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As Verdadeiras Notícias Falsas: quando a Ciência é usada como Propaganda

As Verdadeiras Notícias Falsas: quando a Ciência é usada como Propaganda

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Propaganda. Sabia que os médicos e cientistas podem ser corrompidos ou estarem simplesmente errados?

As pessoas parecem dar aos médicos e aos cientistas o benefício da dúvida quando se fala das suas descobertas e opiniões sobre coisas como aquecimento global, organismos geneticamente modificados, pesticidas, produtos químicos e o quão pouco saudáveis certos alimentos e hábitos são.

Mas, tal como qualquer outro ser humano, os cientistas e os médicos são, bem… humanos. Eles podem equivocar-se, ficarem confusos, serem corrompidos e obstinadamente opinativos.

De acordo com a Natural News, cerca de 20 mil médicos recomendaram fumar cigarros para ajudar na digestão.

A Camel em 1940 tinha uma campanha publicitária cujo slogan era “More Doctors Smoke Camels” [Mais Médicos fumam Camel].

Eles até distribuíram maços de tabaco aos médicos numa convenção médica e depois entrevistaram os médicos na entrada, perguntando qual era a sua marca de cigarros favorita ou o qual era a marca do maço que eles tinham no bolso naquele momento.

Infelizmente, o dinheiro corrompeu as indústrias como as grandes farmacêuticas que pagam aos médicos e cientistas para assumirem uma determinada posição e prescreverem fármacos e tratamentos específicos. Muitos estudos revistos ​​por pares têm resultados predeterminados que basicamente cuscam os factos adequados à sua narrativa. É mais um estratagema de marketing para publicar em revistas científicas e médicas do que evidências de descobertas credíveis.

O açúcar foi há muito considerado bom para enfiar pela garganta das crianças porque na década de 1960 um punhado de cientistas foi pago para o declarar como “bom”.

Os documentos mostram que um grupo comercial chamado Sugar Research Foundation, hoje conhecido como Sugar Association, pagou a três cientistas de Harvard o equivalente a cerca de 50.000 em dólares de hoje para publicarem uma revisão, em 1967, das pesquisas sobre o açúcar, a gordura e as doenças cardíacas.

Os estudos utilizados na revisão foram escolhidos a dedo pelo Sugar Research Foundation, e o artigo, que foi publicado no prestigiado New England Journal of Medicine, minimizou o vínculo entre o açúcar e a saúde do coração e despoletou confusão sobre o papel da gordura saturada.

Mas, mesmo na ausência da verdadeira corrupção, erros crassos estão a ser cometidos nas conclusões científicas.

A correlação não é causalidade. Este é um princípio fundamental da ciência. Duas coisas podem estar fortemente correlacionadas, mas isso não prova que uma cause a outra.

De acordo com a Reason Magazine:

Quando se trata de separar o trigo do joio nos estudos que são medíocres ou simplesmente de má qualidade, o epidemiologista Geoffrey Kabat da Universidade de Medicina Albert Einstein, é um tesouro nacional.

“A maioria das descobertas evidenciadas pelas pesquisas são falsas ou exageradas, e quanto mais dramático o resultado, menos provável é que seja verdade”, ele afirma no seu excelente e novo livro Getting Risk Right [Interpretando bem o Risco].

Kabat discute como “a dose faz o veneno”, na medida em que dizer que algo duplica o risco de uma doença pode ser estatisticamente irrelevante.

Por exemplo, pode acontecer que tenha ouvido que comer bacon aumenta o risco de cancro colorretal. Tecnicamente, isso é verdade. Se comer duas fatias de bacon todos os dias da sua vida, o risco de cancro colorretal aumenta de 5 para 6 por cento. Isso não é exactamente o mesmo risco que fumar cigarros, que aumenta o risco de cancro do pulmão entre 20 a 50 vezes.

E então, é claro, deve ser tido em conta o viés editorial. “Está a arriscar a sua vida ao comer Bacon” tem mais cliques do que “comer bacon todos os dias aumenta o risco de cancro em 1%”.

Kabat sugere que o princípio da precaução – “é melhor jogar pelo seguro” – é, em grande parte, um estratagema ideológico para alarmar o público e obter o seu apoio em relação às preferências políticas dos promotores.

