo que estava contaminada com fragmentos de vidro. A FDA não se opôs.

Existem dezenas desses casos e, mesmo se os fabricantes de vacinas são omissos nos vários “avisos”, as acções raramente são tomadas para limpar o processo de fabricação da vacina. Uma vez que as empresas farmacêuticas têm imunidade geral em acções judiciais para as vacinas com defeito, não há incentivo para que eles corrijam os seus actos.

vacinas contaminadas 4

Um perigo claro e presente

Os investigadores do estudo concluem que a contaminação detectada por si nas vacinas é provavelmente acidental. “A nossa hipótese é que essa contaminação não é intencional, uma vez que é provavelmente devida a componentes poluídos ou a procedimentos de processos industriais (por exemplo, filtrações) usados na produção de vacinas, não investigados e não detectados pelos Produtores”.

A discussão sobre porque é que as empresas farmacêuticas não produzem vacinas limpas é uma coisa distinta. Mas a realidade das vacinas como elas o são agora é outra. Isso não muda o conteúdo do que está a ser injectado em milhões de pessoas hoje. As toxinas não intencionais e perigosas estão em cada uma das vacinas testadas nesta investigação, com excepção de uma para gatos.

Esta pesquisa não mostra apenas que as vacinas estão cheias de contaminantes que os cientistas de topo nem sequer conseguem definir. Faz um escárnio das agências de supervisão da saúde como o FDA e o CDC e as suas mentiras acerca das vacinas passarem por verificações e avaliações de risco de segurança adequadas.

Não se limita a revelar que as consequências a longo prazo da vacinação nem sequer podem ser avaliadas. Se vacinas as anticancro como a Gardasil e o Cevarix contêm agregados cancerígenos de metais tóxicos, o seu uso como uma arma contra o cancro numa menina que tem zero hipóteses de o contrair antes de fazer 21 anos não é apenas inútil. É um abuso flagrante.

Agora, todas as reivindicações de vacinas para salvar vidas devem ser pesadas contra os seus riscos de causar cancro, doenças de desenvolvimento neurológico, doenças autoimunes e todos os outros “misteriosos” distúrbios mediados pelo sistema imunológico, agora classificados como epidemias em ascensão.

Os resultados dessas investigações não só negam toda afirmação de que as vacinas são “seguras e eficazes”, mas confirmam que eles são realmente um perigo claro e presente.

Veja o novo estudo na sua totalidade aqui.

Para mais pesquisas sobre os efeitos adversos e indesejados da vacinação, use o painel de pesquisa do GreenMedInfo.com sobre o tópico:

vacinas contaminadas 5

Publicado originalmente pelo Children’s Medical Safety Research Institute 

Fonte: http://www.greenmedinfo.com/blog/dirty-vaccines-every-human-vaccine-tested-was-contaminated-metals-and-debris-new-

Carta aos deputados da Comissão de Saúde

Carta aos deputados da Comissão de Saúde

vacinação

Carta sobre vacinação – Comissão de Saúde da Assembleia da República. Pedimos a colaboração URGENTE de todos os interessados na questão da segurança das vacinas, das liberdades e dos direitos fundamentais.

No dia 7 de Junho de 2017, quarta-feira, pelas 10H, serão discutidas as propostas dos vários grupos parlamentares relativamente ao plano nacional de vacinação.

O infovacinas preparou uma carta que poderão enviar directamente aos deputados desse grupo de trabalho incumbido de analisar as propostas.

Este é o link para o envio de email aos deputados da Comissão de Saúde:

http://www.parlamento.pt/sites/COM/XIIILEG/9CS/Paginas/Composicao.aspx

E só clicar nos nomes (deverá ser enviado para todos) e depois seleccionar a opção “enviar um email ao deputado”.

A carta pode ser descarregada em formato .pdf aqui:

Carta aos Deputados da Comissão de Saúde

Na caixa de diálogo e no assunto colocam o texto à vossa descrição e no anexo do formulário colocam a carta que descarregaram.

