Categoria: Vacinas

Infanrix Hexa: 65 toxinas encontradas, somente riscos e nenhum benefício

Infanrix Hexa: 65 toxinas encontradas, somente riscos e nenhum benefício

Já desde há vários ANOS que afirmo que temos de angariar 50 mil dólares para testarmos todas as vacinas para sabermos o que realmente é injectado por essas agulhas. Isso ficou claro para mim em 2009 com o fiasco da “gripe suína” do H1N1. Tantas pessoas ficaram com danos causados por ela e um grande aumento nos abortos e nados-mortos ocorreu. Comecei-me a perguntar em voz alta: “O que é que há nessas coisas? Devíamos testar esses frascos”.

Bem, finalmente está a acontecer.

Com a implementação das vacinas obrigatórias pelo governo, que de repente exigiram que as crianças italianas recebessem 11 vacinas para frequentarem a escola, os italianos estão a reagir.

Primeiro, eles substituíram o governo que pressionou pela obrigatoriedade das vacinas. Apelidando o seu movimento de #GovenmentofChange [#GovernodaMudança]. E, a 4 de Dezembro, o novo ministro da saúde italiano expulsou todos os 30 membros do conselho consultivo para a política de saúde.

A 13 de Dezembro, o Corvelva, um grupo de pesquisa científica, anunciou que havia recebido 10.000€ da Ordem Nacional de Biólogos da Itália para o projecto de usar o dinheiro para testarem o conteúdo de cada vacina actualmente disponível no mercado. O resultado do primeiro teste foi lançado em 16 de Dezembro, e o relatório deixa qualquer um boquiaberto.

Certamente não vai ouvir isto vindo dos meios de comunicação social convencionais.

A primeira vacina que testaram completamente foi a Infanrix Hexa – uma vacina seis-em-um fabricada pela GlaxoSmithKline (GSK) que deveria conter os seguintes antígenos: toxóides do tétano, da difteria e da tosse convulsa, estirpes virais de poliomielite inactivadas 1-2-3, antígeno de superfície da hepatite B. De forma chocante, o Corvelva não encontrou NENHUM desses antígenos na vacina, o que significa que nenhum anticorpo para os antígenos pretendidos será criado.

E, pior ainda, para além de nenhum antígeno de vacina, eles descobriram o seguinte:

  • vestígios de 65 contaminantes cruzados químicos de outras linhas de fabricação;
  • toxinas químicas;
  • macromoléculas irreconhecíveis;
  • vários peptídeos bacterianos livres que são potenciais alergénos e são capazes de induzir reacções auto-imunes;

Estas descobertas podem trazer justiça aos pais que perderam os seus filhos em 2009, quando 36 crianças morreram e mais de 1.700 ficaram com danos resultantes de um “ensaio clínico” – um bom nome para a experimentação em seres humanos.

Eu suspeito que, à medida que continuarem a testar cada uma das vacinas do calendário infantil. eles encontrarão compostos metálicos, nanotecnologia e uma longa lista de contaminantes químicos. Nalgum momento o trabalho publicado anteriormente por Gattis será vingado. Eu escrevi sobre as suas descobertas chocantes em um artigo anterior que poderá encontrar aqui.

O Infanrix Hexa é amplamente utilizado no mercado internacional. A vacina comporta todos os riscos e, literalmente, nenhum benefício. A sua utilização deve ser suspensa imediatamente, aguardando uma futura investigação. Se os testes continuarem a revelar cada vez mais inconsistências, a GSK poderá ficar em sérios apuros legais por rotulagem inadequada, processos de fabricação deficientes e talvez até serem acusados de homicídio.

Fonte:  https://vaxxter.com/infanrix-hexa-65-toxins-found-all-risk-no-benefit/?fbclid=IwAR2EZohKxrLFe1eNM4RyO7r3lgWbvpM1K3BubgxeEchZOwBRXsCsPxaiHWk

Consequências não intencionais: genes sujos nas vacinas

Consequências não intencionais: genes sujos nas vacinas

Consequências não intencionais genes sujos nas vacinas

O que acontece quando as nossas agências reguladoras governamentais, encarregues de proteger a saúde pública, não divulgam os riscos conhecidos pela indústria?

No caso dos vírus e ADN nas vacinas, a FDA [agência reguladora dos fármacos e alimentos nos EUA] observou, a nível interno, que:

“Pequenas quantidades de ADN de substrato celular residual inevitavelmente estão presentes em todas as vacinas virais, assim como em outros produtos biológicos produzidos que usam substratos celulares. Existem várias formas possíveis do ADN ser um factor de risco. O ADN pode ser oncogénico ou infeccioso. Para além disso pode causar a mutagénese por inserção através da integração no genoma do hospedeiro”.

Como todas as vacinas contêm ADN residual que tem potencial para ser oncogénico (causando cancro), mutagénico (alterando o seu código genético) e infeccioso, não é de grande preocupação que a secção 13 de cada folheto informativo da vacina afirme que o produto não foi avaliado para efeitos cancerígenos (causadores de cancro) ou mutagénicos?

A FDA continua, afirmando que:

“O uso de linhas celulares derivadas de tumores humanos apresenta preocupações de segurança adicionais em relação à potencial presença de vírus inesperados e desconhecidos. Estes incluem vírus que podem estar presentes na linhagem celular devido à sua existência no tecido do paciente, tais como vírus de ADN latentes oncogénicos (por exemplo adenovírus, hepadenovírus, herpesvírus, papilomavírus, poliomavírus) e retrovírus endógenos (ERVs), que existem normalmente num estado latente no ADN da célula hospedeira de todas as espécies…”

Isto sugere que estes vírus estão adormecidos e inativos e actualmente não se expressam e têm todo o potencial para causarem infecções se forem despertados. Esses vírus silenciosos e adormecidos só podem ser detectados nas células usadas para produzir vacinas se forem activados, expondo-se, pelo que a sua detecção é bastante problemática. Este é um problema de todas as cepas celulares usadas para produzir vacinas e não é exclusivo das células tumorigénicas humanas.

A engenheira genética Dr. Theresa Deisher, PhD em Fisiologia Molecular e Celular da Universidade de Stanford, com mais de 20 anos de experiência em biotecnologia, relata que:

“Células humanas, não as só danificadas, mas também as células humanas saudáveis, podem absorver ADN estranho espontaneamente. O ADN humano estranho captado pelas células humanas será transportado para os núcleos e integrado ao genoma do hospedeiro, o que causará mudança fenotípica”.

Então, aqui temos as provas de que o ADN humano nas vacinas seguintes tem o potencial de causar mudanças genéticas em todas as crianças que as recebem:

  1. Vacina contra o sarampo, papeira [caxumba], rubéola / MMR / tríplice viral
  2. Vacina contra a difteria, tétano, tosse convulsa [coqueluche] e poliomielite (DTaP / TdP)
  3. Vacina contra a varicela e zona
  4. Vacina contra a hepatite A
  5. Vacina antirábica
  6. Vacina contra a poliomielite
  7. Vacina contra a Haemophilus influenzae

De acordo com o Comité Consultivo de Práticas de Imunização [Advisory Committee on Immunization Practices ou ACIP] e dependendo dos produtos utilizados, uma criança tem o potencial de receber até seis injecções separadas que contêm ADN humano residual até aos dois anos de idade.
A FDA prossegue, discutindo o aspecto da segurança do ADN residual nas vacinas: o Dr. Peden, chefe do Laboratório de ADN de Vírus da FDA, afirma que:

“Depende do mecanismo de transformação. Por exemplo, mutações, rearranjos cromossómicos, translocações, retrotransposições, etc., envolvem ADN. Portanto, a redução do tamanho e da quantidade do ADN deverá mitigar esse risco” (ênfase a negrito adicionado).

A conclusão de que o tamanho do ADN reduzirá o risco de mutagénese e infecção é baseado em nada mais do que uma crença. Pesquisas mostram que em mamíferos, tal como nos humanos, o código genético é altamente repetitivo, o que significa que é homólogo (similar em estrutura).

Pequenos fragmentos de ADN são usados para obter modificações genéticas de forma terapêutica. Não é muito difícil imaginar que essa mesma observação também ocorra de forma não terapêutica:

“A substituição homóloga é usada para modificar sequências genéticas específicas do ADN cromossómico num processo denominado “substituição homóloga de fragmento pequeno”, onde fragmentos de DNA substituem o alvo genómico, resultando em mudanças específicas na sequência.”

Estudos mostram que é a genética do indivíduo que aumenta o risco e a susceptibilidade à natureza infecciosa do ADN e mutagénese de inserção:

“O ADN residual (rADN) é composto por fragmentos de ácido desoxirribonucleico (ADN) e moléculas de maior comprimento originadas do organismo hospedeiro que podem estar presentes em amostras de processos biológicos recombinantes. Embora similar em unidades básicas básicas de pares de bases, o rADN pode existir em diferentes tamanhos e formas físicas. O interesse em medir o rDNA em produtos recombinantes é baseado principalmente na demonstração de purificação efetiva durante a fabricação, mas também em algumas preocupações hipotéticas de que, em casos raros, dependendo do sistema de expressão do hospedeiro, algumas sequências de ADN podem ser potencialmente infecciosas ou oncogénicas (por exemplo, vírus HIV e o oncogene Ras, respectivamente)”.

O Dr. Peden prossegue afirmando que “nas células primárias e diplóides não há limites para a quantidade de ADN nas vacinas”. Isso significa que essas medidas de segurança para limitar a quantidade de ADN residual não se aplicam às vacinas de vírus vivos cultivadas em células diplóides humanas, como a MMR (tríplice viral) e varicela.

Além da abominação de modificar geneticamente os nossos filhos através da mutagénese de inserção de ADN de linhagem diplóide humana macho e fêmea sem um consentimento informado, há outro elefante na sala: a presença de retrovírus endógeno humano K (HERV-K) que foi encontrado na MMRII e VARIVAX. É importante notar que foram as cepas de células WI-38 e MRC-5 que contêm esse contaminante que foram usadas e, como tal, todo e qualquer produto usado com essas linhas de células irá conter HERV-K.

Consequências não intencionais genes sujos nas vacinas
Veja Victoria et al., (2010)

O retrovírus endógeno humano (HERV) está associado a uma miríade de estados de doenças crónicas:

“Vários mecanismos pelos quais os HERVs poderiam produzir efeitos patológicos foram propostos, incluindo a criação de novas variantes de HERVs, mutagénese de inserção e toxicidade proteica. A este respeito, a activação do HERV parece influenciar a agressividade de diferentes cancros, incluindo o seminoma, melanoma, leucemia, carcinoma hepatocelular, sarcoma, próstata, mama e cancro do cólon. Da mesma forma, o processo patológico de doenças reumáticas, lúpus eritematoso sistémico, esclerose múltipla, transtornos do espectro do autismo, esquizofrenia, transtorno bipolar, psoríase, diabetes tipo I e esclerose sistémica mostra uma correlação com a actividade do HERV ”.