Ele também destaca “a noção simplista de que o “consenso” entre os cientistas existe sempre.” Ele ressalva que o “consenso cientifico” já considerou outrora que as úlceras eram causadas pelos alimentos picantes e stresse em vez das bactérias…

avaliando o risco

O ponto a reter aqui é este: gosto de ser saudável e eu, pessoalmente e muitas vezes, sigo o princípio do “jogar pelo seguro”. Mas é um enorme abuso de autoridade impingir essa visão aos outros através do medo. É a atitude do “eu sei mais do que esses pacóvios” que infelizmente permeia a comunidade científica e médica.

Os OGMs [Organismos Geneticamente Modificados], pesticidas e produtos químicos como o BPA realmente são tão maus quanto dizem? Pessoalmente, eu evito-os mas, honestamente, não pesquisei o suficiente por mim mesmo para aferir com total certeza.

A gordura e o sal foram considerados e desconsiderados vezes sem conta como saudáveis e vice-versa.

O sal e a gordura foram considerados vezes sem conta como saudáveis, depois não saudáveis, e depois saudáveis ​​pelos especialistas.

As pessoas buscam nos médicos e cientistas orientação e, muitas vezes, sofrem uma lavagem cerebral através dos próprios preconceitos desses indivíduos e das suas opiniões infundadas.

Se um especialista não pode ou não quer responder a perguntas sobre o seu próprio trabalho, isso é um sinal de alerta. Quando as pessoas falam sobre o consenso entre especialistas em vez dos factos tangíveis, esse é outro sinal de alarme.

Muitas vezes na história recente deu-se o caso dos especialistas, cientistas e médicos estarem intencionalmente ou equivocadamente errados.

Às vezes, sim, devemos socorrer-nos dos especialistas, uma vez que é simplesmente impossível pesquisarmos tudo por nós mesmos. Mas isso não significa que devemos renunciar às devidas diligências, socorrendo-nos do pensamento crítico que a acompanha.

O medo vende. Estamos habituados a isso nos meios de comunicação mas, regra geral, não estamos à espera disso por parte dos médicos e cientistas. Mas eles também são humanos e estão tão propensos quanto os outros a promoverem e avançarem com a sua agenda pessoal em detrimento da verdade.

Fonte: http://www.thedailybell.com/news-analysis/real-fake-news-science-used-as-propaganda/

Os 10 piores EMBUSTES na Saúde e que foram promovidos como “ciência” nos últimos 100 anos

Os 10 piores EMBUSTES na Saúde e que foram promovidos como “ciência” nos últimos 100 anos

fraude na saúde

Quando uma tendência se torna viral, milhões de pessoas “juntam-se à caravana” sem pensarem duas vezes. No entanto, posteriormente descobre-se que a maioria dessas tendências massivamente populares não são tendências, mas sim esquemas em pirâmide na saúde, promovidos por propaganda e que levam milhões de pessoas (que agem como ovelhas ignorantes) ao seu próprio penhasco da Saúde. Muito antes da internet e mesmo antes da televisão, os demónios da ciência (humanos doentios que vestem batas brancas de laboratório) estavam a cogitar formas de envenenar lentamente a população com alimentos e medicamentos químicos, e eles precisavam de especialistas em marketing para enganarem o público, com uma imagem e slogans apelativos que pudessem ser aproveitados pelos meios de comunicação impressos.

Tudo o que parece ser bem pesquisado e é transmitido e anunciado através de milhares de canais de comunicação, eventualmente, e não importa o quanto a mentira é doente e dementia, depois de marketing e publicidade suficientes, as massas compram. A isso chama-se dissonância cognitiva – algo provoca o seu cérebro apenas o suficiente para suscitar o seu interesse, sendo que depois acaba por pesquisar um pouco, repara que “os outros estão a fazer isso”, e depois salta para a caravana do que está na moda. Da má ciência dos alimentos à péssima ciência da medicina, tudo se resume a más escolhas e a uma má saúde, e não existem maiores máquinas de fazer dinheiro do que aquelas administradas pelas grandes corporações do sector alimentar e as grandes farmacêuticas. Vamos então aprofundar isto, retrocedendo até ao princípio do século passado, quando o enredo do mal tinha começado na terra dos alimentos tóxicos processados e dos tratamentos crónicos de doenças.

