Categoria: Papeira

O New York Times confirma que a papeira propaga-se principalmente entre as crianças vacinadas

O New York Times confirma que a papeira propaga-se principalmente entre as crianças vacinadas

papeira

O New York Times [NYT] está agora a confirmar o que a Natural News tem dito insistentemente sobre a verdadeira causa dos surtos de papeira nos EUA. Num artigo explosivo intitulado “a papeira regressa, mesmo entre os vacinados”, o NYT admite que as crianças vacinadas estão a propagar a papeira. Pelo NYT:

A maioria dos casos recentes ocorreram em surtos, incluindo um de grandes dimensões no Arkansas, em vez dos habituais casos episódicos. A maioria dos surtos ocorreu em pessoas com idades compreendidas entre 18 e 22 anos, a maioria das quais tinha as duas doses necessárias de vacina contra papeira na infância. “Estamos verificar isto numa população jovem e altamente vacinada”, afirmou o Dr. Routh.

O New York Times em 2017 confirma o que a Natural News tem reportado desde há uma década

O Natural News, é claro, advertiu repetidamente que os surtos de papeira ocorrem predominantemente entre crianças que foram vacinadas contra a papeira, provando assim que as vacinas contra a papeira não funcionam. Essa validação está totalmente alinhada com a surpreendente descoberta científica divulgada na semana passada que resolveu o enigma do porquê das vacinas contra a gripe também não funcionarem.

No início deste ano, a Natural News antecipou-se ao NYT com o artigo: “Surtos de papeira relatados entre as crianças vacinadas… Será que é a vacina que está a causar surtos?”

Mesmo antes disso, o Natural News promoveu um jornalismo baseado na verdade sobre o tema das vacinas, com todos os artigos seguintes que explicaram aquilo que o New York Times apenas descobriu agora… que as vacinas de papeira não funcionam. Algumas das histórias que publicamos na última década incluem:

Estupidez da papeira: após as vacinas falharem em evitar de surtos de papeira, jornalistas em morte cerebral pedem uma TERCEIRA rodada de injeções… Não tarda pedem uma quarta!
Surto de sarampo provavelmente causado por crianças vacinadas, ciência prova.
85% das vítimas do surto do sarampo já receberam vacinas.
Estrela de futebol contrai papeira após ser vacinado com a vacina fraudulenta da tríplice viral da Merck.
Surto de papeira propaga-se entre as pessoas que se vacinaram contra a papeira.
40 pessoas que contraem papeira em Harvard colocadas de quarentena… todas foram vacinadas… vacinas contra papeira têm por base uma fraude científica.

Mais uma vez, as notícias que lêm no Natural News desde há cinco ou dez anos são a notícia de hoje no New York Times. (Se quiser estar 5 ou 10 anos à frente, leia o Natural News diariamente).

Quando a primeira vacina não funciona, tente um segundo ou terceiro reforço, os charlatões das vacinas insistem

Pateticamente (e previsivelmente), o New York Times promove o mesmo e antigo charlatão que a indústria de vacinas historicamente invocou para tentar encobrir o facto de que os seus produtos foram aprovados apenas tendo por base a fraude científica sistemática (veja abaixo os detalhes).

Essencialmente, todos eles afirmam que a forma de impedir que as pessoas vacinadas de propagarem a papeira é vaciná-las vez após vez com a mesma vacina que não funcionou à primeira.

Pelo NYT:

A Dra. Patricia Quinlisk, directora médica e epidemiologista estadual do Departamento de Saúde Pública de Iowa, lidou com um surto na Universidade de Iowa e na área envolvente de 2015 a 2016 com mais de 450 casos de papeira. Os estudantes envolvidos levaram todos a vacina da tríplice viral [M.M.R.] na sua infância, afirmou ela, conforme exigido pela universidade, e a decisão foi tomada de ter uma série de clínicas que disponibilizaram uma terceira dose da vacina.

Na realidade, quando a primeira rodada de engodo das vacinas da papeira não funciona, a resposta da indústria corrupta e inepta das vacinas é insistir com a segunda, terceira e pouco depois até uma quarta vacina de papeira. Isso, dizem-nos, magicamente as fará funcionar se nós injectarmos as suficientes.

As vacinas da papeira, por outras palavras, criam o seu próprio modelo de negócio ao não funcionarem repetidamente. Isto seria o equivalente na indústria automóvel a um revendedor de automóveis que lhe vende um carro antigo que se começa a desfazer ao começar a andar na estrada, alegar que precisa de comprar um segundo ou um terceiro veículo para “reforçar” o primeiro carro que comprou, porque esse primeiro carro era lixo. Em nenhuma outra indústria, a propósito, as pessoas são tão frequentemente pressionadas para comprarem e consumirem produtos com falhas baseadas em vigarices tão óbvias e pseudo-ciência.