Agradecemos desde já a colaboração de todos os interessados neste processo,

A Equipa do Infovacinas

NOTA: mesmo já tendo passado a data da reunião da Comissão de Saúde da A.R., certamente haverão outras futuras reuniões ainda sem data marcada. Nesse sentido é importante continuar a pressionar e a esclarecer os representantes dos orgãos de soberania a respeito deste tema. Por isso apelamos a quem ainda não tenha enviado a carta que o faça, no sentido de expandirmos ainda mais o debate público sobre a segurança das vacinas.

Injecção Vs Ingestão: Toxicidade sinergética e segurança das vacinas

Injecção Vs Ingestão: Toxicidade sinergética e segurança das vacinas

Toxicidade sinergética

Toxicidade. Certamente, se está na linha de frente do debate sobre as vacinas, já terá ouvido aquele argumento a favor das vacinas, de que uma lata de atum tem aproximadamente a mesma quantidade de mercúrio que uma vacina. Ou sobre o alumínio por exemplo: “um queque terá tanto alumínio como uma vacina”. É um argumento tolo, mas mostra a mentalidade de algumas dessas pessoas que não questionam e pesquisam as próprias bulas das vacinas, ou as informações disponíveis para elas antes de serem injectadas.

Em primeiro lugar, qualquer pessoa com um conhecimento básico de biologia deve saber a diferença entre a injecção e a ingestão, uma é pela corrente sanguínea e a outra é pelo tracto gastrointestinal. Biologicamente, eles são muito diferentes, e isso desmonta esse argumento com apenas uma simples lógica biológica. Vamos aprofundar isto ainda mais, mas também tentaremos manter a explicação simples.

O timerosal é um conservante de vacinas e uma neurotoxina bem conhecida (1), composta em 49,55% do seu peso por mercúrio (56,73% em peso por “Ethylmercury (etHg)”).

Quando ingerido, a maior parte do mercúrio no atum não entra no corpo, e é expelido pelas fezes. O mercúrio absorvido é metabolizado como metilmercúrio (MEHG). Absorvido no intestino, e primeiro através do fígado. Isso é chamado de “primeira passagem”. O mercúrio que atravessa o fígado é conjugado com a glutationa, e posteriormente a  glutationa conjugada é passada pela bílis e depois nas fezes.

Quando injectada, é metabolizado (convertida) no metilmercúrio, que é mais tóxico e nocivo. Como é injectada, evita a “primeira passagem” através do fígado, onde pode ser filtrada e, em vez disso, circula por todos os outros tecidos e órgãos. O mercúrio tem uma alta afinidade (liga bem) com certos tecidos, incluindo o tecido neurológico, cérebro, rins, etc. Então, em suma, o mercúrio mais perigoso e persistente a longo prazo é retido no tecido corporal (Dr. Paul G King). Qualquer um pode posquisar sobre a bio-acumulação do mercúrio no corpo e pelo seu tempo de meia-vida, e não é bonito de se ler.

Na vida real, o efeito tóxico quer da ingestão quer da injecção de ambos os tipos, “etHg e mehg combinados, pode resultar em efeitos neurotóxicos amplificados”. Mas os estudos parecem indicar que “o conhecimento sobre este assunto ainda está incompleto e é necessário mais para abordar a previsibilidade dos efeitos toxicológicos aditivos ou sinérgicos do etHg e meHg (ou outros neurotóxicos)”. (1a)

O defensor das vacinas geralmente tentará confundi-lo neste momento com algum tipo de mudança de direcção da conversa sobre como qualquer um desses, metilmercúrio ou etilmercúrio, é perfeitamente seguro e / ou que são inofensivos e são expelidos em segurança independentemente das circunstâncias. A agência reguladora americana discorda e, na verdade, eles dizem:

“Carece de dados definitivos a comparação das toxicidades do etil versus metilmercúrio, considerando o etil e o metilmercúrio como equivalentes na avaliação de risco. Existem alguns dados e estudos que incidem directamente sobre a toxicidade do timerosal e estes estão resumidos nesta secção.” (2)