Atente aos 10 piores embustes na Saúde promovidos como “ciência” nos últimos 100 anos

Mentira # 1

Se um estudo de saúde é “revisto por pares”, então é baseado em evidências, fiável e verdadeiro.

Sabia que 90% da informação médica publicada, na qual os médicos confiam, é completamente errada? É verdade. Muitos “estudos” científicos e pesquisas têm resultados predeterminados e que são primeiramente condicionados pelas empresas e corporações que beneficiarão da venda do produto e, após disso, os testes são “executados” por cientistas que ajustam, distorcem ou mesmo descartam aquilo que não se enquadra na conclusão do guião providenciado inicialmente. Posteriormente, o dinheiro passa de mão em mão e as descobertas são publicadas em revistas para os curiosos como a JAMA (Journal of the American Medical Association). Isso já acontece desde há um século.

Mentira # 2

Se um aditivo alimentar, medicamento de prescrição ou imunização for aprovado pelos agentes reguladores, isso quer dizer que os cientistas o testaram completamente no que diz respeito à sua “segurança e eficácia” e deve consumi-lo sem questionar.

Os agentes reguladores são fachadas para as empresas que buscam o lucro nas despesas de saúde da população. Nunca confie em nada aprovado por essas agências “reguladoras” que se movem por interesses próprios e que estão no negócio dos tratamentos crónicos a doentes e sempre estiveram, desde a sua criação. Peça ao seu médico naturopata conselhos sobre alimentos e medicamentos que são “aprovados” pelas agências reguladoras.

Mentira # 3

Os cigarros são bons para a digestão e recomendados por mais de 20 mil médicos.

Sim, eles fizeram isso. Os médicos anunciavam as suas marcas favoritas e mentiram durante décadas mesmo após a ciência ter provado que o fumo do cigarro causava cancro do pulmão.

Mentira # 4

A vacina contra a poliomielite é uma invenção milagrosa que erradicou a pandemia de poliomielite que assolava o mundo.

O infame Dr. Salk não inventou uma vacina que impediu a pólio, mas sim misturou várias estirpes de poliomielite e ajudou a propagar a doença ao redor do mundo. O embuste funcionou porque as estatísticas foram distorcidas para mostrarem que quaisquer casos de poliomielite que não debilitavam as vítimas eram classificados como meningite e, portanto, “provar” que a vacina quase eliminou a poliomielite em todo o mundo! E foi assim que milhões de pessoas foram alvo de uma lavagem cerebral para serem levadas a acreditar que as vacinas de hoje são “seguras e eficazes”.

Mentira # 5.

Os edulcorantes artificiais não contêm calorias, pelo que então ajudam-no a perder peso.

Os açúcares falsos são centenas de vezes mais doces do que a sacarose, enganando o seu corpo ao ingeri-los e fazendo-o desejar ainda mais açúcar. Diga adeus ao autocontrolo.

Mentira # 6.

Qualquer colesterol “alto” é um colesterol mau e por isso deve pedir ao seu médico um medicamento para o baixar.

Errado! Por outro lado, de acordo com um artigo altamente informativo publicado na Metabolic Healing, “Os esforços para reduzir a produção de colesterol e as lipoproteínas adjacentes do corpo, seja por meio de intervenção médica ou por meio de intervenção nutricional, podem ter repercussões muito graves para a saúde”.

Mentira # 7

Todas as gorduras saturadas são insalubres e causam doenças cardiovasculares.

A conspiração contra as gorduras saturadas já foi completamente desmascarada.

Mentira # 8

Leite – faz bem ao corpo.

Os produtos lácteos mais processados ​​(homogeneizados / pasteurizados) causam inflamações e produção excessiva de muco. Pesquise sobre isso.

Mentira # 9

Os OGM (Organismos Geneticamente Modificados) são resistentes à seca, seguros para consumo humano, aumentam o rendimento dos agricultores e são totalmente sustentáveis.