Consequências não intencionais genes sujos nas vacinas

Os cancros infantis estão em ascensão e não podemos subestimar o papel que a injecção directa de HERV-K tem nesse contexto, em particular quando está directamente associado à leucemia, como pode ser visto aqui:

“Em pacientes com leucemia, a presença de anticorpos contra o HERV-K foi identificada, o que poderia sugerir um aumento da expressão do HERV-K em células leucémicas.”

E aqui:

“A resposta do anticorpo contra os peptídeos HERV-K foi relatada em pacientes com leucemia, sugerindo uma possível superexpressão dessa sequência em células leucémicas.”

Consequências não intencionais genes sujos nas vacinas

Aqui vemos que os vírus herpes reactivam o HERV:

“Os vírus herpes também podem ser um gatilho significativo na expressão do HERV no SNC. Vários relatos detectaram EBV, vírus herpes simplex tipo 1 (HSV-1), vírus varicela-zona (VZV) e vírus herpes humano tipo 6 (HHV-6) em amostras de pacientes com EM. Todos esses vírus herpes também demonstraram desencadear a expressão dos HERVs.”

Deve ser altamente preocupante para todos haver HERV-K na presença de um vírus herpes vivo, como é o caso da vacina VARIVAX (varicela-zona).

Dada a informação acima, parece que todas as vacinas são inerentemente perigosas e cada indivíduo, não uma agência governamental, deveria estar a fazer a sua própria análise de risco-benefício para o uso desses produtos. Isso também significa que todos estamos a participar numa experiência com a qual não concordamos e sobre a qual ainda estamos a descobrir quais as consequências não intencionais do consumo desses produtos.

Não é um segredo – embora raramente seja debatido pelos meios de comunicação e profissionais médicos a quem confiamos os nossos filhos – que as infecções para as quais temos vacinas eram infecções infantis agudas, auto-limitadas, comuns, como pode ser visto aqui neste artigo fundamentado com uma pesquisa muito boa:

Consequências não intencionais genes sujos nas vacinas
Número de mortes estimado por cada tipo de acidente [dados dos EUA]. Fonte

Antes da vacinação, o risco de morrer dessas infecções ainda é menor do que o risco de morrer com um relâmpafo, sufocado ou escorregar no chuveiro. Era pouco frequente a criança ter um resultado adverso dessas infecções. Assim como é fora de vulgar a criança ter um resultado adverso com a vacinação, talvez tenhamos apenas trocado uma criança geneticamente susceptível por outra?

O Dr. James Lyons-Weiler explicou melhor:

“Se nós, como sociedade, desfrutamos do benefício colectivo da proteção contra doenças infecciosas devido às vacinas então, como sociedade, partilhamos a responsabilidade colectiva de proteger aqueles que correm um maior risco de danos das vacinas. Chega de propaganda que afirma que não existem riscos. Chega. Genética e atenção cuidadosa aos factores de risco confiáveis terão um papel fundamental na protecção daqueles que são mais susceptíveis…”.

Agora que 54% das nossas crianças sofrem de pelo menos uma de 20 doenças crónicas, incluindo transtornos do neurodesenvolvimento, distúrbios convulsivos, alergias severas, doenças auto-imunes e cancro, começamos a perceber que, se tem uma criança saudável, agora faz parte da minoria. Talvez seja hora de voltarmos às nossas raízes e abraçarmos os remédios naturais. Talvez seja a hora de pararmos de acreditar nos produtos farmacêuticos e nos médicos que os prescrevem em exclusivo. Talvez tenha chegado o momento de separarmos as grandes farmacêuticas e o estado.

Fonte: https://www.ipakmedicalhealthnews.com/home/unintended-consequences-dirty-genes-in-vaccines?fbclid=IwAR1kICgMTxPKzaXk5gAJd-YNW1M569xQYMRaRJSAD8OHWwlSYmGUjEw9lUs

A quimioterapia pode espalhar o cancro e desencadear tumores mais agressivos, alertam cientistas

A quimioterapia pode espalhar o cancro e desencadear tumores mais agressivos, alertam cientistas

A quimioterapia pode espalhar o cancro e desencadear tumores mais agressivos alertam cientistas

A quimioterapia pode permitir que o cancro se espalhe e desencadear tumores mais agressivos, sugere um novo estudo.

Investigadores dos EUA estudaram o impacto de fármacos em pacientes com cancro da mama e descobriram que os medicamentos aumentam a probabilidade das células cancerígenas migrarem para outras partes do corpo, onde são quase sempre letais.

Cerca de 55.000 mulheres são diagnosticadas com cancro da mama na Grã-Bretanha a cada ano e 11.000 morrerão dessa doença.

Muitas recebem quimioterapia antes da cirurgia, mas a nova pesquisa sugere que, apesar de diminuir os tumores a curto prazo, pode desencadear a disseminação de células cancerígenas por todo o corpo.

Acredita-se que a medicação tóxica desliga um mecanismo de reparação do corpo que, em última análise, permite aos tumores voltarem a crescer mais fortes. Também aumenta o número de “portas” nos vasos sanguíneos que permitem que o cancro se espalhe por todo o corpo.

A quimioterapia pode espalhar o cancro e desencadear tumores mais agressivos alertam cientistas
Uma imagem mostrando a abertura das “portas” nos vasos sanguíneos que permitem a disseminação dos tumores. CRÉDITO: GEORGE KARAGIANNIS

O Dr. George Karagiannis, da Faculdade de Medicina Albert Einstein da Universidade de Yeshiva, em Nova Iorque, descobriu que o número de canais de entrada foi aumentado em 20 pacientes que receberam dois medicamentos de quimioterapia comuns.

Ele também descobriu que, em ratos, a quimioterapia para o cancro da mama aumentava o número de células cancerígenas que circulavam no corpo e nos pulmões.

Karagiannis afirmou que as mulheres podem ser monitorizadas durante a quimioterapia para verificar se o cancro está a começar a circular e se as portas de passagem estão a aparecer.

“Uma abordagem seria obter uma pequena quantidade de tecido tumoral após algumas doses de quimioterapia pré-operatória”, afirmou ele.

“Se observarmos que a presença dos marcadores está aumentado, recomendaríamos a interrupção da quimioterapia e a cirurgia primeiro, seguida da quimioterapia pós-operatória. Actualmente, estamos a planear ensaios mais extensos para resolver o problema.

“Neste estudo, investigamos apenas a disseminação de células cancerígenas induzidas por quimioterapia no cancro da mama. Actualmente estamos a trabalhar noutros tipos de cancro para ver se efeitos semelhantes são provocados”.

 O estudo foi publicado na revista Science Translational Medicine.

Fonte:https://www.telegraph.co.uk/science/2017/07/05/chemotherapy-may-spread-cancer-trigger-aggressive-tumours-warn/

Pesquisas governamentais confirmam que o sarampo é propagado pelos vacinados

Pesquisas governamentais confirmam que o sarampo é propagado pelos vacinados

Pesquisas governamentais confirmam que o sarampo é propagado pelos vacinadosAs pesquisas revelam que um indivíduo vacinado não só pode ser infectado com o sarampo, como também o pode transmitir a outras pessoas que também estão vacinadas contra ele – duplamente refutando a tese de que a administração de doses múltiplas da vacina da tríplice viral é “97% eficaz”, como é amplamente alegado.

Um dos erros fundamentais no pensamento sobre a eficácia da vacina contra o sarampo é que receber a vacina contra o sarampo-papeira-rubéola (MMR) equivale à imunidade genuína contra o vírus do sarampo. De facto, é frequentemente alegado por organizações de saúde como o Centro de Controlo de Doenças [CDC] dos EUA que receber duas doses da vacina MMR é “97% eficaz na prevenção do sarampo”, apesar de um corpo volumoso de evidências contraditórias de epidemiologia e experiência clínica.

Esse pensamento erróneo levou o público, os meios de comunicação e o governo a atribuirem a origem dos surtos de sarampo, como o relatado na Disney em 2015 (e que levou à aprovação da lei SB277 naquele ano, retirando as isenções de vacinação por quaisquer razões médicas) na Califórnia, aos não vacinados, embora 18% dos casos de sarampo tenham ocorrido naqueles que foram vacinados contra o mesmo – dificilmente as duas doses da vacina alegaram “97% de eficácia”. A falibilidade óbvia da vacina também é indiciada pelo facto de que o CDC agora requer duas doses.

Mas os problemas ao redor das falhas da vacina da tríplice viral são muito mais profundos. Primeiro, eles acarretam riscos de saúde profundos (mais de 25 dos quais indexados aqui: riscos de vacina da tríplice viral), incluindo aumento do risco de autismo, que um cientista sénior do CDC confessou que a sua agência encobriu e que não justifica o risco, dado que o sarampo não só não é mortal, como também confere benefícios significativos à saúde que foram validados na literatura biomédica. Em segundo lugar a vacina MMR não só não confere consistentemente imunidade, como aqueles que foram “imunizados” com duas doses da vacina da tríplice viral ainda podem transmitir a infecção a outros – um fenómeno que ninguém relata na corrida para culpar os vacinados pelos surtos.

Os vacinados com a vacina da tríplice viral ainda podem propagar o Sarampo

Há três anos, um estudo inovador publicado na revista Clinical Infectious Diseases, em cuja lista de autores estavam incluídos cientistas que trabalhavam para o Departamento de Imunização, Departamento de Saúde e Higiene Mental de Nova York, para o Centro Nacional de Imunização e Doenças Respiratórias e para o Centro de Controlo de Doenças (CDC), examinou evidências do surto de sarampo de Nova Iorque de 2011, de que indivíduos com a vacinação prévia contra o sarampo e imunidade conferida pela vacina eram ambos capazes de serem infectados pelo sarampo e infectarem outras pessoas com ele (transmissão secundária).

Essa descoberta até despertou a atenção dos principais noticiários, como este artigo da Sciencemag.org de abril de 2014 intitulado “surto de sarampo rasteado até paciente totalmente vacinado, pela primeira vez“.

Intitulado “surto de sarampo entre pessoas com evidências prévias de imunidade, Cidade de Nova Iorque, 2011“, o estudo inovador reconheceu que “o sarampo pode ocorrer em indivíduos vacinados, mas a transmissão secundária por tais indivíduos não foi documentada”.