O CDC [Centro Para o Controlo de Doenças dos EUA] afirma:

“O timerosal é seguro para as pessoas? Sim. O timerosal é usado com segurança em vacinas há já muito tempo (desde a década de 1930) e tem um histórico comprovado de segurança. Uma variedade de cientistas têm estudado o uso de vacinas que têm timerosal neles ao longo de muitos anos. Eles não encontraram nenhuma evidência real de que o timerosal cause danos”. (3)

É certamente fácil não encontrar nenhuma evidência se você não estiver à procura dela. Nenhum estudo de segurança foi feito pelas nossas agências de saúde e, no entanto, tem sido usado no público desde a década de 1930. Não há um histórico comprovado “com estudos” de que seja seguro, portanto não existem estudos, de modo que “até agora nenhum cientista o estudou”, a menos que eles simplesmente não publicassem as suas descobertas ou a menos que os estudos tivessem sido financiados pelas grandes farmacêuticas. Eu acho que o CDC devia falar com as outras agências reguladores. Existe uma boa razão pela qual a investigação de 3 anos feita pelo governo levou à retirada final do mercado de “algumas” vacinas (4).

Além disso, a injecção “(mercúrio) é distribuída principalmente no sistema nervoso central, nos rins, no fígado e na pele. O mercúrio atravessa a barreira hematoencefálica e a placenta. Os bebés e os fetos correm maior risco de ocorrência de toxicidade. Foi demonstrado que a exposição ao mercúrio em mulheres grávidas causa anormalidades neurológicas. Os bebés, expostos no útero ao mercúrio, mostraram atrasos no desenvolvimento. Além disso, a possibilidade de uma ligação entre a exposição ao mercúrio e distúrbios neurológicos como o autismo e o transtorno do défice de atenção e hiperactividade foi avaliada. As concentrações de timerosal em vacinas e imunoglobulinas variam entre 0,005 e 0,02%, uma concentração não tóxica. No entanto, existe uma preocupação, não da exposição a uma única vacina, mas, durante um período de tempo relativamente curto, as crianças podem ser expostas a vacinas múltiplas contendo timerosal. Esta exposição repetida pode colocar as crianças em risco de toxicidade por mercúrio”. (5)

A FDA [agência reguladora para os fármacos e alimentos nos EUA] admitiu que a segurança do Thimerosal, quando usado como conservante, não foi estabelecida no padrão regulatório como “suficientemente não tóxico…” (6). Esse facto foi estabelecido numa investigação de três anos por um Comité da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos e apresentado nas conclusões “do seu relatório publicado de 2003 conforme estabelecido no Título 21 do Código dos Regulamentos Federais dos Estados Unidos (21 CFR) no parágrafo 610.15 (a) [21 CFR § 610.15 (a)]. (7)

O problema é que o estudo do Comité da Câmara dos representantes analisou apenas os efeitos de um único produto, e não o efeito de múltiplos produtos (muitas vacinas diferentes durante um curto período de tempo). Não há estudos que mostrem a segurança de misturar metais pesados ​​diferentes, como o Al (Alumínio) e o Thimerosal. Existem estudos físicos sobre o mercúrio e ao alumínio em experiências ao ar livre que mostram um stresse oxidativo rápido e reacções violentas. Não foram feitos testes sobre o que acontece quando esses elementos se reúnem, digamos, no cérebro ou nos órgãos.

A literatura que vem com a maioria das vacinas admite que… “não foi avaliada quanto ao seu potencial cancerígeno ou mutagénico, ou quanto ao seu potencial para prejudicar a fertilidade”.

A vacina contra a gripe avisa que a “segurança e a eficácia não foram estabelecida em mulheres grávidas” e, no entanto, continua a ser recomendado para elas. Então, o que acontece quando todas estas substâncias são misturadas?