OGM significa que pesticidas tóxicos foram infundidos nos genes das culturas, e muitos agricultores que cultivam OGMs estão a descobrir que precisam de usar muito mais pesticidas para controlarem os insetos e ervas daninhas agora.

Mentira # 10

A quimioterapia é a sua melhor hipótese, e pode ser a sua única hipótese, de sobreviver ao cancro.

A quimioterapia tem uma miserável taxa de sucesso média de 2,3%. A quimioterapia destrói o seu sistema imunológico – a única coisa que o ajuda a sobreviver ao cancro. Vá-se lá perceber.

Pergunte ao seu médico naturopata se as fraudes na saúde são adequadas para si

Conclusão

Quando ouve um slogan de saúde na televisão, impresso no jornal ou veiculado por algum político que continua a insistir nisso incessantemente, pode ter 99,9% de certeza de que é um embuste de saúde projectado e propagandeado para roubar o seu dinheiro e a sua paz de espírito. Os efeitos secundários dos engodos na saúde incluem o cancro, a doença de Alzheimer e a perda de competências de pensamento crítico. Pergunte ao seu médico naturopático se os embustes mais conhecidos na saúde são bons para si. Para ler ciência a sério com resultados credíveis publicados, confira o site Science.NaturalNews.com, onde a verdade reina.

As fontes deste artigo incluem:

AHRP.org

TruthWiki.org

CDC.news

Tobacco.Stanford.Edu

TruthWiki.org

Science.NaturalNews.com

MetabolicHealing.com

NaturalNews.com

RealFarmacy.com

Fonte: http://www.naturalnews.com/2017-07-02-the-10-worst-health-hoaxes-pushed-as-science-over-the-last-100-years.html

Propaganda na Saúde: as 10 frases mais usadas

Propaganda na Saúde: as 10 frases mais usadas

A propaganda na saúde é persuasiva. Existem muitos equívocos, omissões, distorções e mentiras em torno das questões da saúde e da medicina.

Muitas são propagadas pelos proprietários das grandes farmacêuticas (ou sejam, os Rockefeller e afins) que fundaram a plataforma para a Alopatia ou Medicina Ocidental, para assumirem o monopólio e dominarem o ramo da saúde (ou mais precisamente a “gestão da saúde”) no início do século XX (Este artigo The Flexner Report: Como John D. Rockefeller usou a Associação de Médicos Americana para assumir o controlo da medicina ocidental revela como eles o fizeram).

Infelizmente, grande parte dessa desinformação é propagada involuntariamente por pais bem intencionados, que querem que os seus filhos sejam saudáveis, mas simplesmente não conseguem vislumbrar toda essa propaganda em torno da saúde.

O resultado é uma população que foi treinada para buscar externamente a cura, para depender do Governo e das grandes farmacêuticas para cuidar da sua saúde e para aceitar inquestionavelmente a opinião do seu médico (ocidental).

propaganda na saúde

Enquanto isso, epidemias de cancro, diabetes e doenças neurodegenerativas (Parkinson, Alzheimer e demência) propagam-se furiosamente pelos EUA, Austrália e muitas nações ocidentais.

Tendo isso em mente, aqui está uma compilação das 10 melhores peças da propaganda moderna na área da saúde, parte 2 de uma série (clique aqui para ler a 1.ª parte).

1. A sua saúde depende apenas do acaso e / ou da genética

Quantas pessoas caíram nesta?

Os temas banais por detrás dessas duas crenças são o fatalismo e o encontrar uma desculpa para não assumirem a responsabilidade.

Se está destinado a ficar doente, qual é o objectivo de tentar viver de forma saudável? Se sucumbe frequentemente à má sorte em termos de saúde, para quê tentar?

Está limitado por “genes de má qualidade”, tal e qual, sendo assim qual será então o objectivo?

É verdade que a genética indica as tendências e a propensão, mas essas tendências e a propensão ainda precisam de ser activadas.

Considere o trabalho pioneiro do Dr. Bruce Lipton sobre a epigenética, a forma como os genes são lidos pelas células e subsequentemente produzem as proteínas.