A fim de descobrirem se os indivíduos em conformidade com a vacina contra o sarampo são capazes de serem infectados e transmitirem a infecção a outras pessoas, eles avaliaram os casos suspeitos e indivíduos expostos durante o surto de sarampo de 2011 em Nova York. Eles focaram-se num paciente que recebeu duas doses da vacina que continha sarampo e descobriu que,

“Dos 88 contactos foram confirmados quatro casos secundários que continham duas doses de vacina contendo sarampo ou um anticorpo IgG positivo para o sarampo. Todos os casos tinham confirmação laboratorial de infecção por sarampo, sintomas clínicos compatíveis com sarampo e anticorpos de IgG de alta avidez característicos de uma resposta imune secundária”.

A conclusão é notável:

“Este é o primeiro relato de transmissão de sarampo por um indivíduo vacinado duas vezes. A apresentação clínica e os dados laboratoriais do índice eram típicos do sarampo num indivíduo não vacinado. Os casos secundários tinham respostas anamnésticas robustas. Não ocorreram casos terciários apesar de numerosos contactos. O surto enfatiza a necessidade de uma investigação epidemiológica e laboratorial completa dos casos suspeitos de sarampo, independentemente do estado da vacinação”

Consegue acompanhar o racciocínio? Verificou-se que um indivíduo vacinado duas vezes, num surto de sarampo em Nova Iorque transmitiu o sarampo a quatro dos seus contactos, dois dos quais receberam duas doses da vacina MMR e tiveram resultados de anticorpos IgG contra o sarampo, presumivelmente, preventivos.

Este fenómeno – o de um indivíduo que cumpre o plano de vacinação da tríplice viral infectar outros indivíduos cumpridores do plano de vacinação da mesma vacina – tem sido ignorado pelas agências de saúde e pelos meios de comunicação. Esses dados corroboram a possibilidade de que, durante o surto de sarampo da Disney, os 18% previamente vacinados (qualquer um dos 18% que se saiba ter sido infectado) possam ter infectado ou já estarem propagando o sarampo de uma vacina e transmitido o sarampo aos vacinados e não vacinados.

Para além disso, esses cientistas do CDC e da Agência de Imunização de Nova Iorque identificaram a “necessidade” de haver uma “investigação epidemiológica e laboratorial completa dos casos suspeitos de sarampo independentemente do estado da vacinação” ou seja, os investigadores devem descartar a falha da vacina e a infecção por indivíduos totalmente infectados como parte preponderante dos surtos de sarampo.

Em vez disso o que está a acontecer agora é que no momento em que ocorre um surto de sarampo, uma atitude reflexiva de “culpar a vítima” é tomada, e os organismos de saúde e meios de comunicação e / ou saúde relatam o surto como se tivesse sido provado que as vítimas estão sub-vacinados ou não vacinados – muitas vezes sem evidências suficientes para suportarem essas alegações. Claramente, as partes interessadas no debate entre vacinar / não-vacinar precisam de olhar para a situação através da lente das evidências em si e não da ciência por meio das proclamações ou apelos à autoridade.

Surpreendentemente, a verdade foi suprimida ao longo de décadas. Há vinte anos atrás, a vacina da trípllice viral infectou virtualmente todos os seus receptores com sarampo. Os cientistas que trabalham no Centro Nacional de Doenças Infecciosas do CDC, financiado pela Organização Mundial de Saúde e pelo Programa Nacional de Vacinas, descobriram algo realmente perturbador sobre a vacina da MMR: ela leva à infecção detectável pelo sarampo na vasta maioria daqueles que a recebem. A fabricante da vacina MMR, a Merck, descreve na bula que a vacina pode causar a encefalite por inclusão de sarampo (MIBE), uma forma rara, mas potencialmente fatal, de infecção cerebral pelo sarampo. Saiba mais lendo meu artigo sobre o tema “O sarampo é propagado pelos vacinados: Os documentos da Organização Mundial de Saúde, Merck e do CDC confirmam“.

Parem de deitar as culpas de uma vacina que funciona nos não vacinados

A moral desta história é que não pode culpar os pais que não vacinam pela morbidade e mortalidade de doenças infecciosas quando a vacinação não resulta em imunidade e não impede que aqueles que são vacinados infectem outras pessoas. De facto, os surtos secundados pelas falhas da vacina contra o sarampo e a disseminação em até 99% das populações cobertas pela imunização ocorrem desde há décadas. Aqui estão apenas alguns exemplos relatados na literatura médica:

  • 1985, Texas, EUA: De acordo com um artigo publicado no New England Journal of Medicine em 1987, “um surto de sarampo ocorreu entre adolescentes de Corpus Christi, Texas, na Primavera de 1985, embora os requisitos de vacinação para a frequência escolar tivessem sido completamente cumpridos”. Eles concluíram: “Concluímos que surtos de sarampo podem ocorrer em escolas secundárias, mesmo quando mais de 99% dos estudantes foram vacinados e mais de 95% estão imune”. 1
  • 1985, Montana, EUA: De acordo com um artigo publicado no American Journal of Epidemiology intitulado “Um surto persistente de sarampo, apesar das medidas apropriadas de prevenção e controlo”, um surto de 137 casos de sarampo ocorreu em Montana. Os registos escolares indicaram que 98,7% dos estudantes foram adequadamente vacinados, levando os investigadores a concluirem que: “Este surto sugere que a transmissão do sarampo pode persistir em alguns contextos, apesar da implementação apropriada da actual estratégia de eliminação do sarampo”.
  • 1988, Colorado, EUA: De acordo com um artigo publicado no American Journal of Public Health em 1991, “no início de 1988 um surto de 84 casos de sarampo ocorreu numa faculdade do Colorado em que mais de 98 por cento dos estudantes tinham a documentação de imunidade adequada contra o sarampo… devido a uma exigência de imunização em vigor desde 1986. Eles concluíram: “(…) os surtos de sarampo podem ocorrer em populações universitárias altamente vacinadas”. 3
  • 1989, Quebec, Canadá: Segundo um artigo publicado no Canadian Journal of Public Health em 1991, o surto de sarampo de 1989 foi “amplamente atribuído a uma cobertura vacinal incompleta”, mas após uma extensa revisão, os investigadores concluíram que “a cobertura vacinal incompleta não era uma explicação válida para o surto de sarampo na cidade de Québec”. 4
  • 1991-1992, Rio de Janeiro, Brasil: De acordo com um artigo publicado na Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, no surto de sarampo de Março de 1991 a Abril de 1992 no Rio de Janeiro, 76,4% dos suspeitos de infecção tinham recebido a vacina contra o sarampo antes do primeiro aniversário. 5
  • 1992, Cidade do Cabo, África do Sul: De acordo com um artigo publicado no South African Medical Journal em 1994, “[Em] Agosto de 1992, um surto ocorreu, com casos relatados em muitas escolas em crianças presumivelmente imunizadas”. A cobertura de imunização contra o sarampo foi de 91% e a eficácia da vacina foi de apenas 79%, levando-os a concluir que a falha primária e secundária da vacina era uma possível explicação para o surto. 6

Existem muitos outros exemplos da falha abjeta da vacina contra o sarampo, incluindo um estudo publicado na PLoS intitulado “dificuldades na eliminação do sarampo e no controlo da rubéola e papeira [caxumba]: um estudo transversal duma primeira vacinação contra sarampo e rubéola e de uma segunda vacinação contra o sarampo, papeira [caxumba] e rubélula” e que trouxe à luz a gritante ineficácia das duas vacinas contra o sarampo (sarampo-rubéola (MR) ou sarampo-papeira-rubéola (MMR)) no cumprimento da sua promessa amplamente reivindicada de prevenir surtos em populações altamente compatíveis com vacinas. Nós mergulhamos profundamente nas implicações deste estudo no nosso artigo intitulado “Porque é que a China tem surtos de sarampo quando 99% são vacinados?

O exemplo mais recente foi divulgado no site do CDC hoje num relatório intitulado “Surto de Sarampo numa população altamente Vacinada em Israel, de Julho a Agosto de 2017“, onde eles mencionam um paciente zero que recebeu três doses de tríplice viral. Não é de surpreender que o CDC não tenha chegado à conclusão óbvia de que a vacina da tríplice viral falhou mas, pelo contrário, pedem para os médicos considerarem a possibilidade do paciente ter sarampo quando examinam alguém com sintomas de febre e erupção cutânea, mesmo quando o paciente é vacinado.

Pesquisas governamentais confirmam que o sarampo é propagado pelos vacinadosFonte: Centro de Controlo de Doenças dos EUA

Estes sete surtos não são de forma alguma representativos da literatura biomédica, mas ilustram o quanto o público em geral está a ser enganado sobre a eficácia das vacinas contra o sarampo e a agenda de vacinação em geral. Nenhuma quantidade de ignorância histórica irá apagar o facto de que a vacinação equivale à imunização e que a antigenicidade não é igual a imunogenicidade.

Tão pouco os efeitos adversos, não intencionais, da tríplice viral e de outras vacinas nas agendas de vacinação são retratados com precisão, impedindo o acesso ao princípio ético médico do consentimento informado.

Para saber mais sobre este assunto leia o meu artigo anterior, “O sarampo propagado pelos vacinados: Documentos da Organização Mundial de Saúde, Merck e CDC confirmam“.

