Categoria: defesa dos direitos e liberdades fundamentais

Vias para os danos causados pelas vacinas

Vias para os danos causados pelas vacinas

O “maior risco para a Humanidade” (*) não são os não vacinados, mas a falha em reconhecer os potenciais efeitos nocivos da vacinação!

(*) Referência à OMS e à imprensa internacional que agora alegam que:

“Os críticos de vacinas são um dos (entre uma lista de 10) maiores riscos de saúde para a Humanidade.”

Resumo

A OMS afirma que os cépticos das vacinas são um dos dez desafios de saúde mais iminentes para a Humanidade em 2019. Ao mesmo tempo, o crescente número de alergias, doenças auto-imunes e neuro-desenvolvimentais que podem ser cientificamente associadas a possíveis efeitos colaterais das vacinas tornaram-se numa epidemia global e leva a crer que as próprias vacinas se tornaram num verdadeiro desafio para a saúde global do nosso tempo.

Actualmente, não existe controle independente da segurança e eficácia das vacinas, sendo a indústria a única responsável por todos os dados das vacinas. Quantias substanciais de indemnizações foram concedidas a vítimas de danos causados por vacinas em alguns países, mas outras não têm nenhum programa de compensação.
A pesquisa mostra que apenas uma pequena percentagem de tais eventos é relatada ou reconhecida, pelo que então o número real deve ser muitas vezes superior aquele que é oficialmente reconhecido.

A recente resolução da UE sobre a hesitação das vacinas salienta a necessidade de mais transparência e monitorização da segurança neste campo. Pesquisas científicas na Itália revelaram uma ligação causal entre vacinas militares, doenças auto-imunes e cancro, resultando em maiores medidas de segurança impostas. Análises independentes noutros lugares, em Itália, revelaram muitas impurezas desconhecidas nas vacinas, bem como inconsistências nos ingredientes dos seus rótulos.

Indivíduos vacinados com vacinas de vírus vivos podem propagar o vírus muitas semanas ou meses após, infectando tanto os vacinados como os não vacinados. Os receptores das vacinas também podem transmitir doenças e infectar outras pessoas enquanto permanecem assintomáticas. A imunidade induzida pela vacina não é permanente, pelo que a falha das vacina é generalizada. Receptores de vacina contra a gripe tornam mais susceptíveis a futuras infecções após a vacinação repetida. Os testes de vacinação não exigem um placebo verdadeiro e as coortes recrutadas não são representativas do mercado-alvo.

Como tal, o EFVV pede uma reavaliação dos programas de vacinas atuais e uma discussão científica aberta e honesta sobre este tópico. É fornecida uma lista completa e detalhada de mecanismos para possíveis danos neurológicos e imunológicos causados ​​por vacinas:

  •  Genética predisponente e polimorfismos de nucleotídeo único
  •  Carga de fundo de toxina ambiental
  •  Reacção alérgica aos ingredientes
  •  Reacção auto-imune
  •  Inflamação e libertação de citocinas
  •  Ingredientes tóxicos
  •  Danos causados ​​por adjuvantes
  •  Contaminantes
  •  Reactividade dos peptídeos cruzados
  •  Modificação do microbioma
  •  Efeito sinérgico com outros agentes neurotóxicos

Conclusões

Dada a ciência exposta neste artigo, o facto de que os níveis reconhecidos de danos causados ​​por vacinas estão subestimados e a resolução da UE exigindo maior transparência, declaração de conflitos de interesses e mais financiamento para as pesquisas independentes sobre as vacinas e os seus adjuvantes, a EFVV pede a aplicação urgente do consentimento informado e do princípio da precaução, com total transparência dos dados e a retirada da vacinação obrigatória por todo o mundo, para evitar danos irreversíveis a toda uma geração.
Nenhum ingrediente vacinal deve ser prejudicial de qualquer forma, e os níveis de segurança devem ser fisiologicamente ajustados, os peptídeos adequados – e não o ADN – devem ser seleccionados para evitar a reactividade cruzada e as vacinas na gravidez devem ser evitadas.

Acontece que esse não é o caso actualmente.
Os decisores devem, portanto, manter uma mente aberta quanto aos perigos potenciais que a vacinação pode causar e tomarem medidas urgentes.

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A quem possa interessar,

A OMS publicou recentemente uma declaração listando os dez desafios de saúde mais urgentes da Humanidade em 2019 [1]. A lista inclui uma cruzada contra os chamados “cépticos das vacinas”, ou sejam, as pessoas que desafiam a segurança e a eficácia dos programas nacionais de imunização.

Considerando que não existe controlo independente desses dois parâmetros importantes nos programas de vacinas actuais e que as farmacêuticas são as únicas responsáveis pelo fornecimento dos dados sobre os seus produtos, existem motivos significativos para preocupação ao compararmos esses dados com a investigação feita por fontes independentes. A imprensa agora afirma que “os críticos das vacinas são um dos maiores riscos para a saúde da Humanidade”. A ciência tenderia no entanto a sugerir que, pelo contrário, é a falta de segurança das vacinas que é um dos maiores riscos de saúde para a Humanidade.

O Fórum Europeu para a Vigilância das Vacinas (EFVV) é uma associação que exige a liberdade no consentimento informado sobre as vacinas e a aplicação do princípio da precaução relativamente às vacinas, na Europa e além. Muitos países têm esquemas de compensação pelos danos causados por vacinas e os montantes pagos pelos efeitos adversos das vacinas são significativos: mais de 4 biliões de dólares nos EUA e mais de 74 milhões de libras em 39 anos no Reino Unido. No Reino Unido as reclamações só são consideradas para pessoas com mais de dois anos de idade [2], excluindo assim as reclamações relacionadas com a maior parte das vacinas incluídas no cronograma. Para além disso, as reacções adversas reconhecidas pelos esquemas de compensação de danos causados por vacinas lidam apenas com os efeitos colaterais em estreita proximidade temporal com a vacina administrada, quando na realidade pode levar algum tempo para uma condição auto-imune manifestar-se e, frequentemente, as vítimas têm de provar que mais de 50% da incapacidade é derivada da vacina. De acordo com um estudo da Harvard Medical School, financiado pelo governo dos EUA, “menos de 1% dos eventos adversos da vacina são relatados” [3], pelo que então esses números surpreendentes representarão apenas uma fracção muito pequena do número real. A recente resolução da União Europeia sobre a hesitação em vacinar também afirma claramente que a transparência e a monitorização da segurança neste campo são insuficientes. A segurança das vacinas é, portanto, um assunto de preocupação significativa, exigindo mais investigação antes que qualquer vacina seja exigida, onde quer que seja.

Como tal, o EFVV gostaria de ser citado com a inclusão dos factos científicos. O retrato actual dos indivíduos cépticos em relação às vacinas como sendo “emocionais, irracionais e irresponsáveis” é um insulto para os terapeutas, familiares, cuidadores e activistas que testemunharam os danos causados ​​pelos programas de vacinação nessa geração. O aumento das doenças neurológicas e imunológicas crónicas até há data é, de facto, proporcional ao aumento do número de vacinas administradas. Essa é a realidade que enfrentamos.

Não são apenas cientistas isolados, activistas ou pais de crianças com problemas de vacinas que questionam a segurança das vacinas hoje em dia. Depois das pesquisas científicas revelarem uma ligação causal entre as vacinas e muitas doenças auto-imunes (DAI) e cancro em soldados italianos, uma comissão de inquérito parlamentar italiana, Commissione parlamentare uranio impoverito-Inchiesta SIGNUM [4], emitiu as seguintes directrizes imperativas para vacinar os membros das forças armadas:

  • Antes da vacinação, todo o pessoal militar deve passar por testes de hipersensibilidade e avaliação do sistema imunológico para determinar se a vacina pode causar danos.
  • Recomenda-se vacinas de dose única em vez de dose múltipla.
  • Não mais do que cinco vacinas individuais podem ser dadas a qualquer momento, devido ao aumento do risco DAI e de cancro.
  • Cada indivíduo vacinado deve ser monitorizado durante dez anos após a vacinação para determinar quais os efeitos colaterais que se podem manifestar mais tarde.
  • Pessoas alérgicas às vacinas administradas a militares não poderão juntar-se às forças armadas.

Uma questão importante na ciência das vacinas é a potencial disseminação de patogenos por meio de uma vacina, conhecida como “propagação pela vacina”.

Evidências científicas demonstram que os indivíduos vacinados com vacinas de vírus vivos, como MMR (tríplice viral para o sarampo, papeira e rubéola), rotavírus, varicela (catapora), zona e influenza, podem liberar o vírus ao longo de várias semanas ou meses e também infectarem tanto vacinados quanto não vacinados (Rosen, 2014) (Rota, 1995). Para além disso, os receptores das vacinas podem transmitir doenças nas alojadas nas suas gargantas e infectarem outras pessoas, embora não exibam sintomas da doença. “Numerosos estudos científicos indicam que as crianças que recebem uma vacina com vírus vivos podem eliminar a doença e infectarem outras pessoas, semanas ou mesmo meses após. Assim, os pais que vacinam os seus filhos podem, de facto, colocar outras pessoas em risco”, explica Leslie Manookian, documentarista e activista [4]. O documentário premiado de Manookian, The Greater Good, pretende abrir um diálogo sobre a segurança das vacinas.

Tanto os indivíduos não vacinados como os vacinados estão em risco de exposição aos recém-vacinados. A falha das vacinas é generalizada. A imunidade induzida pelas vacinas não é permanente e os surtos recentes de doenças como tosse convulsa, papeira e sarampo ocorreram em populações totalmente vacinadas (Faryon, 2014). Os receptores das vacina contra a gripe também se tornam mais susceptíveis a futuras infecções após a vacinação repetida (Mc Lean, 2014).

“As autoridades de saúde devem exigir uma quarentena de duas semanas a todas as crianças e adultos que recebem vacinas”, afirma Sally Fallon Morell, presidente da Weston A. Price Foundation.

“Esta é a quantidade mínima de tempo necessária para prevenir a transmissão de doenças infecciosas ao resto da população, incluindo indivíduos que foram previamente vacinados”.

“A falha das vacinas e a falta de reconhecimento de que as vacinas vivas podem propagar a doença, resultaram num aumento de surtos das doenças infecciosas em indivíduos vacinados e não vacinados”, afirma Manookian, “O CDC [Centro para o Controlo de Doenças dos EUA] deve instruir os médicos que administram vacinas a informarem os seus pacientes sobre o riscos para os outros que foram recentemente vacinados”.

O número de mortes por sarampo diminuiu de 7.575 em 1920 (10.000 por ano em muitos anos na década de 1910) para uma média de 432 por ano, de 1958 a 1962. A vacina foi introduzida em 1963. Entre 2005 e 2014, não houve mortes por sarampo nos EUA, mas 108 mortes pela vacina MMR (Shilhavy, 2019).

Também devemos chamar a sua atenção, e de forma urgente, para os resultados de uma análise independente feita aos ingredientes das vacinas, realizada recentemente em Itália pelo grupo Corvelva, usando laboratórios independentes [5], que se correlacionam com os mecanismos dos danos potenciais, abaixo descritos. As análises revelaram numerosas impurezas, desde ADN humano e de ratos a vírus, substâncias químicas, etc., encontradas em grandes quantidades nos frascos testados. Cinco das sete vacinas não estão em conformidade com as diretrizes para a quantidade de material biológico, ADN ou ARN estranho de origem humana ou animal, ou para a presença de mutações genéticas dos antigenos. Portanto, é de suma importância não apenas responsabilizar indústria pela segurança e a coerência das vacinas com os ingredientes rotulados, mas também insistir que o monitoramento independente seja introduzido pelos estados que recomendam ou determinam esses programas de vacinação. Os actuais sistemas regulatórios são oficialmente patrocinados pelos fabricantes ou, como no caso do CDC [Centro de Controlo de Doenças) dos EUA, os próprios reguladores possuem interesses financeiros nas patentes das vacinas. A Colaboração Cochrane criticou frequentemente esse conflito de interesse e falta de independência no passado.

Para além disso, os testes às vacinas hoje em dia não exigem mais um verdadeiro placebo [6], tornando-os inválidos para julgar a segurança a partir do momento em que as vacinas são lançadas no mercado e administradas ao público. Como regra geral, apenas homens jovens e saudáveis ​​são recrutados para esses estudos e a população estudada não é, portanto, representativa do mercado-alvo da vacina. Um retorno aos padrões da indústria científica deve ser uma prioridade para que os painéis reguladores possam fazer uma declaração informada sobre a segurança real das vacinas actuais.

A EFVV, portanto, considera necessário e oportuno reavaliar os actuais programas de vacinação e iniciar uma discussão científica, aberta e honesta sobre esse assunto. Os critérios investigação italiana da SIGNUM deve ser aplicada não apenas aos militares italianos, mas também ao público em geral, onde quer que os programas de vacinação sejam impostos, em muitos casos por mandato.

Não é o nosso objectivo discutir a efetividade real das vacinas individuais aqui (mesmo que isso seja também uma questão de grande preocupação), mas destacar as potenciais vias comprovados dos danos causados pelas vacinas, a maioria das quais são, de facto, causas desconsideradas dos muitos problemas de saúde actuais, os problemas dos nossos filhos. Por favor, dedique tempo para considerar estes pontos e criar uma plataforma para um intercâmbio equilibrado e para um debate que garanta a saúde das nossas crianças.