Lembre-se, também, de que toda a ideia de imunização é a de que, uma vez que seu corpo esteja exposto ao vírus, ele constrói anticorpos para o resto da vida. Mas, numa tentativa de explicar o porquê das vacinas contra a papeira não funcionarem, a indústria das vacinas fabricou um novo conceito que tem por base a ficçãototal: a ideia de que as vacinas “se desgastam” e precisam de ser repetidas vezes sem conta para garantir que elas “pegam”. Este pressuposto anti-científico é, obviamente, vendido com o único propósito de serem vendidas mais vacinas mesmo quando elas realmente não funcionam conforme reivindicado.

Este é o verdadeiro motivo pelo qual as vacinas contra papeira não funcionam

A verdadeira razão pela qual as pessoas vacinadas continuam a propagar a papeira é, claro, porque a vacina contra papeira é uma fraude total. Este facto foi abertamente admitido por dois virologistas que trabalharam para a Merck, um dos maiores fabricantes da vacina da tríplice viral [MMR].

Conforme detalhado no artigo da Natural News, “a fraude da vacina da Merck exposta por dois virologistas da mesma; Os resultados da eficácia da vacina de papeira são falsificados há mais de uma década, afirma acção judicial”:

De acordo com dois cientistas da Merck que apresentaram uma queixa por publicidade enganosa em 2010 – uma queixa que acabou de ver revogado o segredo de justiça – o fabricante de vacinas Merck falsificou conscientemente os dados do teste da vacina de papeira, infundiu amostras de sangue com anticorpos animais, vendeu uma vacina que realmente propagou a papeira, surtos de sarampo e roubou governos e consumidores que compraram a vacina pensando que era “95% eficaz”.

O documento em PDF detalhando esta queixa sobre publicidade enganos foi publicado aqui.

Do artigo da Natural News:

De acordo com Stephen Krahling e Joan Wlochowski, ambos ex-virologistas da Merck, a empresa Merck comportou-se, conscientemente, da seguinte forma:

• A Merck conscientemente falsificou os resultados dos testes da vacina de papeira para fabricar uma “taxa de eficácia de 95%”.
• Para fazer isso, a Merck adicionou aos testes de sangue anticorpos animais para inflaccionar artificialmente o aparecimento de anticorpos no sistema imunológico. Conforme relatado pelo CourthouseNews.com:

A Merck também adicionou anticorpos animais a amostras de sangue para obter resultados de testes mais favoráveis, embora soubesse que o sistema imunológico humano nunca produziria tais anticorpos e que os anticorpos criavam um cenário de teste em laboratório que “de forma alguma corresponderia, correlacionava-se com ou seria representativo de uma situação real… a neutralização de vírus em pessoas vacinadas”, de acordo com a queixa.

• A Merck então usou os resultados falsificados do teste para defraudar o governo dos EUA em “centenas de milhões de dólares por uma vacina que não oferece a imunização adequada”.
• A fraude da vacina da Merck realmente contribuiu para a propagação da papeira por toda a América, fazendo com que mais crianças fossem infectadas com papeira. (O quê, a sério? Isto é o que a NaturalNews tem relatado desde há anos… que as vacinas são realmente fabricadas para criar os surtos, porque isso é óptimo para a redundância do modelo de negócio!)
• A
Merck usou as suas falsas reivindicações de “eficácia de 95%” para monopolizar o mercado das vacinas e eliminar a possivel concorrência.
• A fraude da vacina da Merck vem acontecendo desde o final da década de 1990, dizem os virologistas da Merck.
• O teste da vacina da Merck nunca foi feito contra o
vírus da papeira do “mundo real” e no estado natural. Em vez disso, os resultados do teste foram simplesmente falsificados para alcançarem o resultado desejado.
• Toda esta fraude ocorreu “com o conhecimento, a autoridade e a aprovação da administração sénior da Merck”.
• Os cientistas da Merck “testemunharam em primeira mão os testes inadequados e a falsificação de dados em que a Merck se comprometeu a inflaccionar artificialmente as descobertas sobre a eficácia da vacina”, de acordo com documentos judiciais (veja abaixo).

Após a revelação desta queixa por publicidade enganosa, a clínica Chatom Primary Care, com sede no Alabama, antecipou que algo não estava bem. Há três dias atrás, a Chatom abriu um processo-crime contra a Merck. O registo da acção está disponível aqui.

Alega, entre outras coisas chocantes:

[Merck participou]… num esquema que dura há uma década para falsificar e deturpar a verdadeira eficácia da sua vacina.

A Merck representou fraudulentamente e continua a indicar falsamente na sua rotulagem e noutros lugares, que a vacina de eficácia superior a 95%.

Na realidade, a Merck conhece e tomou medidas conscientes para ocultar – usando técnicas de teste impróprias e falsificando dados de testes – que a vacina da papeira é, e tem sido desde pelo menos 1999, muito menos do que 95% eficaz.