REFERÊNCIAS

1T L Gustafson, A W Lievens, P A Brunell, R G Moellenberg, C M Buttery, L M Sehulster. Measles outbreak in a fully immunized secondary-school population. N Engl J Med. 1987 Mar 26 ;316(13):771-4. PMID: 3821823

2R M Davis, E D Whitman, W A Orenstein, S R Preblud, L E Markowitz, A R Hinman. A persistent outbreak of measles despite appropriate prevention and control measures. Am J Epidemiol. 1987 Sep ;126(3):438-49. PMID: 3618578

3B S Hersh, L E Markowitz, R E Hoffman, D R Hoff, M J Doran, J C Fleishman, S R Preblud, W A Orenstein. A measles outbreak at a college with a prematriculation immunization requirement. Am J Public Health. 1991 Mar ;81(3):360-4. PMID: 1994745

4N Boulianne, G De Serres, B Duval, J R Joly, F Meyer, P Déry, M Alary, D Le Hénaff, N Thériault.[Major measles epidemic in the region of Quebec despite a 99% vaccine coverage]. Can J Public Health. 1991 May-Jun;82(3):189-90. PMID: 1884314

5S A de Oliveira, W N Soares, M O Dalston, M T de Almeida, A J Costa. Clinical and epidemiological findings during a measles outbreak occurring in a population with a high vaccination coverage. Rev Soc Bras Med Trop. 1995 Oct-Dec;28(4):339-43. PMID: 866883

6N Coetzee, G D Hussey, G Visser, P Barron, A Keen. The 1992 measles epidemic in Cape Town–a changing epidemiological pattern. S Afr Med J. 1994 Mar ;84(3):145-9. PMID: 7740350

Fonte: http://www.greenmedinfo.com/blog/measles-transmitted-vaccinated-gov-researchers-confirm

Exposição natural vs artificial ao sarampo: não é a mesma coisa

Exposição natural vs artificial ao sarampo: não é a mesma coisa

Exposição natural vs artificial ao sarampo: não é a mesma coisa

Há um facto raramente considerado pelas autoridades de saúde pública: a vacinação não é uma intervenção que elimina a exposição à doença pelos indivíduos. A vacinação substitui a exposição natural pela exposição artificial e não é a mesma coisa. Estamos há muitas décadas em campanhas de vacinação em massa e é alarmante que, em vez da comunidade médica e científica recuar para examinar o impacto geral na saúde pública e individual para ver se as estratégias actuais devem ser reavaliadas, o foco está naqueles que questionam ou recusam a vacinação.

Os especialistas reconheceram que a actual vacina contra o sarampo não pode erradicar o sarampo por causa de falhas primárias e secundárias. [1] Estudos descobriram que a concentração e a duração da protecção dos anticorpos maternos para bebés com mães vacinadas é menor do que a proteção providenciada pelas mães não vacinadas [2], e verificou-se que uma terceira dose da tríplice viral [MMR] não pode aumentar a protecção por um período de tempo indefenido [3], deixando a maioria dos adultos desprotegidos. Entramos numa era em que vacinamos bebés e idosos vulneráveis ​​- populações que estavam protegidas quando o sarampo circulava naturalmente. É um enigma confuso cuja responsabilidade não pode ser colocada sobre daqueles que desistem da vacinação. Para a grande maioria das crianças saudáveis ​e ​que podem lidar facilmente com um caso de sarampo na infância, a vacinação não oferece nenhum benefício pessoal e apenas as expõe ao risco de lesões vacinais e vulnerabilidade ao sarampo na vida adulta.

Uma vez que a indústria não disponibiliza uma única vacina contra o sarampo, isso deixa apenas a controversa tríplice viral [MMR] que parece não ter tido nenhum ensaio clínico. A MMR contém ADN fetal fragmentado na porção da rubéola, que alguns acham moralmente censurável e outros medicamente problemáticos devido ao potencial de autoimunidade e mutagénese insercional [4]. Para além disso, a vacina é altamente contaminada com glifosato a partir da gelatina [5], e não existem estudos que mostrem que a injecção de glifosato seja segura ou como pode alterar a resposta imune aos outros ingredientes. Acrescente-se que a Merck já foi acusada de falsificar a eficácia da porção da papeira na sua vacina [6] e, Houston, temos um problema.

100% de vacinação não alteraria o dilema da falha ou risco da vacina. A OMS [Organização Mundial de Saúde] escolheu o objectivo da erradicação global antes de ter uma ferramenta segura capaz de o alcançar. Ao invés de pressionar por uma maior aceitação, o tempo e o dinheiro seriam muito melhor gastos na implementação de programas rápidos de diagnóstico e notificação usando novas tecnologias para detectar e isolar como antigamente, pesquisando os melhores e mais seguros tratamentos para o sarampo, cultivando os princípios básicos da imunidade saudável nas comunidades mais pobres: acesso a água limpa e saneamento e nutrição adequados.

Referências

[1] Poland, Gregory A and Robert M Jacobson. “The re-emergence of measles in developed countries: time to develop the next-generation measles vaccines?” Vaccine vol. 30,2 (2012): 103-4.

[2] Waaijenborg, et al. “Waning of Maternal Antibodies Against Measles, Mumps, Rubella, and Varicella in Communities With Contrasting Vaccination Coverage.” OUP Academic, Oxford University Press, 8 May 2013, academic.oup.com/jid/article/208/1/10/796786.

[3] Fiebelkorn AP, Coleman LA, Belongia EA, et al. Measles virus neutralizing antibody response, cell-mediated immunity, and IgG antibody avidity before and after a third dose of measles-mumps-rubella vaccine in young adults. The Journal of infectious diseases. 2016;213(7):1115-1123. doi:10.1093/infdis/jiv555.

[4] Deisher, T A, et al. “Epidemiologic and Molecular Relationship Between Vaccine Manufacture and Autism Spectrum Disorder Prevalence.” Issues in Law & Medicine., U.S. National Library of Medicine, 2015, www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26103708.

[5] Honeycutt, Zen. “Glyphosate in Childhood Vaccines.” Moms Across America, www.momsacrossamerica.com/glyphosate_in_childhood_vaccines.

[6] Solomon, Lawrence. “Merck Has Some Explaining To Do Over Its MMR Vaccine Claims.” HuffPost Canada, HuffPost Canada, 27 Nov. 2014, www.huffingtonpost.ca/lawrence-solomon/merck-whistleblowers_b_5881914.html.

Fonte: https://www.bmj.com/content/362/bmj.k3976/rr-11?fbclid=IwAR2Chr6XxBjV_C9JIrQN2bg84DZBtI94HZ9lL1PN4eHaAgLrE2MGy2s-ULQ

As Enormes Mentiras sobre as Vacinas

As Enormes Mentiras sobre as Vacinas

As Enormes Mentiras sobre as Vacinas

Colocadas as mentiras sobre vacinas no contexto de uma sessão de perguntas e respostas:

P: Digamos que aceito a ideia de que as vacinas dão protecção contra as doenças. As vacinas criam imunidade. Qual é o problema? Porque é que eu me deveria preocupar? Porque é que eu deveria procurar informações fora dos meios convencionais?

R: Bem, vamos começar por aqui. A teoria da vacinação afirma que as vacinas fazem com que o sistema imunológico de uma pessoa entre em acção contra um germe em particular que é colocado na vacina. Este é um “ensaio” que prepara o sistema imunológico para reagir quando a doença e o germe reais vierem mais tarde. Faz sentido?

P: Sim. Isso foi o que me ensinaram.

R: Mas repare, há uma vacina (da Hepatite B) que é administrada a bebés logo no dia em que nascem. O bebé não possui um sistema imunológico próprio. Na verdade, alguns investigadores afirmam que uma criança não desenvolve completamente o seu próprio sistema imunológico até os 12-14 anos.

P: Ai é? Como assim?

R: Uma vacina não pode criar o “ensaio” desejado, a menos que o destinatário tenha seu próprio sistema imunológico. Isso é óbvio.

P: Mas isso significaria que a vacina não pode funcionar ao longo daqueles anos em que uma criança não possui seu próprio sistema imunológico completamente desenvolvido.

R: Correcto.

P: Mas, então, todos os especialistas estariam errados.

R: Isso mesmo.

P: E quanto aos idosos? Nós ouvimos constantemente que eles devem receber vacinas porque têm sistemas imunológicos fracos.

R: Essa é outra informação falsa. As vacinas não podem tornar um sistema imunitário fraco mais forte. De acordo com a sabedoria convencional, as vacinas apenas preparam um sistema imunitário funcional para uma doença que virá mais tarde. Na verdade, uma vacinação dada a pessoas cujo sistema imunológico é fraco pode ter um efeito decididamente negativo. A vacinação pode sobrecarregar o sistema imunitário fraco.

P: Mas temos uma grande quantidade de informações que afirmam que as vacinas aniquilaram as doenças tradicionais. A taxa de sucesso foi notável.

A: Dois pontos aqui. Como Ivan Illich afirma no seu livro, Nemesis Médica:

“A taxa de mortalidade combinada da escarlatina, difteria, tosse convulsa e sarampo entre as crianças até quinze anos mostra que quase 90 por cento do declínio total da mortalidade entre 1860 e 1965 ocorreu antes da introdução dos antibióticos e da imunização generalizada. Em parte, esta recessão pode ser atribuída à melhoria das condições de habitação e à diminuição da virulência dos microrganismos mas, de longe, o factor mais importante foi a maior resistência do hospedeiro devido à melhor nutrição. ” (Ivan Illich, Medical Nemesis, Bantam Books, 1977)

P: E qual é o outro ponto?

R: Quando os especialistas afirmam que as vacinas aniquilaram as doenças tradicionais, o que é que eles estão realmente a dizer? Eles estão a dizer que os sintomas visíveis dessas doenças raramente são vistos, em comparação com as décadas anteriores. Mas porque é que esses sintomas visíveis se tornaram residuais?

P: Sim, porquê?

R: Pode ser porque esses sintomas foram eliminados. Mas pode ser também porque esses sintomas foram suprimidos.

P: Eu não estou a entender.

R: Considere os sintomas básicos do sarampo. Erupções cutâneas, febre. Na abordagem convencional eles são simplesmente o resultado da infecção pelo vírus do sarampo? Não. Os sintomas são uma combinação da infecção e da reacção do sistema imunológico do organismo ao germe. Essa reacção – a resposta inflamatória – é a tentativa do corpo de se descartar dos efeitos do germe. É POR ISSO QUE VEMOS OS SINTOMAS.

P: Ai é? Como assim?

R: As vacinas contêm elementos tóxicos. Germes, produtos químicos como o alumínio e o formaldeído. Se essas substâncias tóxicas enfraquecem o sistema imunológico, então NÃO haverá uma resposta inflamatória completa. O sistema imunológico não será capaz de montar essa resposta. Portanto, os sintomas visíveis da doença não aparecerão quando a doença real vier. Entende?

P: Sim. O sistema imunológico estará muito fraco para lutar.

R: A vacinação enfraquece o sistema imunológico. Então, quando a doença do sarampo chega posteriormente, a pessoa que recebeu a vacina não conseguirá confronta-la facilmente. Portanto, não verá as erupções cutâneas e a febre. As erupções cutâneas e a febre ocorrem quando o sistema imunológico é capaz de montar uma resposta completa.

P: Portanto?..

R: Portanto, após as campanhas de vacinação em massa contra o sarampo parecerá que o sarampo foi aniquilado porque, em geral, não vemos os sintomas tradicionais. Mas isso é uma ilusão. O sarampo realmente não foi exterminado. Em vez disso, as pessoas agora sofrem com um sistema imunológico mais fraco e os sintomas disso serão diferentes.

P: Essa é uma ideia perturbadora.