Toxicidade sinérgica 2Imagem: https://livelovefruit.com/wp-content/uploads/2015/05/sfasdf.jpg

Fontes das imagens: 1ª caixa, página 42ª caixa, página 73ª caixa, página 74ª caixa, página 35ª caixa, página 18

Toxicidade sinergética

E isso leva-nos a considerar a toxicidade sinérgica, que é a combinação de mais do que uma substância tóxica num cocktail a ser injectado, e os perigos que isso implica.

Toxicidade sinérgica

O site Safeminds explica:

“… quando exposto a duas toxinas [ou mais], o nível de toxicidade é muito maior do que os níveis de toxicidade aditiva das duas toxinas sozinhas”. (8)

Um bom exemplo que demonstra a “toxicidade sinérgica” é um estudo de 1978 feito em ratos (Shubert et al., Efeitos Combinados em Toxicologia – Um Procedimento Rápido de Teste sistemático: Cádmio, Mercúrio e Chumbo. J. of Toxicology & Environmental Health 4: 763, 1978). O estudo tomou a quantidade de sal de mercúrio que mata 1 em 100 ratos e 1/20 da quantidade de sal de chumbo que mata 1 em 100 ratos. Quando estas quantidades de sal de mercúrio e sal de chumbo foram administradas, a toxicidade sinérgica destas duas toxinas matou 100 em cada 100 ratos:

“Com toxicidade aditiva, seria de esperar 1 + 0,05 = 1,05 ratos a morrer (1 ou 2)”

“Com toxicidade sinérgica, os resultados foram: 1 + 0,05 = 100 ratos que morreram” (9)

Para além disso, “existe um potencial significativo de efeitos inesperados de” toxicidade sinérgica” das vacinas, particularmente para uma população susceptível que já pode ter altos níveis de toxinas devido a uma menor capacidade de excretar toxinas. No entanto, a toxicidade sinérgica das vacinas não foi estudada – os estudos se concentraram-se apenas na toxicidade individual de um único componente das vacinas (por exemplo, mercúrio ou vírus do sarampo). ” (10) [Ênfase meu]

De todos os debates sobre as vacinas a que assisti, desde que minha pesquisa sobre vacinas começou em 2009, ainda ouvi ninguém a levantar a questão da toxicidade sinérgica uma vez sequer. Isso parece extremamente importante e central no debate. Certamente, o alumínio também é tóxico, como mostraremos mais tarde. Alguns outros estudos sobre a toxicidade, muitos sugerindo a necessidade urgente de estudos de toxicidade sinérgica. (11) (12) (13) (14)

Então, vamos ver se entendemos. O timerosal nunca foi testado por nenhuma das nossas agências de saúde e tem sido usado em vacinas, de qualquer forma, desde a década de 1930 e, finalmente, removido da maioria por causa do protesto público e depois do governo começar a estudá-lo , e aí decidiu que provavelmente não era seguro. O mesmo provavelmente acontecerá com o alumínio daqui a 20-30 anos após os protestos do público novamente, mas quantos filhos e pessoas terão que sofrer até então? Novamente, um video de 2 minutos sobre as audiências realizadas no Congresso dos EUA sobre o Thimerosal.

Os defensores das vacinas dizem “Ah, mas não existe mais Thimerosal nas vacinas!” É interessante notar que as poucas vacinas que são administradas a bebés que ainda têm Thimerosal são as da Hep B e DipTet (e vacina contra a gripe que é recomendado para as mães agora). Então, a afirmação de que foi removido de todas as vacinas é uma mentira e um erro de orientação. Se eles a dão a todos os recém-nascidos, então todos os recém-nascidos estão a receber esse timerosal.

“Foi removido de muitas vacinas infantis em 2002, mas permanece em algumas vacinas (como por exemplo o vírus da hepatite B e influenza)” (15).

Eles recebem doses múltiplas de diferentes cocktails.

