Categoria: Vacinas

Vias para os danos causados pelas vacinas

Vias para os danos causados pelas vacinas

O “maior risco para a Humanidade” (*) não são os não vacinados, mas a falha em reconhecer os potenciais efeitos nocivos da vacinação!

(*) Referência à OMS e à imprensa internacional que agora alegam que:

“Os críticos de vacinas são um dos (entre uma lista de 10) maiores riscos de saúde para a Humanidade.”

Resumo

A OMS afirma que os cépticos das vacinas são um dos dez desafios de saúde mais iminentes para a Humanidade em 2019. Ao mesmo tempo, o crescente número de alergias, doenças auto-imunes e neuro-desenvolvimentais que podem ser cientificamente associadas a possíveis efeitos colaterais das vacinas tornaram-se numa epidemia global e leva a crer que as próprias vacinas se tornaram num verdadeiro desafio para a saúde global do nosso tempo.

Actualmente, não existe controle independente da segurança e eficácia das vacinas, sendo a indústria a única responsável por todos os dados das vacinas. Quantias substanciais de indemnizações foram concedidas a vítimas de danos causados por vacinas em alguns países, mas outras não têm nenhum programa de compensação.
A pesquisa mostra que apenas uma pequena percentagem de tais eventos é relatada ou reconhecida, pelo que então o número real deve ser muitas vezes superior aquele que é oficialmente reconhecido.

A recente resolução da UE sobre a hesitação das vacinas salienta a necessidade de mais transparência e monitorização da segurança neste campo. Pesquisas científicas na Itália revelaram uma ligação causal entre vacinas militares, doenças auto-imunes e cancro, resultando em maiores medidas de segurança impostas. Análises independentes noutros lugares, em Itália, revelaram muitas impurezas desconhecidas nas vacinas, bem como inconsistências nos ingredientes dos seus rótulos.

Indivíduos vacinados com vacinas de vírus vivos podem propagar o vírus muitas semanas ou meses após, infectando tanto os vacinados como os não vacinados. Os receptores das vacinas também podem transmitir doenças e infectar outras pessoas enquanto permanecem assintomáticas. A imunidade induzida pela vacina não é permanente, pelo que a falha das vacina é generalizada. Receptores de vacina contra a gripe tornam mais susceptíveis a futuras infecções após a vacinação repetida. Os testes de vacinação não exigem um placebo verdadeiro e as coortes recrutadas não são representativas do mercado-alvo.

Como tal, o EFVV pede uma reavaliação dos programas de vacinas atuais e uma discussão científica aberta e honesta sobre este tópico. É fornecida uma lista completa e detalhada de mecanismos para possíveis danos neurológicos e imunológicos causados ​​por vacinas:

  •  Genética predisponente e polimorfismos de nucleotídeo único
  •  Carga de fundo de toxina ambiental
  •  Reacção alérgica aos ingredientes
  •  Reacção auto-imune
  •  Inflamação e libertação de citocinas
  •  Ingredientes tóxicos
  •  Danos causados ​​por adjuvantes
  •  Contaminantes
  •  Reactividade dos peptídeos cruzados
  •  Modificação do microbioma
  •  Efeito sinérgico com outros agentes neurotóxicos

Conclusões

Dada a ciência exposta neste artigo, o facto de que os níveis reconhecidos de danos causados ​​por vacinas estão subestimados e a resolução da UE exigindo maior transparência, declaração de conflitos de interesses e mais financiamento para as pesquisas independentes sobre as vacinas e os seus adjuvantes, a EFVV pede a aplicação urgente do consentimento informado e do princípio da precaução, com total transparência dos dados e a retirada da vacinação obrigatória por todo o mundo, para evitar danos irreversíveis a toda uma geração.
Nenhum ingrediente vacinal deve ser prejudicial de qualquer forma, e os níveis de segurança devem ser fisiologicamente ajustados, os peptídeos adequados – e não o ADN – devem ser seleccionados para evitar a reactividade cruzada e as vacinas na gravidez devem ser evitadas.

Acontece que esse não é o caso actualmente.
Os decisores devem, portanto, manter uma mente aberta quanto aos perigos potenciais que a vacinação pode causar e tomarem medidas urgentes.

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A quem possa interessar,

A OMS publicou recentemente uma declaração listando os dez desafios de saúde mais urgentes da Humanidade em 2019 [1]. A lista inclui uma cruzada contra os chamados “cépticos das vacinas”, ou sejam, as pessoas que desafiam a segurança e a eficácia dos programas nacionais de imunização.

Considerando que não existe controlo independente desses dois parâmetros importantes nos programas de vacinas actuais e que as farmacêuticas são as únicas responsáveis pelo fornecimento dos dados sobre os seus produtos, existem motivos significativos para preocupação ao compararmos esses dados com a investigação feita por fontes independentes. A imprensa agora afirma que “os críticos das vacinas são um dos maiores riscos para a saúde da Humanidade”. A ciência tenderia no entanto a sugerir que, pelo contrário, é a falta de segurança das vacinas que é um dos maiores riscos de saúde para a Humanidade.

O Fórum Europeu para a Vigilância das Vacinas (EFVV) é uma associação que exige a liberdade no consentimento informado sobre as vacinas e a aplicação do princípio da precaução relativamente às vacinas, na Europa e além. Muitos países têm esquemas de compensação pelos danos causados por vacinas e os montantes pagos pelos efeitos adversos das vacinas são significativos: mais de 4 biliões de dólares nos EUA e mais de 74 milhões de libras em 39 anos no Reino Unido. No Reino Unido as reclamações só são consideradas para pessoas com mais de dois anos de idade [2], excluindo assim as reclamações relacionadas com a maior parte das vacinas incluídas no cronograma. Para além disso, as reacções adversas reconhecidas pelos esquemas de compensação de danos causados por vacinas lidam apenas com os efeitos colaterais em estreita proximidade temporal com a vacina administrada, quando na realidade pode levar algum tempo para uma condição auto-imune manifestar-se e, frequentemente, as vítimas têm de provar que mais de 50% da incapacidade é derivada da vacina. De acordo com um estudo da Harvard Medical School, financiado pelo governo dos EUA, “menos de 1% dos eventos adversos da vacina são relatados” [3], pelo que então esses números surpreendentes representarão apenas uma fracção muito pequena do número real. A recente resolução da União Europeia sobre a hesitação em vacinar também afirma claramente que a transparência e a monitorização da segurança neste campo são insuficientes. A segurança das vacinas é, portanto, um assunto de preocupação significativa, exigindo mais investigação antes que qualquer vacina seja exigida, onde quer que seja.

Como tal, o EFVV gostaria de ser citado com a inclusão dos factos científicos. O retrato actual dos indivíduos cépticos em relação às vacinas como sendo “emocionais, irracionais e irresponsáveis” é um insulto para os terapeutas, familiares, cuidadores e activistas que testemunharam os danos causados ​​pelos programas de vacinação nessa geração. O aumento das doenças neurológicas e imunológicas crónicas até há data é, de facto, proporcional ao aumento do número de vacinas administradas. Essa é a realidade que enfrentamos.

Não são apenas cientistas isolados, activistas ou pais de crianças com problemas de vacinas que questionam a segurança das vacinas hoje em dia. Depois das pesquisas científicas revelarem uma ligação causal entre as vacinas e muitas doenças auto-imunes (DAI) e cancro em soldados italianos, uma comissão de inquérito parlamentar italiana, Commissione parlamentare uranio impoverito-Inchiesta SIGNUM [4], emitiu as seguintes directrizes imperativas para vacinar os membros das forças armadas:

  • Antes da vacinação, todo o pessoal militar deve passar por testes de hipersensibilidade e avaliação do sistema imunológico para determinar se a vacina pode causar danos.
  • Recomenda-se vacinas de dose única em vez de dose múltipla.
  • Não mais do que cinco vacinas individuais podem ser dadas a qualquer momento, devido ao aumento do risco DAI e de cancro.
  • Cada indivíduo vacinado deve ser monitorizado durante dez anos após a vacinação para determinar quais os efeitos colaterais que se podem manifestar mais tarde.
  • Pessoas alérgicas às vacinas administradas a militares não poderão juntar-se às forças armadas.

Uma questão importante na ciência das vacinas é a potencial disseminação de patogenos por meio de uma vacina, conhecida como “propagação pela vacina”.

Evidências científicas demonstram que os indivíduos vacinados com vacinas de vírus vivos, como MMR (tríplice viral para o sarampo, papeira e rubéola), rotavírus, varicela (catapora), zona e influenza, podem liberar o vírus ao longo de várias semanas ou meses e também infectarem tanto vacinados quanto não vacinados (Rosen, 2014) (Rota, 1995). Para além disso, os receptores das vacinas podem transmitir doenças nas alojadas nas suas gargantas e infectarem outras pessoas, embora não exibam sintomas da doença. “Numerosos estudos científicos indicam que as crianças que recebem uma vacina com vírus vivos podem eliminar a doença e infectarem outras pessoas, semanas ou mesmo meses após. Assim, os pais que vacinam os seus filhos podem, de facto, colocar outras pessoas em risco”, explica Leslie Manookian, documentarista e activista [4]. O documentário premiado de Manookian, The Greater Good, pretende abrir um diálogo sobre a segurança das vacinas.

Tanto os indivíduos não vacinados como os vacinados estão em risco de exposição aos recém-vacinados. A falha das vacinas é generalizada. A imunidade induzida pelas vacinas não é permanente e os surtos recentes de doenças como tosse convulsa, papeira e sarampo ocorreram em populações totalmente vacinadas (Faryon, 2014). Os receptores das vacina contra a gripe também se tornam mais susceptíveis a futuras infecções após a vacinação repetida (Mc Lean, 2014).

“As autoridades de saúde devem exigir uma quarentena de duas semanas a todas as crianças e adultos que recebem vacinas”, afirma Sally Fallon Morell, presidente da Weston A. Price Foundation.

“Esta é a quantidade mínima de tempo necessária para prevenir a transmissão de doenças infecciosas ao resto da população, incluindo indivíduos que foram previamente vacinados”.

“A falha das vacinas e a falta de reconhecimento de que as vacinas vivas podem propagar a doença, resultaram num aumento de surtos das doenças infecciosas em indivíduos vacinados e não vacinados”, afirma Manookian, “O CDC [Centro para o Controlo de Doenças dos EUA] deve instruir os médicos que administram vacinas a informarem os seus pacientes sobre o riscos para os outros que foram recentemente vacinados”.

O número de mortes por sarampo diminuiu de 7.575 em 1920 (10.000 por ano em muitos anos na década de 1910) para uma média de 432 por ano, de 1958 a 1962. A vacina foi introduzida em 1963. Entre 2005 e 2014, não houve mortes por sarampo nos EUA, mas 108 mortes pela vacina MMR (Shilhavy, 2019).

Também devemos chamar a sua atenção, e de forma urgente, para os resultados de uma análise independente feita aos ingredientes das vacinas, realizada recentemente em Itália pelo grupo Corvelva, usando laboratórios independentes [5], que se correlacionam com os mecanismos dos danos potenciais, abaixo descritos. As análises revelaram numerosas impurezas, desde ADN humano e de ratos a vírus, substâncias químicas, etc., encontradas em grandes quantidades nos frascos testados. Cinco das sete vacinas não estão em conformidade com as diretrizes para a quantidade de material biológico, ADN ou ARN estranho de origem humana ou animal, ou para a presença de mutações genéticas dos antigenos. Portanto, é de suma importância não apenas responsabilizar indústria pela segurança e a coerência das vacinas com os ingredientes rotulados, mas também insistir que o monitoramento independente seja introduzido pelos estados que recomendam ou determinam esses programas de vacinação. Os actuais sistemas regulatórios são oficialmente patrocinados pelos fabricantes ou, como no caso do CDC [Centro de Controlo de Doenças) dos EUA, os próprios reguladores possuem interesses financeiros nas patentes das vacinas. A Colaboração Cochrane criticou frequentemente esse conflito de interesse e falta de independência no passado.

Para além disso, os testes às vacinas hoje em dia não exigem mais um verdadeiro placebo [6], tornando-os inválidos para julgar a segurança a partir do momento em que as vacinas são lançadas no mercado e administradas ao público. Como regra geral, apenas homens jovens e saudáveis ​​são recrutados para esses estudos e a população estudada não é, portanto, representativa do mercado-alvo da vacina. Um retorno aos padrões da indústria científica deve ser uma prioridade para que os painéis reguladores possam fazer uma declaração informada sobre a segurança real das vacinas actuais.

A EFVV, portanto, considera necessário e oportuno reavaliar os actuais programas de vacinação e iniciar uma discussão científica, aberta e honesta sobre esse assunto. Os critérios investigação italiana da SIGNUM deve ser aplicada não apenas aos militares italianos, mas também ao público em geral, onde quer que os programas de vacinação sejam impostos, em muitos casos por mandato.

Não é o nosso objectivo discutir a efetividade real das vacinas individuais aqui (mesmo que isso seja também uma questão de grande preocupação), mas destacar as potenciais vias comprovados dos danos causados pelas vacinas, a maioria das quais são, de facto, causas desconsideradas dos muitos problemas de saúde actuais, os problemas dos nossos filhos. Por favor, dedique tempo para considerar estes pontos e criar uma plataforma para um intercâmbio equilibrado e para um debate que garanta a saúde das nossas crianças.

Mecanismos para os possíveis danos neurológicos e imunológicos causados pelas vacinas:

  • 1. Genética predisponente e polimorfismos de nucleotídeo único MTHFR, apo E 4, COMT, VDR Taq, GST, etc.
  • 2. Carga de fundo da toxina ambiental ou sejam, metais, produtos químicos, etc.
  • 3. Danos da vacina por reacção alérgica aos ingredientes ou sejam a gelatina, neomicina, etc.
  • 4. Danos nas vacinas via autoimunidade ou seja, a ASIA.
  • 5. Danos causados pelas vacina via Inflamação e libertação de citocinas como o alumínio e polissorbato 80 por serem fortes estimuladores imunológicos.
  • 6. Danos causados pelas vacinas através dos seus ingredientes tóxicos, ou sejam o alumínio, esqualeno, timerosal, etc.
  • 7. Danos causados pelas vacinas via adjuvantes como o alumínio, por ser um forte estimulador imunológico.
  • 8. Danos causados pelas vacinas via contaminantes ou sejam é, compostos virais e bacterianos encontrados em cerca de 60% de todas as vacinas.
  • 9. Danos causados pelas vacina via reactividade cruzada de peptídeos.
  • 10. Danos causados pelas vacinas via modificação do microbioma ou seja, estimulação de mastócitos a partir do alumínio,
  • 11. Efeitos sinérgicos com outros agentes neuro-tóxicos como o mercúrio e o flúor.

Vias potenciais para os danos causados por vacinas:

Genética predisponente e polimorfismos de nucleotídeo único associados

Uma variedade de marcadores genéticos tem sido associada a uma diminuição da capacidade do corpo em desintoxicar. O polimorfismo MTHFR, por exemplo, leva a uma diminuição na síntese de glutationa, uma das principais vias de eliminação do corpo.