A Merck projectou uma metodologia de teste que avaliou a sua vacina contra uma cepa menos virulenta do vírus da papeira. Depois dos resultados não terem produzido a eficácia desejada pela Merck, a mesma abandonou a metodologia e ocultou as descobertas do estudo.

…incorporando o uso de anticorpos animais para inflaccionar artificialmente os resultados…
…destruindo evidências dos dados falsificados e ter mentido a um investigador da FDA [Agência Reguladora dos Fármacos e Alimentos nos EUA]…
…ameaçou um virologista da divisão de vacinas da Merck com prisão se ele relatasse a fraude à FDA …
…as principais vítimas são as milhões de crianças que todos os anos estão a ser injetadas com uma
vacina contra papeira que não lhes proporciona um nível adequado de protecção. E, embora esta seja uma doença que, de acordo com o Centros de Controle de Doenças (CDC), devesse agora estar erradicada, a falha na vacina da Merck permitiu que essa doença continuasse a existir e com surtos significativos que continuam a ocorrer.

A Chatom Primary Care também alega que a vacina fraudulenta da Merck contribuiu para o surto de papeira de 2006 no Centro-Oeste e para um surto de 2009 noutro lugar. Eles afirmam:

“Permanece um risco significativo de ressurgimento de surtos de papeira…”

Fonte: https://www.naturalnews.com/2017-11-06-new-york-times-confirms-natural-news-investigation-mumps-now-spread-by-vaccinated-children.html

Notas sobre a Imunidade de Grupo

Notas sobre a Imunidade de Grupo

imunidade de grupo

A Imunidade de grupo é um termo que é frequentemente lançado nas discussões em defesa da vacinação obrigatória e em massa. O que é isto e porque é que é importante?

Vamos dar uma definição funcional do que é a imunidade de grupo, ao nível funcional numa população.

A imunidade de grupo é a existência da imunidade adequada numa determinada população contra uma infecção específica, no sentido de proteger aqueles com elevado risco de infecção grave e, consequentemente, reduzir a morbidade e a mortalidade causadas por essa infecção.

Agora, vamos aprofundar o conceito de imunidade de grupo, comparando o que significava na era pré-vacinas em comparação com o que isso significa na era das vacinas, recorrendo a certas infecções específicas, a título de exemplo.

Sarampo: imunidade de grupo na era pré-vacinas

  • Quando o sarampo entra pela primeira vez numa população que não tinha sido exposta ao sarampo anteriormente, a imunidade de grupo é zero e, inicialmente, a morbidade (doença) e mortalidade são muito elevadas.
  • Isso ocorre em grande parte como consequência da exposição a doses elevadas.
  • A exposição a doses elevadas ocorre porque, na ausência da imunidade viral, a replicação viral procede sem restrições nos múltiplos e sensíveis reservatórios humanos sensíveis em que prospera. As elevadas doses de vírus do sarampo são transmitidas de uma pessoa para a outra. Para além disso, as circunstâncias socioeconómicas contribuem para a exposição a doses elevadas. Isso inclui a elevadas densidade populacional (que facilita a transmissão) e a supressão das defesas antivirais (por exemplo o nível baixo de vitaminas A, D e C). Um exemplo disso foram as infecções com sarampo em soldados confederados aglomerados em quartéis e hospitais durante a Guerra Civil Americana.
  • Com o passar do tempo, quando o sarampo se torna endémico (circula constantemente) numa população com epidemias típicas de 2 anos, a imunidade de grupo aumenta rapidamente. A exposição natural leva à imunidade a longo prazo. A imunidade limita a transmissão e as oportunidades de replicação viral. Concomitantemente, os países desenvolvidos experienciaram uma melhoria no estado nutricional das suas populações e consequente imunidade antiviral. A dose de exposição baixa e uma redução dramática na morbidade e mortalidade são observadas.
  • Em consequência da imunidade natural de rebanho, no mundo desenvolvido, a mortalidade devido ao sarampo caiu 99,6% antes das vacinas contra o sarampo serem introduzidas. Uma queda na morbidade terá o seu paralelo na queda da mortalidade (a mortalidade é o extremo da morbidade).

Vejamos um exemplo de como a imunidade natural de grupo funcionou para fornecer imunidade adequada à idade.

  • Os bebés com menos de um ano de idade têm uma capacidade limitada para gerar imunidade adequada e são susceptíveis a uma infecção grave de sarampo.
  • Na era pré-vacinas, as mães conferiram uma boa imunidade passiva aos seus bebés por meio da transferência do leite transplacentário e do peito.
  • Esta imunidade passiva protegia os bebés durante o período de vulnerabilidade, até serem capazes de lidar melhor com o sarampo através do desenvolvimento da sua própria imunidade activa.