Este site oferece uma boa introdução ao tema da epigenética:

  • “A epigenética controla os genes. Certas circunstâncias da vida podem fazer com que os genes sejam silenciados ou expressados ao longo do tempo. Por outras palavras, eles podem ser desligados (ficarem adormecidos) ou ligados (tornarem-se ativos).
  • A epigenética está por todo o lado. No que come, onde mora, com quem interage, quando dorme, como se exercita, e até no envelhecimento – tudo isso pode eventualmente causar modificações químicas em redor dos genes, o que activará esses genes ao longo do tempo. Para além disso, em certas doenças, como o cancro ou no Alzheimer, vários genes sofrem alterações para o estado oposto, longe do estado normal / saudável.
  • A epigenética torna-nos únicos. Mesmo sendo todos humanos, porque é que alguns de nós têm o cabelo loiro ou a pele mais escura? Porque é que alguns de nós odeiam o sabor de cogumelos ou de beringelas? Porque é que alguns de nós são mais sociáveis do que outros? As diferentes combinações de genes que estão activados ou desativados é o que torna cada um de nós único. Para além disso, existem indícios de que algumas mudanças epigenéticas podem ser herdadas”.

O ponto a reter aqui é este: você é que controla quais os genes que se vão expressar (activar-se) ou ser suprimidos (ficarem adormecidos). De uma certa forma, a vida é frágil.

Ao mesmo tempo, nós não somos apenas uma pequena mancha de poeira impotente e que não tem uma palavra a dizer nem controlo sobre o que acontece – embora certamente seja conveniente, para aqueles que ocupam posições de poder, que você acredite que é.

propaganda na saúde
“O… paciente deverá entender que ele ou ela tem que assumir a responsabilidade pela sua vida. Não leve o seu corpo ao médico como se fosse à oficina.”

2. Podemos sempre ficar curados graças a um comprimido mágico providenciado pelas Grandes Farmacêuticas

Falso. Este é um corolário do primeiro ponto acima mencionado. Se cair na armadilha de não assumir a responsabilidade pela sua saúde – e quando digo isto refiro-me a todos os aspectos (físicos, mentais, emocionais e espirituais) – então tenderá a ver o corpo como uma máquina ou um veículo que precisa de ser reparado por um “médico-mecânico”.

Também poderá ter tendência a acreditar na mentira de que as Grandes Farmacêuticas têm um comprimido mágico para tudo, e que esse comprimido mágico pode resolver todos os seus problemas (sem quaisquer efeitos colaterais) e que, mesmo que as Grandes Farmacêuticas não tenham um comprimido mágico agora, futuramente irão ter.

No entanto, basta apenas olhar para a contagem chocante de mortes iatrogénicas (óbitos causados por médicos no Ocidente e pelos métodos da medicina ocidental – cerca de 225.000 por ano, de acordo com o Dr. Starfield no seu estudo de 2000, o que a torna no 3.º maior assassino de americanos) para perceber que a medicina ocidental está a causar muitos danos graves, ao mesmo tempo que trata as pessoas.

Como é que as Grandes Farmacêuticas e a Medicina Ocidental poderiam eventualmente criar a “cura perfeita” ou a “cura para tudo”, alicerçados em modelos científicos limitados e materialistas, que não conseguem entender a natureza holográfica e energética da realidade?

Para além disso, ao comprarem e suprimirem as curas genuínas, as Grandes Farmacêuticas mostraram que se preocupam mais com o “tratar” e “gerir” as doenças (que é mais lucrativo) do que em curá-las (ou dar saúde, o que seria um outro nível acima).

3. O cancro é uma doença terminal e não é curável

Falso! Quantos sobreviventes de cancro por aí andam e contradizem este slogan de propaganda de saúde moderna?

O número de remédios, curas e protocolos naturais eficazes e bem-sucedidos contra o cancro acumula-se a cada dia que passa.

Existem agora tantos agora: laetrilo / amigdalina / vitamina B17 (geralmente de amêndoas de damasco), DCA, óleo de cannabis, salvestrol, graviola / gravioleira, o tratamento com bicarbonato de acér, injeções intravenosas de bicarbonato de sódio, como revelado pelo italiano Dr. Simoncini, a dieta Budwig, cloreto de césio, a Terapia de Gerson, a cura de Hoxsey, Chá de Essiac, o tratamento anti-neoplástico do Dr. Stanislaw Burzynski, entre outros.