A maioria das crianças do espectro autista pertence a essa classificação. O APO E 4 foi associado a uma série de doenças neurológicas e, como tal, foi reconhecido como um importante factor de risco para a doença de Alzheimer. A ciência dirá se esses marcadores genéticos serão uma contra-indicação para fármacos com ingredientes neurotóxicos, como as vacinas e o alumínio neurotóxico nelas contido. Muitas crianças com efeitos colaterais das vacinas apresentam esses marcadores e os cientistas estão a debater se as crianças com os factores de risco individuais não deverão ser vacinadas.

Carga de toxina ambiental

Em toxicologia, a maioria das substâncias é estudada individualmente pelos seus efeitos nocivos.

No entanto sabemos agora que, para avaliar o efeito tóxico, também devemos levar em conta o seu efeito sinérgico com outras toxinas. Considerando o aumento de produtos químicos, metais pesados etc., no nosso meio ambiente, devemos olhar cuidadosamente para o dano cumulativo potencialmente causado por substâncias individuais trabalhando sinergicamente. O alumínio por si só é neurotóxico. Se combinamos com doses pequenas de mercúrio, o efeito é muito maior. Se tomarmos uma dose de alumínio capaz de matar um em cem ratos e combiná-lo com a dose de mercúrio capaz de matar um em cem, o resultado é a morte de todos os cem ratos observados.

Danos causados por vacinas via reação alérgica aos ingredientes

Vários ingredientes de vacinas demonstraram causar reações alérgicas severas. A vacina da tríplice viral [MMR], por exemplo, mostrou desencadear alergias a ovos, uma vez que os vírus são cultivados em ovos de galinha (Herman, 1983). Outros ingredientes das vacina como o antibiótico neomicina (Kwittken, 1993), a gelatina (Sakaguchi, 1995), a levedura (Brightman, 1989), o formaldeído (de Fabry, 1968), o timerosal (Cox, 1988), o esqualeno (Asa, 2000), o alumínio ( Cosnes, 1990), óleos de hidrocarbonetos (Kuroda, 2004), etc. demonstraram propriedades alergénicas. Mesmo os componentes activos das vacinas como o toxóide tetânico (Jacobs, 1982), demonstraram isso.

O efeito nos sistemas imunológico e nervoso fetal, por exemplo, não foi estudado e deve ser objecto de estudos futuros para garantir a segurança do feto, no caso das vacinas administradas durante a gravidez. Para além disso, os resultados da recente análise independente aos ingredientes das vacinas, organizada pelo grupo Corvelva em Itália, revelam que as vacinas contêm ingredientes desconhecidos com potenciais propriedades alergénicas, mas esses não estão listados na bula ou em qualquer outro documento. Em tais circunstâncias, como é que o potencial alergénico ou os efeitos de tais produtos podem ser estabelecidos?

Danos causados pelas vacinas via autoimunidade

Um livro inteiro de autores internacionais respeitados, sobre a ligação entre as vacinas e a auto-imunidade (Vaccines and Autoimmunity [Vacinas e Auto-imunidade], 2015) foi publicado pelo Prof. Shoenfeld.

Em problemas neurológicas do sistema nervoso central (SNC), os auto-anticorpos contra diversas estruturas cerebrais, tais como os receptores de serotonina, proteína básica de mielina, proteína de filamento neurónio axónio, factor de crescimento do nervo e neurofilamentos cerebelares, etc., foram observados (Fawal, 1996; Singh, VK, 1993/1997/2004, Singer, HS, 2006).

Os imunologistas concluíram agora que os distúrbios auto-imunes não são o resultado da activação excessiva de um sistema imunológico normal, mas sim da activação de um sistema imunológico disfuncional. Existem também evidências convincentes de que certas vacinas estão associadas a estas condições auto-imunes (Shoenfeld, Y, 2000).

Ironicamente, as substâncias que suprimem uma parte do sistema imunológico, geralmente a imunidade do tipo celular, aumentam a probabilidade de auto-imunidade. Os imunologistas falam de uma mudança Th1 a Th2 e vice-versa. Isso pode ocorrer com a exposição ao mercúrio, bem como em resposta à vacinação. Um grande número de doenças auto-imunes está associado a um desvio de Th2.

Danos na vacina via citocinas e excitotoxinas

Estudos em animais e humanos mostram que as infecções sistémicas e também a activação imunológica pelas vacinas activam rapidamente o sistema microglial do cérebro. Na realidade, as vacinas podem fazê-lo por períodos prolongados. Profissionais relataram citocinas aumentadas até onze anos após uma imunização em indivíduos com danos causados pelas vacina. Uma vez que a microglia preparada é reactivada por uma vacinação ou infecção subsequente, a microglia activa-se totalmente e segrega os seus compostos destrutivos, como mencionado anteriormente.

O sistema imunológico pode eliminar rapidamente uma infecção natural e, posteriormente, interromper a activação imunológica permitindo assim reparar os danos que podem ter sido causados. Este desligamento da microglia é muito importante. Existem evidências de que, com o estímulo imunológico desencadeado pela repetida e excessiva vacinação, a microglia não é desativada.

Qualquer inflamação via infecção ou vacina resultará numa libertação de citocinas. A inflamação sistémica tem demonstrado aumentar o risco de desfechos neurológicos adversos em recém-nascidos de gestação extremamente baixa (Kuban, 2015). Em baixas concentrações, as citocinas actuam para proteger as células cerebrais em desenvolvimento e promoverem o desenvolvimento do cérebro (função neurotrófica), mas em elevadas concentrações elas podem ser muito destrutivas, em particular quando combinadas.

De particular importância são as citocinas inflamatórias interleucina 1 e 1β (IL-1 e IL-1β), IL-6 e o factor de necrose tumoral alfa (TNF-α). Sabe-se, por exemplo, que as mulheres que estão infectadas com a gripe durante a gravidez são significativamente mais propensas a dar à luz uma criança autista ou uma criança com esquizofrenia, dependendo de quando a infecção ocorreu. Inicialmente, eles presumiram que isso se devia ao facto do vírus ser transmitido ao feto, mas estudos subsequentes descobriram que não era o vírus, mas sim a reacção imunológica da mãe que causava o problema – isto é, eram as citocinas imunológicas (IL-1). , IL-2, IL-8, IL-6 e TNF-α) que estavam a causar a lesão do cérebro em desenvolvimento do bebé.

A propósito, se apanhar uma gripe durante a gravidez pode aumentar a probabilidade de dar à luz uma criança autista ou esquizofrénica devido a um aumento intenso na libertação de citocinas, o que é que as vacinas administradas durante a gravidez podem provocar, sabendo que também cauam uma intensa libertação de citocinas?

Outra citocina é o interferão tipo I. Baseado numa série de experiências em ratos na década de 1970, Ion Gresser e os seus colegas chamaram a atenção para a possibilidade da exposição inapropriada ao interferão do tipo I (IFN) – por exemplo, durante muito tempo ou na hora errada – ser prejudicial em mamíferos. Com notável presciência, eles postularam que os efeitos tóxicos para o embrião resultantes infecção viral congénita podem estar directamente relacionados com a resposta do IFN do hospedeiro (induzida pelo agente infeccioso) e não ao vírus per se (Crow, 2015).

Em células de mamíferos, as respostas imunes à infecção viral frequentemente envolvem receptores de reconhecimento de padrões (PRRs) de ligação ao ácido nucléico codificados pelo hospedeiro, incluindo receptores TOS tipo endossômicos (TLRs, TLR3, TLR7, TLR8 e TLR9), sensores de ARN, o gene indutível pelo ácido retinóico I (receptores do tipo RIG-I (RLRs) IFIH1 e RIG-I) e sensores de ADN (em particular o GMP-AMP sintase cíclica (cGAS)) e a proteína indutível por γ-IFN 16 (IFI16)).

Ácidos nucleicos codificados em vírus são reconhecidos como padrões moleculares associados a patógenos não-próprios (PAMPs) e a ligação de PAMPs virais a PRRs desencadeia cascatas de sinalização que actuam através das moléculas adaptadoras TRIF (no caso de TLR3), MYD88 (no caso TLR7 e TLR9), a proteína de sinalização antiviral mitocondrial MAVS (no caso dos RLRs) e o estimulador da proteína IFN dos genes IFN (no caso de cGAS e IFI16).

Essas vias induzem a expressão de genes que respondem a vírus e citocinas pró-inflamatórias (incluindo os IFN tipo I), que restringem a replicação viral e modulam a imunidade inata e adaptativa (Crow, 2015). Embora a rápida indução e amplificação do sistema de interferão tipo I seja altamente adaptativa em termos de erradicação do vírus, a estimulação aberrante ou o controlo desregulado do sistema pode levar à saída inadequada e / ou excessiva de interferões (Crow, 2013).

Os interferões mostraram ser neurotóxicos (Kessing, 2015) através da activação do receptor tipo I e da subunidade GIuN2A do receptor NMDA.

Interferências do tipo I foram sugeridas como sendo um adjuvante futuro em vacinas o que esperamos, baseado no nosso conhecimento actual, não seja implementado (Bracci, 2008). Vale ressaltar que os ácidos nucléicos também podem desencadear a activação do inflamassoma, algo que tem sido relacionado com pelo menos um fenótipo de doença humana (Kaneko, 2011; Tarallo, 2012).

Após o tratamento com IFN (por exemplo, para infecções pelo vírus da hepatite C ou como terapia contra o cancro), vários relatos descrevem a ocorrência de características como vasculite digital, LES e glaucoma (Bessis, 2002; Ronnblom, 1990; Kwon, 2001). A produção de IFN também pode ser um mecanismo de uma vacina potencialmente prejudicial ao cérebro. No caso da microcefalia em crianças brasileiras, pode ser que o vírus Zika, geralmente inofensivo, possa causar produção de citocinas, que pode ser prejudicial ao cérebro em desenvolvimento. Também é plausível que isso tenha ocorrido devido à vacinação ou, num terceiro cenário, a combinação dos dois ou ainda mais fatores como uma superestimulação cumulativa do sistema imunológico.

Danos causados pelas vacinas através dos ingredientes tóxicos

O mercúrio (Bjørklund, 2018, Ha, 2016) e o alumínio (Zhang Q, 2018) são conhecidos por serem fortes neurotoxinas, mas mesmo ingredientes como o esqualeno demonstram efeitos tóxicos dando origem a células patogénicas em linfonodos que drenam e que não drenam (Holm , 2002). Muitas substâncias são geralmente declaradas como seguras pois supostamente não atravessam a placenta, mas há um número considerável de factores conhecidos que modificam a passagem da placenta, bem como a barreira hematoencefálica ainda não implantada no sistema nervoso central fetal.

O alumínio nas vacinas foi recentemente observado como nanopartícula. Muitos estudos geralmente consideram as nanopartículas inseguras, já que elas podem entrar em organelas celulares, mas o efeito sobre o feto ainda não foi estudado. Os níveis de segurança dos ingredientes das vacinas são geralmente estabelecidos para adultos, mas não para crianças. Até hoje, eles não existem para o feto.

Isso deve ser de suma importância para os estudos de segurança das vacinas e deve ser definido antes de legalizar as dosagens prejudiciais para o cérebro fetal ou infantil no início do desenvolvimento. Mais uma vez, os resultados da recente análise independente aos ingredientes das vacinas, organizada pelo grupo Corvelva, em Itália, revela que as vacinas contêm ingredientes desconhecidos com potenciais propriedades toxicológicas, mas estes não estão listados na inserção ou em qualquer documento. Como tal, como podem ser estabelecidos os efeitos toxicológicos de tais produtos?

Danos causados pelas vacinas via contaminantes

Não mencionados em listas oficiais estão os contaminantes bacterianos e virais das vacinas (Cutrone R, 2005; Harasawa R, 1994). Vários estudos constataram uma alta incidência de contaminação por microorganismos em vacinas feitas por uma série de grandes empresas farmacêuticas, com números tão altos quanto 60% das vacinas contaminadas (Cutrone R, 2005; Geier M, 1978; Giangaspero M, 2001; Harasawa R , 1994; Johnson JA, 2001; Potts BJ, 1987).

Fragmentos bacterianos e virais também foram encontrados em várias vacinas. Os promotores das vacinas foram rápidos em nos assegurar que esses fragmentos virais não deveriam causar nenhum problema, mas a pesquisa indica o contrário.

De facto, um fragmento viral não viável implantado na microglia e astrócitos do cérebro causou a devastadora demência associada ao vírus HIV (Gonzales-Sarano F, 2005; Rubin SA, 1999). O vírus não infecta os próprios neurónios do cérebro. O mecanismo proposto é o de uma toxicidade induzida pela imunotoxicidade / excitotoxicidade, como vemos com a vacinação repetida.

O mesmo mecanismo é visto com vários vírus, incluindo o vírus do sarampo, o vírus borna e o vírus do herpes (De la Torre JC., 2002; Lellouch-Tubiana A, 2000; Ovanesov MV, 2006; Rubin SA, 1999; Volmer R, 2000). Quando as células da glia do cérebro ou neurónios são cronicamente infectadas com esses vírus (chamada de infecção viral persistente), a reacção imune / excitotóxica lentamente destrói as conexões das células cerebrais porque o sistema imunológico está a tentar destruir o microrganismo infeccioso.

No entanto, nunca pode matar o organismo de modo a que a destruição (e intensa activação microglial) continue ao longo de décadas, como vemos no cérebro autista (Vargas DL, 2005). Em 2017, Gatti e Montanari conseguiram demonstrar a nano contaminação em amostras de vacinas. Os resultados desta nova investigação mostram a presença de material em partículas micro e nanométrico, composto por elementos inorgânicos em amostras de vacina. Isso não é declarado entre os componentes e sua presença indevida é, por enquanto, inexplicável. Em detalhe, eles verificaram a presença de sais salinos e de alumínio, mas a presença de corpos estranhos inorgânicos micro, submicro e nanométricos (variando de 100 nm a cerca de dez mícrons) foi identificada em todos os casos. Dadas as contaminações observadas em todas as amostras de vacinas para uso humano, os efeitos adversos após a injeção dessas vacinas são possíveis e críveis, e também têm o carácter de aleatoriedade, pois dependem para onde os contaminantes são transportados pela circulação sanguínea.

Danos causados pelas vacinas via adjuvantes

Embora na história das vacinas contemporâneas os adjuvantes de alumínio tenham sido retratados como inerentemente seguros (Offit e Jew, 2003), estudos em modelos animais e humanos demonstraram a sua capacidade de infligir condições imunoinflamatórias por si mesmos (Authier et al., 2001; Petrik et al. al., 2007; Couette et al., 2009; Israeli et al., 2009; Shaw e Petrik, 2009; Gherardi e Authier, 2012).

Não há exigência legal ou médica para demonstrar que os adjuvantes de alumínio não apresentam risco para uso humano e não existem mecanismo de aprovação. Apenas as vacinas são aprovadas para uso humano. Existem dois adjuvantes de alumínio regularmente usados, o Alhydrogel® e o AdjuPhos®, para além de uma versão sulfatada do último, que está incluída no Gardasil, uma vacina contra o vírus do papiloma humano (HPV). Os dados do estudo de segurança da Merck sugerem uma frequência de eventos adversos para a vacina de aproximadamente 2,5% e similarmente 2,5% para o seu “grupo placebo” que recebeu o seu adjuvante proprietário. Assim, apesar de 25.000 / 1.000.000 de receptores perfeitamente saudáveis ficarem doentes ao receberem o Gardasil, é considerado seguro, pois o mesmo número ficou doente ao receber apenas o adjuvante sozinho. Num grupo de controle muito pequeno, onde o placebo foi relatado como sendo salino, houve zero (nenhum) evento adverso. Isso levanta algumas questões sérias sobre os próprios adjuvantes.

Numerosas publicações demonstram claramente a natureza tóxica do alumínio (Exley, 2016) e o seu papel na etiologia de doenças desde a esclerose múltipla (Mould, 2018) até a doença de Alzheimer (Exley, 2017) e até mesmo no autismo (Mould, 2017). As vias para como o alumínio adjuvante pode contribuir para problemas de saúde foram identificados (Mold, 2016; Mujika, 2017, Shardlow, 2018). Recentemente, descobriu-se que os efeitos de um adjuvante de alumínio podem ser muito mais complexos, uma vez que parece não existir uma correlação clara dependente da dose e mesmo as concentrações menores podem levar a situações mais perigosas a nível celular (Crepeaux, 2017).

Em particular, a interferência do alumínio nas vias regulatórias dos sistemas endócrino e imunológico pode desencadear cascatas pró-inflamatórias e pró-oxidativas com efeitos prejudiciais no desenvolvimento e função do cérebro (Tomljenovic e Shaw, 2011b; Blaylock, 2012).

É o adjuvante nas vacina mais frequentemente usado, mesmo que tenha provado ser uma neuro-toxina e um forte estimulador imunológico. Dessa forma, o alumínio adjuvante tem as propriedades necessárias para induzir distúrbios neuro-imunes. Os bebés no útero têm uma fisiologia diferente e são muito mais vulneráveis a desafios tóxicos. Mesmo em adultos, os adjuvantes podem causar condições auto-imunes e inflamatórias graves, e os níveis de segurança geralmente são estabelecidos para o organismo adulto.

As doses a que crianças, bebés e fetos são expostos são, portanto, proporcionalmente muito mais altas e, geralmente, não foram investigados. O aumento dos problemas neurológicos e de neurodesenvolvimentais em crianças não está a ser associado aos danos tóxicos dos sistemas imune e nervoso em desenvolvimento, um elo comprovado em inúmeros estudos de campo na medicina ambiental, na imunologia e na toxicologia.

O alumínio por si é tóxico para todas as formas de vida (Exley, 2009). O alumínio é genotóxico, pró-oxidante, pró-inflamatório e imunotóxico (Shoenfeld e Agmon-Levin, 2011; Tomljenovic, 2011; Tomljenovic e Shaw, 2011a, b; Blaylock, 2012). Para além disso, o alumínio é um disruptor endócrino: deprime o metabolismo da glicose e interfere com muitos outros processos celulares essenciais, como a homeostase do cálcio, vários mecanismos dependentes do ATP, a sinalização do receptor de membrana e a função mitocondrial (Agarwal et al., 1996; Tomljenovic, 2011).

Dados experimentais e clínicos identificaram claramente o sistema nervoso central (SNC) como o alvo mais sensível dos efeitos tóxicos do alumínio. A neurotoxicidade do alumínio manifesta-se tipicamente em défices de aprendizagem, memória, concentração e fala, controle psicomotor prejudicado, aumento da actividade convulsiva e comportamento alterado (isto é, confusão, ansiedade, comportamentos repetitivos e distúrbios do sono (Tomljenovic, 2011), embora seja o mais vulgarmente usado, o alumínio tem efeitos estimulantes potentes e multifactoriais no sistema imunológico (Exley et al., 2010).

Para além dos vírus atenuados, na ausência do alumínio, a maioria dos compostos antigénicos falha em lançar uma resposta imunológica adequada (Israeli et al., 2009), sugerindo que uma parte significativa da estimulação imunológica induzida pela vacina pode ser impulsionada pelo próprio adjuvante do alumínio. Na vacina da tríplice viral usada em mulheres grávidas no Brasil, por exemplo, o alumínio é usado como hidróxido de alumínio hidratado adsorvido (Al (OH)) e fosfato de alumínio.

Os compostos de alumínio servem para aumentar drasticamente e prolongar a reacção imunológica da vacinação. Algum alumínio permanece no local da injecção ao longo de anos. O alumínio foi adicionado pela primeira vez às vacinas em 1926 e levou décadas até se começar a questionar o seu uso. Os compostos de alumínio, bem como outros componentes das vacinas, aumentam a imunidade – incluindo alguns componentes indesejáveis do sistema imunológico, como as células B. Os adjuvantes da vacina são projectados para produzirem estimulação imunológica prolongada e, por isso, representam um perigo específico para o sistema nervoso em desenvolvimento. Estudos demonstraram que a activação imunológica após a vacinação pode durar até dois anos.

Isso significa que as células microgliais do cérebro também são preparadas pelo mesmo período de tempo ou, possivelmente, por mais tempo até. O que isso causa ao cérebro em desenvolvimento no feto não foi estudado. Sabe-se que o alumínio pode-se acumular no cérebro e que esse alumínio acumulado está associado à neuro-degeneração.

As evidências de uma ligação entre a neuro-toxicidade do alumínio e a doença de Alzheimer continuam a aumentar. O alumínio, tal como o mercúrio, activa a microglia criando uma inflamação crónica no cérebro – um evento importante na doença de Alzheimer e na doença de Parkinson (Armstrong RA, 1995; Bishop NJ, 1997; Campbell A, 2004; Esparza JL, 2003; Shirabe T, 2002; Yokel RA, 1999). Flarend et al conduziram um estudo (usando alumínio radiomarcado [26Al]) no qual uma das duas formas aprovadas de adjuvantes (hidróxido de alumínio ou fosfato de alumínio) usadas em vacinas foi injectada numa dose aprovada pelo FDA [organismo regulador dos fármacos e alimentos nos EUA] (0,85 mg por dose) (Flarend RE, 1997 ).

Os resultados mostraram que o alumínio foi rapidamente absorvido no sangue de ambas as formas.
No entanto, o fosfato de alumínio foi absorvido mais rapidamente e produziu níveis de tecido 2,9 vezes mais elevados do que o hidróxido de alumínio. Os níveis sanguíneos de alumínio permaneceram elevados após 28 dias, com ambos os adjuvantes. Níveis de alumínio elevados foram encontrados no rim, baço, fígado, coração, gânglios linfáticos e cérebro. O que isto faz aos órgãos em desenvolvimento no útero não foi investigado. Sabe-se também que o alumínio aumenta a toxicidade do mercúrio e que o alumínio, mesmo de fontes diferentes das vacinas, aumenta a inflamação no corpo (Rojo, 2006). A pergunta que ninguém parece estar a fazer é: o alumínio age como uma fonte constante de inflamação cerebral? A pesquisa, em particular a focada na activação da microglia desencadeada pelo alumínio, parece indicar que sim (Zhao, 1998).

Portanto, parece plausível que as interrupções de eventos críticos no desenvolvimento imune também possam desempenhar um papel no estabelecimento de distúrbios neuro-comportamentais (Dietert e Dietert, 2008). De facto, a estimulação imunológica (inclusive induzida pelas vacinas) durante as janelas críticas de vulnerabilidade do desenvolvimento, tanto pré como pós-natal, mostrou produzir resultados comportamentais e anormalidades neuroanatómicas.

Danos causados pelas vacina via reactividade cruzada de peptídeos

Darja Kanduc descreve a reactividade cruzada do peptídeo como o pecado original das vacinas (Kanduc, 2012). Ela começa o seu importante artigo realçando que a evolução criou uma extensa plataforma de identidade peptídica que é partilhada entre os vírus e seres humanos. Essa partilha pode trazer efeitos colaterais prejudiciais na administração de vacinas e que podem resultar em consequências autoimunológicas para o indivíduo.

Ela descreve um ciclo vicioso ligando peptídeo partilhados, detritos imunes microbianos, adjuvantes em vacinas e reactividade cruzada auto-imune. Em 1962 (Rowley, 1962), descobriu-se que as infecções podem levar à doença auto-imune em resultado de anticorpos de reação cruzada ou células T. Isso levou a novas pesquisas demonstrando que a partilha de sequências de aminoácidos de estruturas entre vírus e seres humanos era uma raiz de doenças auto-imunes (Shapiro, 1976; Ebringer A, 1979; Fujinami, 1983; Albert, 1999).

Nesta nova interpretação chamada de conceito de mimetismo molecular, o sistema imunológico “vê”, “reconhece” e “ataca” as sequências / estruturas do patogeno. Ao fazer isso, o sistema imunológico não presta atenção ao facto de que as principais sequências e estruturas podem estar presentes no hospedeiro. Como tal, uma reacção auto-imune é desencadeada, uma teoria que ainda está a ser debatida actualmente. Kanduc e outros (Trost, 2010) identificaram uma sobreposição massiva entre as proteínas virais e o proteoma humano. Na verdade, milhões de peptídeos estão a ser partilhados. Eles demonstraram que a um nível hexapeptídico, a semelhança entre os micróbios e os seres humanos mostra uma proporção de proteínas humanas contendo heptapéptidos bacterianos de 99,7% e aqueles que não o fazem, de 0,3%. Isto ilustra que apenas uma fracção minúscula de aproximadamente 30.000 proteínas que formam o proteoma humano está isenta de motivos heptapeptídicos bacterianos. Kanduc (Trost, 2010) descreve os vírus e bactérias como uma porção do “eu” humano e aponta que eles estão sujeitos aos mesmos mecanismos tolerogénicos que caracterizam os antígenos e tecidos humanos. Kanduc também afirma que apenas as sequências de aminoácidos exclusivamente expressas num proteoma podem ter um potencial imune (Segal, 2017).

Assim, protocolos de vacinação que incluem uma resposta imune contra antigenos inteiros de vírus e de bactérias também podem induzir um vasto leque de respostas auto-imunes no hospedeiro vacinado devido à partilha generalizada de pentapeptídeos entre as proteínas virais e bacterianas e o proteoma humano (Kanduc, 2009; Kanduc 2011 , Kanduc, 2012).

Esse mecanismo também pode explicar o facto de que vacinas activas baseadas em antigenos de agentes infecciosos podem produzir uma resposta fraca (ou nenhuma) no sistema imunológico humano, uma vez que não as reconhece como estranhas, já que muitas sequências de peptídeos são partilhadas com o hospedeiro. É por isso que os adjuvantes foram introduzidos. Eles estimulam uma resposta imune, mas ao fazê-lo levam à hiperactivação do sistema imunológico e podem alterar ou silenciar os mecanismos ainda mal definidos que mantêm o sistema imunológico sob controle e levam a evitar ataques auto-imunes prejudiciais. Subsequentemente à vacinação adjuvada, portanto, podem ocorrer reacções específicas entre as moléculas / estruturas hospedeiras, devido à correspondência massiva de péptidos entre os micróbios e os péptidos humanos, iniciando assim uma resposta auto-imune. Este factor não foi investigado em todos os estudos de segurança de vacinação para o feto.

Danos causados pelas vacinas via modificação do microbioma

A ciência acaba de começar a descobrir a vida de biliões de microrganismos nos nossos corpos. Os 100 triliões de micróbios do intestino têm cerca de 4,3 milhões de genes e estamos apenas a começar a descobrir o quanto eles são importantes para muitos sistemas e funções do corpo. Uma bactéria intestinal, por exemplo, demonstrou regular o metabolismo da glutationa em ratos. Este é o nosso principal processo de desintoxicação intrínseca (Mardingogiu, 2015) que pode determinar a forma como reagimos às toxinas (e às vacinas por exemplo) nos nossos corpos.

Muitas bactérias intestinais têm influência directa na função cerebral. Ainda não está claro como o microbioma altera o cérebro. A maioria dos investigadores concorda que os micróbios provavelmente influenciam o cérebro através de múltiplos mecanismos. Os cientistas descobriram que as bactérias do intestino produzem neurotransmissores como a serotonina, a dopamina e o GABA.

As propriedades imunoestimuladoras do alumínio têm sido rotineiramente exploradas para induzir alergias alimentares dependentes de mastócitos em modelos animais experimentais. Os mastócitos desempenham papéis fundamentais numa ampla gama de patologias gastrointestinais inflamatórias, nas quais comprometem a imunidade da mucosa e aumentam a permeabilidade intestinal (Berin e Mayer, 2009; Theoharides et al., 2009). A disfunção gastrointestinal e alergias alimentares são as patologias não neurológicas mais comuns no autismo, e a activação de mastócitos está fortemente implicada como o factor subjacente (Theoharides et al. 2009).

De facto, praticantes de todo o mundo que lidam com as lesões causadas pelas vacinas relataram uma elevada incidência de níveis altos de histamina no TGI, provavelmente induzidos pela libertação de mastócitos em reacção à vacina. Como isso ocorre ainda não é claro, mas qual o efeito duma vacina no TGI fetal e infantil e, portanto, no microbioma ainda não foi estudado de forma nenhuma. Para entender as interacções importantes entre o microbioma e as vacinas foi recentemente criado um projecto com o nome de Microbiome Vaccine Safety Project (7).

Sabe-se que a microbiota intestinal afeta a resposta à vacina, como vários estudos já demonstraram.

A flora desequilibrada está associada à inflamação sistémica e à resposta imune à vacinação. Um artigo recente foi publicado com uma hipótese central de que a microbiota intestinal tem um efeito significativo na resposta do hospedeiro à vacinação e na qual foi postulado que uma população reduzida ou ausente da flora comensal, juntamente com um supercrescimento de cepas patogénicas, pode-se tornar uma predisposição microbiana a reacção vacinal (8).

Efeitos sinérgicos com outros agentes neurotóxicos

Efeitos de toxicidade sinérgica ocorrem com ingredientes de vacinas quando combinados com vários outros agentes (químicos, metais, etc.). Um deles é a combinação do flúor (água potável, pasta dentífica, etc.) e alumínio. O fluoroalumínio é uma substância que interfere na função imunológica, assim como muitos insecticidas e herbicidas usados em todos os lares. O efeito sinérgico mais perigoso de qualquer vacina que contenha alumínio ou timerosal (etilmercúrio) é o mercúrio. Num estudo em crianças amazónicas foi demonstrado que o metilmercúrio de origem materna (ou seja, o consumo de peixe) tinha um efeito neurotóxico sinérgico quando combinado com o etilmercúrio das vacinas, manifestando-se em atraso no desenvolvimento neurológico (Marques, 2016).

Nutrição e relevância para a inflamação e possíveis danos causados por vacinas

O sistema imunológico depende de muitos factores nutricionais e psicológicos. O sistema digestivo é responsável por quase 80% da função imunológica e o seu estado é de vital importância para os mecanismos de defesa humanos. Um feto não tem um sistema imunológico activo próprio. Isso depende em grande parte da sua mãe. Factores que podem influenciar o microbioma intestinal e o sistema imunológico em geral podem ser:

Utensílios de cozinha em alumínio

Como ouvimos acima, o alumínio é uma neurotoxina. Em muitos países mais pobres, um grande número de famílias usa principalmente utensílios de cozinha de alumínio. É possível que não exista apenas um efeito neurotóxico, mas também pode ocorrer uma sensibilização imunológica através da exposição repetida. A maioria das vacinas hoje em dia usa o alumínio como adjuvante. Isso poderia ser um factor que contribui para o facto de que as pessoas nesses países são mais propensas a reacções à vacina.

Óleos

Embora os óleos ómega-3 sejam saudáveis, o componente EPA é significativamente imuno-supressor e, em resultado, altas ingestões devem ser evitadas. É o componente DHA que tem a maioria dos efeitos benéficos, particularmente no que diz respeito à reparação do cérebro e à redução da inflamação. O DHA também inibe a excitotoxicidade. Na inflamação do cérebro, uma combinação de EPA e DHA é preferível, com um menor teor de EPA.

A desnutrição e também a fast food moderna podem ser factores que causam deficiências ortomoleculares, o que pode tornar o feto mais vulnerável quando exposto a uma inflamação.

Muitas vezes esquecido é a evidência substancial de que os óleos ómega-6 induzem inflamações e imunossupressão quando consumidos em grandes quantidades.

As mulheres grávidas e as crianças devem evitar os óleos imuno-supressores, como os óleos ómega-6 (óleos de milho, soja, cártamo, girassol e amendoim). Através do consumo de alimentos que contêm esses óleos, a imunidade das crianças pode ser alterada, tornando-as não apenas mais susceptíveis à infecção natural, mas também propensas a complicações das vacinas.

Leite, glúten, flúor, soja

O leite, os produtos lácteos e alimentos que contêm gliadina e glúten como os grãos, por exemplo, podem ter um efeito sinérgico nos processos de auto-imunidade. A proteína láctea caseína está às vezes contida em vacinas e um adjuvante pode, portanto, estimular uma resposta imune a ela. O polissorbato 80, que é frequentemente usado em vacinas, pode conter trigo. Os alimentos à base de soja também são responsáveis ​​por um número significativo de alergias alimentares e são muito ricos em glutamato, flúor e manganês, para além de terem um efeito tóxico sobre a glândula tiroide. O fluoreto deve ser evitado. A água é também uma fonte significativa de alumínio na dieta (é adicionada como agente clarificador) e, na água fluoretada, o flúor complexa com o alumínio para formar o composto de fluoroalumínio altamente neurotóxico. Farinha, chá preto, alguns sais convencionais e produtos de panificação feitos com fermento em pó contendo alumínio são fontes adicionais de alumínio.

Deficiências minerais

A baixa ingestão de magnésio está associada a maiores graus de inflamação no corpo e menores níveis de glutationa. A deficiência de magnésio aumenta a excitotoxicidade, porque é um modulador natural do receptor de glutamato NMDA. Baixas ingestões de magnésio aumentam consideravelmente a sensibilidade do receptor de glutamato, agravando a excitotoxicidade. O baixo teor de magnésio também reduz os níveis de glutationa no cérebro, o que aumenta a sensibilidade do cérebro à toxicidade do mercúrio. O aumento dos níveis de magnésio reduz a inflamação, aumenta os níveis de glutationa e reduz a sensibilidade excitotóxica. O zinco e o selénio são muito importantes em muitos processos de desintoxicação e também precisam de ser monitorizados. Se os níveis fisiológicos não estiverem presentes no momento de uma infecção ou vacinação, isso pode predispor a efeitos colaterais.

Deficiências de vitaminas

Para um estado neuroprotector adequado, as vitaminas B (em particular as B1, B3, B6 e B12), vitamina D e vitamina C são importantes. Os folatos tornaram-se cada vez mais importantes nos últimos anos, as mutações da MTHFR estão a ocorrer em maior número, tornando difícil para o portador metabolizar a forma activa do ácido fólico, tão importante nos processos de desintoxicação do corpo através da síntese da glutationa. Portanto, é muito útil iniciar a suplementação de folato na gravidez com o metiltetrahidrofolato de forma activa. Se os níveis fisiológicos não estiverem presentes no momento de uma infecção ou vacinação, isso pode predispor a efeitos colaterais.

Kalokerinos (1974) demonstrou repetida e conclusivamente que bebés e crianças aborígenes, um grupo com uma taxa de mortalidade anormalmente alta após a vacinação, estavam quase completamente protegidos desse resultado ao dosá-los com vitamina C antes e depois da vacinação.

O sarampo é uma das principais causas de morte em crianças em países pobres e é particularmente perigoso em crianças com deficiência de vitamina A.

Oito estudos envolvendo 2.574 participantes foram incluídos numa revisão publicada pela Cochrane Collaboration e eles descobriram que não houve uma redução significativa na mortalidade em crianças que receberam vitamina A. Megadoses de vitamina A, (200.000 unidades internacionais (UI) em cada dia durante dois dias) no entanto, diminuiram o número de mortes por sarampo em crianças hospitalizadas com menos de dois anos de idade (Yang, 2006).

Duas doses de vitamina A não são consideradas excessivamente caras, e provavelmente não produzirão efeitos adversos, concluiu o relatório. A deficiência de vitamina A está associada ao aumento da mortalidade e isso é particularmente verdadeiro para uma infecção por sarampo. Para proteger contra as consequências da deficiência de vitamina A, a Organização Mundial da Saúde recomenda que altas doses de suplementos de vitamina A sejam administradas juntamente com vacinas de rotina para crianças entre seis meses e cinco anos de idade em mais de 100 países de baixa renda. A recomendação é baseada em considerações logísticas. As consequências da combinação de vitamina A e vacinas não foram investigadas em estudos aleatórios antes da implementação desta política. Assumiu-se que as intervenções eram independentes. Bern (Berna, 2012) descobriu, no entanto, que enquanto a suplementação de vitamina A aumentaria os efeitos benéficos não específicos sobre a mortalidade da vacina BCG e do sarampo, também aumentaria os efeitos negativos da vacina da tríplice bacteriana.

A vacina da tríplice bacteriana inactivada tem sido associada, de forma preocupante, ao aumento da mortalidade por outras doenças infecciosas. Embora a vitamina A possa, portanto, ser benéfica em algumas circunstâncias e grupos etários, pode ser perigosa para outras pessoas ao combiná-la com vacinas.

Essas considerações, embora cientificamente comprovadas, nunca são consideradas nas políticas de saúde. Note-se que os estudos mostraram que megadoses de vitamina A, sem a implementação da vacina, demonstraram eficácia na redução da mortalidade.

Deficiências fitoquímicas (frutas, ervas e vegetais, etc.)

Um número de fitoquímicos (flavonóides, polifenóis, quercetina, etc.) são neuroprotetores, especialmente contra inflamação e excitotoxicidade. Altamente anti-inflamatórios são os alimentos como abacaxi, maçãs, cerejas, mamão, amêndoas, nozes, gengibre, açafrão, espinafre e batata-doce.

Se os níveis fisiológicos não estiverem presentes no momento de uma infecção ou vacinação, isso pode predispor a efeitos colaterais.

Conclusões

Os efeitos colaterais das vacinas raramente são relatados. Os números variam de um em cem a um em mil. Como vimos acima, através dos diferentes mecanismos pelos quais os danos podem ocorrer, as evidências de danos podem-se manifestar com um atraso de tempo significativo e, até ao momento, isso não tem sido um assunto para os estudos de segurança das vacinas. A maioria dos estudos de acompanhamento das vacinas termina após apenas alguns dias. O actual aumento de problemas psicológicos, de neuro-desenvolvimento e auto-imunes em crianças deve-nos alertar e incitar a considerarmos os efeitos colaterais das vacinas como um factor de risco potencial para essas preocupações.

Todos os mecanismos acima mencionados devem ser tópicos de investigações científicas para garantir que os programas de vacinação em massa ou até mesmo obrigatórios, direcionados a uma geração inteira, não resultem em danos irreversíveis para os nossos filhos. O ênfase principal deve ser o de que qualquer ingrediente usado numa injeção não deve ser toxicologicamente ou imunologicamente prejudicial. Actualmente não acontece assim. Os níveis de segurança para ingredientes e adjuvantes devem ser estabelecidos para a fisiologia específica e os peptídeos adequados, e não o ADN, devem ser usados nas vacinas para evitar qualquer reactividade cruzada.

Até que tenhamos dados reais sobre esses factores, as vacinas durante a gravidez devem ser evitadas.

Mais ainda, a resolução do Parlamento Europeu de 19 de Abril de 2018 sobre a hesitação relativa às vacinas [9] sublinhou que os conflitos de interesses dos investigadores devem ser declarados, que deve haver maior transparência em torno do painel EMA e dos dados clínicos e de ensaios realizados, bem como o financiamento de programas de pesquisa independentes sobre vacinas e os seus adjuvantes. Aqui abaixo estão estes artigos vitais destinados a garantir a confiança do público (2017/2951 (RSP)):

  • 5) Salienta que as vacinas são rigorosamente testadas em vários estádios de ensaios antes de serem pré-qualificadas pela OMS e aprovadas pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e reavaliadas regularmente. Salienta que os investigadores devem declarar quaisquer conflitos de interesses;
  • 6) Propõe que os investigadores sujeitos a conflitos de interesses sejam excluídos dos painéis de avaliação. Solicita que a confidencialidade das deliberações do painel de avaliação da EMA seja levantada. Propõe que os dados científicos e clínicos que informam as conclusões do painel e cujo anonimato está garantido de antemão, sejam tornados públicos;
  • 14) Recorda a importância da transparência na construção e manutenção da confiança do público nos medicamentos;
  • 15) Recorda a importância do Regulamento relativo aos ensaios clínicos (10) para estimular e facilitar a investigação de novas vacinas e garantir a transparência dos resultados dos ensaios clínicos. Insta a Comissão e a EMA a aplicarem o Regulamento relativo aos ensaios clínicos sem mais demora, em particular através da criação do Portal e Base de Dados Europeus (EUPD), cuja execução foi sujeita a atrasos significativos de mais de dois anos. Solicita, para além disso, a todas as partes envolvidas que assegurem que o actual processo de recolocação da EMA fora de Londres não cause qualquer perturbação adicional ou atrasos no trabalho da agência;
  • 20) Salienta que uma maior transparência no processo de avaliação das vacinas e dos seus adjuvantes e o financiamento de programas de investigação independentes sobre os seus possíveis efeitos secundários, contribuiriam para restaurar a confiança na vacinação;

Por conseguinte é da maior importância, em conformidade com a resolução do Parlamento Europeu e dados científicos apresentados neste documento, que os decisores mantenham a mente aberta em relação aos riscos potenciais que a vacinação pode causar e que evitem, por todos os meios, danos que podem ser causados a um indivíduo ou à população em geral.

Matar o mensageiro nunca evitou uma catástrofe.

Da mesma forma, desacreditar aqueles que apontam para os riscos cientificamente comprovados não contribuirá para o bem-estar das populações europeias e globais.

O Fórum Europeu para a Vigilância das Vacinas (EFVV).

Fonte: https://www.efvv.eu/pathways-for-vaccine-damage/

Notas de rodapé

1.    https://www.who.int/emergencies/ten-threats-to-global- health-in-2019

2.   https://healthit.ahrq.gov/sites/default/files/docs/publication/r18hs017045-lazarus-final-report-2011.pdf, p. 6.

3.   https://www.dropbox.com/sh/ybwfqth0xyps25o/AADf3IcBTy94iZTSaRgMY-hla?dl=0&preview=Final+Report+of+IV+Parliamentary+Commission.pdf   pp 144-202.

4.   https://www.faim.org/leslie-manookian

5.   https://www.corvelva.it/speciali-corvelva/analisi.html

6.  https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/94056/9789241506250_eng.pdf;jsessionid=0E5A50FDF67F6054557D265A446A46D3?sequence=1

7.  https://www.patreon.com/thegutclub/overview

8.   http://www.alliedacademies.org/timely-topics-in-clinical-immunology/

9.  http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?type=TA&reference=P8-TA-2018-0188&language=EN&ring=B8-2018-0188#def_1_8

10. Ibid.

Outras referências listadas, por ordem alfabética

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Médicos patrocinados pela indústria: novo estudo mostra o alcance da influência comercial

Médicos patrocinados pela indústria: novo estudo mostra o alcance da influência comercial

Os eventos de educação profissional são fortemente patrocinados por empresas farmacêuticas, que promovem os seus produtos como sendo a solução. Essa técnica amplamente usada de coação e desinformação, onde fármacos com riscos elevados são apresentadas como tendo efeitos colaterais minimizados, foi exposta num recente estudo do BMJ Open.

A revista médica online BMJ Open publicou recentemente um estudo de coorte retrospectivo intitulado A educação patrocinada pela indústria promove o sobrediagnóstico e o tratamento excessivo da depressão, osteoporose e síndrome da bexiga hiperativa? Um estudo de coorte australiano, analisando os eventos patrocinados pela indústria, publicamente reportados na Austrália, de outubro de 2011 a setembro de 2015, os investigadores concentraram-se em três condições sujeitas a super-diagnóstico e tratamento: depressão, osteoporose e bexiga hiperactiva.

Durante o período de 4 anos do estudo, foram identificados 3.132 eventos, com aproximadamente 96.660 participantes. Esses eventos foram atendidos por médicos de cuidados primários com mais frequência do que os eventos patrocinados sem um foco nas três condições identificadas no estudo.

Os investigadores descobriram uma forte concentração de patrocínios entre apenas algumas empresas. Duas empresas patrocinaram mais de 70% dos eventos de depressão; outras duas empresas mais de 80% dos eventos da bexiga hiperactiva.

Os investigadores concluíram o seguinte:

“…os clínicos gerais geralmente eram direccionados, o jantar costumava ser oferecido e algumas empresas patrocinavam a maioria dos eventos. Na maioria dos casos, os produtos dos patrocinadores não são opções económicas para a condição especificada.”

Os investigadores inicialmente levantaram a hipótese de que os departamentos de marketing da empresa para cada condição patrocinariam eventos relacionados e que o público-alvo trabalharia principalmente nos cuidados primários, refletindo uma ampla população de pacientes. O que eles encontraram foi em alinhamento com a hipótese deles. Os resultados do estudo mostraram o seguinte:

“A Servier, que comercializa a Agomelatina ea AstraZeneca (quetiapina), patrocinou 51,2% e 23,0% dos eventos de depressão, respectivamente. A Amgen e a GlaxoSmithKline, que comercializam o Denosumabe, patrocinaram 49,5% dos eventos de osteoporose e a Astellas e a Commonwealth Serum Laboratories (CSL) (mirabegron). e solifenacina) patrocinaram 80,5% dos eventos de bexiga hiperactiva. ”

O estudo destaca a necessidade da educação profissional ser livre do patrocínio comercial.

Profissionais médicos são continuamente influenciados, directa e indirectamente, por interesses farmacêuticos e comerciais que podem ter consequências negativas no mundo real para os seus pacientes.

Enquanto o recente estudo australiano destaca o problema da influência patrocinada pela indústria, outro método mais insidioso pode ser igualmente alarmante. A natureza fraudulenta e selectiva da pesquisa patrocinada pela indústria frequentemente captura os pilares intelectuais e regulatórios da medicina. Por exemplo, em 2015, a BMJ publicou o Restoring Study 329, um esforço de uma década de vários investigadores para descobrirem a verdade sobre os riscos para a saúde e o valor do tratamento de um antidepressivo aprovado para uso por adolescentes. Usando os mesmos dados que a GlaxoSmithKline usou para comercializar o seu antidepressivo Paxil os investigadores, ao fazerem o estudo restaurativo 14 anos depois descobriram que:

“Nem a paroxetina nem a imipramina em altas doses demonstraram eficácia para a depressão maior em adolescentes, e houve um aumento nos danos com ambas as drogas”.

Enquanto isso, uma revisão sistemática da Cochrane, de 2012, descobriu que a quetiapina antipsicótica da AstraZeneca, destacada no recente estudo australiano da BMJ, tinha evidências de eficácia limitadas para a depressão.

A influência da indústria sobre a base de conhecimento, a prescrição de hábitos e crenças dos profissionais da medicina, muitas vezes torna os remédios naturais e as verdadeiras soluções de cura para a depressão, osteoporose e bexiga hiperactiva invisíveis. Modalidades com menos potencial para efeitos colaterais graves muitas vezes tornam-se as vítimas do efeito global, acabando o paciente por ter assumir o ónus do risco e de resultados abaixo do padrão.

Quão mau pode ser? Uma retrospectiva dos últimos vinte anos revela uma história corrosiva de uma epidemia de opiáceos nos E.U.A. causada, em parte, pela combinação da educação patrocinada pela indústria e pesquisas fraudulentas.

O Dr. David Kessler, comissário da Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA), quando o opióide OxyContin da Purdue Pharma, o fármaco que deu início à epidemia nos E.U.A, ganhou a aprovação da agência em 1995, reconheceu:

“Sem dúvida, foi um erro. Foi certamente um dos piores erros médicos, um grande erro.”

Foi o primeiro opiáceo a ganhar o selo de aprovação da FDA, apesar da falta de testes e provas comprovadas da segurança e eficácia dos medicamentos. A Purdue então enviou um vídeo promocional para aproximadamente 15 mil médicos, aos quais foi dito que o OxyContin era “menos de 1% viciante” – um número que estudos subsequentes provaram ser falso.

Uma vez que a esmagadora evidência da devastação da crise de opiáceos começou a ser destacada pelos meios de comunicação, o então presidente Richard Sackler, da Purdue, escreveu num e-mail confidencial:

“…Temos que martelar os abusadores de todas as formas possíveis. Eles são os culpados e são o problema. Eles são criminosos imprudentes”.

A medicina estabelecida parece estar nos estágios iniciais de confrontar os seus pontos cegos patrocinados pela indústria. À medida que mais profissionais começam a escapar dos seus grilhões farmacêuticos míopes em busca da verdadeira cura, é essencial que os pacientes se empoderem ao lado desse Despertar, e se tornem participantes activos nas suas jornadas individuais de cura. Por favor, use o painel de pesquisa da GreenMedInfo para aceder a mais de 10.000 tópicos, baseados em evidências, relacionados com a medicina natural e integrativa. E partilhe esse recurso, e este artigo e outros, com amigos e familiares, que podem subscrever, de forma complementar, a nossa newsletter aqui.

Médicos patrocinados pela indústria: novo estudo mostra o alcance da influência comercial 2

Jefferey Jaxen é pesquisador, jornalista investigador independente, escritor e voz da liberdade na saúde, na linha de frente da mudança da sociedade em direcção à Consciência superior. Visite o site dele aqui para saber mais.

Fonte: http://www.greenmedinfo.com/blog/industry-sponsored-doctors-new-study-shows-depth-commercial-influence?fbclid=IwAR3Rb4F211bUYFTmyxq8cqQ-tVGyMVDh_ZMUgZYqu5B0puIWAYr75DTLnas

“Vaccinegate”: relatório da análise metagenómica da Gardasil 9

“Vaccinegate”: relatório da análise metagenómica da Gardasil 9

Resultados

Com estas análises, terminamos a triagem de primeiro nível da vacina Gardasil 9.

Presença de material genético adventício em quantidades residuais. Os seguintes pontos essenciais podem ser resumidos:

Presença de material genético adventício como ADN:

Bactérias: A percentagem é significativa: 54% do ADN total. A contaminação pode derivar principalmente da cultura de fungos, mas também de contaminantes no laboratório. Mais soluções em branco foram feitas para minimizar o erro devido à contaminação ambiental, mas teremos dados mais precisos quando fizermos réplicas com outros laboratórios. O ADN bacteriano pode interagir com o alumínio adjuvante e causar alergias, inflamação e auto-imunidade. Dados a confirmar.

ADN humano e de ratos: a sua origem não é conhecida! Pode ser que o ADN humano possa ser uma contaminação cruzada de outras linhas celulares usadas na produção de vacinas (é uma hipótese). Esse ADN pode interagir com o alumínio adjuvante e causar reacções inflamatórias e auto-imunes.

Vírus adventícios: fragmento L1 do ADN de dupla tensão do vírus HPV – vem do processo de fabricação do antígeno. É um contaminante porque apresenta problemas de segurança, pois não é degradado e permanece nos macrófagos ligados ao alumínio adjuvante por um longo período. O seu efeito biológico não é totalmente conhecido, mas provavelmente pode ser integrado no ADN hospedeiro, estimular a inflamação através da produção de citocinas pró-inflamatórias e reacções auto-imunes (ver pesquisa do Prof. Lee).

Fagos: eles derivam do processo de fabricação, são contaminantes adventícios comLet perigos desconhecidos. Os anticorpos contra fagos podem interagir com bactérias na flora bacteriana intestinal? Eles podem integrar-se na flora bacteriana?

Vírus de moluscos contagiosos: pertencem à família Poxviridae, subfamília Chordopoxvirinae, género Molluscipoxvirus. O termo varíola contido no nome desses vírus vem das vesículas (N.T.: do inglês “poxes”) produzidas pelo vírus da varíola.

Retrovírus: potencialmente incorporáveis no ADN. Podem causar transformação neoplásica e mutações do genoma do hospedeiro. Derivam da contaminação do ADN humano e dos ratos, uma possível contaminação cruzada com outras linhas celulares.

  • Vírus da leucemia do rato.
  • Retrovírus endógeno humano K.

Material genético adventício presente como ARN:

Bactérias: as transcrições indicam que as bactérias estão presentes e activas durante o processo de fabricação.

Construções sintéticas (sequências artificiais): podem derivar do processo de produção de antigéno por recombinação genética com o plasmídeo. Elas são potencialmente capazes de se recombinar com o ADN humano. A ligação com o adjuvante de alumínio pode prolongar e aumentar o efeito biológico (inflamação e auto-imunidade).

Os fungos e os seus vírus (vírus L-BC e narnavírus): o ARN dos fungos pode dar origem a proteínas alergénicas (que podem ligar-se ao alumínio adjuvante) enquanto, no que diz respeito aos vírus, não são conhecidos efeitos sobre as células humanas e da microbiota.

O vírus da anemia equina infecciosa e o vírus da leucemia do rato: (este último está presente tanto no ADN como no RNA e, portanto, é um vírus completo). Esses vírus são derivados da contaminação de matérias-primas e não devem estar presentes.

Descarregue: CORVELVA-Metagenomic-análise-relatório-em-Gardasil-9.pdfF

Fonte: https://www.corvelva.it/speciali-corvelva/analisi/vaccinegate-metagenomic-analysis-report-on-gardasil-9.html?fbclid=IwAR13to_mTxQw_DzQYNweb8HhVr1QrtrzNgvATvbHRD2Pq7xzxPwML-JrYz4

Infanrix Hexa: 65 toxinas encontradas, somente riscos e nenhum benefício

Infanrix Hexa: 65 toxinas encontradas, somente riscos e nenhum benefício

Já desde há vários ANOS que afirmo que temos de angariar 50 mil dólares para testarmos todas as vacinas para sabermos o que realmente é injectado por essas agulhas. Isso ficou claro para mim em 2009 com o fiasco da “gripe suína” do H1N1. Tantas pessoas ficaram com danos causados por ela e um grande aumento nos abortos e nados-mortos ocorreu. Comecei-me a perguntar em voz alta: “O que é que há nessas coisas? Devíamos testar esses frascos”.

Bem, finalmente está a acontecer.

Com a implementação das vacinas obrigatórias pelo governo, que de repente exigiram que as crianças italianas recebessem 11 vacinas para frequentarem a escola, os italianos estão a reagir.

Primeiro, eles substituíram o governo que pressionou pela obrigatoriedade das vacinas. Apelidando o seu movimento de #GovenmentofChange [#GovernodaMudança]. E, a 4 de Dezembro, o novo ministro da saúde italiano expulsou todos os 30 membros do conselho consultivo para a política de saúde.

A 13 de Dezembro, o Corvelva, um grupo de pesquisa científica, anunciou que havia recebido 10.000€ da Ordem Nacional de Biólogos da Itália para o projecto de usar o dinheiro para testarem o conteúdo de cada vacina actualmente disponível no mercado. O resultado do primeiro teste foi lançado em 16 de Dezembro, e o relatório deixa qualquer um boquiaberto.

Certamente não vai ouvir isto vindo dos meios de comunicação social convencionais.

A primeira vacina que testaram completamente foi a Infanrix Hexa – uma vacina seis-em-um fabricada pela GlaxoSmithKline (GSK) que deveria conter os seguintes antígenos: toxóides do tétano, da difteria e da tosse convulsa, estirpes virais de poliomielite inactivadas 1-2-3, antígeno de superfície da hepatite B. De forma chocante, o Corvelva não encontrou NENHUM desses antígenos na vacina, o que significa que nenhum anticorpo para os antígenos pretendidos será criado.

E, pior ainda, para além de nenhum antígeno de vacina, eles descobriram o seguinte:

  • vestígios de 65 contaminantes cruzados químicos de outras linhas de fabricação;
  • toxinas químicas;
  • macromoléculas irreconhecíveis;
  • vários peptídeos bacterianos livres que são potenciais alergénos e são capazes de induzir reacções auto-imunes;

Estas descobertas podem trazer justiça aos pais que perderam os seus filhos em 2009, quando 36 crianças morreram e mais de 1.700 ficaram com danos resultantes de um “ensaio clínico” – um bom nome para a experimentação em seres humanos.

Eu suspeito que, à medida que continuarem a testar cada uma das vacinas do calendário infantil. eles encontrarão compostos metálicos, nanotecnologia e uma longa lista de contaminantes químicos. Nalgum momento o trabalho publicado anteriormente por Gattis será vingado. Eu escrevi sobre as suas descobertas chocantes em um artigo anterior que poderá encontrar aqui.

O Infanrix Hexa é amplamente utilizado no mercado internacional. A vacina comporta todos os riscos e, literalmente, nenhum benefício. A sua utilização deve ser suspensa imediatamente, aguardando uma futura investigação. Se os testes continuarem a revelar cada vez mais inconsistências, a GSK poderá ficar em sérios apuros legais por rotulagem inadequada, processos de fabricação deficientes e talvez até serem acusados de homicídio.

Fonte:  https://vaxxter.com/infanrix-hexa-65-toxins-found-all-risk-no-benefit/?fbclid=IwAR2EZohKxrLFe1eNM4RyO7r3lgWbvpM1K3BubgxeEchZOwBRXsCsPxaiHWk

Consequências não intencionais: genes sujos nas vacinas

Consequências não intencionais: genes sujos nas vacinas

Consequências não intencionais genes sujos nas vacinas

O que acontece quando as nossas agências reguladoras governamentais, encarregues de proteger a saúde pública, não divulgam os riscos conhecidos pela indústria?

No caso dos vírus e ADN nas vacinas, a FDA [agência reguladora dos fármacos e alimentos nos EUA] observou, a nível interno, que:

“Pequenas quantidades de ADN de substrato celular residual inevitavelmente estão presentes em todas as vacinas virais, assim como em outros produtos biológicos produzidos que usam substratos celulares. Existem várias formas possíveis do ADN ser um factor de risco. O ADN pode ser oncogénico ou infeccioso. Para além disso pode causar a mutagénese por inserção através da integração no genoma do hospedeiro”.

Como todas as vacinas contêm ADN residual que tem potencial para ser oncogénico (causando cancro), mutagénico (alterando o seu código genético) e infeccioso, não é de grande preocupação que a secção 13 de cada folheto informativo da vacina afirme que o produto não foi avaliado para efeitos cancerígenos (causadores de cancro) ou mutagénicos?

A FDA continua, afirmando que:

“O uso de linhas celulares derivadas de tumores humanos apresenta preocupações de segurança adicionais em relação à potencial presença de vírus inesperados e desconhecidos. Estes incluem vírus que podem estar presentes na linhagem celular devido à sua existência no tecido do paciente, tais como vírus de ADN latentes oncogénicos (por exemplo adenovírus, hepadenovírus, herpesvírus, papilomavírus, poliomavírus) e retrovírus endógenos (ERVs), que existem normalmente num estado latente no ADN da célula hospedeira de todas as espécies…”

Isto sugere que estes vírus estão adormecidos e inativos e actualmente não se expressam e têm todo o potencial para causarem infecções se forem despertados. Esses vírus silenciosos e adormecidos só podem ser detectados nas células usadas para produzir vacinas se forem activados, expondo-se, pelo que a sua detecção é bastante problemática. Este é um problema de todas as cepas celulares usadas para produzir vacinas e não é exclusivo das células tumorigénicas humanas.

A engenheira genética Dr. Theresa Deisher, PhD em Fisiologia Molecular e Celular da Universidade de Stanford, com mais de 20 anos de experiência em biotecnologia, relata que:

“Células humanas, não as só danificadas, mas também as células humanas saudáveis, podem absorver ADN estranho espontaneamente. O ADN humano estranho captado pelas células humanas será transportado para os núcleos e integrado ao genoma do hospedeiro, o que causará mudança fenotípica”.

Então, aqui temos as provas de que o ADN humano nas vacinas seguintes tem o potencial de causar mudanças genéticas em todas as crianças que as recebem:

  1. Vacina contra o sarampo, papeira [caxumba], rubéola / MMR / tríplice viral
  2. Vacina contra a difteria, tétano, tosse convulsa [coqueluche] e poliomielite (DTaP / TdP)
  3. Vacina contra a varicela e zona
  4. Vacina contra a hepatite A
  5. Vacina antirábica
  6. Vacina contra a poliomielite
  7. Vacina contra a Haemophilus influenzae

De acordo com o Comité Consultivo de Práticas de Imunização [Advisory Committee on Immunization Practices ou ACIP] e dependendo dos produtos utilizados, uma criança tem o potencial de receber até seis injecções separadas que contêm ADN humano residual até aos dois anos de idade.
A FDA prossegue, discutindo o aspecto da segurança do ADN residual nas vacinas: o Dr. Peden, chefe do Laboratório de ADN de Vírus da FDA, afirma que:

“Depende do mecanismo de transformação. Por exemplo, mutações, rearranjos cromossómicos, translocações, retrotransposições, etc., envolvem ADN. Portanto, a redução do tamanho e da quantidade do ADN deverá mitigar esse risco” (ênfase a negrito adicionado).

A conclusão de que o tamanho do ADN reduzirá o risco de mutagénese e infecção é baseado em nada mais do que uma crença. Pesquisas mostram que em mamíferos, tal como nos humanos, o código genético é altamente repetitivo, o que significa que é homólogo (similar em estrutura).

Pequenos fragmentos de ADN são usados para obter modificações genéticas de forma terapêutica. Não é muito difícil imaginar que essa mesma observação também ocorra de forma não terapêutica:

“A substituição homóloga é usada para modificar sequências genéticas específicas do ADN cromossómico num processo denominado “substituição homóloga de fragmento pequeno”, onde fragmentos de DNA substituem o alvo genómico, resultando em mudanças específicas na sequência.”

Estudos mostram que é a genética do indivíduo que aumenta o risco e a susceptibilidade à natureza infecciosa do ADN e mutagénese de inserção:

“O ADN residual (rADN) é composto por fragmentos de ácido desoxirribonucleico (ADN) e moléculas de maior comprimento originadas do organismo hospedeiro que podem estar presentes em amostras de processos biológicos recombinantes. Embora similar em unidades básicas básicas de pares de bases, o rADN pode existir em diferentes tamanhos e formas físicas. O interesse em medir o rDNA em produtos recombinantes é baseado principalmente na demonstração de purificação efetiva durante a fabricação, mas também em algumas preocupações hipotéticas de que, em casos raros, dependendo do sistema de expressão do hospedeiro, algumas sequências de ADN podem ser potencialmente infecciosas ou oncogénicas (por exemplo, vírus HIV e o oncogene Ras, respectivamente)”.

O Dr. Peden prossegue afirmando que “nas células primárias e diplóides não há limites para a quantidade de ADN nas vacinas”. Isso significa que essas medidas de segurança para limitar a quantidade de ADN residual não se aplicam às vacinas de vírus vivos cultivadas em células diplóides humanas, como a MMR (tríplice viral) e varicela.

Além da abominação de modificar geneticamente os nossos filhos através da mutagénese de inserção de ADN de linhagem diplóide humana macho e fêmea sem um consentimento informado, há outro elefante na sala: a presença de retrovírus endógeno humano K (HERV-K) que foi encontrado na MMRII e VARIVAX. É importante notar que foram as cepas de células WI-38 e MRC-5 que contêm esse contaminante que foram usadas e, como tal, todo e qualquer produto usado com essas linhas de células irá conter HERV-K.

Consequências não intencionais genes sujos nas vacinas
Veja Victoria et al., (2010)

O retrovírus endógeno humano (HERV) está associado a uma miríade de estados de doenças crónicas:

“Vários mecanismos pelos quais os HERVs poderiam produzir efeitos patológicos foram propostos, incluindo a criação de novas variantes de HERVs, mutagénese de inserção e toxicidade proteica. A este respeito, a activação do HERV parece influenciar a agressividade de diferentes cancros, incluindo o seminoma, melanoma, leucemia, carcinoma hepatocelular, sarcoma, próstata, mama e cancro do cólon. Da mesma forma, o processo patológico de doenças reumáticas, lúpus eritematoso sistémico, esclerose múltipla, transtornos do espectro do autismo, esquizofrenia, transtorno bipolar, psoríase, diabetes tipo I e esclerose sistémica mostra uma correlação com a actividade do HERV ”.

Consequências não intencionais genes sujos nas vacinas

Os cancros infantis estão em ascensão e não podemos subestimar o papel que a injecção directa de HERV-K tem nesse contexto, em particular quando está directamente associado à leucemia, como pode ser visto aqui:

“Em pacientes com leucemia, a presença de anticorpos contra o HERV-K foi identificada, o que poderia sugerir um aumento da expressão do HERV-K em células leucémicas.”

E aqui:

“A resposta do anticorpo contra os peptídeos HERV-K foi relatada em pacientes com leucemia, sugerindo uma possível superexpressão dessa sequência em células leucémicas.”

Consequências não intencionais genes sujos nas vacinas

Aqui vemos que os vírus herpes reactivam o HERV:

“Os vírus herpes também podem ser um gatilho significativo na expressão do HERV no SNC. Vários relatos detectaram EBV, vírus herpes simplex tipo 1 (HSV-1), vírus varicela-zona (VZV) e vírus herpes humano tipo 6 (HHV-6) em amostras de pacientes com EM. Todos esses vírus herpes também demonstraram desencadear a expressão dos HERVs.”

Deve ser altamente preocupante para todos haver HERV-K na presença de um vírus herpes vivo, como é o caso da vacina VARIVAX (varicela-zona).

Dada a informação acima, parece que todas as vacinas são inerentemente perigosas e cada indivíduo, não uma agência governamental, deveria estar a fazer a sua própria análise de risco-benefício para o uso desses produtos. Isso também significa que todos estamos a participar numa experiência com a qual não concordamos e sobre a qual ainda estamos a descobrir quais as consequências não intencionais do consumo desses produtos.

Não é um segredo – embora raramente seja debatido pelos meios de comunicação e profissionais médicos a quem confiamos os nossos filhos – que as infecções para as quais temos vacinas eram infecções infantis agudas, auto-limitadas, comuns, como pode ser visto aqui neste artigo fundamentado com uma pesquisa muito boa:

Consequências não intencionais genes sujos nas vacinas
Número de mortes estimado por cada tipo de acidente [dados dos EUA]. Fonte

Antes da vacinação, o risco de morrer dessas infecções ainda é menor do que o risco de morrer com um relâmpafo, sufocado ou escorregar no chuveiro. Era pouco frequente a criança ter um resultado adverso dessas infecções. Assim como é fora de vulgar a criança ter um resultado adverso com a vacinação, talvez tenhamos apenas trocado uma criança geneticamente susceptível por outra?

O Dr. James Lyons-Weiler explicou melhor:

“Se nós, como sociedade, desfrutamos do benefício colectivo da proteção contra doenças infecciosas devido às vacinas então, como sociedade, partilhamos a responsabilidade colectiva de proteger aqueles que correm um maior risco de danos das vacinas. Chega de propaganda que afirma que não existem riscos. Chega. Genética e atenção cuidadosa aos factores de risco confiáveis terão um papel fundamental na protecção daqueles que são mais susceptíveis…”.

Agora que 54% das nossas crianças sofrem de pelo menos uma de 20 doenças crónicas, incluindo transtornos do neurodesenvolvimento, distúrbios convulsivos, alergias severas, doenças auto-imunes e cancro, começamos a perceber que, se tem uma criança saudável, agora faz parte da minoria. Talvez seja hora de voltarmos às nossas raízes e abraçarmos os remédios naturais. Talvez seja a hora de pararmos de acreditar nos produtos farmacêuticos e nos médicos que os prescrevem em exclusivo. Talvez tenha chegado o momento de separarmos as grandes farmacêuticas e o estado.

Fonte: https://www.ipakmedicalhealthnews.com/home/unintended-consequences-dirty-genes-in-vaccines?fbclid=IwAR1kICgMTxPKzaXk5gAJd-YNW1M569xQYMRaRJSAD8OHWwlSYmGUjEw9lUs

A quimioterapia pode espalhar o cancro e desencadear tumores mais agressivos, alertam cientistas

A quimioterapia pode espalhar o cancro e desencadear tumores mais agressivos, alertam cientistas

A quimioterapia pode espalhar o cancro e desencadear tumores mais agressivos alertam cientistas

A quimioterapia pode permitir que o cancro se espalhe e desencadear tumores mais agressivos, sugere um novo estudo.

Investigadores dos EUA estudaram o impacto de fármacos em pacientes com cancro da mama e descobriram que os medicamentos aumentam a probabilidade das células cancerígenas migrarem para outras partes do corpo, onde são quase sempre letais.

Cerca de 55.000 mulheres são diagnosticadas com cancro da mama na Grã-Bretanha a cada ano e 11.000 morrerão dessa doença.

Muitas recebem quimioterapia antes da cirurgia, mas a nova pesquisa sugere que, apesar de diminuir os tumores a curto prazo, pode desencadear a disseminação de células cancerígenas por todo o corpo.

Acredita-se que a medicação tóxica desliga um mecanismo de reparação do corpo que, em última análise, permite aos tumores voltarem a crescer mais fortes. Também aumenta o número de “portas” nos vasos sanguíneos que permitem que o cancro se espalhe por todo o corpo.

A quimioterapia pode espalhar o cancro e desencadear tumores mais agressivos alertam cientistas
Uma imagem mostrando a abertura das “portas” nos vasos sanguíneos que permitem a disseminação dos tumores. CRÉDITO: GEORGE KARAGIANNIS

O Dr. George Karagiannis, da Faculdade de Medicina Albert Einstein da Universidade de Yeshiva, em Nova Iorque, descobriu que o número de canais de entrada foi aumentado em 20 pacientes que receberam dois medicamentos de quimioterapia comuns.

Ele também descobriu que, em ratos, a quimioterapia para o cancro da mama aumentava o número de células cancerígenas que circulavam no corpo e nos pulmões.

Karagiannis afirmou que as mulheres podem ser monitorizadas durante a quimioterapia para verificar se o cancro está a começar a circular e se as portas de passagem estão a aparecer.

“Uma abordagem seria obter uma pequena quantidade de tecido tumoral após algumas doses de quimioterapia pré-operatória”, afirmou ele.

“Se observarmos que a presença dos marcadores está aumentado, recomendaríamos a interrupção da quimioterapia e a cirurgia primeiro, seguida da quimioterapia pós-operatória. Actualmente, estamos a planear ensaios mais extensos para resolver o problema.

“Neste estudo, investigamos apenas a disseminação de células cancerígenas induzidas por quimioterapia no cancro da mama. Actualmente estamos a trabalhar noutros tipos de cancro para ver se efeitos semelhantes são provocados”.

 O estudo foi publicado na revista Science Translational Medicine.

Fonte:https://www.telegraph.co.uk/science/2017/07/05/chemotherapy-may-spread-cancer-trigger-aggressive-tumours-warn/

Pesquisas governamentais confirmam que o sarampo é propagado pelos vacinados

Pesquisas governamentais confirmam que o sarampo é propagado pelos vacinados

Pesquisas governamentais confirmam que o sarampo é propagado pelos vacinadosAs pesquisas revelam que um indivíduo vacinado não só pode ser infectado com o sarampo, como também o pode transmitir a outras pessoas que também estão vacinadas contra ele – duplamente refutando a tese de que a administração de doses múltiplas da vacina da tríplice viral é “97% eficaz”, como é amplamente alegado.

Um dos erros fundamentais no pensamento sobre a eficácia da vacina contra o sarampo é que receber a vacina contra o sarampo-papeira-rubéola (MMR) equivale à imunidade genuína contra o vírus do sarampo. De facto, é frequentemente alegado por organizações de saúde como o Centro de Controlo de Doenças [CDC] dos EUA que receber duas doses da vacina MMR é “97% eficaz na prevenção do sarampo”, apesar de um corpo volumoso de evidências contraditórias de epidemiologia e experiência clínica.

Esse pensamento erróneo levou o público, os meios de comunicação e o governo a atribuirem a origem dos surtos de sarampo, como o relatado na Disney em 2015 (e que levou à aprovação da lei SB277 naquele ano, retirando as isenções de vacinação por quaisquer razões médicas) na Califórnia, aos não vacinados, embora 18% dos casos de sarampo tenham ocorrido naqueles que foram vacinados contra o mesmo – dificilmente as duas doses da vacina alegaram “97% de eficácia”. A falibilidade óbvia da vacina também é indiciada pelo facto de que o CDC agora requer duas doses.

Mas os problemas ao redor das falhas da vacina da tríplice viral são muito mais profundos. Primeiro, eles acarretam riscos de saúde profundos (mais de 25 dos quais indexados aqui: riscos de vacina da tríplice viral), incluindo aumento do risco de autismo, que um cientista sénior do CDC confessou que a sua agência encobriu e que não justifica o risco, dado que o sarampo não só não é mortal, como também confere benefícios significativos à saúde que foram validados na literatura biomédica. Em segundo lugar a vacina MMR não só não confere consistentemente imunidade, como aqueles que foram “imunizados” com duas doses da vacina da tríplice viral ainda podem transmitir a infecção a outros – um fenómeno que ninguém relata na corrida para culpar os vacinados pelos surtos.

Os vacinados com a vacina da tríplice viral ainda podem propagar o Sarampo

Há três anos, um estudo inovador publicado na revista Clinical Infectious Diseases, em cuja lista de autores estavam incluídos cientistas que trabalhavam para o Departamento de Imunização, Departamento de Saúde e Higiene Mental de Nova York, para o Centro Nacional de Imunização e Doenças Respiratórias e para o Centro de Controlo de Doenças (CDC), examinou evidências do surto de sarampo de Nova Iorque de 2011, de que indivíduos com a vacinação prévia contra o sarampo e imunidade conferida pela vacina eram ambos capazes de serem infectados pelo sarampo e infectarem outras pessoas com ele (transmissão secundária).

Essa descoberta até despertou a atenção dos principais noticiários, como este artigo da Sciencemag.org de abril de 2014 intitulado “surto de sarampo rasteado até paciente totalmente vacinado, pela primeira vez“.

Intitulado “surto de sarampo entre pessoas com evidências prévias de imunidade, Cidade de Nova Iorque, 2011“, o estudo inovador reconheceu que “o sarampo pode ocorrer em indivíduos vacinados, mas a transmissão secundária por tais indivíduos não foi documentada”.

A fim de descobrirem se os indivíduos em conformidade com a vacina contra o sarampo são capazes de serem infectados e transmitirem a infecção a outras pessoas, eles avaliaram os casos suspeitos e indivíduos expostos durante o surto de sarampo de 2011 em Nova York. Eles focaram-se num paciente que recebeu duas doses da vacina que continha sarampo e descobriu que,

“Dos 88 contactos foram confirmados quatro casos secundários que continham duas doses de vacina contendo sarampo ou um anticorpo IgG positivo para o sarampo. Todos os casos tinham confirmação laboratorial de infecção por sarampo, sintomas clínicos compatíveis com sarampo e anticorpos de IgG de alta avidez característicos de uma resposta imune secundária”.

A conclusão é notável:

“Este é o primeiro relato de transmissão de sarampo por um indivíduo vacinado duas vezes. A apresentação clínica e os dados laboratoriais do índice eram típicos do sarampo num indivíduo não vacinado. Os casos secundários tinham respostas anamnésticas robustas. Não ocorreram casos terciários apesar de numerosos contactos. O surto enfatiza a necessidade de uma investigação epidemiológica e laboratorial completa dos casos suspeitos de sarampo, independentemente do estado da vacinação”

Consegue acompanhar o racciocínio? Verificou-se que um indivíduo vacinado duas vezes, num surto de sarampo em Nova Iorque transmitiu o sarampo a quatro dos seus contactos, dois dos quais receberam duas doses da vacina MMR e tiveram resultados de anticorpos IgG contra o sarampo, presumivelmente, preventivos.

Este fenómeno – o de um indivíduo que cumpre o plano de vacinação da tríplice viral infectar outros indivíduos cumpridores do plano de vacinação da mesma vacina – tem sido ignorado pelas agências de saúde e pelos meios de comunicação. Esses dados corroboram a possibilidade de que, durante o surto de sarampo da Disney, os 18% previamente vacinados (qualquer um dos 18% que se saiba ter sido infectado) possam ter infectado ou já estarem propagando o sarampo de uma vacina e transmitido o sarampo aos vacinados e não vacinados.

Para além disso, esses cientistas do CDC e da Agência de Imunização de Nova Iorque identificaram a “necessidade” de haver uma “investigação epidemiológica e laboratorial completa dos casos suspeitos de sarampo independentemente do estado da vacinação” ou seja, os investigadores devem descartar a falha da vacina e a infecção por indivíduos totalmente infectados como parte preponderante dos surtos de sarampo.

Em vez disso o que está a acontecer agora é que no momento em que ocorre um surto de sarampo, uma atitude reflexiva de “culpar a vítima” é tomada, e os organismos de saúde e meios de comunicação e / ou saúde relatam o surto como se tivesse sido provado que as vítimas estão sub-vacinados ou não vacinados – muitas vezes sem evidências suficientes para suportarem essas alegações. Claramente, as partes interessadas no debate entre vacinar / não-vacinar precisam de olhar para a situação através da lente das evidências em si e não da ciência por meio das proclamações ou apelos à autoridade.

Surpreendentemente, a verdade foi suprimida ao longo de décadas. Há vinte anos atrás, a vacina da trípllice viral infectou virtualmente todos os seus receptores com sarampo. Os cientistas que trabalham no Centro Nacional de Doenças Infecciosas do CDC, financiado pela Organização Mundial de Saúde e pelo Programa Nacional de Vacinas, descobriram algo realmente perturbador sobre a vacina da MMR: ela leva à infecção detectável pelo sarampo na vasta maioria daqueles que a recebem. A fabricante da vacina MMR, a Merck, descreve na bula que a vacina pode causar a encefalite por inclusão de sarampo (MIBE), uma forma rara, mas potencialmente fatal, de infecção cerebral pelo sarampo. Saiba mais lendo meu artigo sobre o tema “O sarampo é propagado pelos vacinados: Os documentos da Organização Mundial de Saúde, Merck e do CDC confirmam“.

Parem de deitar as culpas de uma vacina que funciona nos não vacinados

A moral desta história é que não pode culpar os pais que não vacinam pela morbidade e mortalidade de doenças infecciosas quando a vacinação não resulta em imunidade e não impede que aqueles que são vacinados infectem outras pessoas. De facto, os surtos secundados pelas falhas da vacina contra o sarampo e a disseminação em até 99% das populações cobertas pela imunização ocorrem desde há décadas. Aqui estão apenas alguns exemplos relatados na literatura médica:

  • 1985, Texas, EUA: De acordo com um artigo publicado no New England Journal of Medicine em 1987, “um surto de sarampo ocorreu entre adolescentes de Corpus Christi, Texas, na Primavera de 1985, embora os requisitos de vacinação para a frequência escolar tivessem sido completamente cumpridos”. Eles concluíram: “Concluímos que surtos de sarampo podem ocorrer em escolas secundárias, mesmo quando mais de 99% dos estudantes foram vacinados e mais de 95% estão imune”. 1
  • 1985, Montana, EUA: De acordo com um artigo publicado no American Journal of Epidemiology intitulado “Um surto persistente de sarampo, apesar das medidas apropriadas de prevenção e controlo”, um surto de 137 casos de sarampo ocorreu em Montana. Os registos escolares indicaram que 98,7% dos estudantes foram adequadamente vacinados, levando os investigadores a concluirem que: “Este surto sugere que a transmissão do sarampo pode persistir em alguns contextos, apesar da implementação apropriada da actual estratégia de eliminação do sarampo”.
  • 1988, Colorado, EUA: De acordo com um artigo publicado no American Journal of Public Health em 1991, “no início de 1988 um surto de 84 casos de sarampo ocorreu numa faculdade do Colorado em que mais de 98 por cento dos estudantes tinham a documentação de imunidade adequada contra o sarampo… devido a uma exigência de imunização em vigor desde 1986. Eles concluíram: “(…) os surtos de sarampo podem ocorrer em populações universitárias altamente vacinadas”. 3
  • 1989, Quebec, Canadá: Segundo um artigo publicado no Canadian Journal of Public Health em 1991, o surto de sarampo de 1989 foi “amplamente atribuído a uma cobertura vacinal incompleta”, mas após uma extensa revisão, os investigadores concluíram que “a cobertura vacinal incompleta não era uma explicação válida para o surto de sarampo na cidade de Québec”. 4
  • 1991-1992, Rio de Janeiro, Brasil: De acordo com um artigo publicado na Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, no surto de sarampo de Março de 1991 a Abril de 1992 no Rio de Janeiro, 76,4% dos suspeitos de infecção tinham recebido a vacina contra o sarampo antes do primeiro aniversário. 5
  • 1992, Cidade do Cabo, África do Sul: De acordo com um artigo publicado no South African Medical Journal em 1994, “[Em] Agosto de 1992, um surto ocorreu, com casos relatados em muitas escolas em crianças presumivelmente imunizadas”. A cobertura de imunização contra o sarampo foi de 91% e a eficácia da vacina foi de apenas 79%, levando-os a concluir que a falha primária e secundária da vacina era uma possível explicação para o surto. 6

Existem muitos outros exemplos da falha abjeta da vacina contra o sarampo, incluindo um estudo publicado na PLoS intitulado “dificuldades na eliminação do sarampo e no controlo da rubéola e papeira [caxumba]: um estudo transversal duma primeira vacinação contra sarampo e rubéola e de uma segunda vacinação contra o sarampo, papeira [caxumba] e rubélula” e que trouxe à luz a gritante ineficácia das duas vacinas contra o sarampo (sarampo-rubéola (MR) ou sarampo-papeira-rubéola (MMR)) no cumprimento da sua promessa amplamente reivindicada de prevenir surtos em populações altamente compatíveis com vacinas. Nós mergulhamos profundamente nas implicações deste estudo no nosso artigo intitulado “Porque é que a China tem surtos de sarampo quando 99% são vacinados?

O exemplo mais recente foi divulgado no site do CDC hoje num relatório intitulado “Surto de Sarampo numa população altamente Vacinada em Israel, de Julho a Agosto de 2017“, onde eles mencionam um paciente zero que recebeu três doses de tríplice viral. Não é de surpreender que o CDC não tenha chegado à conclusão óbvia de que a vacina da tríplice viral falhou mas, pelo contrário, pedem para os médicos considerarem a possibilidade do paciente ter sarampo quando examinam alguém com sintomas de febre e erupção cutânea, mesmo quando o paciente é vacinado.

Pesquisas governamentais confirmam que o sarampo é propagado pelos vacinadosFonte: Centro de Controlo de Doenças dos EUA

Estes sete surtos não são de forma alguma representativos da literatura biomédica, mas ilustram o quanto o público em geral está a ser enganado sobre a eficácia das vacinas contra o sarampo e a agenda de vacinação em geral. Nenhuma quantidade de ignorância histórica irá apagar o facto de que a vacinação equivale à imunização e que a antigenicidade não é igual a imunogenicidade.

Tão pouco os efeitos adversos, não intencionais, da tríplice viral e de outras vacinas nas agendas de vacinação são retratados com precisão, impedindo o acesso ao princípio ético médico do consentimento informado.

Para saber mais sobre este assunto leia o meu artigo anterior, “O sarampo propagado pelos vacinados: Documentos da Organização Mundial de Saúde, Merck e CDC confirmam“.

REFERÊNCIAS

1T L Gustafson, A W Lievens, P A Brunell, R G Moellenberg, C M Buttery, L M Sehulster. Measles outbreak in a fully immunized secondary-school population. N Engl J Med. 1987 Mar 26 ;316(13):771-4. PMID: 3821823

2R M Davis, E D Whitman, W A Orenstein, S R Preblud, L E Markowitz, A R Hinman. A persistent outbreak of measles despite appropriate prevention and control measures. Am J Epidemiol. 1987 Sep ;126(3):438-49. PMID: 3618578

3B S Hersh, L E Markowitz, R E Hoffman, D R Hoff, M J Doran, J C Fleishman, S R Preblud, W A Orenstein. A measles outbreak at a college with a prematriculation immunization requirement. Am J Public Health. 1991 Mar ;81(3):360-4. PMID: 1994745

4N Boulianne, G De Serres, B Duval, J R Joly, F Meyer, P Déry, M Alary, D Le Hénaff, N Thériault.[Major measles epidemic in the region of Quebec despite a 99% vaccine coverage]. Can J Public Health. 1991 May-Jun;82(3):189-90. PMID: 1884314

5S A de Oliveira, W N Soares, M O Dalston, M T de Almeida, A J Costa. Clinical and epidemiological findings during a measles outbreak occurring in a population with a high vaccination coverage. Rev Soc Bras Med Trop. 1995 Oct-Dec;28(4):339-43. PMID: 866883

6N Coetzee, G D Hussey, G Visser, P Barron, A Keen. The 1992 measles epidemic in Cape Town–a changing epidemiological pattern. S Afr Med J. 1994 Mar ;84(3):145-9. PMID: 7740350

Fonte: http://www.greenmedinfo.com/blog/measles-transmitted-vaccinated-gov-researchers-confirm

Exposição natural vs artificial ao sarampo: não é a mesma coisa

Exposição natural vs artificial ao sarampo: não é a mesma coisa

Exposição natural vs artificial ao sarampo: não é a mesma coisa

Há um facto raramente considerado pelas autoridades de saúde pública: a vacinação não é uma intervenção que elimina a exposição à doença pelos indivíduos. A vacinação substitui a exposição natural pela exposição artificial e não é a mesma coisa. Estamos há muitas décadas em campanhas de vacinação em massa e é alarmante que, em vez da comunidade médica e científica recuar para examinar o impacto geral na saúde pública e individual para ver se as estratégias actuais devem ser reavaliadas, o foco está naqueles que questionam ou recusam a vacinação.

Os especialistas reconheceram que a actual vacina contra o sarampo não pode erradicar o sarampo por causa de falhas primárias e secundárias. [1] Estudos descobriram que a concentração e a duração da protecção dos anticorpos maternos para bebés com mães vacinadas é menor do que a proteção providenciada pelas mães não vacinadas [2], e verificou-se que uma terceira dose da tríplice viral [MMR] não pode aumentar a protecção por um período de tempo indefenido [3], deixando a maioria dos adultos desprotegidos. Entramos numa era em que vacinamos bebés e idosos vulneráveis ​​- populações que estavam protegidas quando o sarampo circulava naturalmente. É um enigma confuso cuja responsabilidade não pode ser colocada sobre daqueles que desistem da vacinação. Para a grande maioria das crianças saudáveis ​e ​que podem lidar facilmente com um caso de sarampo na infância, a vacinação não oferece nenhum benefício pessoal e apenas as expõe ao risco de lesões vacinais e vulnerabilidade ao sarampo na vida adulta.

Uma vez que a indústria não disponibiliza uma única vacina contra o sarampo, isso deixa apenas a controversa tríplice viral [MMR] que parece não ter tido nenhum ensaio clínico. A MMR contém ADN fetal fragmentado na porção da rubéola, que alguns acham moralmente censurável e outros medicamente problemáticos devido ao potencial de autoimunidade e mutagénese insercional [4]. Para além disso, a vacina é altamente contaminada com glifosato a partir da gelatina [5], e não existem estudos que mostrem que a injecção de glifosato seja segura ou como pode alterar a resposta imune aos outros ingredientes. Acrescente-se que a Merck já foi acusada de falsificar a eficácia da porção da papeira na sua vacina [6] e, Houston, temos um problema.

100% de vacinação não alteraria o dilema da falha ou risco da vacina. A OMS [Organização Mundial de Saúde] escolheu o objectivo da erradicação global antes de ter uma ferramenta segura capaz de o alcançar. Ao invés de pressionar por uma maior aceitação, o tempo e o dinheiro seriam muito melhor gastos na implementação de programas rápidos de diagnóstico e notificação usando novas tecnologias para detectar e isolar como antigamente, pesquisando os melhores e mais seguros tratamentos para o sarampo, cultivando os princípios básicos da imunidade saudável nas comunidades mais pobres: acesso a água limpa e saneamento e nutrição adequados.

Referências

[1] Poland, Gregory A and Robert M Jacobson. “The re-emergence of measles in developed countries: time to develop the next-generation measles vaccines?” Vaccine vol. 30,2 (2012): 103-4.

[2] Waaijenborg, et al. “Waning of Maternal Antibodies Against Measles, Mumps, Rubella, and Varicella in Communities With Contrasting Vaccination Coverage.” OUP Academic, Oxford University Press, 8 May 2013, academic.oup.com/jid/article/208/1/10/796786.

[3] Fiebelkorn AP, Coleman LA, Belongia EA, et al. Measles virus neutralizing antibody response, cell-mediated immunity, and IgG antibody avidity before and after a third dose of measles-mumps-rubella vaccine in young adults. The Journal of infectious diseases. 2016;213(7):1115-1123. doi:10.1093/infdis/jiv555.

[4] Deisher, T A, et al. “Epidemiologic and Molecular Relationship Between Vaccine Manufacture and Autism Spectrum Disorder Prevalence.” Issues in Law & Medicine., U.S. National Library of Medicine, 2015, www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26103708.

[5] Honeycutt, Zen. “Glyphosate in Childhood Vaccines.” Moms Across America, www.momsacrossamerica.com/glyphosate_in_childhood_vaccines.

[6] Solomon, Lawrence. “Merck Has Some Explaining To Do Over Its MMR Vaccine Claims.” HuffPost Canada, HuffPost Canada, 27 Nov. 2014, www.huffingtonpost.ca/lawrence-solomon/merck-whistleblowers_b_5881914.html.

Fonte: https://www.bmj.com/content/362/bmj.k3976/rr-11?fbclid=IwAR2Chr6XxBjV_C9JIrQN2bg84DZBtI94HZ9lL1PN4eHaAgLrE2MGy2s-ULQ

As Enormes Mentiras sobre as Vacinas

As Enormes Mentiras sobre as Vacinas

As Enormes Mentiras sobre as Vacinas

Colocadas as mentiras sobre vacinas no contexto de uma sessão de perguntas e respostas:

P: Digamos que aceito a ideia de que as vacinas dão protecção contra as doenças. As vacinas criam imunidade. Qual é o problema? Porque é que eu me deveria preocupar? Porque é que eu deveria procurar informações fora dos meios convencionais?

R: Bem, vamos começar por aqui. A teoria da vacinação afirma que as vacinas fazem com que o sistema imunológico de uma pessoa entre em acção contra um germe em particular que é colocado na vacina. Este é um “ensaio” que prepara o sistema imunológico para reagir quando a doença e o germe reais vierem mais tarde. Faz sentido?

P: Sim. Isso foi o que me ensinaram.

R: Mas repare, há uma vacina (da Hepatite B) que é administrada a bebés logo no dia em que nascem. O bebé não possui um sistema imunológico próprio. Na verdade, alguns investigadores afirmam que uma criança não desenvolve completamente o seu próprio sistema imunológico até os 12-14 anos.

P: Ai é? Como assim?

R: Uma vacina não pode criar o “ensaio” desejado, a menos que o destinatário tenha seu próprio sistema imunológico. Isso é óbvio.

P: Mas isso significaria que a vacina não pode funcionar ao longo daqueles anos em que uma criança não possui seu próprio sistema imunológico completamente desenvolvido.

R: Correcto.

P: Mas, então, todos os especialistas estariam errados.

R: Isso mesmo.

P: E quanto aos idosos? Nós ouvimos constantemente que eles devem receber vacinas porque têm sistemas imunológicos fracos.

R: Essa é outra informação falsa. As vacinas não podem tornar um sistema imunitário fraco mais forte. De acordo com a sabedoria convencional, as vacinas apenas preparam um sistema imunitário funcional para uma doença que virá mais tarde. Na verdade, uma vacinação dada a pessoas cujo sistema imunológico é fraco pode ter um efeito decididamente negativo. A vacinação pode sobrecarregar o sistema imunitário fraco.

P: Mas temos uma grande quantidade de informações que afirmam que as vacinas aniquilaram as doenças tradicionais. A taxa de sucesso foi notável.

A: Dois pontos aqui. Como Ivan Illich afirma no seu livro, Nemesis Médica:

“A taxa de mortalidade combinada da escarlatina, difteria, tosse convulsa e sarampo entre as crianças até quinze anos mostra que quase 90 por cento do declínio total da mortalidade entre 1860 e 1965 ocorreu antes da introdução dos antibióticos e da imunização generalizada. Em parte, esta recessão pode ser atribuída à melhoria das condições de habitação e à diminuição da virulência dos microrganismos mas, de longe, o factor mais importante foi a maior resistência do hospedeiro devido à melhor nutrição. ” (Ivan Illich, Medical Nemesis, Bantam Books, 1977)

P: E qual é o outro ponto?

R: Quando os especialistas afirmam que as vacinas aniquilaram as doenças tradicionais, o que é que eles estão realmente a dizer? Eles estão a dizer que os sintomas visíveis dessas doenças raramente são vistos, em comparação com as décadas anteriores. Mas porque é que esses sintomas visíveis se tornaram residuais?

P: Sim, porquê?

R: Pode ser porque esses sintomas foram eliminados. Mas pode ser também porque esses sintomas foram suprimidos.

P: Eu não estou a entender.

R: Considere os sintomas básicos do sarampo. Erupções cutâneas, febre. Na abordagem convencional eles são simplesmente o resultado da infecção pelo vírus do sarampo? Não. Os sintomas são uma combinação da infecção e da reacção do sistema imunológico do organismo ao germe. Essa reacção – a resposta inflamatória – é a tentativa do corpo de se descartar dos efeitos do germe. É POR ISSO QUE VEMOS OS SINTOMAS.

P: Ai é? Como assim?

R: As vacinas contêm elementos tóxicos. Germes, produtos químicos como o alumínio e o formaldeído. Se essas substâncias tóxicas enfraquecem o sistema imunológico, então NÃO haverá uma resposta inflamatória completa. O sistema imunológico não será capaz de montar essa resposta. Portanto, os sintomas visíveis da doença não aparecerão quando a doença real vier. Entende?

P: Sim. O sistema imunológico estará muito fraco para lutar.

R: A vacinação enfraquece o sistema imunológico. Então, quando a doença do sarampo chega posteriormente, a pessoa que recebeu a vacina não conseguirá confronta-la facilmente. Portanto, não verá as erupções cutâneas e a febre. As erupções cutâneas e a febre ocorrem quando o sistema imunológico é capaz de montar uma resposta completa.

P: Portanto?..

R: Portanto, após as campanhas de vacinação em massa contra o sarampo parecerá que o sarampo foi aniquilado porque, em geral, não vemos os sintomas tradicionais. Mas isso é uma ilusão. O sarampo realmente não foi exterminado. Em vez disso, as pessoas agora sofrem com um sistema imunológico mais fraco e os sintomas disso serão diferentes.

P: Essa é uma ideia perturbadora.

R: Sim é. Porque agora estamos a falar de doenças crónicas e não do sarampo agudo que se elimina rapidamente na presença de um sistema imunológico totalmente funcional.

P: Espere um minuto. Durante muito tempo milhões de casos de sarampo foram relatados no Terceiro Mundo, onde o sistema imunológico das crianças é muito fraco. Portanto, os sintomas do sarampo foram visíveis.

R: Sim. Digamos que o sistema imunológico dessas crianças foi, ao mesmo tempo, forte o suficiente para montar uma resposta inflamatória. É por isso que as erupções e a febre apareceram. Mas, depois da vacinação com elementos tóxicos, deixou de ser esse o caso. Todas essas crianças estavam agora “abaixo da linha”. Quando o sarampo surgiu deixamos de ver os sintomas. Após a vacinação, o seu sistema imunológico tornou-se muito fraco para montar a resposta inflamatória. Isso não é “eliminar o sarampo”. Isso é “substituir o sarampo pelas doenças crónicas”.

P: Parece estar a dizer que precisamos de fortalecer o sistema imunológico das pessoas. Essa é a verdadeira resposta. Então as crianças terão doenças verdadeiras e vão supera-las – e então elas terão imunidade para o resto da vida.

R: Sim, absolutamente.

P: Qual o “tratamento” médico que poderá conseguir isso?

R: Não há nenhum. Reforçar o sistema imunológico de uma pessoa é uma situação não médica. Envolve uma melhor nutrição, melhor higienização local e outros factores, nenhum dos quais tem que ver com o tratamento médico.

P: Também afirma que um sistema imunológico fraco abre a porta a todo tipo de doenças.

R: Correto. A vacinação não pode curar um sistema imunológico fraco. A solução não deve ser médica.

P: Imagino que essa ideia não seja apelativa para os médicos.

R: Dizer que não é apelativa é muito lisongeiro.

P: Mas deve haver uma solução médica para os sistemas imunológicos fracos.

R: Porquê?

P: Porque se não houver então tudo o que nos ensinaram está errado.

R: E não consegue aceitar isso?

P: Se eu aceitasse isso significaria que o sistema médico tem uma grande responsabilidade na debilidade do sistema imunológico das pessoas.

R: E a interminável propaganda diz-lhe que isso não pode ser verdade.

P: Certo.

R: E de quem é esse problema?

[SILÊNCIO]

P: Eu não quero pensar sobre isso. Prefiro enterrar minha cabeça na areia. Deixe-me mudar a conversa para algo sobre o qual escreveu – a vacina contra a gripe. Isso também me incomoda. Citou o autor Peter Doshi, que publicou um artigo no BMJ Journal. Posso citá-lo?

R: À vontade. Continue.

P:

“O Dr. Peter Doshi, no BMJ online (British Medical Journal), revela uma monstruosidade”.

“Como a Doshi afirma, todos os anos centenas de milhares de amostras respiratórias são retiradas de pacientes com gripe nos EUA e testadas em laboratórios. Aqui está destaque: apenas uma pequena percentagem dessas amostras evidencia a presença de um vírus da gripe”.

“Isso significa: a maioria das pessoas na América e que são diagnosticadas por médicos com a gripe não têm o vírus da gripe no corpo”.

“Então eles não têm gripe”.

“Portanto, mesmo que assuma que a vacina contra a gripe é útil e segura, não pode prevenir todos aqueles “casos de gripe” que não são casos de gripe”.

“A vacina nunca poderia funcionar”.

“A vacina não é projectada para prevenir a falsa gripe, a menos que os porcos tenham asas”.

“Aqui está a citação exacta da revisão do BMJ por Peter Doshi, (BMJ 2013; 346: f3037)”:

“…mesmo a vacina ideal contra a gripe, combinada perfeitamente com as cepas circulantes da gripe selvagem e capaz de parar todos os vírus da gripe, só pode lidar com uma pequena parte do problema da “gripe” porque a maioria das “gripes”parece não ter nada a ver com gripe. Todos os anos, centenas de milhares de espécimes respiratórios são testados por todos os EUA. Daqueles testados, em média 16% são validados como gripes”.

“(…) Não é de admirar que muitas pessoas sintam que as “vacinas contra a gripe” não funcionam: para a maioria das gripes não podem”. (Fim da citação de Doshi)

“Porque a maioria dos casos diagnosticados de gripe não são gripe”.

“Então, mesmo se for um verdadeiro crente na teoria das vacinas, está a cair num engodo. Eles estão a aldraba-lo.”

R: Tem alguma pergunta sobre isso?

P: É mais como uma… é chocante. Profundamente chocante.

R: É suposto ser chocante. Os factos às vezes são.

P: Mas como é que isto consegue escapar ao jornalismo convencional? Porque é que esta história de proporções gigantescas não é relatada na imprensa? Porque é que o governo não investiga isto?

R: Porque é que não responde à sua própria pergunta?

P: Porque eu tenho medo de ficar em estado de choque com a minha resposta.

R: E de quem é esse problema?

[SILÊNCIO]

A vacina contra a gripe é totalmente ineficaz por causa da forma como é fabricada, revela um novo estudo

A vacina contra a gripe é totalmente ineficaz por causa da forma como é fabricada, revela um novo estudo

vacina da gripe

Um novo e inovador estudo publicado por investigadores do The Scripps Research Institute (TSRI) na Flórida, determinou que a forma como as vacinas contra a influenza são feitas, praticamente desde o início, é essencialmente imperfeita e o resultado final torna as vacinas contra a gripe em grande parte ineficazes.

Isso tem a ver com a forma como os fabricantes das vacinas usam os ovos de galinha como incubadoras para o crescimento dos vírus sazonais da gripe, uma prática que por si só é controversa pelo facto de que o uso de embriões de frango nas vacinas foi associado às alergias a ovos.

Pelo menos nos últimos 70 anos, os fabricantes das vacinas têm injectado vírus da gripe em ovos de galinha, de modo a permitir-lhes terem tempo para se replicarem. Depois desta replicação estar terminada, o fluido é drenado dos ovos e o vírus é extraído – os próprios ovos funcionam como um ambiente de crescimento artificial onde os vírus da gripe florescem.

Mas, de acordo com as descobertas deste novo estudo, que foram publicadas na revista de acesso livre PLOS Pathogens, os ovos de galinha realmente acabam por introduzir perturbações nas principais zonas-alvo dos anticorpos nas superfícies dos vírus da gripe, fazendo com que eles se tornem menos eficazes posteriormente quando são injectados nos corpos humanos.

“Agora podemos explicar – ao nível atómico – porque é que a produção de vacinas à base de ovos causa problemas”, afirmou Nicholas Wu, Ph.D., um dos principais autores do estudo. [enfase adicionado]

A forma como as vacinas são produzidas em massa faz com que elas adquiram mutações, tornando-as inúteis.

Para o estudo, Wu e seus colegas testaram a progressão do vírus da gripe H3N2 à medida que incubava nos ovos de galinha. O H3N2, afinal, é um dos vários subtipos de gripe que se tornou mais prevalente e virulento, razão pela qual tipicamente acaba nas vacinas contra a gripe ano após ano.

Usando uma técnica de imagem de alta resolução conhecida como cristalografia de raios-X, para examinar mais de perto o H3N2, a equipa descobriu que uma proteína chave no vírus muda tanto durante a incubação em ovos de galinha que já não funciona para o emparelhamento em seres humanos. Na realidade, o resultado final é que as células das aves, ao invés das células humanas, acabam por estar melhor ajustadas.

Esta mutação é descrita no estudo como L194P, e ocorre na glicoproteína da hemaglutinina H3N2, também conhecida como HA. Afirmam que interrompe completamente a região da proteína que o sistema imunológico humano pode reconhecer, tornando-a completamente ineficaz em termos prácticos.

Para que uma vacina contra a gripe (ou qualquer outra vacina no que a isto diz respeito) seja considerada eficaz, ela deve activar continuamente uma resposta imune dentro do corpo e que resulta na criação de anticorpos para combater o virus real. Mas a mutação H3N2 que resulta dos procedimentos convencionais de incubação durante a produção da vacina deixa o vírus impotente, por assim dizer.

“Qualquer vírus da gripe produzido em ovos tem de se adaptar ao crescimento nesse ambiente e, portanto, gerar mutações para crescer melhor”, admitiu Ian Wilson, um professor da Universidade de Hansen de biologia estrutural na TSRI, e o principal autor do estudo.

Para além disso, seu colega Wu pediu aos produtores das vacinas para “olharem para essa mutação” e trabalharem numa solução. Ele e os seus colegas afirmaram que outros métodos de produção de vacinas que as tornam mais eficazes “estão agora a serem usados e explorados”.

“Há uma grande necessidade de investigação das vacinas contra a gripe”, afirmou Wu.

A ineficácia das vacinas contra a gripe não é novidade, é claro. A Natural News tem feito soar o alarme sobre a fraude das vacinas contra a gripe desde há anos, destacando ainda que as pessoas correm um grande risco cada vez que concordam em ter seus órgãos injectados com vacinas contra a gripe que, além de vírus ineficazes, geralmente contêm mercúrio (timerosal), alumínio e vários outros aditivos auxiliares que são tóxicos.

As fontes deste artigo incluem:

ScienceDaily.com

TheRefusers.com

NaturalNews.com

Fonte: https://www.naturalnews.com/2017-11-02-scientific-proof-flu-vaccine-found-to-be-completely-ineffective-because-of-how-it-is-made-new-study-finds.html