R: Sim é. Porque agora estamos a falar de doenças crónicas e não do sarampo agudo que se elimina rapidamente na presença de um sistema imunológico totalmente funcional.

P: Espere um minuto. Durante muito tempo milhões de casos de sarampo foram relatados no Terceiro Mundo, onde o sistema imunológico das crianças é muito fraco. Portanto, os sintomas do sarampo foram visíveis.

R: Sim. Digamos que o sistema imunológico dessas crianças foi, ao mesmo tempo, forte o suficiente para montar uma resposta inflamatória. É por isso que as erupções e a febre apareceram. Mas, depois da vacinação com elementos tóxicos, deixou de ser esse o caso. Todas essas crianças estavam agora “abaixo da linha”. Quando o sarampo surgiu deixamos de ver os sintomas. Após a vacinação, o seu sistema imunológico tornou-se muito fraco para montar a resposta inflamatória. Isso não é “eliminar o sarampo”. Isso é “substituir o sarampo pelas doenças crónicas”.

P: Parece estar a dizer que precisamos de fortalecer o sistema imunológico das pessoas. Essa é a verdadeira resposta. Então as crianças terão doenças verdadeiras e vão supera-las – e então elas terão imunidade para o resto da vida.

R: Sim, absolutamente.

P: Qual o “tratamento” médico que poderá conseguir isso?

R: Não há nenhum. Reforçar o sistema imunológico de uma pessoa é uma situação não médica. Envolve uma melhor nutrição, melhor higienização local e outros factores, nenhum dos quais tem que ver com o tratamento médico.

P: Também afirma que um sistema imunológico fraco abre a porta a todo tipo de doenças.

R: Correto. A vacinação não pode curar um sistema imunológico fraco. A solução não deve ser médica.

P: Imagino que essa ideia não seja apelativa para os médicos.

R: Dizer que não é apelativa é muito lisongeiro.

P: Mas deve haver uma solução médica para os sistemas imunológicos fracos.

R: Porquê?

P: Porque se não houver então tudo o que nos ensinaram está errado.

R: E não consegue aceitar isso?

P: Se eu aceitasse isso significaria que o sistema médico tem uma grande responsabilidade na debilidade do sistema imunológico das pessoas.

R: E a interminável propaganda diz-lhe que isso não pode ser verdade.

P: Certo.

R: E de quem é esse problema?

[SILÊNCIO]

P: Eu não quero pensar sobre isso. Prefiro enterrar minha cabeça na areia. Deixe-me mudar a conversa para algo sobre o qual escreveu – a vacina contra a gripe. Isso também me incomoda. Citou o autor Peter Doshi, que publicou um artigo no BMJ Journal. Posso citá-lo?

R: À vontade. Continue.

P:

“O Dr. Peter Doshi, no BMJ online (British Medical Journal), revela uma monstruosidade”.

“Como a Doshi afirma, todos os anos centenas de milhares de amostras respiratórias são retiradas de pacientes com gripe nos EUA e testadas em laboratórios. Aqui está destaque: apenas uma pequena percentagem dessas amostras evidencia a presença de um vírus da gripe”.

“Isso significa: a maioria das pessoas na América e que são diagnosticadas por médicos com a gripe não têm o vírus da gripe no corpo”.

“Então eles não têm gripe”.

“Portanto, mesmo que assuma que a vacina contra a gripe é útil e segura, não pode prevenir todos aqueles “casos de gripe” que não são casos de gripe”.

“A vacina nunca poderia funcionar”.

“A vacina não é projectada para prevenir a falsa gripe, a menos que os porcos tenham asas”.

“Aqui está a citação exacta da revisão do BMJ por Peter Doshi, (BMJ 2013; 346: f3037)”:

“…mesmo a vacina ideal contra a gripe, combinada perfeitamente com as cepas circulantes da gripe selvagem e capaz de parar todos os vírus da gripe, só pode lidar com uma pequena parte do problema da “gripe” porque a maioria das “gripes”parece não ter nada a ver com gripe. Todos os anos, centenas de milhares de espécimes respiratórios são testados por todos os EUA. Daqueles testados, em média 16% são validados como gripes”.

“(…) Não é de admirar que muitas pessoas sintam que as “vacinas contra a gripe” não funcionam: para a maioria das gripes não podem”. (Fim da citação de Doshi)

“Porque a maioria dos casos diagnosticados de gripe não são gripe”.

“Então, mesmo se for um verdadeiro crente na teoria das vacinas, está a cair num engodo. Eles estão a aldraba-lo.”

R: Tem alguma pergunta sobre isso?

P: É mais como uma… é chocante. Profundamente chocante.

R: É suposto ser chocante. Os factos às vezes são.

P: Mas como é que isto consegue escapar ao jornalismo convencional? Porque é que esta história de proporções gigantescas não é relatada na imprensa? Porque é que o governo não investiga isto?

R: Porque é que não responde à sua própria pergunta?

P: Porque eu tenho medo de ficar em estado de choque com a minha resposta.

R: E de quem é esse problema?

[SILÊNCIO]

A vacina contra a gripe é totalmente ineficaz por causa da forma como é fabricada, revela um novo estudo

A vacina contra a gripe é totalmente ineficaz por causa da forma como é fabricada, revela um novo estudo

vacina da gripe

Um novo e inovador estudo publicado por investigadores do The Scripps Research Institute (TSRI) na Flórida, determinou que a forma como as vacinas contra a influenza são feitas, praticamente desde o início, é essencialmente imperfeita e o resultado final torna as vacinas contra a gripe em grande parte ineficazes.

Isso tem a ver com a forma como os fabricantes das vacinas usam os ovos de galinha como incubadoras para o crescimento dos vírus sazonais da gripe, uma prática que por si só é controversa pelo facto de que o uso de embriões de frango nas vacinas foi associado às alergias a ovos.

Pelo menos nos últimos 70 anos, os fabricantes das vacinas têm injectado vírus da gripe em ovos de galinha, de modo a permitir-lhes terem tempo para se replicarem. Depois desta replicação estar terminada, o fluido é drenado dos ovos e o vírus é extraído – os próprios ovos funcionam como um ambiente de crescimento artificial onde os vírus da gripe florescem.

Mas, de acordo com as descobertas deste novo estudo, que foram publicadas na revista de acesso livre PLOS Pathogens, os ovos de galinha realmente acabam por introduzir perturbações nas principais zonas-alvo dos anticorpos nas superfícies dos vírus da gripe, fazendo com que eles se tornem menos eficazes posteriormente quando são injectados nos corpos humanos.

“Agora podemos explicar – ao nível atómico – porque é que a produção de vacinas à base de ovos causa problemas”, afirmou Nicholas Wu, Ph.D., um dos principais autores do estudo. [enfase adicionado]

A forma como as vacinas são produzidas em massa faz com que elas adquiram mutações, tornando-as inúteis.

Para o estudo, Wu e seus colegas testaram a progressão do vírus da gripe H3N2 à medida que incubava nos ovos de galinha. O H3N2, afinal, é um dos vários subtipos de gripe que se tornou mais prevalente e virulento, razão pela qual tipicamente acaba nas vacinas contra a gripe ano após ano.

Usando uma técnica de imagem de alta resolução conhecida como cristalografia de raios-X, para examinar mais de perto o H3N2, a equipa descobriu que uma proteína chave no vírus muda tanto durante a incubação em ovos de galinha que já não funciona para o emparelhamento em seres humanos. Na realidade, o resultado final é que as células das aves, ao invés das células humanas, acabam por estar melhor ajustadas.

Esta mutação é descrita no estudo como L194P, e ocorre na glicoproteína da hemaglutinina H3N2, também conhecida como HA. Afirmam que interrompe completamente a região da proteína que o sistema imunológico humano pode reconhecer, tornando-a completamente ineficaz em termos prácticos.

Para que uma vacina contra a gripe (ou qualquer outra vacina no que a isto diz respeito) seja considerada eficaz, ela deve activar continuamente uma resposta imune dentro do corpo e que resulta na criação de anticorpos para combater o virus real. Mas a mutação H3N2 que resulta dos procedimentos convencionais de incubação durante a produção da vacina deixa o vírus impotente, por assim dizer.

“Qualquer vírus da gripe produzido em ovos tem de se adaptar ao crescimento nesse ambiente e, portanto, gerar mutações para crescer melhor”, admitiu Ian Wilson, um professor da Universidade de Hansen de biologia estrutural na TSRI, e o principal autor do estudo.

Para além disso, seu colega Wu pediu aos produtores das vacinas para “olharem para essa mutação” e trabalharem numa solução. Ele e os seus colegas afirmaram que outros métodos de produção de vacinas que as tornam mais eficazes “estão agora a serem usados e explorados”.

“Há uma grande necessidade de investigação das vacinas contra a gripe”, afirmou Wu.

A ineficácia das vacinas contra a gripe não é novidade, é claro. A Natural News tem feito soar o alarme sobre a fraude das vacinas contra a gripe desde há anos, destacando ainda que as pessoas correm um grande risco cada vez que concordam em ter seus órgãos injectados com vacinas contra a gripe que, além de vírus ineficazes, geralmente contêm mercúrio (timerosal), alumínio e vários outros aditivos auxiliares que são tóxicos.

As fontes deste artigo incluem:

ScienceDaily.com

TheRefusers.com

NaturalNews.com

Fonte: https://www.naturalnews.com/2017-11-02-scientific-proof-flu-vaccine-found-to-be-completely-ineffective-because-of-how-it-is-made-new-study-finds.html

Retrovírus: Agentes da Mudança ainda pouco compreendidos

Retrovírus: Agentes da Mudança ainda pouco compreendidos

Retrovírus 1

Retrovírus. As doenças inflamatórias crónicas têm aumentado a sua incidência no último quarto de século. Os detalhes que explicam como os retrovírus na terapêutica biológica actual, incluindo as vacinas, estão a contribuir para as doenças autoimunes, neuroimunes e cancro são complexos. Embora eu tenha passado a minha vida adulta a estudar como os retrovírus contribuem para essas doenças, esclarecer essa complexidade, em termos fáceis de entender, é uma tarefa assustadora.

No nosso livro, “Praga”, Kent Heckenlively e eu detalhamos a ciência e a descoberta, feita por mim e pela minha equipa em 2009, de uma nova família de retrovírus humanos relacionados com o vírus da leucemia em ratos, associados não apenas ao cancro, mas também a Distúrbios do Espectro Autista e Síndrome de Fadiga Crónica. Em “Praga”, o meu co-autor e eu detalhamos a ciência por detrás da descoberta. A pesquisa científica não é simplesmente um estudo definido no tempo e no espaço, mas também é uma vida de observação e aprendizagem detalhadas – uma vida de formulação de hipóteses e modificação dessas hipóteses à medida que a tecnologia e a aprendizagem tornam visíveis as novas descobertas. A ciência nunca é definitiva pois todos os dias aprendemos e descobrimos coisas que antes eram consideradas impossíveis.