O CancerTutor.com é um óptimo recurso para aqueles que o investigam.

E sim, o cancro pode ser assustador, mas é importante saber que existem opções naturais par além da quimioterapia e da radiação tóxica, cujas curas são mais mortais do que as próprias doenças.

4. As “Comidas Boas para o Coração” [Heart-Healthy Foods™] são boas para o seu coração e para a sua saúde

Nem sempre – e às vezes são atrozes para o seu coração! Este tipo de propaganda tóxica de saúde é particularmente insidiosa, uma vez que engana as pessoas a pensarem que estão a fazer algo de bom para elas mesmas quando compram pacotes com esse ou outros símbolos.

A Heart-Healthy Food é uma criação da AHA (American Heart Association) que utilizou a pesquisa falaciosa do Dr. Ancel Keys, um indivíduo que se tornou proeminente na década 50 (e foi capa da revista Time) para promover a falsa ideia de que as gorduras saturadas causavam doenças cardíacas.

Sobre o contexto desta propaganda de saúde, leia o artigo óleos de plásticos vs. gorduras saturadas: desmistificando a propaganda.

A AHA tem promovido a mesma linha de desinformação desde então alegando que, por todas as gorduras saturadas serem “más”, é melhor comer margarina em vez de manteiga.

Isso equivale a dizer que as gorduras hidrogenadas e trans são mais saudáveis do que as gorduras naturais de fontes animais (como por exemplo, as de produtos lácteos) e plantas (coco).

E sim, a AHA também defende uma variedade de frutas e vegetais, grãos integrais, nozes e leguminosas, mas a sua informação foi distorcida pelas corporações que a financiam, e que promoveram os óleos “vegetais” (um nome deliberadamente incorreto e que realmente significa óleos de sementes industriais).

5. Comer comida crua é mau, insalubre e perigoso

Não é verdade. A demonização da comida crua faz sentido quando se tem em conta que as forças que movem o mundo o querem dissuadir de optar por formas naturais, suculentas e vibrantes de comer e viver em prol das sintéticas, secas e mortas.

Quando o medo de um patogeno fica fora do controlo, as autoridades governamentais muitas vezes respondem com um martelo quando, na realidade, o que era necessário era um pente fino. Veja como a Califórnia agora é obrigada a pasteurizar todas as amêndoas, por lei!

E sim, comer comida crua aumenta a probabilidade (embora ainda pequena) de contrair algumas bactérias nocivas, mas também aumenta a probabilidade (para um certo nível) de obter mais nutrição e vitalidade da sua comida!

A dieta crua não é para todos, no entanto, existem poucas dúvidas de que a introdução de mais alimentos crus resultará na melhoria da sua saúde.

6. O jejum é perigoso

Falso. Existem muitas formas de jejuar, de fazer jejum intermitente (um padrão de alimentação com ciclos entre os períodos de jejum e em que pode comer ao longo do dia) ou com intervalos de 3 dias, 7 dias, 10 dias ou até mesmo mais.

Algumas pessoas fazem uma grande desintoxicação (consumindo apenas sumo de limão, xarope de ácer e bebida de pimenta caiena), enquanto outras fazem jejuns com sumos de vegetais, e outras ainda fazem jejum com água apenas.

O jejum não é para todos, em particular para crianças ou mulheres grávidas.

É melhor procurar a orientação de outros que o fizeram e começar devagar, mas as evidências mostram que, ao dar ao seu corpo um pausa na digestão, poderá conseguir muitos benefícios para a sua saúde.

Você permite que o seu corpo se repare e regenere de uma forma que não pode fazer se estiver sempre a digerir comida.

Mais propaganda de saúde: a maioria dos suplementos são inúteis e, na realidade, são prejudiciais para si.

7. A maioria dos suplementos são excelentes para sua saúde

Falso. Muitos deles são feitos de vitaminas sintéticas, recheadas com aditivos e até mesmo contêm ingredientes de OGM.

É preferível satisfazer todas as suas necessidades nutricionais directamente a partir dos alimentos mas, no entanto, se tomar suplementos, use aqueles que são derivados de ervas, plantas e outras fontes orgânicas ou colhidas no seu estado selvagem.

Os suplementos de cálcio são particularmente perigosos, uma vez que são compostos por fósseis moídos e podem levar à calcificação.

Muitas pessoas sofrem de calcificação em muitas áreas do corpo como por exemplo nos olhos (cataratas), na boca (placa), nos ossos (artrite), no coração (ataque cardíaco) ou no cérebro (acidente vascular cerebral).

Os depósitos de cálcio obstruem o fluxo interno de energia, causam inflamação, inibem a glândula pineal e podem levar ao cancro.

Para mais informações sobre as diferenças entre as vitaminas sintéticas e naturais, veja a pesquisa de pessoas como Dr. Theil.

8. A homeopatia é charlatanismo e não funciona

Falso. Mais arrogância proveniente da ignorância. A homeopatia baseia-se numa compreensão completamente diferente (e mais profunda) da realidade do que aquela da medicina ocidental, puramente racionalista e materialista, e que não pode aceitar que vivamos num mundo holográfico, onde as formas de pensamento e a energia são forças poderosas que moldam a nossa realidade física mais perceptível.

Perceba como funciona a homeopatia em poucas palavras. Existem duas abordagens fundamentais para o tratamento de doenças.

Pode seguir a Lei dos Contrários onde, se alguém tiver dor, é-lhe dada uma substância que neutraliza (age de forma oposta) essa dor.

Alternativamente, você pode seguir a Lei dos Similares, onde se usa uma substância que produziria sintomas numa pessoa saudável, mas na realidade cura esses mesmos sintomas numa pessoa doente.

A homeopatia funciona pelo princípio descrito nesta última lei.

São precisas substâncias que sejam venenos, que depois se agitam e diluem sucessivamente, até que a água restante ou sedimento contenha apenas uma fração ou impressão do veneno – a suficiente para, quando ingerida, estimular o corpo a corrigir o desequilíbrio.

Também utiliza substâncias saudáveis e não tóxicas e dilui-as da mesma forma.

A homeopatia reconhece que o corpo é o melhor curador. Ela é projectada para estimular os mecanismos de cura do corpo, em vez de suprimir os sintomas ou proporcionar um alívio temporário da dor, como na Alopatia.

Em 1890, nos EUA (antes do Relatório Flexner), cerca de 25% dos médicos eram homeopáticos, incluindo o médico pessoal de John D. Rockefeller e os médicos da Família Real Britânica.

Como David Icke escreve no livro Phantom Self (leia a minha revisão do livro aqui):

“A homeopatia é uma técnica de cura, ridicularizada pelas doutrinas convencionais pelo mesmo motivo – pela ignorância… A homeopatia é fundamentada no facto de que tudo é informação, independentemente de estarmos a falar de uma planta ou de uma gota de água…

“O Instituto Aeroespacial de Estugarda, na Alemanha, é [um] centro de informação na investigação da água… eles colocaram uma flor num tanque de água numa experiência e, quando foi removida, fotografaram as gotículas”.

“O que descobriram confirmou duas verdades principais sobre a nossa realidade. Uma deles foi que, mais uma vez, o princípio holográfico em que as informações de toda a flor podiam ser encontradas em cada gotícula “.

“A segunda foi que, mesmo quando a flor “física” era removida, a informação da flor era mantida na água. Só tenho uma coisa a dizer… homeopatia”.

A propaganda moderna de saúde, nos dias que correm, insiste que a homeopatia é charlatanismo – no entanto, só descarta a homeopatia devido à pura ignorância.

9. Os medicamentos aprovados pelas agências reguladoras são seguros

Nem sequer está perto da verdade. As agências reguladoras trabalham a soldo das grandes farmacêuticas e funcionam como o seu animal domesticado e não como o nosso cão de guarda.

Você sabia que, de acordo com este recente artigo da Natural News, uns impressionantes 33%, ou um terço dos medicamentos aprovados pela FDA [Agência Reguladora de Fármacos Norte-americana] acabam por causar sérios efeitos colaterais e problemas de saúde – tão sérios que são retirados do mercado?

Como pode alguém confiar no processo de aprovação da FDA com taxas de insucesso deste género?

10. As vacinas são seguras

De forma alguma! As vacinas estão entre as principais armas da propaganda moderna em termos de saúde nos dias que correm, e existem movimentos em curso por todo o mundo para as tornar obrigatórias o que é, nada mais nada menos, do que tirania médica ou fascismo médico.

Ano após ano, as vítimas de danos causados por vacinas amontoam-se, sejam pessoas que tiveram sintomas de febre, problemas de infertilidade, paralisia, danos cerebrais ou morte.

Nos EUA, as grandes farmacêuticas conseguiram a proficiência legal e política de fazerem com que uma lei fosse aprovada e que as isenta de serem processadas por danos causados por vacinas, nos tribunais normais.

Enquanto isso, o sistema que foi configurado (Vaccine Injury Compensation Program [VICP]) é um quase-tribunal que favorece os fabricantes de vacinas. Para citar um outro artigo da Natural News,

“… O governo pagou mais de 3 biliões de dólares em compensações e custos legais às famílias de pessoas que foram afetadas por danos causados por vacinas, entre os anos de 1989 e 2015.”

“No total, 3.937 casos resultaram na concessão de compensação financeira através do Programa de Compensação de Acidentes com Vacinas (VICP). E esses são apenas aqueles que conseguiram convencer o tribunal de que uma vacina causou danos ao seu filho ou a eles mesmos. Cerca de 10.000 pessoas tiveram os seus casos rejeitados pelo tribunal…”

Robert Moxley, um ex-advogado de vacinas, escreve:

“Desde a aprovação da legislação em 1986, o processo foi manipulado, um passo principal de cada vez, a favor do complexo vacinal industrial”.

O VICP protege a indústria das vacinas, em vez dos humanos prejudicados pelas inoculações…

“As lesões continuam, e as compensações continuam a ser dadas, de forma praticamente secreta”, e ele afirma… “os casos de lesões por vacinas continuaram acumular-se e, o governo, ao invés de responsabilizar os fabricantes, escolheu rever os seus padrões para as reivindicações sobre lesões causadas por vacinas – tornando ainda mais difícil dar provimento às reivindicações”.

Conclusão: Propaganda na Saúde

Tal como acontece com a geopolítica (na 1.ª parte desta série de artigos), existe uma grande e difundida propaganda na saúde moderna. Neste caso, o que você não sabe pode, de facto, matá-lo.

É de vital importância educar-se sobre saúde, nutrição, curas naturais, remédios, medicamentos e protocolos, os pontos fortes e fracos dos diferentes sistemas médicos e a natureza das Grandes Farmacêuticas.

Ainda mais importante é a sua mentalidade. Sim, é óptimo conseguir reconhecer a propaganda na saúde, mas muito melhor é assumir a total responsabilidade pelo seu estado de saúde.

Por Makia Freeman, autora convidada do HumansAreFree.com

Referências:

*http://freedom-articles.toolsforfreedom.com/western-medicine-rockefeller-medicine/

*http://freedom-articles.toolsforfreedom.com/flexner-report-rockefeller-ama-takeover/

*https://www.whatisepigenetics.com/what-is-epigenetics/

*https://www.jhsph.edu/research/centers-and-institutes/johns-hopkins-primary-care-policy-center/Publications_PDFs/A154.pdf

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*http://www.naturalnews.com/2017-05-17-fake-science-an-astonishing-one-third-of-all-fda-approved-drugs-turn-out-to-have-serious-safety-problems.html

*http://freedom-articles.toolsforfreedom.com/australian-mandatory-vaccines-no-jab-no-pay/

*http://www.naturalnews.com/2017-05-17-if-vaccines-are-100-safe-and-have-harmed-no-one-then-why-did-the-u-s-government-pay-out-over-3-billion-in-awards-to-thousands-of-families-damaged-by-vaccines.html

*http://www.encognitive.com/files/vaccination-lawsuit-compensation-report.pdf

Fonte: http://humansarefree.com/2017/06/exposing-top-10-health-propaganda.html