Mecanismos para os possíveis danos neurológicos e imunológicos causados pelas vacinas:

  • 1. Genética predisponente e polimorfismos de nucleotídeo único MTHFR, apo E 4, COMT, VDR Taq, GST, etc.
  • 2. Carga de fundo da toxina ambiental ou sejam, metais, produtos químicos, etc.
  • 3. Danos da vacina por reacção alérgica aos ingredientes ou sejam a gelatina, neomicina, etc.
  • 4. Danos nas vacinas via autoimunidade ou seja, a ASIA.
  • 5. Danos causados pelas vacina via Inflamação e libertação de citocinas como o alumínio e polissorbato 80 por serem fortes estimuladores imunológicos.
  • 6. Danos causados pelas vacinas através dos seus ingredientes tóxicos, ou sejam o alumínio, esqualeno, timerosal, etc.
  • 7. Danos causados pelas vacinas via adjuvantes como o alumínio, por ser um forte estimulador imunológico.
  • 8. Danos causados pelas vacinas via contaminantes ou sejam é, compostos virais e bacterianos encontrados em cerca de 60% de todas as vacinas.
  • 9. Danos causados pelas vacina via reactividade cruzada de peptídeos.
  • 10. Danos causados pelas vacinas via modificação do microbioma ou seja, estimulação de mastócitos a partir do alumínio,
  • 11. Efeitos sinérgicos com outros agentes neuro-tóxicos como o mercúrio e o flúor.

Vias potenciais para os danos causados por vacinas:

Genética predisponente e polimorfismos de nucleotídeo único associados

Uma variedade de marcadores genéticos tem sido associada a uma diminuição da capacidade do corpo em desintoxicar. O polimorfismo MTHFR, por exemplo, leva a uma diminuição na síntese de glutationa, uma das principais vias de eliminação do corpo.

A maioria das crianças do espectro autista pertence a essa classificação. O APO E 4 foi associado a uma série de doenças neurológicas e, como tal, foi reconhecido como um importante factor de risco para a doença de Alzheimer. A ciência dirá se esses marcadores genéticos serão uma contra-indicação para fármacos com ingredientes neurotóxicos, como as vacinas e o alumínio neurotóxico nelas contido. Muitas crianças com efeitos colaterais das vacinas apresentam esses marcadores e os cientistas estão a debater se as crianças com os factores de risco individuais não deverão ser vacinadas.

Carga de toxina ambiental

Em toxicologia, a maioria das substâncias é estudada individualmente pelos seus efeitos nocivos.

No entanto sabemos agora que, para avaliar o efeito tóxico, também devemos levar em conta o seu efeito sinérgico com outras toxinas. Considerando o aumento de produtos químicos, metais pesados etc., no nosso meio ambiente, devemos olhar cuidadosamente para o dano cumulativo potencialmente causado por substâncias individuais trabalhando sinergicamente. O alumínio por si só é neurotóxico. Se combinamos com doses pequenas de mercúrio, o efeito é muito maior. Se tomarmos uma dose de alumínio capaz de matar um em cem ratos e combiná-lo com a dose de mercúrio capaz de matar um em cem, o resultado é a morte de todos os cem ratos observados.

Danos causados por vacinas via reação alérgica aos ingredientes

Vários ingredientes de vacinas demonstraram causar reações alérgicas severas. A vacina da tríplice viral [MMR], por exemplo, mostrou desencadear alergias a ovos, uma vez que os vírus são cultivados em ovos de galinha (Herman, 1983). Outros ingredientes das vacina como o antibiótico neomicina (Kwittken, 1993), a gelatina (Sakaguchi, 1995), a levedura (Brightman, 1989), o formaldeído (de Fabry, 1968), o timerosal (Cox, 1988), o esqualeno (Asa, 2000), o alumínio ( Cosnes, 1990), óleos de hidrocarbonetos (Kuroda, 2004), etc. demonstraram propriedades alergénicas. Mesmo os componentes activos das vacinas como o toxóide tetânico (Jacobs, 1982), demonstraram isso.

O efeito nos sistemas imunológico e nervoso fetal, por exemplo, não foi estudado e deve ser objecto de estudos futuros para garantir a segurança do feto, no caso das vacinas administradas durante a gravidez. Para além disso, os resultados da recente análise independente aos ingredientes das vacinas, organizada pelo grupo Corvelva em Itália, revelam que as vacinas contêm ingredientes desconhecidos com potenciais propriedades alergénicas, mas esses não estão listados na bula ou em qualquer outro documento. Em tais circunstâncias, como é que o potencial alergénico ou os efeitos de tais produtos podem ser estabelecidos?

Danos causados pelas vacinas via autoimunidade

Um livro inteiro de autores internacionais respeitados, sobre a ligação entre as vacinas e a auto-imunidade (Vaccines and Autoimmunity [Vacinas e Auto-imunidade], 2015) foi publicado pelo Prof. Shoenfeld.

Em problemas neurológicas do sistema nervoso central (SNC), os auto-anticorpos contra diversas estruturas cerebrais, tais como os receptores de serotonina, proteína básica de mielina, proteína de filamento neurónio axónio, factor de crescimento do nervo e neurofilamentos cerebelares, etc., foram observados (Fawal, 1996; Singh, VK, 1993/1997/2004, Singer, HS, 2006).

Os imunologistas concluíram agora que os distúrbios auto-imunes não são o resultado da activação excessiva de um sistema imunológico normal, mas sim da activação de um sistema imunológico disfuncional. Existem também evidências convincentes de que certas vacinas estão associadas a estas condições auto-imunes (Shoenfeld, Y, 2000).

Ironicamente, as substâncias que suprimem uma parte do sistema imunológico, geralmente a imunidade do tipo celular, aumentam a probabilidade de auto-imunidade. Os imunologistas falam de uma mudança Th1 a Th2 e vice-versa. Isso pode ocorrer com a exposição ao mercúrio, bem como em resposta à vacinação. Um grande número de doenças auto-imunes está associado a um desvio de Th2.

Danos na vacina via citocinas e excitotoxinas

Estudos em animais e humanos mostram que as infecções sistémicas e também a activação imunológica pelas vacinas activam rapidamente o sistema microglial do cérebro. Na realidade, as vacinas podem fazê-lo por períodos prolongados. Profissionais relataram citocinas aumentadas até onze anos após uma imunização em indivíduos com danos causados pelas vacina. Uma vez que a microglia preparada é reactivada por uma vacinação ou infecção subsequente, a microglia activa-se totalmente e segrega os seus compostos destrutivos, como mencionado anteriormente.

O sistema imunológico pode eliminar rapidamente uma infecção natural e, posteriormente, interromper a activação imunológica permitindo assim reparar os danos que podem ter sido causados. Este desligamento da microglia é muito importante. Existem evidências de que, com o estímulo imunológico desencadeado pela repetida e excessiva vacinação, a microglia não é desativada.

Qualquer inflamação via infecção ou vacina resultará numa libertação de citocinas. A inflamação sistémica tem demonstrado aumentar o risco de desfechos neurológicos adversos em recém-nascidos de gestação extremamente baixa (Kuban, 2015). Em baixas concentrações, as citocinas actuam para proteger as células cerebrais em desenvolvimento e promoverem o desenvolvimento do cérebro (função neurotrófica), mas em elevadas concentrações elas podem ser muito destrutivas, em particular quando combinadas.

De particular importância são as citocinas inflamatórias interleucina 1 e 1β (IL-1 e IL-1β), IL-6 e o factor de necrose tumoral alfa (TNF-α). Sabe-se, por exemplo, que as mulheres que estão infectadas com a gripe durante a gravidez são significativamente mais propensas a dar à luz uma criança autista ou uma criança com esquizofrenia, dependendo de quando a infecção ocorreu. Inicialmente, eles presumiram que isso se devia ao facto do vírus ser transmitido ao feto, mas estudos subsequentes descobriram que não era o vírus, mas sim a reacção imunológica da mãe que causava o problema – isto é, eram as citocinas imunológicas (IL-1). , IL-2, IL-8, IL-6 e TNF-α) que estavam a causar a lesão do cérebro em desenvolvimento do bebé.

A propósito, se apanhar uma gripe durante a gravidez pode aumentar a probabilidade de dar à luz uma criança autista ou esquizofrénica devido a um aumento intenso na libertação de citocinas, o que é que as vacinas administradas durante a gravidez podem provocar, sabendo que também cauam uma intensa libertação de citocinas?

Outra citocina é o interferão tipo I. Baseado numa série de experiências em ratos na década de 1970, Ion Gresser e os seus colegas chamaram a atenção para a possibilidade da exposição inapropriada ao interferão do tipo I (IFN) – por exemplo, durante muito tempo ou na hora errada – ser prejudicial em mamíferos. Com notável presciência, eles postularam que os efeitos tóxicos para o embrião resultantes infecção viral congénita podem estar directamente relacionados com a resposta do IFN do hospedeiro (induzida pelo agente infeccioso) e não ao vírus per se (Crow, 2015).

Em células de mamíferos, as respostas imunes à infecção viral frequentemente envolvem receptores de reconhecimento de padrões (PRRs) de ligação ao ácido nucléico codificados pelo hospedeiro, incluindo receptores TOS tipo endossômicos (TLRs, TLR3, TLR7, TLR8 e TLR9), sensores de ARN, o gene indutível pelo ácido retinóico I (receptores do tipo RIG-I (RLRs) IFIH1 e RIG-I) e sensores de ADN (em particular o GMP-AMP sintase cíclica (cGAS)) e a proteína indutível por γ-IFN 16 (IFI16)).

Ácidos nucleicos codificados em vírus são reconhecidos como padrões moleculares associados a patógenos não-próprios (PAMPs) e a ligação de PAMPs virais a PRRs desencadeia cascatas de sinalização que actuam através das moléculas adaptadoras TRIF (no caso de TLR3), MYD88 (no caso TLR7 e TLR9), a proteína de sinalização antiviral mitocondrial MAVS (no caso dos RLRs) e o estimulador da proteína IFN dos genes IFN (no caso de cGAS e IFI16).

Essas vias induzem a expressão de genes que respondem a vírus e citocinas pró-inflamatórias (incluindo os IFN tipo I), que restringem a replicação viral e modulam a imunidade inata e adaptativa (Crow, 2015). Embora a rápida indução e amplificação do sistema de interferão tipo I seja altamente adaptativa em termos de erradicação do vírus, a estimulação aberrante ou o controlo desregulado do sistema pode levar à saída inadequada e / ou excessiva de interferões (Crow, 2013).

Os interferões mostraram ser neurotóxicos (Kessing, 2015) através da activação do receptor tipo I e da subunidade GIuN2A do receptor NMDA.

Interferências do tipo I foram sugeridas como sendo um adjuvante futuro em vacinas o que esperamos, baseado no nosso conhecimento actual, não seja implementado (Bracci, 2008). Vale ressaltar que os ácidos nucléicos também podem desencadear a activação do inflamassoma, algo que tem sido relacionado com pelo menos um fenótipo de doença humana (Kaneko, 2011; Tarallo, 2012).

Após o tratamento com IFN (por exemplo, para infecções pelo vírus da hepatite C ou como terapia contra o cancro), vários relatos descrevem a ocorrência de características como vasculite digital, LES e glaucoma (Bessis, 2002; Ronnblom, 1990; Kwon, 2001). A produção de IFN também pode ser um mecanismo de uma vacina potencialmente prejudicial ao cérebro. No caso da microcefalia em crianças brasileiras, pode ser que o vírus Zika, geralmente inofensivo, possa causar produção de citocinas, que pode ser prejudicial ao cérebro em desenvolvimento. Também é plausível que isso tenha ocorrido devido à vacinação ou, num terceiro cenário, a combinação dos dois ou ainda mais fatores como uma superestimulação cumulativa do sistema imunológico.

Danos causados pelas vacinas através dos ingredientes tóxicos

O mercúrio (Bjørklund, 2018, Ha, 2016) e o alumínio (Zhang Q, 2018) são conhecidos por serem fortes neurotoxinas, mas mesmo ingredientes como o esqualeno demonstram efeitos tóxicos dando origem a células patogénicas em linfonodos que drenam e que não drenam (Holm , 2002). Muitas substâncias são geralmente declaradas como seguras pois supostamente não atravessam a placenta, mas há um número considerável de factores conhecidos que modificam a passagem da placenta, bem como a barreira hematoencefálica ainda não implantada no sistema nervoso central fetal.

O alumínio nas vacinas foi recentemente observado como nanopartícula. Muitos estudos geralmente consideram as nanopartículas inseguras, já que elas podem entrar em organelas celulares, mas o efeito sobre o feto ainda não foi estudado. Os níveis de segurança dos ingredientes das vacinas são geralmente estabelecidos para adultos, mas não para crianças. Até hoje, eles não existem para o feto.

Isso deve ser de suma importância para os estudos de segurança das vacinas e deve ser definido antes de legalizar as dosagens prejudiciais para o cérebro fetal ou infantil no início do desenvolvimento. Mais uma vez, os resultados da recente análise independente aos ingredientes das vacinas, organizada pelo grupo Corvelva, em Itália, revela que as vacinas contêm ingredientes desconhecidos com potenciais propriedades toxicológicas, mas estes não estão listados na inserção ou em qualquer documento. Como tal, como podem ser estabelecidos os efeitos toxicológicos de tais produtos?

Danos causados pelas vacinas via contaminantes

Não mencionados em listas oficiais estão os contaminantes bacterianos e virais das vacinas (Cutrone R, 2005; Harasawa R, 1994). Vários estudos constataram uma alta incidência de contaminação por microorganismos em vacinas feitas por uma série de grandes empresas farmacêuticas, com números tão altos quanto 60% das vacinas contaminadas (Cutrone R, 2005; Geier M, 1978; Giangaspero M, 2001; Harasawa R , 1994; Johnson JA, 2001; Potts BJ, 1987).