No entanto, a ciência no século 21 é mais complexa do que nunca na história humana. Kent Heckenlively é professor de ciências de sexto ano. Para contar minha história de uma forma que todos pudessem entender, quem é melhor do que um professor de ciências de sexto ano para ajudar a explicar essa complexidade? Foi o que pensamos. As críticas a “Praga” incluem uma, por um médico, que disse que a ciência era “muito complexa”. Como este é um tópico tão crítico na saúde humana, quero torná-lo o mais simples possível para que todos possam entender.

O que são os retrovírus?

Os Retrovírus são classificados como um grupo de vírus de ARN chamados de vírus de tumores de ARN. Eles são chamados de “retro” porque eles só possuem um genoma de ARN e funcionam de forma diferente dos outros vírus. Na maioria dos vírus, o ADN é transcrito (ou escrito) em ARN, e então o ARN é traduzido em proteína. Os Retrovírus, por outro lado, funcionam de forma diferente. Um Retrovírus funciona por transcrição reversa, e que é “escrever ao contrário” em ADN, usando uma enzima que apenas os Retrovírus codificam chamada de “Transcriptase reversa” (RT). A forma de ADN do vírus é chamada de provirus. O provirus é então inserido no DNA do hospedeiro usando outra enzima codificada exclusivamente por retrovírus chamada “Integrase”. (IN). A integrase abre o ADN e depois cola o provirus no ADN celular onde o provirus vive durante o tempo de vida da célula.

Além das RT e IN, os Retrovírus codificam alguns outros genes importantes para criarem uma partícula de vírus chamada virião. O gene do envelope chamado de env e gag codificam as proteínas que formam um envelope e uma cápside, que envolve o genoma do ARN. Os genomas de ARN de retrovírus têm entre sete e doze mil bases (7-12 kilobases, kb). O genoma humano contém aproximadamente três biliões de pares de bases. (O RNA é de cadeia simples, enquanto o ARN é de cadeia dupla e, portanto, tem “pares de bases”).

Um virião de Retrovírus tem aproximadamente 100 nanómetros (nM) e só pode ser visto por um microscópio eletrónico. A micrografia eletrónica (EM) do Retrovírus da gama que isolamos do sangue humano em 2009 pode ser vista na fotografia abaixo:

retrovírus

Mais importante, o provírus não pode ser transformado numa partícula viral infecciosa sem usar a maquinaria de uma célula divisória. Isso está ilustrado nas partes escuras da membrana da célula, onde o vírus brota da célula, transportando os lipídios da membrana celular para completar o virião.

Aqui, ali e em todos os sítios

Essencialmente, todos os animais têm Retrovírus integrados nos seus genomas. Aves, macacos, vacas, porcos, gatos, cães, ratos e peixes têm Retrovírus codificados nos seus genomas. Até mesmo as plantas têm retrovírus. Os genomas dos vertebrados abrigam milhares de elementos de retrovírus endógenos (ERV) que exibem uma estrutura próxima da forma proviral integrada dos retrovírus exógenos (regiões relacionadas com o gag, pol, e envolvidas por flanqueamento pelo 2-LTRs), mas os genes têm mutações pelo que se pensa que não se pode produzir e libertar partículas infecciosas. Ou seja, os ERVs são provavelmente os restícios de infecções passadas da linha germinal por retrovírus ancestrais que foram prejudicados pelo sistema imunológico do hospedeiro. Isso significa que os genes retrovirais são defeituosos e não libertam mais as partículas infecciosas. Até 15% do genoma humano é constituído por retrovírus humanos do tipo ERV.

Nos animais, os retrovírus exógenos são responsáveis ​​por algumas das doenças mais mortíferas conhecidas. No entanto, só foi até 1980, quando Poiesz e Ruscetti isolaram o primeiro retrovírus causador de doenças humanas, então chamado de vírus da leucemia das células T humanas, quando se demonstrou que causava um tipo de cancro agressivo chamado de leucemia das células T adultas (ATL). Na realidade, quando o meu mentor e colega de 35 anos, Frank Ruscetti, ingressou no Instituto Nacional do Cancro (NCI) em 1975 para estudar as doenças humanas causadas pelos retrovírus exógenos, o cientista do NCI, John M. Coffin, para não se preocupar com isso pois eles não existiam.

Embora os retrovírus tenham sido uma parte importante da evolução humana à medida que a placenta evoluiu a partir de genes do envelope retroviral ancestral, há 25-40 milhões de anos, os genes do envelope de retrovírus exógenos e endógenos, expressos aberrantemente em humanos, demonstraram serem os responsáveis ​​pelo desenvolvimento de muitas doenças crónicas. As taxas de incidência dessas doenças estão a crescer no mundo inteiro e incluem o cancro da próstata, o cancro da mama, o linfoma da leucemia, a esclerose múltipla e a esclerose lateral amiotrópica (doença de Lou Gherig).

Expressão e modo de desenvolvimento

Muitos factores são importantes no desenvolvimento das doenças associadas aos Retrovírus. A expressão e o modo de transmissão são a chave para o desenvolvimento da doença. Aprendemos muito sobre os tipos de doenças eplos 40 anos de estudo dos mecanismos de desenvolvimento das doenças dos Retrovírus animais e humanos. Os dois modos principais de transmissão do Retrovírus são mostrados esquematicamente abaixo:

Na transmissão mitótica, o provirus está adormecido ou defeituoso e a forma proviral integrada de retrovírus exógenos (regiões relacionadas com gag, pol e env flanqueadas por 2 LTRs) não é expressa. Neste caso, apenas as células filhas carregam os genes retrovirais e, se não forem expressos, esses genes retrovirais endógenos ou exógenos permanecem adormecidos durante anos, e geralmente não contribuem para a doença até muito mais tarde na vida, quando o sistema imune enfraquece. Durante a transmissão infecciosa, o virião completo é produzido juntamente com muitos milhares de viriões, infectando muitas células vizinhas e propagando-se de pessoa para pessoa, estando associado às células ou não, via sangue e fluidos corporais. A transmissão infecciosa do HIV impulsionou a epidemia de SIDA nos anos 80 e 90, incluindo a transmissão de células infectadas, num lote de sangue contaminado, e a activação de retrovírus dormentes por metais pesados, co-infecções e vacinação inadequada de indivíduos infectados pelo HIV.

As abordagens de xenoenxerto vulgarmente utilizadas desde a década de 1950 em estudos do cancro humano, doenças autoimunes e neuroimunes promovem a evolução de novos retrovírus com propriedades patogénicas. Agora reconhecemos que é o uso de tecnologias de xenoenxerto no desenvolvimento das vacinas, fármacos biológicos e organismos geneticamente modificados (OGMs) que acelera a disseminação de retrovírus animais em seres humanos, um processo conhecido como zoonose, pelo qual um retrovírus animal salta de uma espécie para outra, aprendendo a evadir-se dos mecanismos imunológicos dos seres humanos e, assim, causar doenças.

A vacina contra o Rotavírus

Olhando para as listas excipientes das vacinas, podemos perceber rapidamente que todas as vacinas podem estar contaminadas com pelo menos uma estirpe de retrovírus animal, todas associadas ao cancro, à doença hepática crónica, SIDA, ALS, ME / CFS e autismo.

Apenas como um exemplo, entre as centenas de contaminações com retrovírus nas vacinas, veja a história da vacina contra o Rotavírus. Em 2010, a Food and Drug Administration [Agência Reguladora dos Fármacos nos EUA] (FDA) convocou um painel de especialistas para analisarem as descobertas de que as vacinas contra o Rotavírus administradas a bebés nos Estados Unidos, a Rotateq, produzidas pela Merck Pharmaceuticals e a Rotarix produzida pela Glaxo Smith Kline, estavam contaminadas com vírus de porcos. A Rotarix, uma vacina de Rotavírus administrada por via oral, continha ácidos nucleicos do vírus do circovírus porcino-1 (PCV1) e a Rotateq mostrou conter ácidos nucleicos tanto do PCV1 como do PCV2, um patogeno dos porcos que está associado ao desperdício e à imunodeficiência. Embora reconhecendo que todos os riscos, a curto e a longo prazo, dos circovírus porcinos PCV1 e PCV2 são ainda desconhecidos, o painel consultivo decidiu que “os benefícios da vacina superam os seus riscos”.

Enquanto a tecnologia para detectar contaminantes genéticos em vacinas não esteve disponível, até à relativamente pouco tempo, os perigos dos novos vírus e bactérias que podem causar doenças foram previstos pelos pioneiros da engenharia genética. A transferência horizontal de genes (HGT) refere-se à absorção directa e à incorporação de material genético de espécies não relacionadas, neste caso de contaminantes virais adventícios em vacinas vivas, num hospedeiro humano ou numa bactéria relacionada com o hospedeiro, como aquelas que colonizam o intestino.

Ao contrário dos poluentes químicos que se quebram e se diluem, os ácidos nucleicos retrovirais são infecciosos, podem invadir células e genomas, multiplicarem-se, mutar e recombinarem-se indefinidamente. Os perigos potenciais da HGT de ácidos nucleicos livres incluem a criação de novos vírus e bactérias que podem causar doenças, propagação de genes resistentes aos fármacos e antibióticos entre os agentes patogénicos virais e bacterianos, tornando as infecções intratáveis, a inserção aleatória em genomas de células resultando em efeitos nocivos, incluindo cancro e reativação de vírus dormentes, presentes em todas as células e genomas, o que pode causar doenças.

A pesquisa demonstra que o potencial patogénico do PCV Tipo 2 para causar uma doença semelhante à sa SIDA em porcos é desencadeado quando há activação simultânea do sistema imunológico (por exemplo, vacinação simultânea) nesses animais. Assim, a inoculação simultânea da vacina contra o Rotavírus contaminada com sequências de ADN do tipo 2 do PCV juntamente com a DTaP, Hib, PCV, IPV e Hep B, como actualmente recomendado, fornece um cenário de elevado risco para as doenças em seres humanos.