A Era das vacinas

A vacina contra o sarampo destruiu a Imunidade natural grupo e substituiu-a por uma imunidade de grupo quase que temporária e inadequada, que exige uma dependência da vacinação, para além de aumentar o risco de efeitos adversos severos. Aqui estão alguns exemplos de como a imunidade de grupo natural foi destruída:

  • A crescente imunidade de grupo associada ao sarampo natural e a diminuição da morbidade e mortalidade que a acompanha, foi interrompida pela vacinação. Isso torna difícil prever como é que as populações vacinadas podem responder, digamos, uma nova estirpe de vírus do sarampo que escapou da “protecção” conferida pela vacina contra o sarampo (mutante de escape). Como essa população não está imune à estirpe mutante de escape, arrisca-se uma vez mais a uma elevada morbidade e mortalidade por sarampo.
  • As mães vacinadas não conferem a imunidade passiva adequada aos filhos (<1 ano de idade). Os bebés são incapazes de gerar uma resposta imune adequada à vacina contra o sarampo e, na ausência da imunidade materna passiva, estão desprotegidos durante o primeiro ano, colocando-os em risco de grave infecção por sarampo.
  • Ao contrário do sarampo natural, a vacina contra o sarampo não proporciona imunidade duradoura, e por isso uma parte substancial de casos de sarampo são relatados naqueles que foram vacinados contra o sarampo.
  • O aumento da imunidade utilizando repetidas doses de vacina contra o sarampo não é sustentado e decresce rapidamente. A única resposta a esse decrescente retorno que é oferecido pelos reguladores e fabricantes, é a de aumentar as doses de vacinas. A vacina é altamente lucrativa em termos de volume de vendas, precisamente por ser inadequada.

A papeira e a Imunidade de Grupo

A papeira é reconhecida como sendo uma doença trivial nas crianças. Muitas nem sabem que a tiveram, visto os seus sintomas serem tão suaves. A papeira não é uma doença tão trivial assim nos machos pós-puberais, onde pode causar inflamação testicular e esterilidade.

A vacina contra a papeira não funciona. A protecção é encontra-se bem abaixo dos 96% reivindicados pela Merck e as epidemias de papeira ocorrem por todo o mundo em populações altamente vacinadas. A Merck é acusada de deturpar fraudulentamente a eficácia da vacina contra a papeira, a fim de proteger o monopólio dos EUA sobre a vacina da tríplice viral. Eu sugiro que todos os que tiveram papeira e, em particular, os que sofreram complicações apesar de estarem vacinados, têm uma reivindicação legal válida contra a Merck.

A falha da vacina da papeira está associada à imunidade inadequada após a vacinação (falha primária) e à imunidade que diminui rapidamente após a vacinação (insuficiência secundária). Esses factores significam que as populações estão em maior risco à medida que envelhecem, uma vez que os efeitos colaterais graves são mais comuns em homens de mais idade, a vacina contra a papeira fez com que a papeira se tornasse numa doença mais perigosa.

A imunidade natural de grupo, isto é, a imunidade ao longo da vida após a exposição das crianças à papeira na era pré-vacinas, foi destruída pela vacinação contra a mesma.

Imunidade à varicela e Imunidade de Grupo

O vírus da varicela (herpes varicela) causa uma doença auto-limitante leve nas crianças saudáveis. O vírus frequentemente cria uma infecção latente nos corpos celulares das raízes nervosas sensoriais, onde tem o potencial para reactivar e causar episodicamente herpes (zona), uma condição muito dolorosa e debilitante. A zona pode causar cegueira. Historicamente, a zona era uma doença com pouca incidência ocorrendo, por exemplo, em pessoas com imunodeficiência por cancro ou sob alguma terapia com drogas imunossupressoras.

A reativação do herpes é inibida por um nível adequado de imunidade a este vírus que, por sua vez, é mantido pelo aumento da imunidade em pais e avós pela reexposição através das crianças com varicela. As epidemias naturais de varicela mantiveram a imunidade de grupo pelo  “estímulo e impulso que deram às estirpes selvagens” (relativamente ao vírus natural) em adultos, e que bloqueavam a zona nos indivíduos saudáveis. Isso já não acontece.

A vacinação generalizada contra a varicela removeu a imunidade natural de grupo, prevenindo epidemias, eliminando o aumento das “estirpes selvagens” e permitindo que a imunidade seja debilitada nos indivíduos até o ponto em que o herpes agora é muito mais comum, ocorrendo em pessoas jovens e aparentemente saudáveis. A vacinação criou uma nova epidemia à qual a resposta da Merck é: “criamos o mercado, agora vamos fazer a vacina para prevenir a zona”.

~ Andrew Wakefield

Fonte: http://vaxxedthemovie.com/notes-herd-immunity-andrew-wakefield/