Outros estudos sugerem que as taxas de notificação de mortalidade fetal (morte) têm aumentos súbitos na base de dados do VAERS [sistema de registo das reacções adversas às vacinas nos EUA] em relação às tendências anuais relatadas. Assim, uma toxicidade fetal sinérgica provavelmente resultou das múltiplas exposições combinadas (16), bem como muitas outras descobertas mostram

“(…) uma correlação positiva entre o número de doses de vacinas administradas e a percentagem de hospitalizações e óbitos. Uma vez que as vacinas são administradas a milhões de crianças por ano, é imperativo que as autoridades de saúde tenham dados científicos dos estudos de toxicidade sinérgica em todas as combinações de vacinas que os bebés possam receber. Encontrar formas de aumentar a segurança das vacinas deve ser a mais elevada prioridade”. (17)

Para além disso, “etilmercúrio (EtHg) e o adjuvante Al (alumínio) são as exposições intervencionistas dominantes com as quais os fetos, recém-nascidos e bebés se deparam devido à imunização com vacinas que contêm Thimerosal (TCVs). Apesar do seu uso prolongado como agentes activos de medicamentos e fungicidas, os níveis de segurança dessas substâncias NÃO FORAM DETERMINADOS, nem em animais nem em humanos adultos – muito menos em fetos, recém-nascidos, bebés e crianças… o potencial efeito sinérgico de ambos os agentes tóxicos não foi devidamente estudada. Portanto, a exposição na fase inicial da vida a ambos, o etHg e Al, merece consideração”. (18)

Potencial carcinogénico e mutagénico sinérgico

Então, quais os efeitos de todos os outros ingredientes das vacinas, tais como as células fetais abortadas, formaldeído, ADN de outras espécies como macacos, galinhas, porquinhos da Índia, etc.? Bem, ninguém sabe! Nenhum foi avaliado pelo seu potencial cancerígeno ou mutagénico individualmente ou combinado (toxicidade sinérgica), ou pelo seu potencial para prejudicar a fertilidade, e eles dizem isso exactamente nas instruções / bula / caixa!

As vacinas que foram cultivadas ou fabricadas usando a linha celular fetal WI-38, como a Meruva®®, MMRII®, Varivax®, Havrix® e Pentacel®, são adicionalmente contaminadas com fragmentos de retrovírus endógeno humano HERVK (Victoria et al., 2010). Evidências recentes mostraram que os transcritos retrovirais endógenos humanos são elevados no cérebro de pacientes com esquizofrenia ou transtorno bipolar (Frank et al., 2005), em leucócitos mononucleares de sangue periférico de pacientes com espectro autista (Freimanis et al., 2010), também como estando associados a várias doenças autoimunes (Tai et al., 2008). A forte associação ecológica entre as vacinas fabricadas com células dos fetos humanos e os pontos de alteração do transtorno autista requer uma investigação mais aprofundada desses contaminantes das vacinas infantis. (19) (20) (21)

Estes já são considerados um risco biológico antes de serem usados ​​para propagar um vírus que é usado numa vacina.

“ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES: produtos de cultura celular podem transmitir agentes infecciosos. Os produtos devem ser tratados de acordo com o manual CDC-NIH, Biossegurança em Laboratórios Microbiológicos e Biomédicos, 2007.” (22)

As vacinas abaixo foram desenvolvidas usando as cepas das células WI-38 ou MRC-5. Essa lista não é exaustiva:

– Vacinas contra hepatite A [VAQTA / Merck, Havrix / GlaxoSmithKline e parte de Twinrix / GlaxoSmithKline]

– Vacina contra a rubéola [MERUVAX II / Merck, parte da MMR II / Merck e ProQuad / Merck]

– Varicela (varíola) vacina [Varivax / Merck, e parte da ProQuad / Merck]

– Vacina Zoster (Zinga) [Zostavax / Merck]

– Vacina oral para o adenovírus tipo 4 e tipo 7 [Barr Labs]

– Vacina contra a raiva [IMOVAX / Sanofi Pasteur]

Resumindo

Como você provavelmente poderá concluir, o argumento da “lata de atum” fica mudo neste ponto e, enquanto você ler os estudos abaixo, começará a perceber ainda mais porquê. Eles não podem esconder o facto de que essas substâncias são tóxicas mesmo em doses baixas, e em particular em doses múltiplas. Considerando os outros factores, como a toxicidade sinérgica, o potencial carcinogénico sinérgico e as próprias descobertas do governo (bem como os estudos abaixo), podemos descartar esse argumento esfarrapado. O Programa de Compensação Por danos causados pelas Vacinas nos EUA pagou mais de 3,1 biliões de dólares para por mortes e danos até agora. Quando é que eles admitirão que não são seguras? Mesmo o Supremo Tribunal teve de admitir que as vacinas estavam numa categoria de produtos “inevitavelmente inseguros”. (23)

A verdadeira questão agora é, depois de todas as audiências, descobertas e estudos do governo, porque é que o timerosal ou o alumínio ainda estão a ser usados e mesmo combinados uns com os outros, bem como com todos os outros aditivos? E porque é que os czares da nossa saúde continuam a mentir-nos?

Leia o meu outro artigo popular: “Porque é que ainda estamos a vacinar? Perguntas de um ex-defensor das vacinas

Referências:

1. Thimerosol in Vaccines: http://www.fda.gov/BiologicsBloodVaccines/SafetyAvailability/VaccineSafety/UCM096228
1a. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23401210
2. FDA Blood Biologics: http://www.fda.gov/BiologicsBloodVaccines/SafetyAvailability/VaccineSafety/UCM096228#thi
3. http://www.cdc.gov/vaccinesafety/Concerns/thimerosal/thimerosal_faqs.html
4. http://vaccines.procon.org/sourcefiles/Burton_Report.pdf
5. https://www.uic.edu/pharmacy/services/di/thimerosal.htm
6. The relevant portion of 21 CFR § 610.15(a), an explicit binding requirement on all manufacturers of biological drug products, including vaccines, states (emphasis added),“ Any preservative used shall be sufficiently nontoxic so that the amount present in the recommended dose of the product will not be toxic to the recipient.”
7. “Mercury in Medicine–Taking Unnecessary Risks, A Report Prepared by the Staff of the Subcommittee on Human Rights and Wellness, Committee on Government Reform United States House of Representatives, Chairman Dan Burton, May 2003 (This Report Is the Result of a Three Year Investigation Initiated in the Committee on Government Reform)”, which was also published in the Extended Congressional Record, May 21, 2003 CONGRESSIONAL RECORD—Extensions of Remarks, pages E1011-E1030; the relevant finding is disclosed in column 3 of page E1012 (emphasis added). http://vaccines.procon.org/sourcefiles/Burton_Report.pdf “3.Manufacturers of vaccines and thimerosal, (an ethylmercury compound used in vaccines), have never been tested…
8. http://www.safeminds.org/mercury/synergistic-toxicity.html
9. Ibid
10. Ibid
11. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25625408
12. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12297370
13. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3170075/
14. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23023030
15. (Page 21) http://www.epa.gov/ncer/childrenscenters/events/2007/presentations/07childrenworkshop_summary.pdf
16. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23023030
17. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22531966
18. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25625408
19. http://academicjournals.org/article/article1411048618_Deisher%20et%20al.pdf
20. http://www.atcc.org/products/all/CCL-75.aspx
21. http://www.atcc.org/products/all/CCL-171.aspx
22. http://www.cellprolabs.com/sites/default/files/downloads/Production%20Information-Cell%20Lines%20-%202014AUG07_0.pdf
23. http://www.supremecourt.gov/opinions/10pdf/09-152.pdf
________________________________________________

– Mais estudos aqui
– https://goo.gl/62Dosd
 http://vaccines.procon.org/sourcefiles/Burton_Report.pdf

 

Fonte: https://livelovefruit.com/synergistic-toxicity-and-vaccine-safety/

A barreira sangue-cérebro (Hematoencefálica): o sistema de segurança da Natureza

A barreira sangue-cérebro (Hematoencefálica): o sistema de segurança da Natureza

A barreira sangue-cérebro. Parece ser um problema muito desafiador: como permitir que as moléculas essenciais e necessárias nutram e suportem o cérebro enquanto se filtram as bactérias e produtos químicos potencialmente prejudiciais? A barreira sangue-cérebro ​​é uma das muitas soluções surpreendentes e elegantes da natureza que permite que a vida humana e animal exista como a conhecemos.

A barreira sangue-cérebro é um dos mais estudados e complexos sistemas do corpo. Na Universidade Johns Hopkins, o grupo de trabalho da barreira hematoencefálica descreve-a desta forma:

“A barreira hematoencefálica ​​é uma interface dinâmica que separa o cérebro do sistema circulatório e protege o sistema nervoso central de produtos químicos potencialmente nocivos, enquanto rege o transporte de moléculas essenciais e mantem um ambiente estável “. (1)

Conforme descrito por esse grupo de trabalho médico, células altamente especializadas alinham os capilares do cérebro e facilitam uma “interacção complexa entre os diferentes tipos de células (como as células endoteliais, astrócitos e pericitos) e a matriz extracelular do cérebro e do fluxo sanguíneo nos capilares”.

A Society for Neuroscience chama a isso de “sistema de segurança do cérebro” e explica que, como é o caso em todos os vasos sanguíneos do corpo, “os vasos sanguíneos do cérebro são alinhados com células endoteliais, que servem de interface entre o sangue circulante e a parede do vaso. No entanto, ao contrário de outros vasos sanguíneos no corpo, as células endoteliais do cérebro estão bem próximas, criando um limite quase impermeável entre o cérebro e a circulação sanguínea”. (2)

A Descoberta da Barreira Hematoencefálica

Como muitas vezes acontece na ciência, a barreira sangue-cérebro foi descoberta essencialmente por acidente durante a investigação de outra coisa. Em 1885, o cientista alemão Paul Ehrlich (que ficou famoso por ter descoberto a cura para a sífilis) estava a tentar descobrir porque é que diferentes tecidos corporais absorviam corantes químicos de diferentes formas. Ele descobriu que, quando os ratos eram injectados por via intravenosa com um corante azul, todos os seus órgãos ficavam corados, excepto o cérebro e o sistema nervoso central.

A conclusão original de Ehrlich foi que o corante tinha menor afinidade para as células nervosas do que para outros tecidos. Mais tarde, em 1913, Edwin Goldman, um colega de Ehrlich, descobriu que, quando o corante era injectado directamente no líquido cefalorraquidiano dos animais em estudo, o cérebro e apenas o cérebro ficava manchado de azul. Embora isso tenha levado a uma Consciência de que havia uma barreira física real entre o cérebro e o resto do sistema circulatório, só foi na década de 1960, e com o auxílio do microscópio electrónico – aproximadamente 5.000 vezes mais poderoso do que o de Ehrlich – que os cientistas poderam confirmar e detalhar a estrutura do sistema defensivo do cérebro, que se tornou conhecida como a barreira hematoencefálica. (3)

A barreira Hematoencefálica impede muitas intervenções

Desde então, grande parte da pesquisa da barreira sangue-cérebro concentrou-se em tentar ignorar a barreira para medicar ou manipular a química do cérebro de alguma forma… o que é muito difícil porque a barreira sangue-cérebro faz o seu trabalho incrivelmente bem. Como os guardas de segurança em qualquer instalação de importância vital, as células dentro e de cada lado da barreira sangue-cérebro são híper-vigilantes e estão em constante comunicação uns com os outros, monitorizando, permitindo ou bloqueando o transporte de moléculas circulantes.

A água, os gases e as moléculas que são muito pequenas ou lipídicas (gordas) são susceptíveis de passar pela barreira de forma bastante fácul (antidepressivos, medicamentos anti-ansiedade, álcool, cocaína e muitas hormonas, por exemplo), enquanto outras moléculas que são maiores (como a glicose e a insulina) precisam de ser transportadas “à boleia” em “proteínas transportadoras”. (4, 5)

Encontrar maneiras de “enganar” a barreira para permitir que os medicamentos que salvam vidas penetrem no cérebro, é apenas um dos obstáculos enfrentados pelos investigadores médicos. O outro é o problema oposto: encontrar formas de curar brechas na barreira ou reparar danos que podem ocorrer com certas lesões cerebrais ou infecções.

O desenvolvimento fetal da barreira Hematoencefálica

A barreira sangue-cérebro do bebé é muitas vezes referido como “imaturo”, um adjectivo que geralmente foi interpretado como “com fugas”, “não funcional”, ou mesmo “ausente” por muitos investigadores.(6) Mais recentemente, porém, estudos mostraram que a barreira é de facto totalmente funcional, começando no início do processo de desenvolvimento, mas várias das suas características diferem das de um adulto. Por exemplo, alguns transportadores são mais activos no cérebro em desenvolvimento e os vasos cerebrais fetais são mais frágeis em comparação com o sistema neurológico maduro.(7)

Por estas razões, os mecanismos que afetam a barreira hematoencefálica fetal “embora funcionalmente eficazes no cérebro em desenvolvimento podem, no entanto, ser mais susceptíveis do que o do adulto a circunstâncias adversas, e que o danos aos mecanismos da barreira cerebral durante o desenvolvimento, podem levar à disfunção neurológica e neuropsicológica na vida adulta”. (8)

Desafiando a barreira Hematoencefálica com Vacinas

Qualquer toxina capaz de atravessar a barreira sangue-cérebro, e existem muitas que o podem fazer, podem causar danos aos neurónios e à glia no cérebro, principalmente através de um processo oxidativo que pode comprometer “as funções do sistema nervoso central expressas como défices motores e alterações sensoriais, cognitivas e psicológicas”. (9)

Dado o aumento dos tipos das exposições tóxicas com que o desenvolvimento do feto se depara no útero, incluindo a tendência alarmante para a administração de vacinas contra a gripe, a difteria, o tétano e a tosse convulsa em mulheres grávidas que começam no primeiro trimestre, o impacto de qualquer tratamento no pré-termo ou infantil sobre a barreira hematoencefálica merece atenção. Como Joseph Mercola, MD, afirmou:

“Hoje, as crianças são vacinadas no nascimento contra a Hepatite B e começam a sua longa jornada de vacinação aos 2 meses de idade, antes da barreira hematoencefálica estar totalmente desenvolvida. Uma revisão da literatura médica por todo o mundo apresentará muitos artigos que associam as vacinas a muitos distúrbios neurológicos “. (10)

Referências:

1 The Blood-Brain Barrier (working group). About the Blood-Brain Barrier. Johns Hopkins University 2015.
2 The Society for Neuroscience. The Blood-Brain Barrier. July 2, 2014.
3 The Society for Neuroscience. The Blood-Brain Barrier. July 2, 2014.
4 Dash P. Blood-brain Barrier Maintains the Constancy of the Brain’s Internal Environment. The University of Texas Health Science Center. 1997-present.
5 The Society for Neuroscience. The Blood-Brain Barrier. July 2, 2014.
6 Saunders NR et al. The Rights and Wrongs of Blood-Brain Barrier Permeability Studies: A Walk Through 100 Years of History. Frontiers in Neuroscience December 2014.
7 Saunders NR et al. Barrier Mechanisms in the Developing Brain. Frontiers in Neuroscience March 2012.
8 Saunders NR et al. Barrier Mechanisms in the Developing BrainFrontiers in Neuroscience March 2012.
9 Reiter RJ et al. Neurotoxins: Free Radical Mechanisms and Melatonin Protection. Current Neuropharmacology. September 2010.
10 Mercola J. Vaccines and Neurological Damage. Mercola.com c 2016.

Fonte: http://www.thevaccinereaction.org/2016/02/the-blood-brain-barrier-natures-security-system/