O PCV do tipo 2 é um vírus linfotrópico que infecta os tecidos linfóides primários. A sua detecção no tecido linfóide de crianças expostas (vacinadas) deve ser o foco de investigações urgentes, mas relativamente poucas pessoas estão conscientes dos riscos. Esse tecido está disponível sob a forma de biópsias intestinais de crianças com uma variedade de condições, incluindo o autismo. O tecido linfático também está disponível a partir de macacos rhesus expostos ao cronograma actual da vacina como parte dos estudos de segurança em curso. Esses tecidos devem ser rastreados usando a mesma tecnologia de matriz metagenómica e pan-microbiana usada por Victoria et al para identificar as sequências adventícias em vacinas.

Cada linha celular ou tecido animal usado para fabricar qualquer fármaco biológico, incluindo as vacinas, deve primeiro ser limpo de todos os vírus endógenos, a fim de evitar a transmissão zoótica de retrovírus para os humanos, e torná-los seguros. Receber uma ou duas injeções de um retrovírus acidental provavelmente causa poucos danos a um sistema imunológico saudável. No entanto, o agendamento agressivo das vacinações actuais em vigor significa que o número de retrovírus injectados em bebês, crianças e adolescentes – inclusive em momentos vulneráveis ​​/ imunocomprometidos das suas vidas – é desconhecido. Combinando vacinas, cada uma das quais pode transportar HERVs, BLVs, vírus espumantes, EBVs, micoplasma e potencialmente mais, quando o sistema imunológico já está paralisado pelo mercúrio, alumínio, polissorbato 80 e formaldeído é uma prática perigosa e até mortal.

retrovírus vacina oral

Para onde ir a partir daqui?

Nas duas últimas décadas, a minha equipa de pesquisa e outros, identificaram proteínas de sequências virais e vírus isolados semelhantes aos vírus da leucemia dos ratos, vírus dos tumores mamário em ratos, vírus da leucemia bovina, vírus da imunodeficiência símia, vírus da leucemia do macaco-gibão do sangue humano, saliva, células, e linhas celulares. Conforme detalhamos no capítulo cinco de Praga, a comunidade científica não atendeu ao alerta de 1953 do Dr. G. Stuart, quando falou com a Organização Mundial da Saúde. Ele estava a falar sobre a vacina da febre amarela naquele momento. E ele afirmou:

Foram expressas duas objecções principais a esta vacina, devido à possibilidade de que (i) o cérebro do rato utilizado na sua preparação possa estar contaminado com um vírus patogênico para o homem, embora esteja latente em ratos… Ou pode ser a causa de uma encefalomielite desmielinizante; (ii) o uso, como antígeno ou vírus com propriedades neurotrópicas melhoradas, pode ser seguido de reações graves envolvendo o sistema nervoso central.

Em 1996, o Dr. John Coffin, o mesmo virologista que disse ao Dr. Frank Ruscetti que não se incomodasse em estudar as doenças causadas por retrovírus humanos porque não existiam, advertiu contra o transplante de células de animais para humanos para melhorar o funcionamento do sistema imunológico de pacientes com SIDA. Segundo o Dr. Coffin:

A infecção é uma consequência, praticamente inevitável, do xenotransplante e essa é uma preocupação muito séria, porque os animais que foram escolhidos para fazer isso – o babuíno e o porco – são conhecidos por transportar vírus endógenos, replicantes competentes, mas muito mal estudados, que são capazes de infectar células humanas.

No entanto, em 2017, as vacinas que Coffin, a FDA e o CDC admitem estar contaminadas com retrovírus aviários, retrovírus de ratos, retrovírus de porco, vírus da leucemia bovina, retrovírus de macacos e retrovírus endógenos humanos são obrigados por lei a serem injectados em lactentes e idosos. Como a Dra. Sherri Tenpenny escreveu há mais de uma década:

Se as injecções que contenham vírus dispersos só forem administradas uma vez na vida, talvez isso seja de pouca importância. Mas as vacinas contra a gripe agora são recomendadas – dito mesmo necessárias – para todos, desde os lactentes até aos idosos. Os retrovírus e outros vírus podem ser incorporados no genoma humano sem detecção, levando a problemas de saúde ao longo da vida?.. O risco de vírus contaminantes aviários aumentou substancialmente desde 2004, quando a vacina contra a gripe foi adicionada ao cronograma pediátrico, agora a partir dos seis meses de idade. Foram administradas doses extra de vacina contra a gripe para crianças e adultos durante a gripe aviária e pandemia de gripe suína, cujos resultados podem ser conhecidos só daqui a muitos anos. Os vírus de galinhas e vacas estão a ser incorporados no genoma humano?

Estendemos as perguntas alarmantes da Dra. Tenpenny com o conhecimento de outra família de retrovírus humanos exógenos, os retrovírus murinos relacionados, que agora foi confirmado que está presente em mais de 6% dos americanos e provavelmente inseridos nos humanos através de vacinas e lotes de sangue contaminados, causando as próprias doenças sobre as quais o Dr. Stuart levantou a hipótese. Perguntamos:

A vacina MMR (tríplice viral) que contém retrovírus aviários / de galinha, pode recombinar-se com as sequências provenientes de ratos transmitidas pelos nossos pais (encontradas nas vacinas contra a poliomielite) para produzirem um retrovírus híbrido ou sequências híbridas?

Estaremos a alterar os genes das gerações futuras, de formas que desconhecemos, através das vacinas?

O que vem por aquela agulha pode, de facto, ser mortal.

Escrito por Judy A. Mikovits, PhD. em colaboração com o The World Mercury Project

Fonte: http://www.greenmedinfo.com/blog/retroviruses-poorly-understood-agents-change

As Nações Unidas admitem que o último surto de poliomielite na Síria foi causado pelas vacinas contra a poliomielite

As Nações Unidas admitem que o último surto de poliomielite na Síria foi causado pelas vacinas contra a poliomielite

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Na Síria devastada pela guerra, existem poucas dúvidas de que o conflito teve um impacto na saúde. Agora, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) relata que a tentativa de usar as vacinas para “proteger” as crianças contra a pólio fez ricochete – infectando mais crianças com a doença devastadora em vez de as salvar.

As vacinas fazem as crianças adoecer não diria?

Como Elizabeth Hoff, a representante da Organização Mundial de Saúde informa:

“Até 18 de Agosto de 2017, 33 crianças com menos de cinco anos ficaram paralisadas. A detecção dos casos de vírus da pólio de derivados da vacina circulante tipo 2 (cVDPV2) demonstra que os sistemas de vigilância de doenças estão funcionais na Síria. A nossa prioridade agora é alcançar a cobertura de imunização de poliomielite mais alta possível para impedir a circulação de vírus”.

Trinta e três crianças paralisadas pela vacina que deveria protegê-las – e a resposta da ONU é a de apenas distribuir ainda mais vacinas? Infelizmente, isso é o pão nosso de cada dia. Obviamente, um mau medicamento nunca é o problema – simplesmente não existem maus medicamentos que cheguem, e este é o estado das coisas.

Fran Equiza, um representante da UNICEF, comentou:

“Nenhuma criança deve ter que viver com os efeitos devastadores da poliomielite”.

E, no entanto, esse é o segundo surto de poliomielite que atingiu a Síria desde que o conflito começou em 2011.

No início deste Verão, a NPR [rádio pública nacional dos EUA] reportou esse mesmo fenómeno, em que as cepas mutantes da vacina contra a poliomielite causaram mais paralisias do que a poliomielite selvagem. Poderá realmente acontecer que uma versão do vírus, alterada em laboratório, é mais perigosa do que aquela que existe na natureza? Absolutamente.

Como Jason Beaubien relata, desde Junho de 2017, surgiram mais casos de paralisia infantil causados pela vacina contra a poliomielite do que a própria doença real, contraída no estado selvagem. Até à publicação deste artigo, apenas seis casos de poliomielite “selvagem”, que ocorre naturalmente no meio ambiente, foram relatados por todo o mundo. Por outro lado, 21 casos de pólio derivada de vacina foram relatados internacionalmente em Junho.

Obviamente, na Síria, esse número disparou nos últimos dois meses – 33 crianças, somente na Síria, ficaram paralisadas pela pólio derivada das vacinas.

Raul Andino, professor de microbiologia na Universidade da Califórnia em San Francisco, explica:

“Descobrimos que existem apenas algumas [mutações] que devem acontecer, e acontecem bastante rapidamente no primeiro mês ou dois após a vacinação. À medida que o vírus começa a circular na comunidade, ele adquire novas mutações que o tornam basicamente indistinguível do vírus do tipo selvagem. É a poliomielite em termos de virulência e em termos de propagação do vírus”.

A pesquisa de Andino também mostra que o vírus da poliomielite utilizado na vacina replicar-se-á dentro dos intestinos dos hospedeiros humanos. Em locais com saneamento deficiente, isso geralmente significa que tem mais probabilidades de se propagar de pessoa para pessoa com relativa facilidade. Os locais onde o conflito e a guerra dizimaram os sistemas de cuidados de saúde são conhecidos por serem focos de epidemias.

Não será surpresa (infelizmente) que a Síria, cansada da guerra, deverá ter ainda mais casos de poliomielite nos próximos meses. Michael Zaffran, director do programa de erradicação da poliomielite na Organização Mundial da Saúde, afirma:

“Na Síria, podem ocorrer mais casos”. Zaffran acrescenta que a OMS está ciente do risco que advém da inoculação com o vírus vivo na vacina contra a poliomielite e diz que é “um contratempo lamentável para as crianças pobres que ficaram paralisadas, é claro. Mas no que diz respeito à iniciativa como um todo, sabemos que não é algo inesperado”.

Ele acrescentou que, embora a paralisia das crianças seja uma infeliz ocorrência, “na perspectiva da saúde pública, os benefícios superam em muito o risco.” Acha que isso irá confortar as crianças e as suas famílias enquanto lutam com os efeitos secundários da pólio derivada da vacina?

[Relacionado: Saiba mais sobre os riscos de inoculação em Vaccines.news]

As fontes deste artigo incluem:

UNICEF.org.hk

UN.org

NPR.org

Alumínio, Flúor e Glifosato – Uma sinergia tóxica perfeita associada ao Autismo e à doença de Alzheimer

Alumínio, Flúor e Glifosato – Uma sinergia tóxica perfeita associada ao Autismo e à doença de Alzheimer

alumínio, glifosato e flúor

O alumínio é uma neurotoxina conhecida e, de acordo com o professor Christopher Exley da Universidade Keele, os produtos que contêm alumínio provavelmente estão implicados no aumento da incidência da doença de Alzheimer. [1] Num artigo publicado na revista Frontiers in Neurology [2] ele escreve:

“Estamos a acumular uma neurotoxina conhecida, no nosso cérebro, desde a nossa concepção até à nossa morte. A presença de alumínio no cérebro humano deve ser sinalizada com uma bandeira vermelha, alertando-nos para todos para os perigos potenciais do mesmo. Como sabemos se a doença de Alzheimer não é a manifestação da toxicidade crónica do alumínio, nos seres humanos?”

