Etiqueta: o que há numa vacina

Infanrix Hexa: 65 toxinas encontradas, somente riscos e nenhum benefício

Infanrix Hexa: 65 toxinas encontradas, somente riscos e nenhum benefício

Já desde há vários ANOS que afirmo que temos de angariar 50 mil dólares para testarmos todas as vacinas para sabermos o que realmente é injectado por essas agulhas. Isso ficou claro para mim em 2009 com o fiasco da “gripe suína” do H1N1. Tantas pessoas ficaram com danos causados por ela e um grande aumento nos abortos e nados-mortos ocorreu. Comecei-me a perguntar em voz alta: “O que é que há nessas coisas? Devíamos testar esses frascos”.

Bem, finalmente está a acontecer.

Com a implementação das vacinas obrigatórias pelo governo, que de repente exigiram que as crianças italianas recebessem 11 vacinas para frequentarem a escola, os italianos estão a reagir.

Primeiro, eles substituíram o governo que pressionou pela obrigatoriedade das vacinas. Apelidando o seu movimento de #GovenmentofChange [#GovernodaMudança]. E, a 4 de Dezembro, o novo ministro da saúde italiano expulsou todos os 30 membros do conselho consultivo para a política de saúde.

A 13 de Dezembro, o Corvelva, um grupo de pesquisa científica, anunciou que havia recebido 10.000€ da Ordem Nacional de Biólogos da Itália para o projecto de usar o dinheiro para testarem o conteúdo de cada vacina actualmente disponível no mercado. O resultado do primeiro teste foi lançado em 16 de Dezembro, e o relatório deixa qualquer um boquiaberto.

Certamente não vai ouvir isto vindo dos meios de comunicação social convencionais.

A primeira vacina que testaram completamente foi a Infanrix Hexa – uma vacina seis-em-um fabricada pela GlaxoSmithKline (GSK) que deveria conter os seguintes antígenos: toxóides do tétano, da difteria e da tosse convulsa, estirpes virais de poliomielite inactivadas 1-2-3, antígeno de superfície da hepatite B. De forma chocante, o Corvelva não encontrou NENHUM desses antígenos na vacina, o que significa que nenhum anticorpo para os antígenos pretendidos será criado.

E, pior ainda, para além de nenhum antígeno de vacina, eles descobriram o seguinte:

  • vestígios de 65 contaminantes cruzados químicos de outras linhas de fabricação;
  • toxinas químicas;
  • macromoléculas irreconhecíveis;
  • vários peptídeos bacterianos livres que são potenciais alergénos e são capazes de induzir reacções auto-imunes;

Estas descobertas podem trazer justiça aos pais que perderam os seus filhos em 2009, quando 36 crianças morreram e mais de 1.700 ficaram com danos resultantes de um “ensaio clínico” – um bom nome para a experimentação em seres humanos.

Eu suspeito que, à medida que continuarem a testar cada uma das vacinas do calendário infantil. eles encontrarão compostos metálicos, nanotecnologia e uma longa lista de contaminantes químicos. Nalgum momento o trabalho publicado anteriormente por Gattis será vingado. Eu escrevi sobre as suas descobertas chocantes em um artigo anterior que poderá encontrar aqui.

O Infanrix Hexa é amplamente utilizado no mercado internacional. A vacina comporta todos os riscos e, literalmente, nenhum benefício. A sua utilização deve ser suspensa imediatamente, aguardando uma futura investigação. Se os testes continuarem a revelar cada vez mais inconsistências, a GSK poderá ficar em sérios apuros legais por rotulagem inadequada, processos de fabricação deficientes e talvez até serem acusados de homicídio.

Fonte:  https://vaxxter.com/infanrix-hexa-65-toxins-found-all-risk-no-benefit/?fbclid=IwAR2EZohKxrLFe1eNM4RyO7r3lgWbvpM1K3BubgxeEchZOwBRXsCsPxaiHWk