Fragmentos bacterianos e virais também foram encontrados em várias vacinas. Os promotores das vacinas foram rápidos em nos assegurar que esses fragmentos virais não deveriam causar nenhum problema, mas a pesquisa indica o contrário.

De facto, um fragmento viral não viável implantado na microglia e astrócitos do cérebro causou a devastadora demência associada ao vírus HIV (Gonzales-Sarano F, 2005; Rubin SA, 1999). O vírus não infecta os próprios neurónios do cérebro. O mecanismo proposto é o de uma toxicidade induzida pela imunotoxicidade / excitotoxicidade, como vemos com a vacinação repetida.

O mesmo mecanismo é visto com vários vírus, incluindo o vírus do sarampo, o vírus borna e o vírus do herpes (De la Torre JC., 2002; Lellouch-Tubiana A, 2000; Ovanesov MV, 2006; Rubin SA, 1999; Volmer R, 2000). Quando as células da glia do cérebro ou neurónios são cronicamente infectadas com esses vírus (chamada de infecção viral persistente), a reacção imune / excitotóxica lentamente destrói as conexões das células cerebrais porque o sistema imunológico está a tentar destruir o microrganismo infeccioso.

No entanto, nunca pode matar o organismo de modo a que a destruição (e intensa activação microglial) continue ao longo de décadas, como vemos no cérebro autista (Vargas DL, 2005). Em 2017, Gatti e Montanari conseguiram demonstrar a nano contaminação em amostras de vacinas. Os resultados desta nova investigação mostram a presença de material em partículas micro e nanométrico, composto por elementos inorgânicos em amostras de vacina. Isso não é declarado entre os componentes e sua presença indevida é, por enquanto, inexplicável. Em detalhe, eles verificaram a presença de sais salinos e de alumínio, mas a presença de corpos estranhos inorgânicos micro, submicro e nanométricos (variando de 100 nm a cerca de dez mícrons) foi identificada em todos os casos. Dadas as contaminações observadas em todas as amostras de vacinas para uso humano, os efeitos adversos após a injeção dessas vacinas são possíveis e críveis, e também têm o carácter de aleatoriedade, pois dependem para onde os contaminantes são transportados pela circulação sanguínea.

Danos causados pelas vacinas via adjuvantes

Embora na história das vacinas contemporâneas os adjuvantes de alumínio tenham sido retratados como inerentemente seguros (Offit e Jew, 2003), estudos em modelos animais e humanos demonstraram a sua capacidade de infligir condições imunoinflamatórias por si mesmos (Authier et al., 2001; Petrik et al. al., 2007; Couette et al., 2009; Israeli et al., 2009; Shaw e Petrik, 2009; Gherardi e Authier, 2012).

Não há exigência legal ou médica para demonstrar que os adjuvantes de alumínio não apresentam risco para uso humano e não existem mecanismo de aprovação. Apenas as vacinas são aprovadas para uso humano. Existem dois adjuvantes de alumínio regularmente usados, o Alhydrogel® e o AdjuPhos®, para além de uma versão sulfatada do último, que está incluída no Gardasil, uma vacina contra o vírus do papiloma humano (HPV). Os dados do estudo de segurança da Merck sugerem uma frequência de eventos adversos para a vacina de aproximadamente 2,5% e similarmente 2,5% para o seu “grupo placebo” que recebeu o seu adjuvante proprietário. Assim, apesar de 25.000 / 1.000.000 de receptores perfeitamente saudáveis ficarem doentes ao receberem o Gardasil, é considerado seguro, pois o mesmo número ficou doente ao receber apenas o adjuvante sozinho. Num grupo de controle muito pequeno, onde o placebo foi relatado como sendo salino, houve zero (nenhum) evento adverso. Isso levanta algumas questões sérias sobre os próprios adjuvantes.

Numerosas publicações demonstram claramente a natureza tóxica do alumínio (Exley, 2016) e o seu papel na etiologia de doenças desde a esclerose múltipla (Mould, 2018) até a doença de Alzheimer (Exley, 2017) e até mesmo no autismo (Mould, 2017). As vias para como o alumínio adjuvante pode contribuir para problemas de saúde foram identificados (Mold, 2016; Mujika, 2017, Shardlow, 2018). Recentemente, descobriu-se que os efeitos de um adjuvante de alumínio podem ser muito mais complexos, uma vez que parece não existir uma correlação clara dependente da dose e mesmo as concentrações menores podem levar a situações mais perigosas a nível celular (Crepeaux, 2017).

Em particular, a interferência do alumínio nas vias regulatórias dos sistemas endócrino e imunológico pode desencadear cascatas pró-inflamatórias e pró-oxidativas com efeitos prejudiciais no desenvolvimento e função do cérebro (Tomljenovic e Shaw, 2011b; Blaylock, 2012).

É o adjuvante nas vacina mais frequentemente usado, mesmo que tenha provado ser uma neuro-toxina e um forte estimulador imunológico. Dessa forma, o alumínio adjuvante tem as propriedades necessárias para induzir distúrbios neuro-imunes. Os bebés no útero têm uma fisiologia diferente e são muito mais vulneráveis a desafios tóxicos. Mesmo em adultos, os adjuvantes podem causar condições auto-imunes e inflamatórias graves, e os níveis de segurança geralmente são estabelecidos para o organismo adulto.

As doses a que crianças, bebés e fetos são expostos são, portanto, proporcionalmente muito mais altas e, geralmente, não foram investigados. O aumento dos problemas neurológicos e de neurodesenvolvimentais em crianças não está a ser associado aos danos tóxicos dos sistemas imune e nervoso em desenvolvimento, um elo comprovado em inúmeros estudos de campo na medicina ambiental, na imunologia e na toxicologia.

O alumínio por si é tóxico para todas as formas de vida (Exley, 2009). O alumínio é genotóxico, pró-oxidante, pró-inflamatório e imunotóxico (Shoenfeld e Agmon-Levin, 2011; Tomljenovic, 2011; Tomljenovic e Shaw, 2011a, b; Blaylock, 2012). Para além disso, o alumínio é um disruptor endócrino: deprime o metabolismo da glicose e interfere com muitos outros processos celulares essenciais, como a homeostase do cálcio, vários mecanismos dependentes do ATP, a sinalização do receptor de membrana e a função mitocondrial (Agarwal et al., 1996; Tomljenovic, 2011).

Dados experimentais e clínicos identificaram claramente o sistema nervoso central (SNC) como o alvo mais sensível dos efeitos tóxicos do alumínio. A neurotoxicidade do alumínio manifesta-se tipicamente em défices de aprendizagem, memória, concentração e fala, controle psicomotor prejudicado, aumento da actividade convulsiva e comportamento alterado (isto é, confusão, ansiedade, comportamentos repetitivos e distúrbios do sono (Tomljenovic, 2011), embora seja o mais vulgarmente usado, o alumínio tem efeitos estimulantes potentes e multifactoriais no sistema imunológico (Exley et al., 2010).

Para além dos vírus atenuados, na ausência do alumínio, a maioria dos compostos antigénicos falha em lançar uma resposta imunológica adequada (Israeli et al., 2009), sugerindo que uma parte significativa da estimulação imunológica induzida pela vacina pode ser impulsionada pelo próprio adjuvante do alumínio. Na vacina da tríplice viral usada em mulheres grávidas no Brasil, por exemplo, o alumínio é usado como hidróxido de alumínio hidratado adsorvido (Al (OH)) e fosfato de alumínio.

Os compostos de alumínio servem para aumentar drasticamente e prolongar a reacção imunológica da vacinação. Algum alumínio permanece no local da injecção ao longo de anos. O alumínio foi adicionado pela primeira vez às vacinas em 1926 e levou décadas até se começar a questionar o seu uso. Os compostos de alumínio, bem como outros componentes das vacinas, aumentam a imunidade – incluindo alguns componentes indesejáveis do sistema imunológico, como as células B. Os adjuvantes da vacina são projectados para produzirem estimulação imunológica prolongada e, por isso, representam um perigo específico para o sistema nervoso em desenvolvimento. Estudos demonstraram que a activação imunológica após a vacinação pode durar até dois anos.

Isso significa que as células microgliais do cérebro também são preparadas pelo mesmo período de tempo ou, possivelmente, por mais tempo até. O que isso causa ao cérebro em desenvolvimento no feto não foi estudado. Sabe-se que o alumínio pode-se acumular no cérebro e que esse alumínio acumulado está associado à neuro-degeneração.

As evidências de uma ligação entre a neuro-toxicidade do alumínio e a doença de Alzheimer continuam a aumentar. O alumínio, tal como o mercúrio, activa a microglia criando uma inflamação crónica no cérebro – um evento importante na doença de Alzheimer e na doença de Parkinson (Armstrong RA, 1995; Bishop NJ, 1997; Campbell A, 2004; Esparza JL, 2003; Shirabe T, 2002; Yokel RA, 1999). Flarend et al conduziram um estudo (usando alumínio radiomarcado [26Al]) no qual uma das duas formas aprovadas de adjuvantes (hidróxido de alumínio ou fosfato de alumínio) usadas em vacinas foi injectada numa dose aprovada pelo FDA [organismo regulador dos fármacos e alimentos nos EUA] (0,85 mg por dose) (Flarend RE, 1997 ).

Os resultados mostraram que o alumínio foi rapidamente absorvido no sangue de ambas as formas.
No entanto, o fosfato de alumínio foi absorvido mais rapidamente e produziu níveis de tecido 2,9 vezes mais elevados do que o hidróxido de alumínio. Os níveis sanguíneos de alumínio permaneceram elevados após 28 dias, com ambos os adjuvantes. Níveis de alumínio elevados foram encontrados no rim, baço, fígado, coração, gânglios linfáticos e cérebro. O que isto faz aos órgãos em desenvolvimento no útero não foi investigado. Sabe-se também que o alumínio aumenta a toxicidade do mercúrio e que o alumínio, mesmo de fontes diferentes das vacinas, aumenta a inflamação no corpo (Rojo, 2006). A pergunta que ninguém parece estar a fazer é: o alumínio age como uma fonte constante de inflamação cerebral? A pesquisa, em particular a focada na activação da microglia desencadeada pelo alumínio, parece indicar que sim (Zhao, 1998).

Portanto, parece plausível que as interrupções de eventos críticos no desenvolvimento imune também possam desempenhar um papel no estabelecimento de distúrbios neuro-comportamentais (Dietert e Dietert, 2008). De facto, a estimulação imunológica (inclusive induzida pelas vacinas) durante as janelas críticas de vulnerabilidade do desenvolvimento, tanto pré como pós-natal, mostrou produzir resultados comportamentais e anormalidades neuroanatómicas.

Danos causados pelas vacina via reactividade cruzada de peptídeos

Darja Kanduc descreve a reactividade cruzada do peptídeo como o pecado original das vacinas (Kanduc, 2012). Ela começa o seu importante artigo realçando que a evolução criou uma extensa plataforma de identidade peptídica que é partilhada entre os vírus e seres humanos. Essa partilha pode trazer efeitos colaterais prejudiciais na administração de vacinas e que podem resultar em consequências autoimunológicas para o indivíduo.

Ela descreve um ciclo vicioso ligando peptídeo partilhados, detritos imunes microbianos, adjuvantes em vacinas e reactividade cruzada auto-imune. Em 1962 (Rowley, 1962), descobriu-se que as infecções podem levar à doença auto-imune em resultado de anticorpos de reação cruzada ou células T. Isso levou a novas pesquisas demonstrando que a partilha de sequências de aminoácidos de estruturas entre vírus e seres humanos era uma raiz de doenças auto-imunes (Shapiro, 1976; Ebringer A, 1979; Fujinami, 1983; Albert, 1999).

Nesta nova interpretação chamada de conceito de mimetismo molecular, o sistema imunológico “vê”, “reconhece” e “ataca” as sequências / estruturas do patogeno. Ao fazer isso, o sistema imunológico não presta atenção ao facto de que as principais sequências e estruturas podem estar presentes no hospedeiro. Como tal, uma reacção auto-imune é desencadeada, uma teoria que ainda está a ser debatida actualmente. Kanduc e outros (Trost, 2010) identificaram uma sobreposição massiva entre as proteínas virais e o proteoma humano. Na verdade, milhões de peptídeos estão a ser partilhados. Eles demonstraram que a um nível hexapeptídico, a semelhança entre os micróbios e os seres humanos mostra uma proporção de proteínas humanas contendo heptapéptidos bacterianos de 99,7% e aqueles que não o fazem, de 0,3%. Isto ilustra que apenas uma fracção minúscula de aproximadamente 30.000 proteínas que formam o proteoma humano está isenta de motivos heptapeptídicos bacterianos. Kanduc (Trost, 2010) descreve os vírus e bactérias como uma porção do “eu” humano e aponta que eles estão sujeitos aos mesmos mecanismos tolerogénicos que caracterizam os antígenos e tecidos humanos. Kanduc também afirma que apenas as sequências de aminoácidos exclusivamente expressas num proteoma podem ter um potencial imune (Segal, 2017).

Assim, protocolos de vacinação que incluem uma resposta imune contra antigenos inteiros de vírus e de bactérias também podem induzir um vasto leque de respostas auto-imunes no hospedeiro vacinado devido à partilha generalizada de pentapeptídeos entre as proteínas virais e bacterianas e o proteoma humano (Kanduc, 2009; Kanduc 2011 , Kanduc, 2012).

Esse mecanismo também pode explicar o facto de que vacinas activas baseadas em antigenos de agentes infecciosos podem produzir uma resposta fraca (ou nenhuma) no sistema imunológico humano, uma vez que não as reconhece como estranhas, já que muitas sequências de peptídeos são partilhadas com o hospedeiro. É por isso que os adjuvantes foram introduzidos. Eles estimulam uma resposta imune, mas ao fazê-lo levam à hiperactivação do sistema imunológico e podem alterar ou silenciar os mecanismos ainda mal definidos que mantêm o sistema imunológico sob controle e levam a evitar ataques auto-imunes prejudiciais. Subsequentemente à vacinação adjuvada, portanto, podem ocorrer reacções específicas entre as moléculas / estruturas hospedeiras, devido à correspondência massiva de péptidos entre os micróbios e os péptidos humanos, iniciando assim uma resposta auto-imune. Este factor não foi investigado em todos os estudos de segurança de vacinação para o feto.

Danos causados pelas vacinas via modificação do microbioma

A ciência acaba de começar a descobrir a vida de biliões de microrganismos nos nossos corpos. Os 100 triliões de micróbios do intestino têm cerca de 4,3 milhões de genes e estamos apenas a começar a descobrir o quanto eles são importantes para muitos sistemas e funções do corpo. Uma bactéria intestinal, por exemplo, demonstrou regular o metabolismo da glutationa em ratos. Este é o nosso principal processo de desintoxicação intrínseca (Mardingogiu, 2015) que pode determinar a forma como reagimos às toxinas (e às vacinas por exemplo) nos nossos corpos.

Muitas bactérias intestinais têm influência directa na função cerebral. Ainda não está claro como o microbioma altera o cérebro. A maioria dos investigadores concorda que os micróbios provavelmente influenciam o cérebro através de múltiplos mecanismos. Os cientistas descobriram que as bactérias do intestino produzem neurotransmissores como a serotonina, a dopamina e o GABA.

As propriedades imunoestimuladoras do alumínio têm sido rotineiramente exploradas para induzir alergias alimentares dependentes de mastócitos em modelos animais experimentais. Os mastócitos desempenham papéis fundamentais numa ampla gama de patologias gastrointestinais inflamatórias, nas quais comprometem a imunidade da mucosa e aumentam a permeabilidade intestinal (Berin e Mayer, 2009; Theoharides et al., 2009). A disfunção gastrointestinal e alergias alimentares são as patologias não neurológicas mais comuns no autismo, e a activação de mastócitos está fortemente implicada como o factor subjacente (Theoharides et al. 2009).

De facto, praticantes de todo o mundo que lidam com as lesões causadas pelas vacinas relataram uma elevada incidência de níveis altos de histamina no TGI, provavelmente induzidos pela libertação de mastócitos em reacção à vacina. Como isso ocorre ainda não é claro, mas qual o efeito duma vacina no TGI fetal e infantil e, portanto, no microbioma ainda não foi estudado de forma nenhuma. Para entender as interacções importantes entre o microbioma e as vacinas foi recentemente criado um projecto com o nome de Microbiome Vaccine Safety Project (7).

Sabe-se que a microbiota intestinal afeta a resposta à vacina, como vários estudos já demonstraram.

A flora desequilibrada está associada à inflamação sistémica e à resposta imune à vacinação. Um artigo recente foi publicado com uma hipótese central de que a microbiota intestinal tem um efeito significativo na resposta do hospedeiro à vacinação e na qual foi postulado que uma população reduzida ou ausente da flora comensal, juntamente com um supercrescimento de cepas patogénicas, pode-se tornar uma predisposição microbiana a reacção vacinal (8).

Efeitos sinérgicos com outros agentes neurotóxicos

Efeitos de toxicidade sinérgica ocorrem com ingredientes de vacinas quando combinados com vários outros agentes (químicos, metais, etc.). Um deles é a combinação do flúor (água potável, pasta dentífica, etc.) e alumínio. O fluoroalumínio é uma substância que interfere na função imunológica, assim como muitos insecticidas e herbicidas usados em todos os lares. O efeito sinérgico mais perigoso de qualquer vacina que contenha alumínio ou timerosal (etilmercúrio) é o mercúrio. Num estudo em crianças amazónicas foi demonstrado que o metilmercúrio de origem materna (ou seja, o consumo de peixe) tinha um efeito neurotóxico sinérgico quando combinado com o etilmercúrio das vacinas, manifestando-se em atraso no desenvolvimento neurológico (Marques, 2016).

Nutrição e relevância para a inflamação e possíveis danos causados por vacinas

O sistema imunológico depende de muitos factores nutricionais e psicológicos. O sistema digestivo é responsável por quase 80% da função imunológica e o seu estado é de vital importância para os mecanismos de defesa humanos. Um feto não tem um sistema imunológico activo próprio. Isso depende em grande parte da sua mãe. Factores que podem influenciar o microbioma intestinal e o sistema imunológico em geral podem ser:

Utensílios de cozinha em alumínio

Como ouvimos acima, o alumínio é uma neurotoxina. Em muitos países mais pobres, um grande número de famílias usa principalmente utensílios de cozinha de alumínio. É possível que não exista apenas um efeito neurotóxico, mas também pode ocorrer uma sensibilização imunológica através da exposição repetida. A maioria das vacinas hoje em dia usa o alumínio como adjuvante. Isso poderia ser um factor que contribui para o facto de que as pessoas nesses países são mais propensas a reacções à vacina.

Óleos

Embora os óleos ómega-3 sejam saudáveis, o componente EPA é significativamente imuno-supressor e, em resultado, altas ingestões devem ser evitadas. É o componente DHA que tem a maioria dos efeitos benéficos, particularmente no que diz respeito à reparação do cérebro e à redução da inflamação. O DHA também inibe a excitotoxicidade. Na inflamação do cérebro, uma combinação de EPA e DHA é preferível, com um menor teor de EPA.

A desnutrição e também a fast food moderna podem ser factores que causam deficiências ortomoleculares, o que pode tornar o feto mais vulnerável quando exposto a uma inflamação.

Muitas vezes esquecido é a evidência substancial de que os óleos ómega-6 induzem inflamações e imunossupressão quando consumidos em grandes quantidades.

As mulheres grávidas e as crianças devem evitar os óleos imuno-supressores, como os óleos ómega-6 (óleos de milho, soja, cártamo, girassol e amendoim). Através do consumo de alimentos que contêm esses óleos, a imunidade das crianças pode ser alterada, tornando-as não apenas mais susceptíveis à infecção natural, mas também propensas a complicações das vacinas.

Leite, glúten, flúor, soja

O leite, os produtos lácteos e alimentos que contêm gliadina e glúten como os grãos, por exemplo, podem ter um efeito sinérgico nos processos de auto-imunidade. A proteína láctea caseína está às vezes contida em vacinas e um adjuvante pode, portanto, estimular uma resposta imune a ela. O polissorbato 80, que é frequentemente usado em vacinas, pode conter trigo. Os alimentos à base de soja também são responsáveis ​​por um número significativo de alergias alimentares e são muito ricos em glutamato, flúor e manganês, para além de terem um efeito tóxico sobre a glândula tiroide. O fluoreto deve ser evitado. A água é também uma fonte significativa de alumínio na dieta (é adicionada como agente clarificador) e, na água fluoretada, o flúor complexa com o alumínio para formar o composto de fluoroalumínio altamente neurotóxico. Farinha, chá preto, alguns sais convencionais e produtos de panificação feitos com fermento em pó contendo alumínio são fontes adicionais de alumínio.

Deficiências minerais

A baixa ingestão de magnésio está associada a maiores graus de inflamação no corpo e menores níveis de glutationa. A deficiência de magnésio aumenta a excitotoxicidade, porque é um modulador natural do receptor de glutamato NMDA. Baixas ingestões de magnésio aumentam consideravelmente a sensibilidade do receptor de glutamato, agravando a excitotoxicidade. O baixo teor de magnésio também reduz os níveis de glutationa no cérebro, o que aumenta a sensibilidade do cérebro à toxicidade do mercúrio. O aumento dos níveis de magnésio reduz a inflamação, aumenta os níveis de glutationa e reduz a sensibilidade excitotóxica. O zinco e o selénio são muito importantes em muitos processos de desintoxicação e também precisam de ser monitorizados. Se os níveis fisiológicos não estiverem presentes no momento de uma infecção ou vacinação, isso pode predispor a efeitos colaterais.

Deficiências de vitaminas

Para um estado neuroprotector adequado, as vitaminas B (em particular as B1, B3, B6 e B12), vitamina D e vitamina C são importantes. Os folatos tornaram-se cada vez mais importantes nos últimos anos, as mutações da MTHFR estão a ocorrer em maior número, tornando difícil para o portador metabolizar a forma activa do ácido fólico, tão importante nos processos de desintoxicação do corpo através da síntese da glutationa. Portanto, é muito útil iniciar a suplementação de folato na gravidez com o metiltetrahidrofolato de forma activa. Se os níveis fisiológicos não estiverem presentes no momento de uma infecção ou vacinação, isso pode predispor a efeitos colaterais.

Kalokerinos (1974) demonstrou repetida e conclusivamente que bebés e crianças aborígenes, um grupo com uma taxa de mortalidade anormalmente alta após a vacinação, estavam quase completamente protegidos desse resultado ao dosá-los com vitamina C antes e depois da vacinação.

O sarampo é uma das principais causas de morte em crianças em países pobres e é particularmente perigoso em crianças com deficiência de vitamina A.

Oito estudos envolvendo 2.574 participantes foram incluídos numa revisão publicada pela Cochrane Collaboration e eles descobriram que não houve uma redução significativa na mortalidade em crianças que receberam vitamina A. Megadoses de vitamina A, (200.000 unidades internacionais (UI) em cada dia durante dois dias) no entanto, diminuiram o número de mortes por sarampo em crianças hospitalizadas com menos de dois anos de idade (Yang, 2006).

Duas doses de vitamina A não são consideradas excessivamente caras, e provavelmente não produzirão efeitos adversos, concluiu o relatório. A deficiência de vitamina A está associada ao aumento da mortalidade e isso é particularmente verdadeiro para uma infecção por sarampo. Para proteger contra as consequências da deficiência de vitamina A, a Organização Mundial da Saúde recomenda que altas doses de suplementos de vitamina A sejam administradas juntamente com vacinas de rotina para crianças entre seis meses e cinco anos de idade em mais de 100 países de baixa renda. A recomendação é baseada em considerações logísticas. As consequências da combinação de vitamina A e vacinas não foram investigadas em estudos aleatórios antes da implementação desta política. Assumiu-se que as intervenções eram independentes. Bern (Berna, 2012) descobriu, no entanto, que enquanto a suplementação de vitamina A aumentaria os efeitos benéficos não específicos sobre a mortalidade da vacina BCG e do sarampo, também aumentaria os efeitos negativos da vacina da tríplice bacteriana.

A vacina da tríplice bacteriana inactivada tem sido associada, de forma preocupante, ao aumento da mortalidade por outras doenças infecciosas. Embora a vitamina A possa, portanto, ser benéfica em algumas circunstâncias e grupos etários, pode ser perigosa para outras pessoas ao combiná-la com vacinas.

Essas considerações, embora cientificamente comprovadas, nunca são consideradas nas políticas de saúde. Note-se que os estudos mostraram que megadoses de vitamina A, sem a implementação da vacina, demonstraram eficácia na redução da mortalidade.

Deficiências fitoquímicas (frutas, ervas e vegetais, etc.)

Um número de fitoquímicos (flavonóides, polifenóis, quercetina, etc.) são neuroprotetores, especialmente contra inflamação e excitotoxicidade. Altamente anti-inflamatórios são os alimentos como abacaxi, maçãs, cerejas, mamão, amêndoas, nozes, gengibre, açafrão, espinafre e batata-doce.

Se os níveis fisiológicos não estiverem presentes no momento de uma infecção ou vacinação, isso pode predispor a efeitos colaterais.

Conclusões

Os efeitos colaterais das vacinas raramente são relatados. Os números variam de um em cem a um em mil. Como vimos acima, através dos diferentes mecanismos pelos quais os danos podem ocorrer, as evidências de danos podem-se manifestar com um atraso de tempo significativo e, até ao momento, isso não tem sido um assunto para os estudos de segurança das vacinas. A maioria dos estudos de acompanhamento das vacinas termina após apenas alguns dias. O actual aumento de problemas psicológicos, de neuro-desenvolvimento e auto-imunes em crianças deve-nos alertar e incitar a considerarmos os efeitos colaterais das vacinas como um factor de risco potencial para essas preocupações.

Todos os mecanismos acima mencionados devem ser tópicos de investigações científicas para garantir que os programas de vacinação em massa ou até mesmo obrigatórios, direcionados a uma geração inteira, não resultem em danos irreversíveis para os nossos filhos. O ênfase principal deve ser o de que qualquer ingrediente usado numa injeção não deve ser toxicologicamente ou imunologicamente prejudicial. Actualmente não acontece assim. Os níveis de segurança para ingredientes e adjuvantes devem ser estabelecidos para a fisiologia específica e os peptídeos adequados, e não o ADN, devem ser usados nas vacinas para evitar qualquer reactividade cruzada.

Até que tenhamos dados reais sobre esses factores, as vacinas durante a gravidez devem ser evitadas.

Mais ainda, a resolução do Parlamento Europeu de 19 de Abril de 2018 sobre a hesitação relativa às vacinas [9] sublinhou que os conflitos de interesses dos investigadores devem ser declarados, que deve haver maior transparência em torno do painel EMA e dos dados clínicos e de ensaios realizados, bem como o financiamento de programas de pesquisa independentes sobre vacinas e os seus adjuvantes. Aqui abaixo estão estes artigos vitais destinados a garantir a confiança do público (2017/2951 (RSP)):

  • 5) Salienta que as vacinas são rigorosamente testadas em vários estádios de ensaios antes de serem pré-qualificadas pela OMS e aprovadas pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e reavaliadas regularmente. Salienta que os investigadores devem declarar quaisquer conflitos de interesses;
  • 6) Propõe que os investigadores sujeitos a conflitos de interesses sejam excluídos dos painéis de avaliação. Solicita que a confidencialidade das deliberações do painel de avaliação da EMA seja levantada. Propõe que os dados científicos e clínicos que informam as conclusões do painel e cujo anonimato está garantido de antemão, sejam tornados públicos;
  • 14) Recorda a importância da transparência na construção e manutenção da confiança do público nos medicamentos;
  • 15) Recorda a importância do Regulamento relativo aos ensaios clínicos (10) para estimular e facilitar a investigação de novas vacinas e garantir a transparência dos resultados dos ensaios clínicos. Insta a Comissão e a EMA a aplicarem o Regulamento relativo aos ensaios clínicos sem mais demora, em particular através da criação do Portal e Base de Dados Europeus (EUPD), cuja execução foi sujeita a atrasos significativos de mais de dois anos. Solicita, para além disso, a todas as partes envolvidas que assegurem que o actual processo de recolocação da EMA fora de Londres não cause qualquer perturbação adicional ou atrasos no trabalho da agência;
  • 20) Salienta que uma maior transparência no processo de avaliação das vacinas e dos seus adjuvantes e o financiamento de programas de investigação independentes sobre os seus possíveis efeitos secundários, contribuiriam para restaurar a confiança na vacinação;

Por conseguinte é da maior importância, em conformidade com a resolução do Parlamento Europeu e dados científicos apresentados neste documento, que os decisores mantenham a mente aberta em relação aos riscos potenciais que a vacinação pode causar e que evitem, por todos os meios, danos que podem ser causados a um indivíduo ou à população em geral.

Matar o mensageiro nunca evitou uma catástrofe.

Da mesma forma, desacreditar aqueles que apontam para os riscos cientificamente comprovados não contribuirá para o bem-estar das populações europeias e globais.

O Fórum Europeu para a Vigilância das Vacinas (EFVV).

Fonte: https://www.efvv.eu/pathways-for-vaccine-damage/

Notas de rodapé

1.    https://www.who.int/emergencies/ten-threats-to-global- health-in-2019

2.   https://healthit.ahrq.gov/sites/default/files/docs/publication/r18hs017045-lazarus-final-report-2011.pdf, p. 6.

3.   https://www.dropbox.com/sh/ybwfqth0xyps25o/AADf3IcBTy94iZTSaRgMY-hla?dl=0&preview=Final+Report+of+IV+Parliamentary+Commission.pdf   pp 144-202.

4.   https://www.faim.org/leslie-manookian

5.   https://www.corvelva.it/speciali-corvelva/analisi.html

6.  https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/94056/9789241506250_eng.pdf;jsessionid=0E5A50FDF67F6054557D265A446A46D3?sequence=1

7.  https://www.patreon.com/thegutclub/overview

8.   http://www.alliedacademies.org/timely-topics-in-clinical-immunology/

9.  http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?type=TA&reference=P8-TA-2018-0188&language=EN&ring=B8-2018-0188#def_1_8

10. Ibid.

Outras referências listadas, por ordem alfabética

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O New York Times confirma que a papeira propaga-se principalmente entre as crianças vacinadas

O New York Times confirma que a papeira propaga-se principalmente entre as crianças vacinadas

papeira

O New York Times [NYT] está agora a confirmar o que a Natural News tem dito insistentemente sobre a verdadeira causa dos surtos de papeira nos EUA. Num artigo explosivo intitulado “a papeira regressa, mesmo entre os vacinados”, o NYT admite que as crianças vacinadas estão a propagar a papeira. Pelo NYT:

A maioria dos casos recentes ocorreram em surtos, incluindo um de grandes dimensões no Arkansas, em vez dos habituais casos episódicos. A maioria dos surtos ocorreu em pessoas com idades compreendidas entre 18 e 22 anos, a maioria das quais tinha as duas doses necessárias de vacina contra papeira na infância. “Estamos verificar isto numa população jovem e altamente vacinada”, afirmou o Dr. Routh.

O New York Times em 2017 confirma o que a Natural News tem reportado desde há uma década

O Natural News, é claro, advertiu repetidamente que os surtos de papeira ocorrem predominantemente entre crianças que foram vacinadas contra a papeira, provando assim que as vacinas contra a papeira não funcionam. Essa validação está totalmente alinhada com a surpreendente descoberta científica divulgada na semana passada que resolveu o enigma do porquê das vacinas contra a gripe também não funcionarem.

No início deste ano, a Natural News antecipou-se ao NYT com o artigo: “Surtos de papeira relatados entre as crianças vacinadas… Será que é a vacina que está a causar surtos?”

Mesmo antes disso, o Natural News promoveu um jornalismo baseado na verdade sobre o tema das vacinas, com todos os artigos seguintes que explicaram aquilo que o New York Times apenas descobriu agora… que as vacinas de papeira não funcionam. Algumas das histórias que publicamos na última década incluem:

Estupidez da papeira: após as vacinas falharem em evitar de surtos de papeira, jornalistas em morte cerebral pedem uma TERCEIRA rodada de injeções… Não tarda pedem uma quarta!
Surto de sarampo provavelmente causado por crianças vacinadas, ciência prova.
85% das vítimas do surto do sarampo já receberam vacinas.
Estrela de futebol contrai papeira após ser vacinado com a vacina fraudulenta da tríplice viral da Merck.
Surto de papeira propaga-se entre as pessoas que se vacinaram contra a papeira.
40 pessoas que contraem papeira em Harvard colocadas de quarentena… todas foram vacinadas… vacinas contra papeira têm por base uma fraude científica.

Mais uma vez, as notícias que lêm no Natural News desde há cinco ou dez anos são a notícia de hoje no New York Times. (Se quiser estar 5 ou 10 anos à frente, leia o Natural News diariamente).

Quando a primeira vacina não funciona, tente um segundo ou terceiro reforço, os charlatões das vacinas insistem

Pateticamente (e previsivelmente), o New York Times promove o mesmo e antigo charlatão que a indústria de vacinas historicamente invocou para tentar encobrir o facto de que os seus produtos foram aprovados apenas tendo por base a fraude científica sistemática (veja abaixo os detalhes).

Essencialmente, todos eles afirmam que a forma de impedir que as pessoas vacinadas de propagarem a papeira é vaciná-las vez após vez com a mesma vacina que não funcionou à primeira.

Pelo NYT:

A Dra. Patricia Quinlisk, directora médica e epidemiologista estadual do Departamento de Saúde Pública de Iowa, lidou com um surto na Universidade de Iowa e na área envolvente de 2015 a 2016 com mais de 450 casos de papeira. Os estudantes envolvidos levaram todos a vacina da tríplice viral [M.M.R.] na sua infância, afirmou ela, conforme exigido pela universidade, e a decisão foi tomada de ter uma série de clínicas que disponibilizaram uma terceira dose da vacina.

Na realidade, quando a primeira rodada de engodo das vacinas da papeira não funciona, a resposta da indústria corrupta e inepta das vacinas é insistir com a segunda, terceira e pouco depois até uma quarta vacina de papeira. Isso, dizem-nos, magicamente as fará funcionar se nós injectarmos as suficientes.

As vacinas da papeira, por outras palavras, criam o seu próprio modelo de negócio ao não funcionarem repetidamente. Isto seria o equivalente na indústria automóvel a um revendedor de automóveis que lhe vende um carro antigo que se começa a desfazer ao começar a andar na estrada, alegar que precisa de comprar um segundo ou um terceiro veículo para “reforçar” o primeiro carro que comprou, porque esse primeiro carro era lixo. Em nenhuma outra indústria, a propósito, as pessoas são tão frequentemente pressionadas para comprarem e consumirem produtos com falhas baseadas em vigarices tão óbvias e pseudo-ciência.

Lembre-se, também, de que toda a ideia de imunização é a de que, uma vez que seu corpo esteja exposto ao vírus, ele constrói anticorpos para o resto da vida. Mas, numa tentativa de explicar o porquê das vacinas contra a papeira não funcionarem, a indústria das vacinas fabricou um novo conceito que tem por base a ficçãototal: a ideia de que as vacinas “se desgastam” e precisam de ser repetidas vezes sem conta para garantir que elas “pegam”. Este pressuposto anti-científico é, obviamente, vendido com o único propósito de serem vendidas mais vacinas mesmo quando elas realmente não funcionam conforme reivindicado.

Este é o verdadeiro motivo pelo qual as vacinas contra papeira não funcionam

A verdadeira razão pela qual as pessoas vacinadas continuam a propagar a papeira é, claro, porque a vacina contra papeira é uma fraude total. Este facto foi abertamente admitido por dois virologistas que trabalharam para a Merck, um dos maiores fabricantes da vacina da tríplice viral [MMR].

Conforme detalhado no artigo da Natural News, “a fraude da vacina da Merck exposta por dois virologistas da mesma; Os resultados da eficácia da vacina de papeira são falsificados há mais de uma década, afirma acção judicial”:

De acordo com dois cientistas da Merck que apresentaram uma queixa por publicidade enganosa em 2010 – uma queixa que acabou de ver revogado o segredo de justiça – o fabricante de vacinas Merck falsificou conscientemente os dados do teste da vacina de papeira, infundiu amostras de sangue com anticorpos animais, vendeu uma vacina que realmente propagou a papeira, surtos de sarampo e roubou governos e consumidores que compraram a vacina pensando que era “95% eficaz”.

O documento em PDF detalhando esta queixa sobre publicidade enganos foi publicado aqui.

Do artigo da Natural News:

De acordo com Stephen Krahling e Joan Wlochowski, ambos ex-virologistas da Merck, a empresa Merck comportou-se, conscientemente, da seguinte forma:

• A Merck conscientemente falsificou os resultados dos testes da vacina de papeira para fabricar uma “taxa de eficácia de 95%”.
• Para fazer isso, a Merck adicionou aos testes de sangue anticorpos animais para inflaccionar artificialmente o aparecimento de anticorpos no sistema imunológico. Conforme relatado pelo CourthouseNews.com:

A Merck também adicionou anticorpos animais a amostras de sangue para obter resultados de testes mais favoráveis, embora soubesse que o sistema imunológico humano nunca produziria tais anticorpos e que os anticorpos criavam um cenário de teste em laboratório que “de forma alguma corresponderia, correlacionava-se com ou seria representativo de uma situação real… a neutralização de vírus em pessoas vacinadas”, de acordo com a queixa.

• A Merck então usou os resultados falsificados do teste para defraudar o governo dos EUA em “centenas de milhões de dólares por uma vacina que não oferece a imunização adequada”.
• A fraude da vacina da Merck realmente contribuiu para a propagação da papeira por toda a América, fazendo com que mais crianças fossem infectadas com papeira. (O quê, a sério? Isto é o que a NaturalNews tem relatado desde há anos… que as vacinas são realmente fabricadas para criar os surtos, porque isso é óptimo para a redundância do modelo de negócio!)
• A
Merck usou as suas falsas reivindicações de “eficácia de 95%” para monopolizar o mercado das vacinas e eliminar a possivel concorrência.
• A fraude da vacina da Merck vem acontecendo desde o final da década de 1990, dizem os virologistas da Merck.
• O teste da vacina da Merck nunca foi feito contra o
vírus da papeira do “mundo real” e no estado natural. Em vez disso, os resultados do teste foram simplesmente falsificados para alcançarem o resultado desejado.
• Toda esta fraude ocorreu “com o conhecimento, a autoridade e a aprovação da administração sénior da Merck”.
• Os cientistas da Merck “testemunharam em primeira mão os testes inadequados e a falsificação de dados em que a Merck se comprometeu a inflaccionar artificialmente as descobertas sobre a eficácia da vacina”, de acordo com documentos judiciais (veja abaixo).

Após a revelação desta queixa por publicidade enganosa, a clínica Chatom Primary Care, com sede no Alabama, antecipou que algo não estava bem. Há três dias atrás, a Chatom abriu um processo-crime contra a Merck. O registo da acção está disponível aqui.

Alega, entre outras coisas chocantes:

[Merck participou]… num esquema que dura há uma década para falsificar e deturpar a verdadeira eficácia da sua vacina.

A Merck representou fraudulentamente e continua a indicar falsamente na sua rotulagem e noutros lugares, que a vacina de eficácia superior a 95%.

Na realidade, a Merck conhece e tomou medidas conscientes para ocultar – usando técnicas de teste impróprias e falsificando dados de testes – que a vacina da papeira é, e tem sido desde pelo menos 1999, muito menos do que 95% eficaz.

A Merck projectou uma metodologia de teste que avaliou a sua vacina contra uma cepa menos virulenta do vírus da papeira. Depois dos resultados não terem produzido a eficácia desejada pela Merck, a mesma abandonou a metodologia e ocultou as descobertas do estudo.

…incorporando o uso de anticorpos animais para inflaccionar artificialmente os resultados…
…destruindo evidências dos dados falsificados e ter mentido a um investigador da FDA [Agência Reguladora dos Fármacos e Alimentos nos EUA]…
…ameaçou um virologista da divisão de vacinas da Merck com prisão se ele relatasse a fraude à FDA …
…as principais vítimas são as milhões de crianças que todos os anos estão a ser injetadas com uma
vacina contra papeira que não lhes proporciona um nível adequado de protecção. E, embora esta seja uma doença que, de acordo com o Centros de Controle de Doenças (CDC), devesse agora estar erradicada, a falha na vacina da Merck permitiu que essa doença continuasse a existir e com surtos significativos que continuam a ocorrer.

A Chatom Primary Care também alega que a vacina fraudulenta da Merck contribuiu para o surto de papeira de 2006 no Centro-Oeste e para um surto de 2009 noutro lugar. Eles afirmam:

“Permanece um risco significativo de ressurgimento de surtos de papeira…”

Fonte: https://www.naturalnews.com/2017-11-06-new-york-times-confirms-natural-news-investigation-mumps-now-spread-by-vaccinated-children.html

Debate sobre Vacinação ~ 5 de Novembro ~ Sintra

Debate sobre Vacinação ~ 5 de Novembro ~ Sintra

Um convite para um debate amigável para falar sobre vacinação.

Um debate em círculo com moderador e convidado. Com base em informação científica, faremos um debate deste tema tão controverso, não para criar um consenso, mas para dar espaço a cada um para ouvir outras informações e opiniões.

A decisão informada e consciente cabe a cada um e deve ser respeitada, encorajada e defendida.

Reservas (inscrições limitadas a 30 Px): geral@infovacinas.com

debate sobre vacinação

A Imunidade de Grupo é usada para instigar o medo e a culpa

A Imunidade de Grupo é usada para instigar o medo e a culpa

imunidade de grupo usada para instigar o medo e a culpa

Imunidade. Salve ao rebanho! O rebanho é tudo!

O conceito de imunidade de grupo (protecção para a população) é frequentemente usado pelos viciados em vacinas como forma de carregarem a culpa nas pessoas que não alinham os seus filhos para a fila da vacinação.

A sua criança não vacinada é um perigo para a minha criança vacinada!

Desculpe?

Proteger as crianças já vacinadas? A sério?

O pequeno Miguel cujos pais decidiram não o vacinar vai transmitir doenças às crianças que já estão vacinadas?

O quê? Quer dizer que as crianças imunizadas não estão realmente seguras? Então porque é que as vacinou em primeiro lugar?

O que realmente protege as pessoas contra a doença, ou lhes permite recuperar das doenças sem efeitos negativos duradouros, é a força do seu sistema imunitário.

Se uma pessoa tem um sistema imunológico cronicamente fraco ela vai adoecer uma e outra vez, independentemente das pessoas ao seu redor serem vacinadas contra todas as doenças e mais algumas.

A saúde das populações tem tudo a ver com a boa nutrição, saneamento adequado e ausência de elementos tóxicos no seu meio ambiente.

Muitos médicos sabem disso mas eles recusam-se a falar pois sabem que sofrerão consequências.

A vacinação, como estratégia de propaganda, é usada para medicar a população – afirmando que a boa saúde é fundamentalmente uma questão médica.

Não é.

Se amanhã, uma de duas coisas acontecesse, mudaria o rosto da saúde em qualquer país industrializado:

Mais de um milhão de pessoas a comprarem alimentos saudáveis ​​e / ou a cultivarem a sua própria comida nas suas casas e no interior das cidades, cultivando alimentos em jardins comunitários.

A segunda seria se os tribunais fizessem justiça na forma de multas de biliões de dólares e sentenças de prisão longas para os funcionários corporativos (incluindo os CEOs) pela poluição grave e real.

Nota: E a justiça eliminaria as culturas transgénicas que dependem do uso de pesticidas tóxicos.

Eu não estou a vomitar arco-íris. Estou apenas a realçar que, com uma ou as duas mudanças por si só, os hospitais, clínicas e escritórios de médicos iriam ficar vazios e o cartel médico finalmente iria ter o castigo apropriado.

A Saúde e a Vida não existem em função da medicina.

Qualquer ciência que afirme que tem funções médicas é falsa ciência, e as pessoas que fazem essas alegações são mentirosos, idiotas ou criminosos, ou alguma combinação dos três.

A taxa de mortalidade combinada da escarlatina, difteria, tosse convulsa e sarampo entre crianças até aos 15 anos mostra que quase 90 por cento do declínio total na mortalidade entre 1860 e 1965 tinha ocorrido antes da introdução dos antibióticos e das imunizações generalizadas. Em parte, essa recessão pode ser atribuída à melhoria das condições de vida e à diminuição da virulência dos microrganismos mas, de longe, o factor mais importante foi uma maior resistência do hospedeiro devido a uma melhor nutrição. (Ivan Illich, Medical Nemesis, Bantam Books, 1977)

[Para melhor entender o contexto histórico que suporta esta afirmação sugerimos o seguinte link: http://www.whale.to/vaccines/decline1.html]

Resistência do hospedeiro = forte sistema imunológico.

Vá a qualquer país do Terceiro Mundo atingido pela pobreza e você encontrará: abastecimento de água contaminado, fome, falta de saneamento básico, condições de vida superlotadas e degradadas, terra roubada aos proprietários – e grandes programas de vacinação. O resultado? Doenças crónicas.

Independentemente dos rótulos de doenças que sejam colocados sobre esta doença ela persiste. E persistirá até que esses factores sejam corrigidos.

Tomemos como exemplo uma comunidade rica como Beverly Hills. Quantos médicos se atreveriam a dizer a um pai:

“Olhe, o seu filho precisa de ar fresco, luz solar, exercícios, e ele precisa parar de comer comida de plástico e jogar videojogos dez horas por dia. Até que isso aconteça, não há nada a fazer por ele”.

Um médico a insistir em soluções não médicas? Esqueça.

Os elementos básicos que promovem um sistema imunológico saudável e forte prejudicam a vacinação e outras intervenções médicas. As pessoas podem lutar contra esse facto, podem atacá-lo mas não o podem mudar.

Um sistema imunológico naturalmente forte = não ficar doente ou, caso fique doente, a recuperação acontece sem efeitos nocivos duradouros.

Sistema imunológico fraco = adoecer devido a muitas causas possíveis.

Então, mães dos meninos que jogam à bola, tentem aplicar um pouco de bom senso e inteligência nesta situação. O que é que você deve fazer para fortalecer o sistema imunológico do seu filho, caso esteja muito preocupada que as crianças não vacinadas sejam um perigo para a sua criança vacinada, se ele está protegido? Encare a realidade, você está a agir como uma marioneta para a estratégia de engenharia social gigantesca chamada vacinação.

Por Jon Rappoport, escritor convidado do site Waking Times

Fonte: http://www.wakingtimes.com/2017/03/06/herd-immunity-used-fear-guilt/?utm_source=Waking+Times+Newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=0e05fd88a9-RSS_EMAIL_CAMPAIGN&utm_term=0_25f1e048c1-0e05fd88a9-54394837

Acórdão do Tribunal Europeu sobre danos causados por vacinas

Acórdão do Tribunal Europeu sobre danos causados por vacinas

tribunal europeu

Tribunal Europeu – “Na falta de consenso científico, o defeito de uma vacina e o nexo causal entre esse defeito e uma doença podem ser provadas por um conjunto de indícios graves, precisos e concordantes”

No dia 21 de Junho de 2017 o Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) proferiu um acórdão a respeito do regime de responsabilidade do produtor por produtos defeituosos, no qual se inclui a responsabilidade do fabricante de medicamentos, entre os quais se encontram as vacinas, concretamente a vacina contra a hepatite B:

http://curia.europa.eu/juris/document/document.jsf?text=&docid=192054&pageIndex=0&doclang=PT&mode=lst&dir=&occ=first&part=1&cid=271920

Trata-se de um documento de índole iminentemente jurídica, no qual o TJUE, ao abrigo e nos limites conferidos pela legislação europeia aplicável, se pronunciou sobre a interpretação dos artigos 1.º e 4.º da DIR 85/374/CEE do Conselho, de 25 de julho de 1985. É, portanto, totalmente alheio a qualquer influência do denominado “movimento anti-vacinas” como algumas notícias publicadas ignorantemente afirmam:

http://visao.sapo.pt/actualidade/sociedade/2017-06-22-Estara-o-movimento-anti-vacinas-a-ganhar-terreno-na-Europa-

As conclusões do acórdão em questão, apesar de referentes a um processo relativo a danos provocados por uma vacina, seriam as mesmas se em causa estivesse um outro tipo de medicamento ou mesmo um outro tipo de produto.

As vacinas não são mais nem menos que qualquer outro tipo de produto fabricado e comercializado no espaço da União Europeia e de cada uma dos seus países membros. As vacinas, como qualquer outro produto, podem ser defeituosas, podem causar danos e, consequentemente, podem levar à responsabilização dos seus produtores, entre outros, e à indemnização dos lesados.

Este acórdão mostra a necessidade de ponderação em Portugal do reforço de medidas nacionais como seja (i) a disponibilização ao público de toda a informação relativa a cada uma das vacinas, incluindo testes, componentes, reações adversas, etc; (ii) a prestação de informações sobre os riscos da vacinação por parte dos profissionais de saúde; (iii) a sensibilização por parte dos profissionais de saúde para reporte de todas as situações ocorridas na sequência da vacinação; (iv) a obtenção de consentimento informado prévio escrito por parte das pessoas a vacinar, e por fim, (v) a revisão da legislação nacional, concretamente do Decreto-Lei n.º 383/89, de 6 de Novembro, no sentido de garantir a efectividade do princípio da responsabilidade do produtor por produtos defeituosos previsto na diretiva em questão.

Apelo à Acção: Recomendações da Assembleia da República ao Governo para o cumprimento do Programa Nacional de Vacinação

Apelo à Acção: Recomendações da Assembleia da República ao Governo para o cumprimento do Programa Nacional de Vacinação

Recomendações ao Governo para o Programa Nacional de Vacinação. Foi, no dia 20 de Junho de 2017, publicado no Diário da República, a Resolução da Assembleia da República n.º 123/2017 que “Recomenda ao Governo a adoção de medidas para cumprimento do Programa Nacional de Vacinação”, resultantes da votação ocorrida a 11 de Maio de 2017:

Recomendações ao Governo para a adopção de medidas para o cumprimento do Programa Nacional de Vacinação

Após isto, o Governo irá legislar, e a partir de agora é fundamental agir, e que todos se manifestem contra a “sinalização” de crianças e pais e contra a “garantia” de vacinação de certos profissionais (saúde, bombeiros e escolas).

A ambiguidade das palavras usadas (são precisos mais esclarecimentos relativos à utilização e alcance das palavras “sinalizar” e “garantir”, sem que isso implique “obrigar”) deixa muitas “áreas cinzentas”, pelo que devemos “garantir” a defesa do direito à opção em matéria de vacinação, à não discriminação em função das convições de cada um em matéria de saúde, seja em ambiente escolar seja profissional, e à defesa da intimidade da vida privada pela não apresentação do boletim de vacinas nas matrículas escolares ou suas renovações.

Importa exigir que o disposto quanto à dignidade humana, liberdade, reserva de intimidade da vida privada, consentimento informado, entre outros, pela Constituição da República Portuguesa, Declaração Universal dos Direitos do Homem das Nações Unidas, Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia, Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, Convenção dos Direitos do Homem e da Biomedicina e Carta Europeia dos Direitos dos Doentes, seja respeitado pelos orgãos legislativos.

Nesse sentido é importante continuarmos a pressionar e a esclarecer os representantes dos orgãos de soberania a respeito deste tema. Por isso apelamos ao envio da carta sobre vacinação ao Governo, Assembleia da República, Partidos Políticos, Provedor de Justiça, etc, no sentido de alargarmos ainda mais o debate público sobre a segurança das vacinas e a necessidade de garantir o consentimento informado.

Pode descarregar a carta aqui:

Carta sobre vacinação

Quando aos endereços de email para onde poderá enviar a carta sugerimos a seguinte lista:

GOVERNO

PRIMEIRO-MINISTRO Dr. ANTÓNIO LUÍS SANTOS DA COSTA

CHEFE DO GABINETE Dra. RITA FADEN DA SILVA MOREIRA ARAÚJO

SECRETÁRIAS Conceição Ribeiro | Elsa Santos

MORADA: RUA DA IMPRENSA À ESTRELA, 4 – 1200-888 LISBOA | TEL. 21 392 3500 FAX 21 395 1616 CORREIO ELETRÓNICO: gabinete.pm@pm.gov.pt

SECRETÁRIO DE ESTADO DOS ASSUNTOS PARLAMENTARES Dr. PEDRO NUNO DE OLIVEIRA SANTOS

CHEFE DO GABINETE Eng.º NUNO MIGUEL DA COSTA ARAÚJO

SECRETÁRIAS Maria da Luz Ribeiro | Rebeca Martins

MORADA: PALÁCIO DE SÃO BENTO (AR) – 1249-068 LISBOA| TEL. 21 392 0500/01 – FAX 21 392 15 15 CORREIO ELETRÓNICO: gabinete.seap@seap.gov.pt

SECRETÁRIA DE ESTADO ADJUNTA DO PRIMEIRO-MINISTRO Dra. MARIANA GUIMARÃES VIEIRA DA SILVA

CHEFE DO GABINETE Dr. MIGUEL ÂNGELO RODRIGUES CABRITA

SECRETÁRIAS Salomé Valente | Filipa Carriço

MORADA: RUA DA IMPRENSA À ESTRELA, 4 – 1200-888 LISBOA | TEL. 21 392 3500 – FAX 21 392 35 79 CORREIO ELETRÓNICO: gabinete.seapm@pm.gov.pt

MINISTRO DA SAÚDE  Doutor ADALBERTO CAMPOS FERNANDES

CHEFE DO GABINETE Dra. ANA PAULA DA MAIA FERNANDES

SECRETÁRIAS Alexandra Azevedo | Sónia Galriça | Paula Santos

MORADA: AV. JOÃO CRISÓSTOMO, 9 – 6º – 1049-062 LISBOA | TEL. 21 330 50 00   CORREIO ELETRÓNICO: gabinete.ms@ms.gov.pt

SECRETÁRIO DE ESTADO ADJUNTO E DA SAÚDE  Doutor FERNANDO MANUEL FERREIRA ARAÚJO

CHEFE DO GABINETE Dr. VÍTOR JAIME PEREIRA ALVES

SECRETÁRIAS Helena Vidal | Susana Afonso

MORADA: AV. JOÃO CRISÓSTOMO, 9 – 5º – 1049-062 LISBOA | TEL. 21 330 50 00  – FAX. 21 330 5142 CORREIO ELETRÓNICO: gabinete.seas@ms.gov.pt

SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE Dr. MANUEL MARTINS DOS SANTOS DELGADO

SECRETÁRIA Lubélia Salgueiro

CHEFE DO GABINETE Dr. JORGE MANUEL FIRMO POOLE DA COSTA

SECRETÁRIA Ana Pereira Silva

MORADA: AV. JOÃO CRISÓSTOMO, 9 – 4º – 1049-062 LISBOA | TEL. 21 330 50 00  CORREIO ELETRÓNICO: gabinete.ses@ms.gov.pt

SECRETÁRIA DE ESTADO DOS ASSUNTOS EUROPEUS Mestre MARIA MARGARIDA FERREIRA MARQUES

CHEFE DO GABINETE  Dra. SARA ISABEL CÂMARA DE CARVALHO MARQUES

SECRETÁRIAS Antónia Verde Pinheiro |Filomena Luís Pereira

MORADA: PALÁCIO COVA DA MOURA – RUA DA COVA DA MOURA, 1, 1350-115 LISBOA | TEL. 21 394 6000  CORREIO ELETRÓNICO: gabinete.seaeur@mne.gov.pt

MINISTRO DA EDUCAÇÃO Doutor TIAGO BRANDÃO RODRIGUES

CHEFE DO GABINETE Mestre INÊS PACHECO RAMIRES FERREIRA

SECRETÁRIAS Ana Alfaro Cardoso| Maria João Tomás| Paula Albuquerque

MORADA: AV. 5 DE OUTUBRO, 107 – 13º – 1069-018 LISBOA | TEL. 21 781 1800 – FAX  21 7 81 1835 CORREIO ELETRÓNICO: gab.ministro@medu.gov.pt

SECRETÁRIA DE ESTADO ADJUNTA E DA EDUCAÇÃO Doutora ALEXANDRA LUDOMILA RIBEIRO FERNANDES LEITÃO

CHEFE DO GABINETE Dr. JOSÉ CORREIA FONTES COUTO

SECRETÁRIAS Sónia Gomes |Filomena Assunção

MORADA: AV. 5 DE OUTUBRO, 107 – 9.º ANDAR – 1069-018 LISBOA | TEL. 21 781 1716/7 – FAX. 21 781 1716/7 CORREIO ELETRÓNICO: gabinete.seaedu@medu.gov.pt

SECRETÁRIO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Prof. Doutor JOÃO MIGUEL MARQUES DA COSTA

CHEFE DO GABINETE Mestre JORGE BERNARDINO SARMENTO MORAIS

SECRETÁRIAS Joana Pires |Fátima Romana

MORADA: AV. 5 DE OUTUBRO, 107 – 11.º ANDAR –  1069-018 LISBOA | TEL. 21 781 1761/5  CORREIO ELETRÓNICO: gabinete.seedu@medu.gov.pt

SECRETÁRIO DE ESTADO DA JUVENTUDE E DO DESPORTO  Dr. JOÃO PAULO DE LOUREIRO REBELO

CHEFE DO GABINETE Dr. FILIPE MANUEL GONÇALVES PACHECO PAIS

SECRETÁRIAS Lurdes Santos |Ana Pinto

MORADA: AV. 5 DE OUTUBRO, 107 – 10º ANDAR – 1069-018 LISBOA | TEL. 21 781 1773/816 CORREIO ELETRÓNICO: gabinete.sejd@medu.gov.pt

 MINISTRO DO TRABALHO, SOLIDARIEDADE E SEGURANÇA SOCIAL  Dr. JOSÉ ANTÓNIO FONSECA VIEIRA DA SILVA

CHEFE DO GABINETE Dra. SANDRA RIBEIRO

SECRETÁRIAS Helena Preto| Cláudia Martins

MORADA: PRAÇA DE LONDRES, 2 – 1049-056 LISBOA | TEL. 21 596 3800  CORREIO ELETRÓNICO: gabinete.ministro@mtsss.gov.pt

SECRETÁRIO DE ESTADO DO EMPREGO Dr. MIGUEL FILIPE PARDAL CABRITA

CHEFE DO GABINETE Dra. FILIPA HENRIQUES DE JESUS CAETANO DA SILVA

SECRETÁRIAS Clara Caçador | Maria João Serra

MORADA: PRAÇA DE LONDRES, 2 – 1049-056 LISBOA | TEL. 21 596 3800  – FAX. 21 844 1849 CORREIO ELETRÓNICO: gabinete.seemp@mtsss.gov.pt

SECRETÁRIA DE ESTADO DA SEGURANÇA SOCIAL Mestre CLÁUDIA SOFIA DE ALMEIDA GASPAR JOAQUIM

CHEFE DO GABINETE Dr. CARLOS ALBERTO FERNANDES PINTO

SECRETÁRIAS Sofia Nascimento |Maria João Teixeira

MORADA: PRAÇA DE LONDRES, 2 – 1049-056 LISBOA | TEL. 21 596 3800  CORREIO ELETRÓNICO: gabinete.sess@mtsss.gov.pt

SECRETÁRIA DE ESTADO DA INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Dra. ANA SOFIA PEDROSO LOPES ANTUNES

CHEFE DO GABINETE Dra. MARIA INÊS CABRAL CORDOVIL

SECRETÁRIAS Adélia Rebelo| Maria Luísa Pereira

MORADA: PRAÇA DE LONDRES, 2, 14º – 1049-056 LISBOA | TEL. 21 596 3800  CORREIO ELETRÓNICO: gabinete.seipd@mtsss.gov.pt

PARTIDOS POLÍTICOS

CDS-PP: cds-pp@cds.pt

PSD: psd@psd.pt

PS:

sedenacional@juventudesocialista.pt

BLOCO DE ESQUERDA:

bloco.esquerda@bloco.org

esquerda@esquerda.net

VERDES

pev.correio@pev.parlamento.pt

pev@osverdes.pt

aml.osverdes@cm-lisboa.pt

vereador.cdu.gmr@gmail.com

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verdesribatejo@gmail.com

osverdesnorte@gmail.com

osverdescentro@gmail.com

osverdesnorte@gmail.com

verdesetubal@gmail.com

osverdesviseu@gmail.com

osverdesacores@gmail.com

osverdesbeja@gmail.com

osverdescentro@gmail.com

pev.madeira@gmail.com

PAN:

geral@pan.com.pt

porto@pan.com.pt

A Equipa do Infovacinas

As Convicções Anti-Vacinação de Gandhi soam a Verdade, quase Um Século Depois

As Convicções Anti-Vacinação de Gandhi soam a Verdade, quase Um Século Depois

Gandhi e as Vacinas. Há quase um século, Gandhi publicou um livro onde ele desconstruía os perigos e a falta de eficácia das vacinas e as agendas que as motivavam. As suas palavras ressoam como verdadeiras, agora mais do que nunca.

O tópico das vacinas na internet tem sido tema de controvérsia. Não só Gandhi assumiu o que muitos hoje consideram ser uma posição “anti-vacinas” extremista, como também alguns têm questionado se ele alguma vez fez essa declaração ou semelhantes.

gandhi e as vacinas
“A vacinação é uma prática bárbara, e é uma das mais fatais de todas as ilusões actuais do nosso tempo”. “Aqueles que são objectores conscienciosos à vacinação devem, se necessário, ficarem isolados contra o mundo inteiro, em defesa da sua convicção”. Mahatma Gandhi

A verdade é que esta citação apenas arranha a superfície da crítica mordaz que Gandhi fez sobre os perigos, ineficácia e malfeitorias associadas às campanhas de vacinação no seu tempo. Gandhi, é claro, é o mais célebre anti-imperialista da história, tendo quase sozinho desencadeado o movimento da independência da Índia do domínio colonial britânico. Ele era extremamente sensível às formas ocidentais de controlo e opressão, e pôde aplicar seu intelecto à forma pela qual o estabelecimento médico ocidental estava a forçar milhões de índianos a sucumbir à prática insalubre da vacina contra a varíola e a praga.

guia da saúde gandhi
guia da saúde gandhi

Leia / Faça o download do livro inteiro aqui

Os capítulos relevantes do seu livro Um Guia para a Saúde são republicados abaixo, mas resumimos alguns dos pontos-chave que ele aborda para que você possa ter uma noção rápida de como as suas visões sobre o tópico são notavelmente relevantes ainda hoje, e talvez atraí-lo para ler todo o capítulo depois.

Pontos chave:

  • A natureza de doenças como a varíola tem sido mal entendida. Embora a varíola tenha uma componente contagiosa, os indivíduos vacinados podem ser infectados e os indivíduos não vacinados permanecem imunes, refutando a teoria original de Jenner de que a vacinação é equivalente à imunidade de boa-fé.
  • A vacinação é uma prática não-sanitária. Ao injectar a “sujeira” de uma vaca e de um paciente com varíola doente no corpo de um indivíduo saudável inevitavelmente torna-os mais doentes, possivelmente produzindo novas infecções, resultando numa maior carga de doença.
  • A via de administração da vacina – a injecção — abriga perigos especiais versus exposições naturais (orais) à infecção.
  • O medo da doença leva as pessoas a vacinar contra o senso comum e a racionalidade.
  • A vacinação é antiética e imoral devido à forma como a vacina é produzida (através do grande sofrimento de animais envenenados)
  • A renda gerada através da vacinação é a principal razão pela qual a profissão médica não deseja identificar os problemas acima mencionados de segurança e eficácia.
  • Os objectores de consciência devem estar dispostos a resistir com coragem e enfrentam perseguições e penalidades.
  • Aqueles que se opõem por razões médicas devem aspirar ao domínio do assunto de tal forma que eles serão capazes de conquistar os outros na sua perspectiva.
  • O saneamento, higiene, ar fresco, água e alimentos limpos são essenciais para prevenir a infecção e / ou ajudar os infectados a recuperarem-se.

Sinta-se livre para partilhar nosso artigo com algumas das citações mais destacadas de Gandhi sobre os problemas com a vacinologia:

guia da saúde gandhi
“A vacinação é uma prática bárbara, e é uma das mais fatais de todas as ilusões actuais do nosso tempo”. “A vacina é uma substância imunda, e é tolice esperar que um tipo de sujeira possa ser removido por outra”. “Aqueles que são objectores conscienciosos à vacinação devem, se necessário, ficarem isolados contra o mundo inteiro, em defesa da sua convicção”. Mahatma Gandhi – Citações do seu Livro “Um Guia para a Saúde”, publicado em 1921.

Abaixo está o capítulo completo onde Gandhi revela as suas visões sobre a vacinação em detalhe.

UM GUIA PARA A SAÚDE

Por Mahatma Gandhi

Capítulo VI

DOENÇAS CONTAGIOSAS: VARÍOLA

Agora vamos discutir sobre lidar com o tratamento de doenças contagiosas. Eles têm uma origem comum mas, uma vez que a varíola é, de longe, a mais importante, dedicaremos um capítulo separado para ela, lidando com o restante noutro capítulo. Todos temos um medo terrível da varíola, e temos noções muito grosseiras sobre isso. Nós, na Índia, até o adoramos como uma divindade. Na verdade é causada, assim como outras doenças, pelo sangue ficando impuro devido a algum distúrbio das entranhas. E o veneno que se acumula no sistema é expelido sob a forma de varíola. Se esta visão for correta, então não há absolutamente nenhuma necessidade de ter medo de varíola. Se fosse realmente uma doença contagiosa, todos deveriam pegá-la apenas tocando o paciente. Mas esse nem sempre é o caso. Portanto, não causa realmente nenhum dano tocar o paciente, desde que tomemos algumas precauções essenciais ao fazê-lo. Não podemos, é claro, afirmar que a varíola nunca é transmitida pelo tacto, pois aqueles que estão fisicamente numa condição favorável à sua transmissão, vão fazê-lo. É por isso que, numa localidade onde a varíola surgiu, muitas pessoas são atacadas por ela ao mesmo tempo. Isso deu origem à superstição de que é uma doença contagiosa e, portanto, à tentativa de induzir o povo a acreditar que a vacinação é um meio eficaz de a prevenir. O processo de vacinação consiste em injectar na pele o líquido que é obtido aplicando a descarga do corpo de um paciente de varíola para o úbere de uma vaca. A teoria original era que uma única vacinação bastaria para manter um homem imune a esta doença para o resto da sua vida. Mas, quando se descobriu que mesmo as pessoas vacinadas foram atacadas pela doença, surgiu uma nova teoria: a vacinação deve ser renovada após um certo período, e hoje tornou-se a regra para todas as pessoas – já vacinadas ou Não – de se vacinarem sempre que a varíola enfurece como uma epidemia em qualquer localidade, de modo que não é incomum encontrar pessoas que foram vacinadas cinco ou seis vezes, ou até mais.

A vacinação é uma prática bárbara, e é uma das mais fatais de todas as ilusões actuais do nosso tempo, e não se encontra mesmo entre as chamadas raças selvagens do mundo. Os seus partidários não se contentam com a sua adopção por aqueles que não têm objecção a ela, mas procuram impô-la com o auxílio de leis penais e castigos rigorosos a todas as pessoas igualmente. A prática da vacinação não é muito antiga, datada apenas desde a partir de 1798 dC mas, durante este período comparativamente curto que se passou, milhões ficaram prisioneiros da ilusão de que aqueles que se vacinam estão a salvo da varíola. Ninguém pode dizer que a varíola irá necessariamente atacar aqueles que não foram vacinados. Em muitos casos foram observadas populações não vacinadas que estão livres de seu ataque. Pelo facto de que algumas pessoas que não estão vacinadas recebem a doença não podemos, é claro, concluir que elas teriam ficado imunes se tivessem sido vacinadas.

Para além disso, a vacinação é um processo muito sujo, pois o soro que é introduzido no corpo humano inclui não só o da vaca, mas também do doente real da varíola. Um homem comum vomitava mesmo simplesmente observando essas coisas. Se a mão lhe tocar, poderá sempre ser lavada com sabão. A mera sugestão de prová-lo enche-nos de indignação e nojo. Mas como são poucos os que se vacinam que percebem que eles estão a comer esse material imundo! A maioria das pessoas sabe que, em várias doenças, medicamentos e alimentos líquidos são injetados no sangue, e que são assimilados no sistema mais rapidamente do que se fossem tomados pela boca. A única diferença, de facto, entre a injecção e o processo ordinário de comer pela boca é que a assimilação no primeiro caso é instantânea, enquanto que na segunda é lenta. E, no entanto, não nos recusamos a vacinarmos! Como bem se disse, os covardes morrem de morte viva, e a nossa mania de vacinação é unicamente devido ao medo da morte ou da desfiguração pela varíola.

Também não posso deixar de sentir que a vacinação é uma violação dos ditames da religião e da moralidade. Até o beber do sangue de animais mortos é olhado com horror mesmo pelos comedores de carne habituais. No entanto, o que é vacinação senão a absorção do sangue envenenado de um animal vivo e inocente? Era melhor para os homens temerosos de Deus que eles fossem mil vezes vítimas da varíola e até mesmo morrerem uma morte terrível do que serem culpados de tal sacrilégio.

Vários dos homens mais atenciosos da Inglaterra investigaram laboriosamente os múltiplos males da vacinação, e também foi formada uma Sociedade Anti-Vacinação. Os membros desta sociedade declararam uma guerra aberta contra a vacinação, e muitos até foram presos por essa causa. As suas objecções à vacinação são resumidamente as seguintes:

(1) A preparação da vacina do úbere de vacas ou bezerros implica um sofrimento incalculável em milhares de criaturas inocentes, e isso não pode ser justificado por quaisquer ganhos resultantes da vacinação.

(2) A vacinação, em vez de fazer o bem, causa um prejuízo considerável, dando origem a muitas doenças novas. Mesmo os seus defensores não podem negar que, após a sua introdução, muitas novas doenças têm vindo a surgir.

(3) A vacina que é preparada a partir do sangue de um paciente com varíola é susceptível de conter e transmitir os germes de todas as várias doenças das quais ele pode estar a padecer.

(4) Não há garantia de que a varíola não ataque os vacinados. Dr. Jenner, o inventor da vacinação, originalmente supôs que imunidade perfeita poderia ser assegurado por uma única injecção num único braço. Mas quando se descobriu que falhava, foi afirmado que a vacinação em ambos os braços serviria o propósito. E quando mesmo isso se revelou ineficaz, chegou-se a considerar que ambos os braços deveriam ser vacinados em mais do que um lugar e que também deveria ser renovado uma vez em cada sete anos. Finalmente, o período de imunidade foi ainda reduzido para três anos! Tudo isso mostra claramente que os próprios médicos não têm opiniões definidas sobre o assunto. A verdade é que, como já dissemos, não há como dizer que a varíola não ataca os vacinados, ou que todos os casos de imunidade devem ser devidos à vacinação.

(5) A vacina é uma substância imunda, e é tolice esperar que um tipo de sujeira possa ser removido por outra.

Por estes e outros argumentos similares, esta sociedade já produziu um grande volume de opinião pública contra a vacinação. Numa determinada cidade, por exemplo, uma grande proporção das pessoas recusam-se a ser vacinadas, e ainda as estatísticas provam que estão singularmente livres de doenças. O facto da questão é que é somente o interesse próprio dos médicos que se interpõe no caminho da abolição desta prática desumana, porque o medo de perder os grandes rendimentos que actualmente derivam desta fonte cega  para os incontáveis ​​males que ela traz. Há, entretanto, alguns doutores que reconhecem estes males, e que são oponentes determinados da vacinação.

Aqueles que são objectores conscienciosos à vacinação devem, naturalmente, ter a coragem de enfrentar todas as penas ou perseguições a que possam ser sujeitos por lei e, se necessário, ficarem isolados contra o mundo inteiro, em defesa da sua convicção. Aqueles que se opõem a ela meramente por razões de saúde devem adquirir um domínio completo do assunto e devem ser capazes de convencer os outros sobre a correcção dos seus pontos de vista e convertê-los a adoptar esses pontos de vista na prática. Mas aqueles que não têm opiniões definitivas sobre o assunto nem coragem suficiente para defenderem as suas convicções devem, sem dúvida, obedecer às leis do Estado e moldarem a sua conduta em deferência às opiniões e prácticas do mundo à sua volta.

Aqueles que se opõem à vacinação devem observar com mais rigor as leis da saúde já explicadas, pois a estrita observância dessas leis assegura no sistema aquelas forças vitais que contrapõem todos os germes da doença e é, portanto, a melhor proteção contra a varíola e outras doenças. Se, ao mesmo tempo que se opõem à introdução da vacina venenosa no sistema se renderem ao veneno ainda mais fatal da sensualidade, perderão sem dúvida o seu direito de pedir ao mundo que aceite as suas opiniões sobre o assunto.

Quando a varíola realmente apareceu, o melhor tratamento é o das “folhas molhadas”, que deve ser aplicado três vezes por dia. Alivia a febre e as feridas cicatrizam rapidamente. Não há necessidade de aplicar óleos ou pomadas nas feridas. Se possível, um cataplasma de lama deve ser aplicado em um ou dois lugares. A dieta deve consistir em arroz, frutas frescas leves, e todas as frutas ricas como tâmaras e amêndoa ser evitadas. Normalmente as feridas devem começar a cicatrizar sob a “as folhas molhadas” em menos de uma semana. Se não o fizerem, significa que o veneno no sistema não foi completamente expulso. Em vez de considerar a varíola como uma doença terrível, devemos considerá-la como um dos melhores expedientes da Natureza para se livrar do veneno acumulado no corpo e restaurar a saúde normal.

Após um ataque de varíola o paciente permanece fraco por algum tempo e, em alguns casos, o mesmo sofre de outras doenças. Mas isso não se deve à própria varíola, mas aos remédios errados que são empregues [Pg 112] para a curar. Assim, o uso de quinina na febre frequentemente resulta em surdez e até leva à forma extrema conhecida como quininismo. Assim também, o emprego de mercúrio em doenças venéreas leva a muitas novas formas de doença. Então, novamente, o uso frequente de purgantes na constipação traz novos lotes de doenças. O único sistema sensato de tratamento é aquele que tenta remover as causas de raiz da doença por uma estrita observância das leis fundamentais da saúde. Mesmo os dispendiosos Bhasmas, que são supostos remédios infalíveis para tais doenças são, de facto, altamente prejudiciais. Pois, embora pareçam fazer algum bem, excitam as paixões malignas e, finalmente, arruínam a saúde.

Depois das vesículas no corpo darem lugar a crostas o azeite deve ser constantemente aplicado e o paciente banhado todos os dias. Posteriormente, as crostas rapidamente caem, e até mesmo as marcas logo desaparecem e a pele recupera a sua cor normal e frescor.

Capítulo VII

OUTRAS DOENÇAS CONTAGIOSAS

Não tememos a varíola tanto quanto sua irmã mais velha, já que não é tão fatal, e não causa desfiguração e coisas do género. É, no entanto, exactamente o mesmo que a varíola noutros aspectos e, portanto, deve ser tratada da mesma forma.

A peste bubónica é uma doença terrível, e tem causado a morte de milhões de pessoas desde o ano de 1896, quando ele fez verdadeiramente a sua entrada na nossa terra. Os médicos, apesar de todas as suas investigações, ainda não foram capazes de inventar um remédio seguro para ela. Hoje em dia a prática da inoculação entrou em voga, e a crença ganhou terreno de que um ataque de peste pode ser evitado por ela. Mas a inoculação para a praga é tão má e tão pecaminosa como a vacinação para a varíola. Embora nenhum remédio seguro tenha sido planeado para esta doença, nós aventuramo-nos sugerir o seguinte tratamento para aqueles que têm a fé cheia na providência, e que não estão receosos da morte.

(1) O “tratamento das folhas molhadas” deve ser aplicado logo que os primeiros sintomas de febre surjam.

(2) Um cataplasma de argila grosso deve ser aplicado ao bubão.

(3) O doente deve ficar completamente em jejum e com fome.

(4) Se ele sentir sede a ele deve ser dado sumo de limão em água fria.

(5) Ele deve estar ao ar livre.

(6) Não deve haver mais do que um auxiliar ao lado do paciente.

Podemos confiantemente afirmar que, se a peste (página 114) pode ser curada por qualquer tratamento, ela poderá ser curada com este.

Embora a origem exacta e as causas da peste ainda sejam desconhecidas, é indubitável que os ratos têm algo a ver com a sua comunicação. Devemos, portanto, tomar todas as precauções, numa área infectada pela peste para evitar a aproximação de ratos às nossas habitações e se não nos pudermos livrar deles devemos desocupar a casa.

O melhor remédio para prevenir um ataque de peste é, naturalmente, seguir estritamente as leis da saúde, viver ao ar livre, comer alimentos saudáveis ​​e com moderação, fazer bons exercícios, manter a casa limpa e limpa para evitar todos os maus hábitos e, em suma, levar uma vida de absoluta simplicidade e pureza. Mesmo em tempos normais a nossa vida deve ser assim mas, em tempos de peste e de outras epidemias, devemos ser duplamente cuidadosos.

A praga pneumónica é uma forma ainda mais perigosa desta doença. O seu ataque é súbito e quase invariavelmente fatal. O paciente tem febre muito alta, sente extrema dificuldade em respirar e, na maioria dos casos, fica inconsciente. Esta forma de praga despoletou em Joanesburgo em 1904 e, como já foi dito, apenas um homem escapou vivo dos 23 que foram atacados. O tratamento para esta doença é exactamente o mesmo que o da Peste Bubónica, com a diferença de que o cataplasma deve ser aplicado neste caso a ambos os lados do tórax. Se não houver tempo para fazer o “tratamento das folhas molhadas”, um fino cataplasma de lama deve ser aplicado à cabeça. Escusado será dizer, aqui como em outros casos, que a prevenção é melhor do que remediar.

2. Parte II, cap. IV

Estamos terrivelmente temerosos da cólera como de peste mas, na verdade, é muito menos fatal. No entanto, o “tratamento das folhas molhadas” não tem qualquer efeito, mas o cataplasma de lama deve ser aplicado no estômago e, quando há uma sensação de formigamento, a parte afectada deve ser aquecida com uma garrafa cheia de água morna . Os pés devem ser esfregados com óleo de mostarda e o paciente deve ficar em jejum e com fome. Cuidados devem ser tidos para que ele não se assuste. Se os movimentos são muito frequentes o paciente não deve ser retirado repetidamente da cama, mas um vaso plano raso deve ser colocado por baixo para receber as fezes. Se estas precauções são tomadas no devido tempo não haverão razões para ter medo. Esta doença geralmente começa na estação quente, quando geralmente comemos todos os tipos de frutas não maduras e mais maduras em quantidades desmesuradas  para além do nosso alimento comum. Também a água que bebemos durante esta estação é muitas vezes suja, e como a quantidade que existe nos poços e tanques é pequena e não nos damos nenhum trabalho para a ferver ou filtrar. Então, novamente, as fezes dos pacientes são permitidas [Pg 116] ficarem expostas, os germes da doença são comunicados através do ar. Na verdade, quando consideramos a pouca atenção que damos a esses factos e princípios mais elementares, podemos apenas ficar surpresos por não sermos mais atacados por essas terríveis doenças.

Durante a prevalência da cólera devemos comer alimentos leves com moderação. Devemos respirar bastante ar fresco e a água que nós bebemos deve sempre ser fervida completamente e filtrada com uma parte grossa e limpa de pano. As fezes do paciente devem ser cobertas com uma espessa camada de terra. De facto, mesmo em tempos normais, devemos invariavelmente cobrir as fezes com cinzas ou terra solta. Se o fizermos, haverão muito menos perigo de propagação da doença. Mesmo os animais inferiores como o gato tomam esta precaução, mas somos piores do que eles no que a isto este respeito.

Deveria também ser completamente impresso nas mentes das pessoas que sofrem de doenças contagiosas, bem como nas pessoas ao seu redor que eles, em nenhuma circunstância, devem entrar em pânico, pois o medo sempre paralisa os nervos e aumenta o perigo de fatalidade.

 Escrtito por: Sayer Ji,