As pessoas que sofrem com a toxicidade de alumínio apresentam muitos dos mesmos sintomas que daquelas com demência, Parkinson, défice de atenção e hiperactividade, autismo e outras doenças neurológicas, e as evidências crescentes sugerem que o alumínio pode desempenhar um papel significativo no desenvolvimento dessas (e de outras) doenças.

Ao tomar medidas para se proteger, pode minimizar a sua exposição, maximizando a capacidade do seu corpo de se descartar desse metal tóxico, o que o levará a uma vida longa e saudável até aos seus últimos anos. Outras toxinas para as quais devemos estar alerta também incluem o flúor e o glifosato. São todas tóxicas por direito próprio, mas as pesquisas sugerem que eles podem ser ainda mais perigosos quando combinados.

Pode estar mais exposto ao alumínio do pensa

O alumínio pode ser encontrado numa ampla gama de produtos de consumo incluindo:

  • Alimentos como o fermento em pó, farinha de trigo, sal, fórmulas para bebés, cremes de café, produtos cozidos e alimentos processados, corantes e aglomerantes.
  • Fármacos como anti-ácidos, analgésicos, anti-diarreicos e outros, aditivos como o estearato de magnésio.
  • Vacinas, incluindo a da hepatite A e B, Hib, DTaP (difteria, tétano, tosse convulsa), vacina pneumocócica, Gardasil (HPV) e outras – muitas dos quais também contêm também glifosato.
  • Cosméticos e produtos de cuidados pessoais como antitranspirantes, desodorizantes (incluindo os que contêm cristais de sal que feitos de alumínio), loções, protectores solares e champôs.
  • Produtos de alumínio, incluindo o papel de alumínio, latas, pacotes de sumos, latas e garrafas de água.

De acordo com o CDC [Centro para o controlo de doenças dos EUA], o adulto médio dos EUA consome cerca de sete a nove mg de alumínio por dia na alimentação, para além de uma menor quantidade proveniente da contaminação do ar e da água.

Aproximadamente um por cento do alumínio que ingere por via oral é absorvido pelo seu corpo, sendo que o resto é excretado para fora pelo seu trato digestivo – desde que esteja a funcionar em pleno. O alumínio remanescente é então depositado não apenas no tecido cerebral, mas também nos seus nervos, ossos, fígado, coração, baço e músculos.

Embora um por cento possa soar a pouco, a carga tóxica global dependerá da quantidade total de toxinas que às quais esteja exposto ao longo do tempo. A sua dieta e saúde digestiva, bem como as exposições tóxicas em curso, também determinarão o quanto o seu corpo é realmente capaz de eliminar, e o quanto se irá acumular.

A exposição ocupacional ao alumínio aumenta o risco da doença de Alzheimer

Um estudo de caso publicado [3] encontrou elevados níveis de alumínio no cérebro de um homem que foi exposto ao alumínio, no exercício da sua profissão, durante oito anos. Ele morreu posteriormente com doença de Alzheimer.

De acordo com os autores, este é o primeiro caso que mostra uma ligação directa entre a doença de Alzheimer e a concentração elevada de alumínio no cérebro, após a exposição ocupacional. [4]

Outro estudo [5] sugeriu que o alumínio dos alimentos e da água potável pode estar a ontribuir para o aumento da incidência da doença de Alzheimer, e destacou que:

“Nos últimos anos, o interesse no papel potencial dos metais na patogénese da doença de Alzheimer (DA) cresceu consideravelmente. Em particular, a neurotoxicidade do alumínio (Al) foi sugerida após a sua descoberta nas placas senil e emaranhados neurofibrilares que representam as principais características neuropatológicas da DA.

“O alumínio está omnipresente na vida cotidiana e pode entrar no corpo humano através de várias formas, principalmente bebendo água e consumindo alimentos… [Os] elementos presentes na água potável, como o flúor, cobre, zinco ou ferro também podem ter um efeito sobre deficiência cognitiva ou na modificação de qualquer neurotoxicidade do alumíno”.

De facto, dezenas de estudos mostraram que o flúor causa danos cerebrais e reduz o QI. O flúor libertado pelas plantas de alumínio também foi associado a doenças nos animais. [6] Agricultores na Islândia, por exemplo, afirmam que os seus animais ficam enjoados pela contaminação ambiental com fluór – alguns até o ponto de terem que ser mortos. Outros relatam taxas superiores de problemas dentários e infertilidade nos seus animais. (Pode aprender mais sobre os efeitos prejudiciais da exposição ao flúor aqui.)

Outro estudo relacionado [7] associou a exposição ocupacional ao alumínio com o desenvolvimento da fibrose pulmonar, condição em que a cicatrização dos seus pulmões dificulta a respiração. Neste caso, a exposição ocorreu durante o lixamento do material Corian.

Resumindo, parece razoável concluir que a combinação do alumínio, flúor e / ou uma série de outras toxinas pode promover a doença de Alzheimer, para além de uma série de outros problemas de saúde. (Você pode aprender mais sobre isso aqui)

Os pesticidas também podem causar danos nas funções cerebrais

Os pesticidas, por exemplo, também demonstraram ter um efeito adverso na função neurológica e na saúde do cérebro [8]. Num estudo, os agricultores expostos aos inseticidas organoclorados revelaram um risco aumentado de 90 por cento de depressão, em comparação com aqueles que não os utilizaram. A exposição aos fumigantes aumentou o risco de depressão em 80%. As pessoas expostas a pesticidas também são mais propensas a terem a doença de Parkinson.

O glifosato também é conhecido por danificar o fígado e os rins, aumentar significativamente o risco de cancro e aumentar os efeitos nocivos de outros resíduos químicos e toxinas.

É claro que, quando se trata de toxinas em geral, a menos que o produto químico seja extremamente tóxico, o dano real ocorre quando o seu corpo é cronicamente sobrecarregado com eles, e a maioria das pessoas hoje em dia está exposta a milhares, e talvez dezenas de milhares de produtos químicos diferentes, regularmente. E os agricultores não são os únicos em risco de efeitos adversos da exposição aos pesticidas: o glifosato pode ser encontrado na maioria dos alimentos processados na dieta ocidental, cortesia das beterrabas e canas de açúcar geneticamente modificadas, do milho e da soja – e pode ser mesmo encontrado em tampões e vacinas. Está, literalmente, por todo o lado.

Enquanto que quase 454.000 toneladas glifosato são pulverizados nas culturas de agricultura convencional e geneticamente modificadas por todo o mundo e a cada ano, as culturas geneticamente modificadas recebem os maiores montantes. As carnes de animais criados em operações de alimentação a animais confinados (CAFOs), também podem conter quantidades maiores de resíduos de glifosato, uma vez que a soja geneticamente modificada é um elemento básico da alimentação para o gado convencional.

Infelizmente, o glifosato não fica apenas dentro do limite das culturas convencionais e de organismos geneticamente modificados. Ele propaga-se – conforme documentado neste relatório – contamina tudo, incluindo alimentos orgânicos, interrompendo completamente o equilíbrio natural da biologia do solo.

Também é crucial entender que a contaminação por glifosato é sistémica, o que significa que está integrado em cada célula da planta, da raiz à ponta. Normalmente, é necessário lavar completamente os seus produtos para remover os resíduos de pesticidas mais perigosos, mas é simplesmente impossível remover o glifosato de seus produtos. Este é o aspecto fundamental que torna os alimentos geneticamente modificados tão prejudiciais para a sua saúde – não é apenas uma questão de contaminação por este tipo de produtos, como acontece com muitos outros químicos agrícolas pulverizados nas culturas.

O envenenamento sinergético por alumínio e glifosato associado ao autismo

A Dra. Stephanie Seneff, investigadora sénior do Massachusetts Institute of Technology (MIT), tem desempenhado um papel fundamental na educação das pessoas sobre os perigos do glifosato. No vídeo abaixo, ela explica como o alumínio e o glifosato actuam de forma combinada como venenos sinergéticos que promovem o autismo.

Com base na tendência atual, a Dr. Seneff prevê que, até 2025, metade de todas as crianças nascidas será diagnosticada com autismo. Claramente, devemos identificar os principais factores ambientais que contribuem para essa tendência assustadora. A falta de vitamina D causada pela exposição inadequada ao Sol é um fator. A deficiência nutricional causadas pela má alimentação é outra.

As toxinas ambientais não devem ser negligenciadas mas, no entanto, algumas toxinas – glifosato e alumínio incluídos – são muito mais perigosas e omnipresentes do que outras e, portanto, são susceptíveis de contribuirem mais. Como a Dr. Seneff explica, os mecanismos dos danos causados pelo glifosato torna-o particularmente problemático. Na verdade, de acordo com a Dr. Seneff, o glifosato é possivelmente “o factor mais importante no desenvolvimento de múltiplas doenças crónicas e condições que se tornaram prevalentes nas sociedades ocidentais” incluindo, entre outras:

  • Alergias
  • Doença de Alzheimer
  • Autismo
  • Cancro
  • Doença cardiovascular
  • Depressão
  • Doenças gastrointestinais, como a doença inflamatória intestinal, diarreia crónica, colite e doença de Crohn
  • Infertilidade
  • Esclerose múltipla
  • Obesidade
  • Mal de Parkinson
  • Esclerose lateral amiotrófica

Dicas para evitar essas toxinas perniciosas

Parece bastante claro que a exposição ao alumínio desempenha um papel em doenças neurodegenerativas como a doença de Alzheimer. Outras neurotoxinas, como o flúor e o glifosato, aumentam a carga tóxica. A melhor forma de se proteger é ter cuidado com as suas escolhas de produtos alimentares e pessoais e minimizar o uso de vacinas e de outros medicamentos que muitas vezes estão contaminados com alumínio. A optimização do enxofre na dieta também é essencial, pois seu corpo precisa do enxofre para fabricar a sua arma número um contra a sobrecarga de alumínio: a glutationa.

Ao tomar algumas medidas para se proteger, minimizará a sua exposição, maximizando a capacidade do seu corpo de se descartar desse metal tóxico, o que o levará a uma vida longa e saudável até aos seus últimos anos. Para dicas e estratégias adicionais que podem ajudar a prevenir e / ou tratar a doença de Alzheimer, consulte o meu artigo anterior Dois avanços relativos à doença de Alzheimer que são empolgantes: um novo teste de detecção precoce usando manteiga de amendoim e um estudo sobre o óleo de coco.

Fontes e referências: